Estudo 1 de 311 · A prisão de João Batista

  1. Estudo 1: A prisão de João Batista
  2. Estudo 2: A missão dos 12 Apóstolos
  3. Estudo 3: A pergunta de João Batista
  4. Estudo 4: Envio dos doze apóstolos
  5. Estudo 5: Morte de João Batista
  6. Estudo 6: Lembrete da prisão de João Batista
  7. Estudo 7: Lembrete das circunstâncias do assassínio de João Batista
  8. Estudo 8: O retorno dos apóstolos
  9. Estudo 9: O Messias Jesus envia 70 discípulos
  10. Estudo 10: A recompensa dos apóstolos
  11. Estudo 11: A chegada dos judeus da cidade de Jerusalém
  12. Estudo 12: O verdadeiro nome de Mateus?
  13. Estudo 13: A grande escolha de nossas vidas
  14. Estudo 14: Os primeiros discípulos
  15. Estudo 15: O encontro com Filipe
  16. Estudo 16: A confirmação do chamamento dos discípulos
  17. Estudo 17: A consagração do discípulo
  18. Estudo 18: O chamamento de outro discípulo, Mateus
  19. Estudo 19: O banquete oferecido por Levi
  20. Estudo 20: A reação de Tiago e João
  21. Estudo 21: A exigente consagração do discípulo
  22. Estudo 22: Os fariseus ou os escribas
  23. Estudo 23: O fermento dos fariseus
  24. Estudo 24: Cura do homem da mão ressequida
  25. Estudo 25: A conversa de Jesus, o Messias, com Nicodemos
  26. Estudo 26: Jesus é o senhor do sábado
  27. Estudo 27: Os fariseus planeiam assassinar o Messias Jesus
  28. Estudo 28: Ensinamento sobre os demónios
  29. Estudo 29: As contradições dos fariseus denunciadas
  30. Estudo 30: O julgamento dos fariseus
  31. Estudo 31: Os fariseus pedem um sinal
  32. Estudo 32: Refeição na casa de um fariseu
  33. Estudo 33: As perguntas dos fariseus e dos herodianos
  34. Estudo 34: As perguntas dos fariseus e dos herodianos
  35. Estudo 35: Requisitório contra os líderes religiosos
  36. Estudo 36: Da Judeia à Galileia
  37. Estudo 37: Início da pregação na Galileia
  38. Estudo 38: Cura da sogra do apóstolo Pedro
  39. Estudo 39: A vida eterna
  40. Estudo 40: A casa construída sobre a rocha
  41. Estudo 41: Atirar a pedra
  42. Estudo 42: Quem procura encontra
  43. Estudo 43: O amor de Deus pelo homem
  44. Estudo 44: Eu orei por você, diz-lhe Jesus!
  45. Estudo 45: Não temas, crê somente
  46. Estudo 46: Sem mim vocês não podem fazer coisa alguma
  47. Estudo 47: A catástrofe do funicular da Glória
  48. Estudo 48: Os conflitos entre os discípulos
  49. Estudo 49: Aviso sobre as perseguições futuras
  50. Estudo 50: O Sermão da Montanha (12), uma instrução sobre a oração
  51. Estudo 51: O Sermão da Montanha (13), o perdão
  52. Estudo 52: O Sermão da Montanha (17), não julgar os outros
  53. Estudo 53: O sermão da montanha (19), a regra de ouro
  54. Estudo 54: Os espíritos impuros
  55. Estudo 55: Diversas instruções do Messias Jesus
  56. Estudo 56: Ensinamento do Messias Jesus sobre a preocupação
  57. Estudo 57: A pergunta de Pedro
  58. Estudo 58: Parábola dos dois servos
  59. Estudo 59: O Messias Jesus, motivo de divisões
  60. Estudo 60: A parábola sobre a medida
  61. Estudo 61: A parábola do joio e do trigo
  62. Estudo 62: A parábola da pérola de grande valor
  63. Estudo 63: Veredicto sobre o coração humano
  64. Estudo 64: Ensinamento aos discípulos sobre a influência dos fariseus
  65. Estudo 65: Discurso sobre a humildade
  66. Estudo 66: O discurso sobre a água viva
  67. Estudo 67: Instrução sobre a oração
  68. Estudo 68: A parábola do amigo importuno
  69. Estudo 69: A parábola da figueira estéril
  70. Estudo 70: Ensinamentos do Messias Jesus no caminho para Jerusalém
  71. Estudo 71: A parábola da torre
  72. Estudo 72: A imagem do sal sem sabor
  73. Estudo 73: Instrução sobre os escândalos, o perdão e a fé
  74. Estudo 74: O aspecto espiritual do reino
  75. Estudo 75: O Messias Jesus anuncia a sua segunda vinda
  76. Estudo 76: Ensinamento sobre o divórcio
  77. Estudo 77: A salvação e as riquezas
  78. Estudo 78: A parábola dos vinhateiros
  79. Estudo 79: O discurso escatológico no monte das Oliveiras
  80. Estudo 80: Disputa dos discípulos sobre a preeminência
  81. Estudo 81: O caminho que leva ao céu
  82. Estudo 82: A videira e os ramos
  83. Estudo 83: O Messias Jesus consola seus discípulos
  84. Estudo 84: Quem é o pai de José?
  85. Estudo 85: Jesus descende de Salomão ou de Natã?
  86. Estudo 86: Quem é o pai de Sealtiel?
  87. Estudo 87: Quem é o pai de Ozias?
  88. Estudo 88: Quem é o pai de Jeconias?
  89. Estudo 89: Número exato de gerações em Mateus?
  90. Estudo 90: Quem é o pai de Selá?
  91. Estudo 91: Herdaria Jesus o trono de David?
  92. Estudo 92: A genealogia ou as genealogias
  93. Estudo 93: Queres ser curado?
  94. Estudo 94: O batismo de Jesus, o Messias
  95. Estudo 95: A delegação vinda de Jerusalém
  96. Estudo 96: O encontro de Jesus, o Messias, com Natanael
  97. Estudo 97: As bodas de Caná
  98. Estudo 98: Uma passagem por Cafarnaum
  99. Estudo 99: A primeira festa da Páscoa
  100. Estudo 100: Os comerciantes expulsos do templo
  101. Estudo 101: Os resultados em Jerusalém
  102. Estudo 102: A pregação na sinagoga de Cafarnaum
  103. Estudo 103: O homem com um espírito impuro
  104. Estudo 104: O Messias Jesus retira-se para orar
  105. Estudo 105: A segunda festa da Páscoa em Jerusalém
  106. Estudo 106: O Messias Jesus afirma a sua igualdade com o Pai
  107. Estudo 107: Testemunhos que confirmam o do Messias Jesus
  108. Estudo 108: A pergunta dos discípulos de João Batista sobre o jejum
  109. Estudo 109: Proclamação do Evangelho
  110. Estudo 110: O Messias Jesus em casa do fariseu
  111. Estudo 111: O Messias Jesus, com os seus discípulos, anuncia o reino de Deus
  112. Estudo 112: O sinal de Jonas
  113. Estudo 113: O sinal da rainha de Sabá
  114. Estudo 114: Uma mulher interrompe o Messias Jesus
  115. Estudo 115: A multidão numerosa
  116. Estudo 116: O Messias Jesus se retira com seus discípulos
  117. Estudo 117: A terceira festa da Páscoa
  118. Estudo 118: A reação da multidão
  119. Estudo 119: A reação dos apóstolos
  120. Estudo 120: Numerosas curas em Genesaré
  121. Estudo 121: Ensino do Messias Jesus sobre o pão da vida
  122. Estudo 122: A prova da consagração
  123. Estudo 123: Pedro reconhece Jesus como o Messias
  124. Estudo 124: Repreensões aos escribas e aos fariseus
  125. Estudo 125: Numerosas curas ao anoitecer
  126. Estudo 126: Partida de barco para a cidade de Magdala
  127. Estudo 127: Retorno a Betsaida
  128. Estudo 128: Segunda declaração de Pedro
  129. Estudo 129: Elogio de Pedro pelo Messias Jesus
  130. Estudo 130: O preço da consagração
  131. Estudo 131: Uma palavra muito estranha de Jesus, o Messias
  132. Estudo 132: As recomendações do Mestre
  133. Estudo 133: Pergunta dos discípulos sobre o profeta Elias
  134. Estudo 134: Um demônio difícil de expulsar
  135. Estudo 135: A explicação do fracasso dos discípulos
  136. Estudo 136: Disciplina na Igreja e perdão
  137. Estudo 137: A festa dos Tabernáculos
  138. Estudo 138: Partida para Jerusalém e saída definitiva da Galileia
  139. Estudo 139: A viagem pela Samaria
  140. Estudo 140: Os homens que querem seguir o Messias Jesus
  141. Estudo 141: Os judeus procuram o Messias Jesus
  142. Estudo 142: Ensino do Messias Jesus no templo
  143. Estudo 143: A apreciação contraditória do povo
  144. Estudo 144: A mulher adúltera
  145. Estudo 145: O Messias Jesus é a luz do mundo
  146. Estudo 146: Tentativa de assassinato
  147. Estudo 147: O retorno dos 70 discípulos
  148. Estudo 148: O Messias Jesus em Betânia, na casa de Marta e Maria
  149. Estudo 149: O Messias Jesus contestado após um milagre
  150. Estudo 150: O convite em casa de um fariseu
  151. Estudo 151: O juízo sobre os religiosos e as censuras do Messias Jesus
  152. Estudo 152: Lembrança do massacre dos galileus por Pilatos
  153. Estudo 153: Lamento sobre Jerusalém
  154. Estudo 154: A curiosidade do povo e o ciúme dos religiosos
  155. Estudo 155: O Messias Jesus afirma sua Divindade
  156. Estudo 156: O Messias Jesus é o bom pastor
  157. Estudo 157: A festa da Dedicação
  158. Estudo 158: Perguntas dos religiosos sobre a messianidade de Jesus
  159. Estudo 159: Partida para Betânia, além do Jordão
  160. Estudo 160: O Messias Jesus abençoa as criancinhas
  161. Estudo 161: O Messias Jesus anuncia de novo sua morte e sua ressurreição
  162. Estudo 162: O pedido de Salomé, a mulher de Zebedeu, para seus filhos
  163. Estudo 163: Conspiração contra o Messias Jesus, que se retira para Efraim
  164. Estudo 164: Maldição da figueira estéril
  165. Estudo 165: Ensino diário no Templo
  166. Estudo 166: A autoridade do Messias Jesus contestada
  167. Estudo 167: As perguntas dos doutores da Lei
  168. Estudo 168: A messianidade de Jesus
  169. Estudo 169: A oferta da viúva pobre
  170. Estudo 170: O Messias Jesus lava os pés de seus discípulos
  171. Estudo 171: Conversa pessoal com seus discípulos
  172. Estudo 172: O regresso à Galileia
  173. Estudo 173: Chegada a Cafarnaum, na Galileia
  174. Estudo 174: As dificuldades em Nazaré
  175. Estudo 175: Numerosas curas ao anoitecer
  176. Estudo 176: Pregação na Galileia
  177. Estudo 177: A fama do Messias Jesus espalha-se pela Galileia
  178. Estudo 178: Questão sobre a convivência com os pecadores
  179. Estudo 179: A pregação na Galileia continua
  180. Estudo 180: A cura do homem com a mão paralisada
  181. Estudo 181: Numerosas curas na Galileia
  182. Estudo 182: A escolha dos 12 Apóstolos
  183. Estudo 183: O Messias Jesus censura várias cidades
  184. Estudo 184: O Messias Jesus continua a sua obra
  185. Estudo 185: A compaixão do Messias Jesus pela multidão
  186. Estudo 186: A obra do Messias Jesus na Galileia
  187. Estudo 187: O Messias Jesus continua sua jornada pela Galileia
  188. Estudo 188: A sogra de Pedro
  189. Estudo 189: Um paralítico transportado por quatro homens
  190. Estudo 190: A mulher que sofria de hemorragia
  191. Estudo 191: A filha de Jairo
  192. Estudo 192: O que Jesus diz à filha de Jairo?
  193. Estudo 193: Os dois cegos
  194. Estudo 194: Transformação da água em vinho em Caná
  195. Estudo 195: Cura do filho de um funcionário real
  196. Estudo 196: Primeira pesca milagrosa
  197. Estudo 197: Cura do homem possesso na sinagoga de Cafarnaum
  198. Estudo 198: Cura da sogra de Pedro
  199. Estudo 199: A cura de um leproso
  200. Estudo 200: Cura do paralítico de Betesda
  201. Estudo 201: Cura do leproso
  202. Estudo 202: Cura do servo do centurião
  203. Estudo 203: Ressurreição do filho da viúva de Naim
  204. Estudo 204: Cura do endemoninhado cego e mudo
  205. Estudo 205: Cura do homem possesso e mudo
  206. Estudo 206: O Messias Jesus acalma a tempestade
  207. Estudo 207: Exorcismo do endemoninhado de Gadara
  208. Estudo 208: Ressurreição da filha de Jairo
  209. Estudo 209: Cura da mulher com hemorragia
  210. Estudo 210: Cura de dois cegos
  211. Estudo 211: Cura de um homem mudo possuído por um demónio
  212. Estudo 212: Multiplicação dos pães e dos peixes
  213. Estudo 213: Andar sobre a água
  214. Estudo 214: Cura em Genesaré
  215. Estudo 215: Cura da filha da mulher cananeia
  216. Estudo 216: Cura do surdo-mudo
  217. Estudo 217: Alimentação dos 4000
  218. Estudo 218: Cura do cego de Betsaida
  219. Estudo 219: A transfiguração
  220. Estudo 220: Exorcismo do menino epiléptico
  221. Estudo 221: Moeda na boca de um peixe
  222. Estudo 222: Cura de uma mulher no dia de sábado
  223. Estudo 223: Cura de um homem com hidropisia
  224. Estudo 224: Cura dos dez leprosos
  225. Estudo 225: Cura do cego de nascença
  226. Estudo 226: Ressurreição de Lázaro
  227. Estudo 227: Cura do cego Bartimeu
  228. Estudo 228: Secagem da figueira
  229. Estudo 229: O oficial do rei em Caná da Galileia
  230. Estudo 230: A primeira pesca milagrosa
  231. Estudo 231: A cura de um leproso.
  232. Estudo 232: Cura de um paralítico
  233. Estudo 233: A cura do inválido na piscina de Betesda
  234. Estudo 234: A cura de um leproso após o sermão da montanha
  235. Estudo 235: A cura do servo do oficial romano
  236. Estudo 236: A ressurreição do filho da viúva de Naim
  237. Estudo 237: A cura do endemoninhado
  238. Estudo 238: O Messias Jesus acalma a tempestade
  239. Estudo 239: A cura do endemoninhado de Gadara
  240. Estudo 240: A cura da filha de Jairo interrompida
  241. Estudo 241: A cura da mulher com perda de sangue
  242. Estudo 242: A cura da filha de Jairo
  243. Estudo 243: A cura de dois cegos
  244. Estudo 244: A cura de um endemoninhado
  245. Estudo 245: A multiplicação dos pães para as 5000 pessoas
  246. Estudo 246: O Messias Jesus e Pedro andam sobre as águas
  247. Estudo 247: Cura da filha da mulher siro-fenícia
  248. Estudo 248: Segunda multiplicação dos pães para 4000 pessoas
  249. Estudo 249: O cego de Betsaida
  250. Estudo 250: O imposto do Templo na boca do peixe
  251. Estudo 251: Cura de uma mulher no dia de sábado
  252. Estudo 252: Cura de um homem com hidropisia
  253. Estudo 253: A cura dos dez leprosos
  254. Estudo 254: Cura de um cego de nascença
  255. Estudo 255: Curas de cegos perto de Jericó
  256. Estudo 256: A ressurreição de Lázaro
  257. Estudo 257: Cura de cegos e coxos
  258. Estudo 258: As parábolas?
  259. Estudo 259: As parábolas
  260. Estudo 260: O semeador
  261. Estudo 261: O pano novo e os odres novos
  262. Estudo 262: O bom trigo e o joio
  263. Estudo 263: O grão de mostarda
  264. Estudo 264: O fermento
  265. Estudo 265: O tesouro escondido
  266. Estudo 266: A pérola de grande valor
  267. Estudo 267: A rede
  268. Estudo 268: O servo implacável
  269. Estudo 269: Os trabalhadores contratados em horas diferentes
  270. Estudo 270: Os dois filhos
  271. Estudo 271: Os maus lavradores
  272. Estudo 272: As bodas do filho do rei
  273. Estudo 273: A figueira que brota
  274. Estudo 274: As parábolas do pano novo e do vinho novo
  275. Estudo 275: A parábola da candeia debaixo do alqueire
  276. Estudo 276: A parábola do rico insensato
  277. Estudo 277: A parábola do semeador
  278. Estudo 278: A parábola da candeia debaixo do alqueire
  279. Estudo 279: A comparação com o crescimento da semente
  280. Estudo 280: A parábola do grão de mostarda
  281. Estudo 281: Outras parábolas não relatadas
  282. Estudo 282: A parábola do fermento
  283. Estudo 283: Explicação à noite de várias parábolas (o joio)
  284. Estudo 284: A parábola do tesouro escondido
  285. Estudo 285: A parábola da rede lançada ao mar
  286. Estudo 286: Conclusão do Messias Jesus
  287. Estudo 287: Parábola da ovelha perdida
  288. Estudo 288: Parábola do rei e do servo
  289. Estudo 289: O bom samaritano
  290. Estudo 290: O grão de mostarda e o fermento
  291. Estudo 291: Parábola do convidado presunçoso
  292. Estudo 292: A parábola do rei que se prepara para a guerra
  293. Estudo 293: A parábola da ovelha perdida e achada
  294. Estudo 294: A parábola da dracma perdida
  295. Estudo 295: A parábola do filho pródigo
  296. Estudo 296: A parábola do administrador infiel
  297. Estudo 297: A parábola do homem rico e de Lázaro
  298. Estudo 298: Parábola dos servos inúteis
  299. Estudo 299: A parábola do juiz iníquo
  300. Estudo 300: A parábola do fariseu e do publicano
  301. Estudo 301: A parábola dos trabalhadores da décima primeira hora
  302. Estudo 302: A parábola das minas
  303. Estudo 303: A parábola dos dois filhos
  304. Estudo 304: A parábola do banquete de casamento
  305. Estudo 305: A parábola da figueira
  306. Estudo 306: Parábola do servo fiel
  307. Estudo 307: Parábola das dez virgens
  308. Estudo 308: Parábola dos servos e das recompensas, dos talentos
  309. Estudo 309: A tentação de Jesus
  310. Estudo 310: A tentação de Jesus, o Messias
  311. Estudo 311: A relação pessoal do discípulo com o seu Senhor

Vida e ministério de Jesus

  • A prisão de João Batista

    O artigo explora a prisão de João Batista por Herodes Antipas, ilustrando uma transição importante do ministério de João para o de Jesus como único Messias reconhecido. O acontecimento, provavelmente em 30 d.C., é uma viragem crucial no contexto religioso da época, salientada por referências aos Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João.

    Marcos 1.14-15 (Bíblia Livre) :
    Depois que João foi preso, Jesus veio para a Galileia, pregando o Evangelho do Reino de Deus,e dizendo: O tempo se cumpriu, e o Reino de Deus está perto; arrependei-vos, e crede no Evangelho.
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  • A missão dos 12 Apóstolos

    O artigo analisa a missão dos doze apóstolos segundo Mateus, Marcos e Lucas, salientando a prioridade dos judeus no plano da salvação e as instruções dadas por Jesus para proclamar o reino de Deus.

    Mateus 10.5-15 (Bíblia Livre) :
    Jesus enviou esses doze, e lhes mandou, dizendo: Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos.Em vez disso, ide às ovelhas perdidas da casa de Israel.E quando fordes, proclamai, dizendo: ‘Perto está o Reino dos céus’.Curai os doentes, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; recebestes de graça, dai de graça.Não tomeis convosco ouro, nem prata, nem cobre em vossos cintos;nem bolsas para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bordão; pois o trabalhador é digno de seu alimento.E em qualquer cidade ou aldeia que entrardes, informai-vos de quem nela seja digno, e ficai ali até que saiais.E quando entrardes na casa, saudai-a.Se a casa for digna, venha sobre ela a vossa paz; mas se ela não for digna, volte para vós a vossa paz.E quem quer que não vos receber, nem ouvir vossas palavras, quando sairdes daquela casa ou cidade, sacudi o pó de vossos pés.Em verdade vos digo que no dia do julgamento mais tolerável será para a região de Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade.
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  • A pergunta de João Batista

    Preso, João Batista envia os seus discípulos perguntar a Jesus se ele é realmente o Messias esperado. Jesus responde com os seus atos — curas, ressurreições, anúncio aos pobres — apoiando-se em Isaías 35.5. O artigo analisa a divergência entre os dois ministérios, a lógica redacional de Mateus e o forte sentido cristológico implícito na referência profética: Jesus é Deus que vem salvar o seu povo (Is 35.4).

    Mateus 8.1-4 (Bíblia Livre) :
    Quando ele desceu do monte, muitas multidões o seguiram.E eis que um leproso veio e prostrou-se diante dele, dizendo: Senhor, se quiseres, podes me limpar.Jesus estendeu a mão e o tocou, dizendo: Quero, sê limpo. E logo ele ficou limpo de sua lepra.Então Jesus lhe disse: Tem o cuidado de dizeres a ninguém; mas vai mostrar-te ao sacerdote, e oferece a oferta que Moisés ordenou, para que lhes haja testemunho.
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  • Envio dos doze apóstolos

    A perícope 162 relata o envio dos doze apóstolos por Jesus na Galileia, algumas semanas antes da Páscoa (março de 32 d.C.). Narrado por Mateus (10.1-15), Marcos (6.6-13) e Lucas (9.1-6), este episódio mostra os discípulos enviados dois a dois para pregar o reino, curar e expulsar demônios. Cada evangelista traz sua própria perspectiva sobre as instruções de viagem e a natureza da missão.

    Marcos 6.6-13 (Bíblia Livre) :
    E ficou admirado da incredulidade deles. Ele percorreu as aldeias do redor, ensinando.E chamou a si os doze, e começou a enviar de dois em dois; e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos.E mandou-lhes que não tomassem nada para o caminho, a não ser somente um bordão; nem bolsa, nem pão, nem dinheiro no cinto;mas que calçassem sandálias, e não se vestissem de duas túnicas.E dizia-lhes: Onde quer que entrardes em alguma casa, ficai ali até que dali saiais.E todos os que não vos receberem, nem vos ouvirem, quando sairdes dali, sacudi o pó que estiver debaixo de vossos pés, em testemunho contra eles Em verdade vos digo, que mais tolerável será a os de Sodoma ou Gomorra no dia do juízo, do que a os d aquela cidade.Eles, então, se foram, e pregaram que as pessoas se arrependessem.Eles expulsaram muitos demônios, e a muitos enfermos ungiram com azeite, e os curaram.
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  • Morte de João Batista

    A perícope 163 analisa a reação de Herodes Antipas diante da fama de Jesus, a quem ele identifica com João Batista ressuscitado. Por meio de uma comparação sinótica de Mateus 14.1-2, Marcos 6.14-16 e Lucas 9.7-9, o artigo explora as convergências e diferenças entre os três relatos, o contexto político na Galileia em março do ano 32 d.C. e o peso da culpa de Herodes depois do assassinato de João Batista.

    Mateus 14.1-2 (Bíblia Livre) :
    Naquele tempo Herodes, o tetrarca, ouviu relato a respeito de Jesus,Noteacorrentado ou: amarradoNotejá é tarde lit. a hora [já] se passouNotevigília cada noite era dividida em quatro vigílias, de igual duração. Portanto a quarta vigília é, aproximadamente, das 3 horas da madrugada até o amanhecerNoteborda ou: franjaNoteroupa ou: capae disse aos seus servos: Este é João Batista; ele ressuscitou dos mortos, e por isso os milagres operam nele.
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  • Lembrete da prisão de João Batista

    A perícope PER164 relembra as circunstâncias da prisão de João Batista, relatadas por Mateus (14.3-5) e Marcos (6.17-20). João foi preso por ter denunciado publicamente o casamento ilícito de Herodes Antipas com Herodias, ex-mulher de seu irmão. Marcos apresenta um retrato matizado de Herodes, ambíguo e fascinado por João, ao passo que Mateus insiste no seu temor da multidão. É Herodias quem empurra para a morte do profeta, mantido preso em Maquerus em março do ano 32 d.C.

    Deuteronômio 24.1-4 (Bíblia Livre) :
    Quando algum tomar mulher e se casar com ela, se não lhe agradar por haver achado nela alguma coisa ofensiva, lhe escreverá carta de divórcio, e a entregará em sua mão, e a despedirá de sua casa.E saída de sua casa, poderá ir e casar-se com outro homem.E se a aborrecer este último, e lhe escrever carta de divórcio, e a entregar em sua mão, e a despedir de sua casa; ou se morrer o posterior homem que a tomou para si por mulher,Não poderá seu primeiro marido, que a despediu, trazê-la de volta a tomar para que seja sua mulher, depois que foi contaminada; porque é abominação diante do SENHOR, e não hás de perverter a terra que o SENHOR teu Deus te dá por herança.
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  • Lembrança das circunstâncias do assassinato de João Batista

    A perícope 165 analisa as circunstâncias do assassínio de João Batista segundo Mateus (14.6-12) e Marcos (6.21-29). Na Galileia, em março do ano 32 d.C., Herodes Antipas cede à manipulação de Herodias por meio da dança de Salomé e manda decapitar o profeta. O artigo destaca o paralelo entre o martírio de João e o de Jesus, duas figuras messiânicas injustamente condenadas e sepultadas em um túmulo.

    Mateus 14.6-12 (Bíblia Livre) :
    Porém, enquanto era celebrado o aniversário de Herodes, a filha de Herodias dançou no meio das pessoas, e agradou a Herodes.Por isso prometeu a ela dar tudo o que pedisse.E ela, tendo sido induzida por sua mãe, disse: Dá-me aqui num prato a cabeça de João Batista.E o rei se entristeceu; mas devido ao juramento, e aos que estavam presentes, ordenou que isso fosse concedido.Então mandou degolarem João na prisão.Sua cabeça foi trazida num prato, e dada à garota, e ela a levou à sua mãe.E seus discípulos vieram, tomaram o corpo, e o enterraram; e foram avisar a Jesus.
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  • O retorno dos apóstolos

    Após a sua missão de evangelização na Galileia, os apóstolos voltam para junto de Jesus e lhe prestam contas de sua atividade. Marcos destaca o seu esgotamento e a necessidade de repouso em um lugar deserto, ao passo que Lucas esclarece que a retirada se faz em direção a Betsaida. Esta perícope põe em evidência a compaixão de Jesus por seus discípulos, a importância do repouso no ministério e a prática da prestação de contas apostólica. O acontecimento se passa na Galileia, em março do ano 32.

    Lucas 9.10 (Bíblia Livre) :
    E quando os apóstolos, voltaram, contaram a Jesus todas as coisas que tinham feito. Então ele os tomou consigo, e retirou-se à parte a um lugar deserto de uma cidade chamada Betsaida.
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  • O Messias Jesus envia 70 discípulos

    Jesus envia setenta discípulos em missão de evangelização (Lucas 10.1-16), um acontecimento único nos evangelhos. A partir de Betânia, do outro lado do Jordão, por volta de novembro do ano 32, ele estende a sua missão para além dos Doze. As instruções lembram as dadas aos apóstolos, com um alcance mais universal. Jesus adverte sobre o risco de rejeição e condena a cegueira das cidades galileias de Corazim, Betsaida e Cafarnaum.

    Lucas 9.1-6 (Bíblia Livre) :
    Jesus convocou seus doze discípulos, e lhes deu poder e autoridade sobre todos os demônios, e para curarem enfermidades.NoteLit. adiante de sua faceE os enviou para pregar o reino de Deus e para curar os enfermos.E disse-lhes: “Não tomeis nada convosco para o caminho: nem vara, nem bolsa, nem pão, nem dinheiro, nem tenhais duas túnicas cada um.E em qualquer casa que entrardes, ficai ali, e dali saí.E a todo os que não vos receberem, quando sairdes daquela cidade, sacudi até o pó dos vossos pés, em testemunho contra eles”.Então eles partiram, e percorreram todas as aldeias, anunciando o Evangelho, e curando em todos os lugares.
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  • A recompensa dos apóstolos

    O artigo explora as recompensas dos apóstolos segundo os Evangelhos entre Hanucá e Páscoa. Jesus se desloca para Jericó e para perto do Jordão, curando e ensinando, em especial ressuscitando Lázaro. Essas ações provocam uma reação hostil das autoridades religiosas.

    João 10.40-42 (Bíblia Livre) :
    E voltou a ir para o outro lado do Jordão, ao lugar onde João primeiro batizava; e ficou ali.E muitos vinham a ele, e diziam: Em verdade que nenhum sinal fez João; mas tudo quanto João disse deste era verdade.E muitos ali creram nele.
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  • A chegada dos judeus da cidade de Jerusalém

    O artigo aborda a chegada de judeus a Betânia para ver Jesus, à medida que a Paixão se aproxima. Diante de sua popularidade crescente, as autoridades religiosas cogitam sua prisão, enquanto a traição de Judas se prepara.

    João 12.9-11 (Bíblia Livre) :
    Muita gente dos judeus soube pois, que ele estava ali; e vieram, não somente por causa de Jesus, mas também para verem a Lázaro, a quem ressuscitara dos mortos.E os chefes dos sacerdotes se aconselharam de também matarem a Lázaro,Porque muitos dos judeus iam por causa dele, e criam em Jesus.
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Chamado dos discípulos

Este tema reúne os relatos fundadores em que Jesus escolhe e chama aqueles que o acompanharão ao longo de todo o seu ministério. Abrange as cenas em que Jesus interpela pescadores às margens do mar da Galileia, convoca homens a deixar tudo para segui-lo e vai constituindo o grupo dos Doze, que formará o coração da sua missão.

Essas passagens inserem-se no quadro mais amplo do ministério de Jesus na Galileia e ecoam as primeiras ações públicas de João Batista, que prepara o caminho. O chamado dos discípulos revela a maneira como Jesus exerce a sua autoridade: não por coação, mas por um convite direto e pessoal que transforma radicalmente a vida de quem o ouve.

Ler esses textos permite compreender o que significa ser discípulo no sentido evangélico do termo, que exigências isso implica e que comunidade Jesus pretende construir. Esses relatos esclarecem também a missão que Jesus confiará mais tarde aos apóstolos, traçando uma continuidade entre o chamado inicial e o envio em missão.

  • O verdadeiro nome de Mateus?

    O artigo discute a identidade do discípulo Mateus, também chamado Levi em alguns Evangelhos. Explica que essa variação de nome se deve às práticas onomásticas do século I, em que as pessoas tinham frequentemente vários nomes conforme os contextos sociais e religiosos.

    Marcos 3.16 (Bíblia Livre) :
    Eram eles: Simão, a quem pôs por nome Pedro;
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  • A grande escolha de nossas vidas

    O artigo explora a decisão crucial de seguir Jesus apesar das dificuldades. Pedro escolhe o caminho do compromisso profundo com Jesus, privilegiando os valores eternos em vez das bênçãos materiais imediatas, ao contrário de outros que abandonam. Ressaltando a importância de escolher o caminho estreito que leva à vida eterna, o artigo nos incentiva a dar prioridade a Deus para termos êxito em nossa vida espiritual e alcançarmos a verdadeira salvação.

    Mateus 13.44 (Bíblia Livre) :
    O Reino dos céus também é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem, depois de achá-lo, escondeu. Então, em sua alegria, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.
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  • Os primeiros discípulos

    O artigo examina o primeiro encontro entre Jesus e os seus primeiros discípulos, relatado apenas por João. André e João reconhecem Jesus como o Messias e decidem segui-lo. Um momento significativo é a transformação da identidade de Simão Pedro por Jesus, que marca o compromisso destes discípulos. Esta narrativa oferece uma perspetiva única, ausente dos Evangelhos sinópticos.

    João 19.14 (Bíblia Livre) :
    E era a preparação da páscoa, e quase à hora sexta, e disse aos Judeus: Eis aqui vosso Rei!
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  • O encontro com Filipe

    PER034 relata o encontro de Jesus com Filipe, referido apenas por João (Jo 1,43-46), em Betânia, do outro lado do Jordão, a 6 de outubro de 29. Filipe, antigo discípulo de João Batista, como André, João e Simão Pedro, torna-se o quarto discípulo de Jesus. O artigo explora a transição natural destes discípulos para o Messias, entendendo-se João Batista como precursor e não como mestre concorrente.

    João 1.43-46 (Bíblia Livre) :
    O dia seguinte Jesus quis ir à Galileia, achou Filipe, e disse-lhe: Segue-me.E Filipe era de Betsaida, da cidade de André e de Pedro.Filipe achou Natanael, e disse-lhe: Achamos aquele de quem Moisés escreveu na Lei, e os Profetas: a Jesus, o filho de José, de Nazaré.E disse-lhe Natanael: Pode haver alguma coisa boa de Nazaré? Filipe lhe disse: Vem, e vê.
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  • A confirmação do chamamento dos discípulos

    Às margens do mar da Galileia, por volta de março do ano 31, Jesus confirma o chamamento de quatro pescadores: Simão Pedro, André, Tiago e João. Diferentemente de um primeiro chamamento em Betânia, ele agora os convida a abandonar tudo para se dedicarem exclusivamente à evangelização. A resposta imediata e total deles revela uma confiança construída ao longo dos meses passados ao seu lado. Mateus (4.18-22) e Marcos (1.16-20) relatam esse episódio fundador do ministério galileu.

    Marcos 1.16-20 (Bíblia Livre) :
    E enquanto andava junto ao mar da Galileia, ele viu Simão e seu irmão André, que lançavam uma rede ao mar, porque eram pescadores;Jesus lhes disse: Vinde após mim, e farei serdes pescadores de gente.Então logo deixaram suas redes, e o seguiram.E passando dali um pouco mais adiante, viu Tiago filho de Zebedeu, e seu irmão João, que estavam no barco, consertando as redes.E logo os chamou; então eles deixaram o seu pai Zebedeu no barco com os empregados, foram após ele.
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  • A consagração do discípulo

    O artigo explora a consagração dos discípulos de Jesus, examinando os evangelhos de Mateus e Lucas. Aborda os desafios e as provações associados à escolha de seguir Jesus, a capacidade de discernimento espiritual do Messias e as obrigações familiares dos discípulos. Situado na Galileia, salienta o impacto do ministério inovador de Jesus.

    Lucas 9.61 (Bíblia Livre) :
    E outro também disse: “Senhor, eu te seguirei; mas deixa-me primeiro despedir dos que estão em minha casa”.
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  • O chamamento de outro discípulo, Mateus

    O artigo examina o chamamento de Mateus por Jesus, salientando o seu papel singular entre os discípulos como futuro redator do Evangelho. Mateus deixa a sua profissão de cobrador de impostos para seguir Cristo, depois de um contacto prévio, provavelmente através de João Batista. Este chamamento é significativo porque faz de Mateus um porta-voz fundamental dos apóstolos.

    Marcos 2.13-14 (Bíblia Livre) :
    Jesus voltou a sair para o mar; toda a multidão veio até ele, e ele os ensinava.E enquanto passava, ele viu Levi, filho de Alfeu, sentado no posto de coleta de impostos, e disse-lhe: Segue-me.Então Levi se levantou e o seguiu.
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  • O banquete oferecido por Levi

    Mateus, também chamado Levi, organiza um banquete para assinalar o seu chamamento por Jesus. Este banquete salienta a missão inclusiva de Jesus, acolhido por aqueles que são frequentemente rejeitados. O acontecimento é relatado nos Evangelhos sinópticos e simboliza o impacto de Mateus nas pessoas que o rodeiam.

    Atos 1.13 (Bíblia Livre) :
    E ao entrarem, subiram ao cômodo superior, onde ficaram Pedro, Tiago, João, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago filho de Alfeu, Simão Zelote e Judas irmão de Tiago.
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  • A reação de Tiago e João

    Durante a viagem de Jesus pela Samaria, Tiago e João, os «filhos do trovão», propõem fazer descer fogo do céu sobre uma aldeia samaritana hostil. Jesus os repreende severamente, lembrando que veio para salvar e não para perder os homens. Este episódio, relatado somente por Lucas (Lc 9.54-56), ilustra as tensões entre judeus e samaritanos e a formação progressiva dos discípulos rumo a um espírito de misericórdia.

    2 Reis 1.9-12 (Bíblia Livre) :
    E enviou logo a ele um capitão de cinquenta com seus cinquenta, o qual subiu a ele; e eis que ele estava sentado no cume do monte. E ele lhe disse: Homem de Deus, o rei disse que desças.E Elias respondeu, e disse ao capitão de cinquenta: Se eu sou homem de Deus, desça fogo do céu, e consuma-te com teus cinquenta. E desceu fogo do céu, que o consumiu a ele e a seus cinquenta.Voltou o rei a enviar a ele outro capitão de cinquenta com seus cinquenta; e falou-lhe, e disse: Homem de Deus, o rei disse assim: Desce logo.E respondeu-lhe Elias, e disse: Se eu sou homem de Deus, desça fogo do céu, e consuma-te com teus cinquenta. E desceu fogo do céu, que o consumiu a ele e a seus cinquenta.
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  • A exigente consagração do discípulo

    A perícope 238 relata um ensino exclusivo de Lucas (14.25-27) sobre as exigências do discipulado. No caminho para Betânia, depois de 4 de dezembro do ano 32, o Messias Jesus se dirige a uma grande multidão: seguir o Messias implica dar-lhe prioridade absoluta sobre qualquer relação humana ('odiar' no sentido semítico) e aceitar levar a sua cruz, isto é, abraçar o sofrimento e a rejeição para permanecer fiel. Um compromisso total, sem concessões.

    Lucas 14.25-27 (Bíblia Livre) :
    E muitas multidões iam com ele; e virando-se, disse-lhes:Se alguém vier a mim, e não odiar a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também sua própria vida, não pode ser meu discípulo.E qualquer que não levar sua cruz, e vier após mim, não pode ser meu discípulo.
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Complementos
  • ANN021 Os chamamentos dos discípulos

    O artigo analisa os diferentes relatos dos evangelhos sobre o chamado dos primeiros discípulos de Jesus, mostrando que essas narrativas não se contradizem, mas se…

Conflitos com os fariseus

Os relatos evangélicos dão um lugar importante aos confrontos repetidos entre Jesus e os fariseus, um dos grupos religiosos mais influentes do judaísmo do primeiro século. Essas tensões atravessam todo o ministério de Jesus, desde o seu início na Galileia até os seus últimos dias em Jerusalém, e constituem um fio condutor maior dos quatro Evangelhos.

Os pontos de atrito são numerosos e variados: a interpretação do sábado, as regras de pureza ritual, o convívio com os pecadores, a autoridade com que Jesus ensina e perdoa os pecados. Esses desacordos não são simples querelas de detalhe — revelam duas visões profundamente diferentes da Lei, da graça e da identidade do Messias esperado.

Estudar esses conflitos permite compreender melhor o contexto religioso e cultural em que Jesus exerceu o seu ministério. Eles esclarecem também temas doutrinários essenciais, como a hipocrisia religiosa, denunciada notadamente no Sermão da Montanha, e a natureza do Reino de Deus tal como Jesus o proclama diante das expectativas da sua época.

  • Os fariseus ou os escribas

    Este artigo aborda uma aparente contradição bíblica entre os fariseus e os escribas nos Evangelhos e explica como essas diferenças refletem perspectivas distintas, mas complementares, dos autores bíblicos sobre a oposição a Jesus.

    Marcos 3.22 (Bíblia Livre) :
    E os escribas que haviam descido de Jerusalém diziam: Ele tem Belzebu, e é pelo chefe dos demônios que expulsa demônios.
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  • O fermento dos fariseus

    O artigo explora a diversidade das apresentações evangélicas do aviso de Jesus sobre o "fermento dos fariseus", examinando as diferenças culturais e teológicas em Mateus, Marcos e Lucas.

    Lucas 12.1 (Bíblia Livre) :
    Juntando-se, entretanto, muitos milhares da multidão, tanto que se atropelavam uns aos outros, começou a dizer primeiramente a seus discípulos: Guardai-vos do fermento dos fariseus, que é hipocrisia.Notemoeda lit. quadrante, o nome de uma moeda de pequeno valor
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  • Cura do homem da mão ressequida

    O artigo explora o milagre de Jesus curando um homem da mão ressequida, que ilustra o seu confronto com os fariseus sobre o sentido do sábado. Os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas relatam cada um esse acontecimento com nuances, sublinhando a compaixão de Jesus e a rigidez das autoridades religiosas.

    Mateus 12.9-13 (Bíblia Livre) :
    E partindo dali, Jesus entrou na sinagoga deles.E eis que havia ali um homem que tinha uma mão definhada; e eles, a fim de o acusarem, perguntaram-lhe: É lícito curar nos sábados?E ele lhes respondeu: Qual de vós será a pessoa que, caso tenha uma ovelha, e se a tal cair em uma cova no sábado, não usará de sua força para a levantar?Ora, quanto mais vale um ser humano que uma ovelha! Assim, pois, é lícito fazer o bem nos sábados.Então disse para aquele homem: Estende a tua mão. Ele a estendeu, e foi-lhe restaurada, sã como a outra.
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  • A conversa de Jesus, o Messias, com Nicodemos

    A conversa entre Jesus e Nicodemos em Jerusalém, evocada em João 3, representa uma viragem essencial para uma espiritualidade cristã pessoal, afastada dos rituais judaicos, com ênfase na relação interior com Deus.

    Atos 12.12 (Bíblia Livre) :
    E ele, reconhecendo isto ,foi à casa de Maria, a mãe de João, que tinha por sobrenome Marcos, onde muitos estavam juntos, e oravam.
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  • Jesus é o senhor do sábado

    Jesus e os seus discípulos atravessam um campo de trigo num sábado (5 de abril de 31, na Galileia). Os fariseus acusam-nos de violar a lei sabática. Jesus responde citando o exemplo de David e afirma a sua autoridade absoluta: o Filho do Homem é Senhor do sábado. Denuncia os desvios da interpretação farisaica, contrária ao espírito original da lei mosaica, e reivindica o direito de restabelecer o verdadeiro sábado.

    Mateus 12.1-8 (Bíblia Livre) :
    Naquele tempo Jesus estava indo pelas plantações de cereais no sábado. Seus discípulos tinham fome, e começaram a arrancar espigas e a comer.NoteOs pães da proposição eram oferecidos a Deus semanalmente no templo, e depois eram comidos pelos sacerdotes Levítico 24:5-9; Êxodo 25:30Notevossos filhos i.e., vossos discípulosNoteimprudente ou inútilNotejustificado ou absolvidoNotebaleia ou “grande animal marinho”, isto é, não necessariamente dos animais chamados atualmente de baleias.Quando os fariseus viram, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer no sábado.Ele, porém, lhes disse: Não lestes o que Davi fez quando teve fome, ele e os que com ele estavam,Como ele entrou na casa de Deus, e comeu os pães da proposição, que a ele não era lícito comer, nem também aos que com ele estavam, a não ser somente aos sacerdotes?Ou não lestes na Lei que, nos sábados, os sacerdotes no Templo profanam o sábado, sem se tornarem culpados?Eu, porém, vos digo que o maior que o Templo está aqui.Mas se vós soubésseis o que significa: ‘Quero misericórdia, e não sacrifício’, não condenaríeis os inocentes.Porque o Filho do homem é Senhor até do sábado.
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  • Os fariseus ponderam assassinar o Messias Jesus

    A perícope 78 relata a decisão dos fariseus de assassinar o Messias Jesus, na sequência da cura do homem com a mão paralisada num dia de sábado. No ano 31, em Cafarnaum, uma fratura nítida opõe as autoridades religiosas hostis ao povo admirado. Vozes dissidentes como Nicodemos e Gamaliel testemunham uma oposição interna no Sinédrio. Apesar desta conspiração, Jesus prossegue o seu ministério com determinação.

    Marcos 3.6 (Bíblia Livre) :
    Assim que os fariseus saíram, tiveram reunião com os herodianos contra ele, para combinarem sobre como o matariam.
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  • Ensinamento sobre os demónios

    O artigo analisa como Jesus refuta as acusações dos fariseus de que expulsa os demónios pelo poder de Satanás, salientando a sua autoridade divina superior.

    Mateus 12.18 (Bíblia Livre) :
    Eis aqui meu servo a quem escolhi, meu amado em quem minha alma se agrada; sobre ele porei o meu Espírito, e ele anunciará justiça às nações.
    Continuar lendo
  • As contradições dos fariseus denunciadas

    Este artigo aborda as contradições dos fariseus denunciadas por Jesus através de metáforas. Jesus compara as pessoas a árvores, exortando cada um a tomar posição e sublinhando que as palavras revelam o coração. Adverte que todos serão julgados pelas suas palavras, salientando a importância de uma vida regenerada.

    Mateus 12.33-37 (Bíblia Livre) :
    Ou fazei a árvore boa, e seu fruto bom; ou fazei a árvore má, e seu fruto mau; pois pelo fruto se conhece a árvore.Ninhada de víboras, como podeis vós falar boas coisas, sendo maus? Pois a boca fala do que o coração tem em abundância.A pessoa boa tira coisas boas do bom tesouro do coração, e a pessoa má tira coisas más do tesouro mau.Eu, porém, vos digo que de toda palavra imprudente que as pessoas falarem, dela prestarão contas no dia do juízo.Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.
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  • O julgamento dos fariseus

    A perícope PER158 analisa a reação dos fariseus diante dos milagres de Jesus em Cafarnaum (Mt 9.33-34). Enquanto a multidão reconhece uma obra divina, os fariseus atribuem os atos de Jesus ao diabo. A rejeição deles é deliberada: aceitar Jesus significaria perder seus privilégios. No entanto, alguns, como Nicodemos, José de Arimateia e Saulo de Tarso, escolherão segui-lo. O mudo curado, por sua vez, vai embora com alegria e gratidão.

    Mateus 9.33-34 (Bíblia Livre) :
    Quando o demônio foi expulso, o mudo passou a falar. Então as multidões ficaram maravilhadas, e disseram: Nunca se viu algo assim em Israel!Mas os fariseus diziam: É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios.
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  • Os fariseus pedem um sinal

    O artigo descreve como os fariseus pedem a Jesus que prove sua autoridade por meio de um sinal, e como ele recusa, denunciando a hipocrisia deles e mencionando apenas o sinal de Jonas. O relato evidencia as tensões entre Jesus e os líderes religiosos de seu tempo.

    Marcos 8.11-12 (Bíblia Livre) :
    Os fariseus vieram, e começaram a disputar com ele, pedindo-lhe sinal do céu, para o testar.E ele, suspirando profundamente em seu espírito, disse: Por que esta geração pede um sinal? Em verdade vos digo, que não se dará sinal a esta geração.
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  • Refeição na casa de um fariseu

    A perícope PER235 relata a refeição de Jesus na casa de um chefe dos fariseus num sábado (Lucas 14.1), em um contexto de confronto crescente. Os fariseus procuram reunir provas contra ele para o Sinédrio. Apesar das tensões, Jesus aceita o convite, mantém suas posições e corrige os ensinamentos deles. Lucas é o único evangelista a relatar este episódio, provavelmente situado na refeição do sábado ao meio-dia.

    João 7.51 (Bíblia Livre) :
    Por acaso nossa Lei julga ao homem sem primeiro o ouvir, e entender o que faz?
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  • As perguntas dos fariseus e dos herodianos

    Fariseus e herodianos tentam armar uma armadilha para Jesus perguntando-lhe se é preciso pagar o imposto a César. Sua resposta — “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” — desfaz a armadilha e estabelece a distinção fundamental entre a autoridade civil e a soberania divina, lembrando que o homem, que traz a imagem de Deus, pertence-lhe por inteiro.

    Gênesis 1.26-27 (Bíblia Livre) :
    E disse Deus: Façamos ao ser humano à nossa imagem, conforme nossa semelhança; e domine os peixes do mar, e as aves dos céus, e os animais, e toda a terra, e todo animal que anda arrastando sobre a terra.E criou Deus o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.
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  • As perguntas dos fariseus e dos herodianos

    No Templo de Jerusalém, os saduceus tentam armar uma cilada para Jesus com uma pergunta sobre a ressurreição envolvendo uma mulher que teve sete maridos. Jesus responde revelando a ignorância deles quanto às Escrituras e ao poder de Deus: na vida futura, não se casa mais. Ele prova a ressurreição a partir da Torá, citando Êxodo 3.6: Deus é o Deus dos vivos, e não dos mortos. Seus adversários são reduzidos ao silêncio.

    Mateus 22.23-33 (Bíblia Livre) :
    Naquele mesmo dia chegaram a ele os saduceus, que dizem não haver ressurreição, e perguntaram-lhe,dizendo: Mestre, Moisés disse: Se um homem morrer sem ter filhos, seu irmão se casará com sua mulher, e gerará descendência ao seu irmão.Ora, havia entre nós sete irmãos. O primeiro se casou, e depois morreu; e sem ter tido filhos, deixou sua mulher ao seu irmão.E da mesma maneira também foi com o segundo, o terceiro, até os sete.Por último, depois de todos, a mulher também morreu.Assim, na ressurreição, a mulher será de qual dos sete? Pois todos a tiveram.Jesus, porém, lhes respondeu: Errais, por não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus.Porque na ressurreição, nem se tomam, nem se dão em casamento; mas são como os anjos de Deus no céu.E sobre a ressurreição dos mortos, não lestes o que Deus vos falou:Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Deus não é Deus dos mortos, mas sim dos vivos!Quando as multidões ouviram isto ,ficaram admiradas de sua doutrina.
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  • Requisitória contra os líderes religiosos

    No pátio do Templo de Jerusalém, na quarta-feira anterior à sua Paixão, Jesus faz uma severa requisitória contra os escribas e os fariseus. Por meio de oito proclamações de ‘Ai de vocês!’, denuncia a hipocrisia, o orgulho e a religião de fachada deles, ao mesmo tempo que expressa uma profunda dor por Jerusalém. Chama seus discípulos a uma fé autêntica, humilde e a serviço dos outros.

    Mateus 23.39 (Bíblia Livre) :
    Pois eu vos digo que a partir de agora não me vereis, até que digais: “Bendito aquele que vem no nome do Senhor”.
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Início do ministério de Jesus

O início do ministério de Jesus marca um período dinâmico e transformador para o cristianismo. Essa fase crucial começa depois do seu batismo por João Batista, um ato que simboliza o começo da sua missão profética e messiânica. É seguida pela sua tentação no deserto, uma prova que estabelece a sua fé inabalável e o seu compromisso com o chamado divino.

Durante esse período, Jesus começa a ensinar e a pregar publicamente, sobretudo nas sinagogas da Galileia, consolidando assim o seu papel de rabi e de profeta. Forma também um pequeno grupo de discípulos, entre os quais vários se tornarão apóstolos, reforçando a difusão da sua mensagem. Os primeiros milagres, como a transformação da água em vinho em Caná, introduzem os seus poderes divinos e confirmam a sua legitimidade.

O início do ministério de Jesus é cativante porque lança as bases da sua influência religiosa e espiritual. Os seus ensinamentos sobre o Reino de Deus, o arrependimento e a fé cativam as multidões e desafiam as autoridades da época. Compreender essa fase ajuda a apreciar a emergência do seu papel central na história religiosa e a acompanhar as suas primeiras interações com aqueles que ele transformaria ao longo da sua vida.

  • Da Judeia à Galileia

    Jesus deixa a Judeia e vai para a Galileia após a prisão de João, não por medo, mas para iniciar plenamente o ministério. Isto marca uma transição para a Galileia, onde encontra um acolhimento mais favorável.

    Marcos 1.14-15 (Bíblia Livre) :
    Depois que João foi preso, Jesus veio para a Galileia, pregando o Evangelho do Reino de Deus,e dizendo: O tempo se cumpriu, e o Reino de Deus está perto; arrependei-vos, e crede no Evangelho.
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  • Início da pregação na Galileia

    A perícope PER052 marca o início oficial da pregação de Jesus na Galileia, após a prisão de João Batista. Mateus salienta a continuidade das mensagens de João e Jesus, ambos apelando ao arrependimento. Esta viragem decisiva, em Cafarnaum por volta de fevereiro-março de 31, confirma o cumprimento das profecias messiânicas e a entrada plena de Jesus no ministério público.

    Mateus 4.17 (Bíblia Livre) :
    Desde então Jesus começou a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque perto está o Reino dos céus.
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  • Cura da sogra do apóstolo Pedro

    Este artigo examina a cura da sogra de Pedro por Jesus, na cidade de Cafarnaum, na Galileia. Este milagre, relatado por três evangelhos, esclarece o contexto familiar e social de Simão Pedro, ilustrando o poder de Jesus sobre as doenças e a sua coerência com as práticas religiosas judaicas.

    Lucas 4.38-39 (Bíblia Livre) :
    Jesus levantou-se da sinagoga, e entrou na casa de Simão. A sogra de Simão estava doente de uma grande febre, e rogaram-lhe por ela.Ele se inclinou a ela, e repreendeu a febre, que a deixou. Ela imediatamente se levantou e começou a lhes servir.
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Ensinamentos de Jesus

Este tema reúne os artigos dedicados à palavra de Jesus tal como é transmitida nos Evangelhos: os seus discursos, as suas exortações, as suas respostas às perguntas dos seus contemporâneos. Abrange tanto as grandes alocuções públicas quanto as conversas mais íntimas com os seus discípulos ou os seus adversários.

O Sermão da Montanha constitui o seu núcleo mais estudado, com as suas Bem-aventuranças, a sua ética exigente e a sua crítica da hipocrisia religiosa. Mas este tema engloba também as parábolas, os debates com os fariseus, os chamados ao arrependimento e as instruções dadas aos apóstolos no quadro da sua missão.

Ler esses artigos é entrar na própria lógica do pensamento de Jesus: compreender o que ele esperava dos seus discípulos, como relia as Escrituras hebraicas e por que as suas palavras continuaram a estruturar a fé cristã ao longo dos séculos.

As análises propostas apoiam-se no contexto histórico e cultural do primeiro século, o que permite apreender o alcance original de cada ensinamento antes de medir a sua ressonância para o leitor de hoje.

  • A vida eterna

    O artigo "A vida eterna" discute a pergunta de um jovem a Jesus nos Evangelhos sinóticos sobre a vida eterna, mostrando que não existe contradição significativa nos relatos, mas perspectivas que se enriquecem mutuamente.

    Lucas 18.18-20 (Bíblia Livre) :
    E um certo líder lhe perguntou, dizendo: Bom mestre, o que tenho que fazer para herdar a vida eterna?E Jesus lhe disse: Por que me chamas de bom? Ninguém é bom, a não ser um: Deus.Tu sabes os mandamentos: não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, honra a teu pai e a tua mãe.
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  • A casa construída sobre a rocha

    O artigo analisa a parábola bíblica das duas casas, presente em Mateus e Lucas, para ilustrar a importância de praticar os ensinamentos de Jesus. Os que seguem as suas palavras são comparados a construtores sábios que edificam sobre um fundamento sólido, ao passo que os que não obedecem são como pessoas que constroem sobre a areia. A parábola sublinha a importância de uma obediência ativa em vez de uma simples escuta.

    Mateus 7.24-27 (Bíblia Livre) :
    Portanto todo o que ouve estas minhas palavras e as pratica, eu o compararei ao homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha.E a chuva desceu, correntezas vieram, ventos sopraram, e atingiram aquela casa; e ela não caiu, porque estava fundada sobre a rocha.Porém todo o que ouve estas minhas palavras e não as pratica, eu o compararei ao homem tolo, que construiu sua casa sobre a areia.E a chuva desceu, correntezas vieram, ventos sopraram, e atingiram aquela casa; e ela caiu, e sua queda foi grande.
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  • Atirar a pedra

    O artigo trata do episódio bíblico em que Jesus enfrenta os acusadores de uma mulher adúltera, ensinando o perdão em vez do julgamento. Jesus declara que só aquele que não tem pecado pode atirar a primeira pedra, uma resposta que dispersa os acusadores. Este relato destaca a compaixão de Jesus e seu papel de salvador, defendendo o perdão e a redenção em vez da condenação.

    João 8.7 (Bíblia Livre) :
    E enquanto continuavam lhe perguntando, ele se endireitou, e disse-lhes: Aquele de vós que está sem pecado, seja o primeiro que atire pedra contra ela.
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  • Quem procura encontra

    Dominique Lormier examina o versículo Mateus 7.8, que convida a pedir, buscar e bater para encontrar respostas espirituais. Jesus oferece um caminho de salvação, prometendo que aqueles que buscam sinceramente encontram a paz e a reconciliação com Deus.

    João 10.9 (Bíblia Livre) :
    Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, será salvo; e entrará, e sairá, e achará pasto.
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  • O amor de Deus pelo ser humano

    O artigo explora o amor de Deus por meio de João 3:16 e a ideia de que, apesar das perseguições, a fé em Jesus oferece um caminho para a vida eterna. Afirma que seguir os ensinamentos de Jesus é uma porta aberta para o reino de Deus e, embora esta vida seja transitória, nossas escolhas aqui influenciam a nossa eternidade. A salvação por meio de Jesus é apresentada como um dom precioso, e cada um é livre para aceitá-lo ou não.

    João 3.16 (Bíblia Livre) :
    Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito; para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
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  • Eu orei por você, diz-lhe Jesus!

    O artigo trata de Lucas 22:31-32, em que Jesus anuncia a Pedro uma prova séria, prometendo sua intercessão. Satanás procura destruir os discípulos, mas Jesus ora para que a fé deles não desfaleça. Essa garantia divina permanece para todos os crentes, protegendo-os nas dificuldades. A intercessão de Jesus deve despertar gratidão e fé nos crentes.

    Lucas 22.31-32 (Bíblia Livre) :
    Disse também o Senhor: Simão, Simão; eis que Satanás vos pediu, para vos peneirar como trigo;Mas eu roguei por ti, que tua fé não se acabe; e quando tu te converteres, fortaleça teus irmãos.
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  • Não temas, crê somente

    O artigo ensina a importância da fé diante das dificuldades, com base nas palavras de Jesus a Jairo em Marcos 5.36: “Não temas, crê somente”. Ele encoraja os leitores a superar os seus medos confiando em Deus e nas suas promessas bíblicas.

    Marcos 5.36 (Bíblia Livre) :
    Mas Jesus, assim que ouviu essa palavra que havia sido falada, disse ao líder de sinagoga: Não temas; crê somente.
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  • Sem mim vocês não podem fazer coisa alguma

    O artigo aprofunda João 15.5, destacando que os cristãos devem depender de Jesus, o Messias, para produzir fruto espiritual. Embora possam ocorrer conquistas sem fé, é vivendo ligado a Jesus que o discípulo realiza feitos significativos.

    João 15.1 (Bíblia Livre) :
    Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.
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  • A catástrofe do funicular da Glória

    O artigo discute a catástrofe do funicular da Glória à luz de um relato bíblico semelhante, destacando a necessidade de arrependimento e a importância da salvação da alma segundo os ensinamentos de Jesus.

    Mateus 14.14 (Bíblia Livre) :
    Quando Jesus saiu, viu uma grande multidão. Ele se compadeceu deles, e curou dentre eles os enfermos.
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  • Os conflitos entre os discípulos

    O artigo «PER043 - Os conflitos entre os discípulos» explora a rivalidade entre os discípulos de João Batista e os de Jesus. Nesta fase crucial do início do ministério de Jesus na Judeia, alguns discípulos de João passam a seguir Jesus, causando tensões. João Batista salienta o caráter transitório do seu papel e a natureza messiânica de Jesus. Os acontecimentos situam-se provavelmente em Enon, na Judeia.

    João 3.25-36 (Bíblia Livre) :
    Houve pois uma discussão dos Discípulos de João com os judeus sobre a purificação.E vieram a João, e disseram-lhe: Rabi, aquele que estava contigo dalém do Jordão, ao qual tu deste testemunho, eis que batiza, e todos vem a ele.João respondeu, e disse: O ser humano não pode receber coisa alguma, se não lhe for dada do céu.Vós mesmos me sois testemunhas, que disse: Eu não sou o Cristo; mas que sou enviado diante dele.Aquele que tem a esposa, é o esposo; mas o amigo do esposo, que o apoia, e lhe ouve, alegra-se muito pela voz do esposo. Assim pois já este meu gozo é cumprido.A ele convém crescer, porém a mim diminuir.Aquele que vem de cima, é sobre todos; aquele que vem da terra, da terra é, e da terra fala. Aquele que vem do céu é sobre todos.E daquilo que viu e ouviu, isto testemunha; e ninguém aceita seu testemunho.Aquele que aceitou seu testemunho, esse selou que Deus é verdadeiro.Porque aquele que Deus enviou, as palavras de Deus fala; porque não lhe dá Deus o Espírito por medida.O Pai ama ao Filho, e todas as coisas lhe deu em sua mão.Aquele que crê no Filho tem vida eterna; porém aquele que é desobediente ao Filho não verá a vida eterna, mas a ira de Deus continua sobre ele.
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  • Advertência sobre as perseguições futuras

    Jesus avisa os seus discípulos das perseguições futuras, revelando a natureza espiritual e difícil da sua missão. Este ensinamento, baseado no Evangelho de Mateus, visa preparar os apóstolos para os desafios espirituais e físicos do ministério.

    Mateus 10.24-42 (Bíblia Livre) :
    O discípulo não é superior ao mestre, nem o servo superior ao seu senhor.Seja suficiente ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo como o seu senhor; se ao chefe da casa chamaram de Belzebu, quanto mais aos membros de sua casa!Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que não se revelará, nada oculto que não se saberá.O que eu vos digo em trevas, dizei na luz; e o que ouvis ao ouvido, proclamai sobre os telhados.E não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma; temei mais aquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno.Não se vendem dois pardais por uma pequena moeda? Mas nem um deles cairá em terra contra a vontade de vosso Pai.E até os cabelos de vossas cabeças estão todos contados.Assim, não tenhais medo; mais valeis vós que muitos pardais.Portanto, todo aquele que me der reconhecimento diante das pessoas, também eu o reconhecerei diante de meu Pai, que está nos céus.Porém qualquer um que me negar diante das pessoas, também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus.Não penseis que vim trazer paz à terra. Não vim trazer paz, mas sim espada.Porque eu vim pôr em discórdia ‘o homem contra seu pai, a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra.E os inimigos do homem serão os de sua própria casa’.Quem ama pai ou mãe mais que a mim não é digno de mim; e quem ama filho ou filha mais que a mim não é digno de mim;E quem não toma sua cruz e segue após mim não é digno de mim.Quem achar sua vida a perderá; e quem, por causa de mim, perder sua vida, a achará.Quem vos recebe, recebe a mim; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou.Quem recebe um profeta por reconhecê-lo como profeta receberá recompensa de profeta; e quem recebe um justo por reconhecê-lo como justo receberá recompensa de justo.E qualquer um que der ainda que somente um copo de água fria a um destes pequenos por reconhecê-lo como discípulo, em verdade vos digo que de maneira nenhuma perderá sua recompensa.
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  • O Sermão da Montanha (12), uma instrução sobre a oração

    Este artigo examina o ensinamento de Jesus sobre a oração no Sermão da Montanha, sublinhando o apelo a uma piedade autêntica, longe do formalismo. Baseia-se nos Evangelhos de Mateus e Lucas, explicando o significado e o contexto da oração.

    Lucas 11.1-4 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que ele estava orando em um certo lugar. Quando terminou, lhe disse um de seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como João também ensinou a seus discípulos.E ele lhes disse: Quando orardes, dizei: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.Dá-nos cada dia nosso pão diário.E perdoa-nos nossos pecados, pois também perdoamos a todo aquele que nos deve. E não nos ponhas em tentação, mas livra-nos do mal.
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  • O Sermão da Montanha (13), o perdão

    Este artigo explora o perdão no Sermão da Montanha de Jesus, sublinhando que a nossa capacidade de perdoar está ligada ao perdão divino, um tema central no Evangelho de Mateus.

    Lucas 6.37 (Bíblia Livre) :
    Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; liberai, e vos liberarão.
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  • O sermão da montanha (17), não julgar os outros

    Este artigo examina o sermão da montanha de Jesus, particularmente a proibição de julgar os outros. Destacando Mateus 7.1-6 e Lucas 6.37-45, defende a misericórdia e a reciprocidade nas relações interpessoais.

    2 Coríntios 9.6 (Bíblia Livre) :
    Digo, porém isto, que o que semeia pouco, também pouco colherá; e o que semeia generosamente, também generosamente colherá.
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  • O sermão da montanha (19), a regra de ouro

    O artigo aborda a regra de ouro no Sermão da Montanha, esclarece que é necessária uma transformação espiritual para a aplicar e salienta a necessidade da ajuda divina.

    João 6.60 (Bíblia Livre) :
    Muitos pois de seus discípulos, ao ouvirem isto, disseram: Dura é esta palavra; quem a pode ouvir?
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  • Os espíritos imundos

    Este artigo explora o ensinamento de Jesus sobre os espíritos impuros, salientando a importância de uma verdadeira conversão e da presença do Espírito Santo para evitar uma recaída espiritual após a libertação.

    Marcos 5.1-20 (Bíblia Livre) :
    E chegaram ao outro lado do mar, à terra dos Gadarenos.Assim que Jesus saiu do barco, veio das sepulturas ao seu encontro um homem com um espírito imundo,que morava nas sepulturas, e nem mesmo com correntes conseguiam prendê-lo;pois muitas vezes fora preso com grilhões e correntes; mas as correntes eram por ele feitas em pedaços, os grilhões eram esmigalhados, e ninguém o conseguia controlar.E sempre dia e noite andava gritando pelos montes e pelas sepulturas, e ferindo-se com pedras.Quando ele viu Jesus de longe, correu e prostrou-se diante dele.E gritou em alta voz: Que tenho eu contigo Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Imploro-te por Deus que não me atormentes.(Pois Jesus havia lhe dito: “Sai deste homem, espírito imundo”.)Então perguntou-lhe: Qual é o teu nome? E respondeu: Legião é o meu nome, porque somos muitos.E rogava-lhe muito que não os expulsasse daquela terra.Havia ali perto dos montes uma grande manada de porcos pastando.E todos aqueles demônios rogaram-lhe, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles.Imediatamente Jesus lhes permitiu. Então aqueles espíritos imundos saíram para entrar nos porcos; e a manada lançou-se abaixo no mar; (eram quase dois mil) e afogaram-se no mar.Os que apascentavam os porcos fugiram, e avisaram na cidade e nos campos; e as pessoas foram ver o que havia acontecido.Então aproximaram-se de Jesus, e viram o endemoninhado sentado, vestido, e em sã consciência o que tivera a legião; e ficaram apavorados.E os que haviam visto contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado, e sobre os porcos.Então começaram a rogar-lhe que saísse do território deles.Quando Jesus entrava no barco, o que fora endemoninhado rogou-lhe que estivesse com ele.Jesus se recusou, porém lhe disse: Vai para a tua casa, aos teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor fez contigo, e como teve misericórdia de ti.Então ele foi embora, e começou a anunciar em Decápolis quão grandes coisas Jesus havia feito com ele; e todos se admiravam.
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  • Instruções diversas do Messias Jesus

    O artigo analisa Lucas 12.1-12, onde Jesus ensina sobre a hipocrisia, o temor de Deus e a importância da confissão pública. Adverte contra a blasfémia contra o Espírito e promete a ajuda do Espírito Santo em tempos de perseguição. A mensagem central é a fidelidade e a integridade na fé.

    Mateus 5.1 (Bíblia Livre) :
    E quando Jesus viu as multidões, subiu a um monte; e sentando-se, achegaram-se a ele os seus discípulos.NoteNeste contexto, os benditos, ou bem-aventurados, são as pessoas que têm ou terão motivos de se alegrarem por causa de uma bênção recebida, ainda que não necessariamente estejam contentes no momentoNotehumildes ou pobres de espírito são as pessoas que estão aflitas e reconhecem que dependem de Deus para suas necessidades - Isaías 57:15; 66:2Notejota é uma adaptação da letra grega “iota”Notehomicídio Ref. Êxodo 20:13Notetribunal Ou “sinédrio”, o tribunal dos israelitasNoteidiota significado provável da palavra aramaica às vezes transliterada “raca”Notemoeda Ou: quadrante, uma moeda de pequeno valorNoteLit. tropeçar (e cair). Também no v. 30
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  • Ensinamento do Messias Jesus sobre a preocupação

    Jesus ensina a não nos preocuparmos com as necessidades materiais, ilustrando a providência divina através de exemplos da natureza e insistindo na prioridade do Reino de Deus.

    Levítico 11.13-19 (Bíblia Livre) :
    E das aves, estas tereis em abominação; não se comerão, serão abominação: a água, o quebra-ossos, o esmerilhão,O milhafre, e o falcão a segundo sua espécie;Todo corvo segundo sua espécie;O avestruz, e a coruja, e a gaivota, e o gavião segundo sua espécie;E o mocho, e o corvo-marinho, e o íbis,E a galinha-d'água, e o cisne, e o pelicano,E a cegonha, e a garça, segundo sua espécie, e a poupa, e o morcego.
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  • A pergunta de Pedro

    Este artigo explora a pergunta colocada por Pedro sobre os destinatários das parábolas de Jesus. Situado perto de Cafarnaum, salienta as dificuldades dos discípulos em compreender os ensinamentos, pondo em evidência a importância de compreender a mensagem universal do reino de Deus. Lucas é o único evangelista a registar esta intervenção específica de Pedro.

    Lucas 12.41 (Bíblia Livre) :
    E Pedro lhe disse: Senhor, dizes tu esta parábola para nós, ou também para todos?
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  • Parábola dos dois servos

    Este artigo trata da parábola dos dois servos contada por Jesus, ilustrando as expectativas em relação aos fiéis e o julgamento severo dos infiéis. Aborda as responsabilidades proporcionais ao conhecimento divino, evocando também as parábolas dos talentos e das minas.

    Mateus 25.14-30 (Bíblia Livre) :
    Pois é como um homem, que partindo para fora do país, chamou seus servos, e lhes entregou os seus bens.E a um deu cinco talentos, a outro dois, e ao terceiro um, a cada um conforme a sua habilidade, e logo depois partiu em viagem.Em seguida, o que havia recebido cinco talentos foi fazer negócios com eles, e obteve outros cinco talentos.E, semelhantemente, o que havia recebido dois ganhou também outros dois.Mas o que tinha recebido um foi cavar a terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor.Muito tempo depois, o senhor daqueles servos veio fazer contas com eles.O que havia recebido cinco talentos chegou trazendo-lhe outros cinco talentos, e disse: ”Senhor, cinco talentos me entregaste, eis que ganhei com eles outros cinco talentos”.E o seu senhor lhe disse: “ Muito bem, servo bom e fiel! Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te porei; entra na alegria do teu senhor”.E chegando-se também o que havia recebido dois talentos, disse: “Senhor, dois talentos me entregaste, eis que ganhei com eles outros dois talentos”.Seu senhor lhe disse: “ Muito bem, servo bom e fiel! Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te porei; entra na alegria do teu senhor”.Mas, chegando também o que havia recebido um talento, disse: “Senhor, eu te conhecia, que és homem duro, que colhes onde não semeaste, e ajuntas onde não espalhaste;E eu, atemorizado, fui e escondi o teu talento na terra; eis aqui tens o que é teu”.Porém seu senhor lhe respondeu: “Servo mau e preguiçoso! Sabias que colho onde não semeei, e ajunto onde não espalhei.Devias, portanto, ter depositado o meu dinheiro com os banqueiros e, quando eu voltasse, receberia o que é meu com juros.Por isso, tirai dele o talento, e dai-o ao que tem dez talentos”.Pois a todo aquele que tiver, lhe será dado, e terá em abundância; porém ao que não tiver, até o que tem lhe será tirado.“E lançai o servo inútil às trevas de fora (ali haverá pranto e ranger de dentes)”.
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  • O Messias Jesus, motivo de divisões

    O artigo examina como os ensinamentos de Jesus criam divisões, segundo os Evangelhos. A mensagem central é que seguir Jesus pode levar a conflitos pessoais e espirituais, mas oferece uma oportunidade única de salvação.

    Mateus 10.34-39 (Bíblia Livre) :
    Não penseis que vim trazer paz à terra. Não vim trazer paz, mas sim espada.Porque eu vim pôr em discórdia ‘o homem contra seu pai, a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra.E os inimigos do homem serão os de sua própria casa’.Quem ama pai ou mãe mais que a mim não é digno de mim; e quem ama filho ou filha mais que a mim não é digno de mim;E quem não toma sua cruz e segue após mim não é digno de mim.Quem achar sua vida a perderá; e quem, por causa de mim, perder sua vida, a achará.
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  • A parábola da medida

    A parábola da medida (PER140) ensina que a forma como julgamos e tratamos os outros determina como Deus nos medirá em troca. Jesus apela à escuta ativa, à reciprocidade, à justiça e à generosidade. Este princípio, comum a Marcos 4.24-25, Mateus 7.1-2 e Lucas 6.38, liga-se à regra de ouro e constitui o cerne da ética cristã.

    Mateus 7.1-2 (Bíblia Livre) :
    Não julgueis, para que não sejais julgados.Notetransgressores lit. praticantes de transgressão (ou maldadePorque com o juízo que julgardes sereis julgados; e com a medida que medirdes vos medirão de volta.
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  • A parábola do joio e do trigo

    A parábola do joio e do trigo (Mateus 13.24-30), exclusiva de Mateus, ensina a coexistência do bem e do mal no mundo até ao juízo final. Nela, Jesus ilustra a paciência de Deus, que adia a separação entre justos e ímpios até à colheita escatológica, confiada aos anjos. Esta parábola insere-se numa profunda reflexão bíblica sobre a prosperidade aparente dos ímpios, partilhada por Habacuque, Asafe, Jeremias e Job.

    Salmos 73.3-12 (Bíblia Livre) :
    Porque eu tinha inveja dos arrogantes, quando via a prosperidade dos perversos.Porque não há problemas para eles até sua morte, e o vigor deles continua firme.Não são tão oprimidos como o homem comum, nem são afligidos como os outros homens;Por isso eles são rodeados de arrogância como um colar; estão cobertos de violência como se fosse um vestido.Seus olhos incham de gordura; são excessivos os desejos do coração deles.Eles são escarnecedores e oprimem falando mal e falando arrogantemente.Elevam suas bocas ao céu, e suas línguas andam na terra.Por isso seu povo volta para cá, e as águas lhes são espremidas por completo.E dizem: Como Deus saberia? Será que o Altíssimo tem conhecimento disto ?Eis que estes são perversos, sempre estão confortáveis e aumentam seus bens.
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  • A parábola da pérola de grande valor

    A parábola da pérola de grande valor (Mt 13,45-46), relatada apenas por Mateus, apresenta um comerciante que vende tudo para adquirir uma pérola rara. Ensina que o reino dos céus supera em valor todo bem terreno e convida a um sacrifício livremente consentido, vivido na alegria da descoberta espiritual.

    Mateus 13.45-46 (Bíblia Livre) :
    O Reino dos céus também é semelhante a um homem negociante, que buscava boas pérolas.Quando este achou uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou.
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  • Veredicto sobre o coração humano

    O artigo trata do ensino de Jesus sobre a verdadeira pureza, com base em Mateus e Marcos. Revela que a impureza nasce do coração humano, e não das regras alimentares, destacando uma mudança importante no ensino cristão.

    Marcos 7.14-23 (Bíblia Livre) :
    E chamando para si toda a multidão, disse-lhes: Ouvi-me todos, e entendei:Nada há fora do ser humano que nele entre que o possa contaminar; mas o que dele sai, isso é o que contamina o ser humano.Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.Quando Jesus deixou a multidão e entrou em casa, seus discípulos lhe perguntaram sobre a parábola.E ele lhes disse: Também vós estais assim sem entendimento? Não entendeis que tudo o que de fora entra no ser humano não o pode contaminar?Pois não entra no seu coração, mas, sim, no ventre, e sai para a privada. (Assim, ele declarou como limpas todas as comidas).E dizia: O que sai do ser humano, isso contamina o ser humano.Pois é de dentro do coração humano que vêm os maus pensamentos, os adultérios, os pecados sexuais, os homicídios,os roubos, as ganâncias, as maldades, o engano, a depravação, o olho malicioso, a blasfêmia, a soberba, a insensatez.Todos estes males procedem de dentro, e contaminam o ser humano.
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  • Ensinamento aos discípulos sobre a influência dos fariseus

    Jesus adverte seus apóstolos contra a influência perniciosa dos fariseus, simbolizada pelo “fermento”. Mateus e Marcos relatam esse ensinamento durante uma travessia rumo a Betsaida, em que falta pão aos discípulos. Jesus ressalta a falta de fé deles, convidando-os a compreender o alcance espiritual de suas palavras, para além das preocupações materiais.

    Marcos 8.14-21 (Bíblia Livre) :
    E os seus discípulos haviam se esquecido de tomar pão, e nada tinham, a não ser um pão com eles no barco.E Jesus lhes deu a seguinte ordem: Prestai atenção: tende cuidado com o fermento dos fariseus e o fermento de Herodes.E indagavam-se com os outros, dizendo: É porque não temos pão.Jesus soube e lhes disse: Por que indagais que não tendes pão? Não percebeis ainda, nem entendeis? Ainda tendes o vosso coração endurecido?Tendes olhos, e não vedes? Tendes ouvidos, e não ouvis?E não vos lembrais de, quando parti os cinco pães entre os cinco mil, quantos cestos cheios de pedaços levantastes?Responderam-lhe: Doze.E quando parti os sete entre os quatro mil, quantas cestas cheias de pedaços levantastes? Eles disseram: Sete.Ele lhes perguntou: Como não entendeis?
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  • Discurso sobre a humildade

    O artigo analisa o discurso de Jesus aos seus apóstolos sobre a humildade, destacando a importância da humildade e do serviço no Reino de Deus, conforme descrito nos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas.

    Mateus 18.1-6 (Bíblia Livre) :
    Naquela hora os discípulos se aproximaram de Jesus, e perguntaram: Ora, quem é o maior no Reino dos céus?Noteconduzir ao pecado Tradicionalmente, escandalizarNoteLit. tropeços. Tradicionalmente, escândalosNoteLit. tropeçar. Também no v. 9Noteserá ligado ou: terá sido ligadoNoteserá desligado ou: terá sido desligadoNotedenários uma moeda de prata que valia um dia de trabalho braçalEntão Jesus chamou a si uma criança, e a pôs no meio deles,e disse: Em verdade vos digo, que se vós não converterdes, e fordes como crianças, de maneira nenhuma entrareis no Reino dos céus.Assim, qualquer um que for humilde como esta criança, este é o maior no reino dos céus.E qualquer um que receber a uma criança como esta em meu nome, recebe a mim.Mas qualquer um que conduzir ao pecado a um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que uma grande pedra de moinho lhe fosse pendurada ao pescoço, e se afundasse no fundo do mar.
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  • O discurso sobre a água viva

    No último dia da festa de Sucot (Hoshana Rabá), o Messias Jesus proclama no Templo de Jerusalém que ele é a verdadeira fonte de água viva. Apropriando-se do simbolismo do rito da libação de água, convida todo aquele que tem sede a vir a ele. João esclarece que essa água viva designa o Espírito Santo, que seria dado após a glorificação de Jesus. Somente João relata esse episódio, datado de quarta-feira, 13 de outubro do ano 32.

    João 7.39 (Bíblia Livre) :
    (E ele disse isto do Espírito que receberiam aqueles que nele cressem; pois o Espírito Santo ainda não era vindo ,porque Jesus ainda não havia sido glorificado).
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  • Instrução sobre a oração

    A perícope PER224 apresenta a instrução de Jesus sobre a oração, dada no monte das Oliveiras em dezembro do ano 32. Apoiando-se em Mateus 6.9-13 e Lucas 11.1-4, examina o Pai-Nosso em dois contextos distintos. Lucas situa o episódio perto de Jerusalém, depois da visita a Betânia e antes da cura de um endemoninhado. Os discípulos, alguns dos quais haviam seguido João Batista, pedem a Jesus que lhes ensine a orar.

    Lucas 11.37 (Bíblia Livre) :
    E estando ele ainda falando, um fariseu lhe rogou que viesse para jantar com ele; e entrando, sentou-se à mesa ;
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  • A parábola do amigo importuno

    A parábola do amigo importuno (Lucas 11.5-13), exclusiva do evangelho de Lucas, vem na sequência do ensino do Pai-Nosso. Nela, Jesus ensina a perseverança na oração: se um amigo acaba cedendo à insistência, quanto mais generosamente Deus dará aos que o invocam com fé, oferecendo até o Espírito Santo aos que o pedem.

    Lucas 11.1-4 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que ele estava orando em um certo lugar. Quando terminou, lhe disse um de seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como João também ensinou a seus discípulos.E ele lhes disse: Quando orardes, dizei: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.Dá-nos cada dia nosso pão diário.E perdoa-nos nossos pecados, pois também perdoamos a todo aquele que nos deve. E não nos ponhas em tentação, mas livra-nos do mal.
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  • A parábola da figueira estéril

    A parábola da figueira estéril (Lucas 13.6-9), relatada apenas por Lucas, ilustra a paciência de Deus e a urgência da conversão. Jesus adverte que todo discípulo sem fruto espiritual corre o risco de ser julgado, ao mesmo tempo em que ressalta que Deus concede um tempo de graça adicional. Este texto se insere na continuidade de Lucas 13.1-5 e traz uma mensagem dupla: advertência solene e misericórdia divina.

    João 9.1-3 (Bíblia Livre) :
    E indo Jesus passando, viu a um homem cego desde o nascimento.E seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou? Este, ou seus pais, para que nascesse cego?Respondeu Jesus: Nem este pecou, nem seus pais; mas sim para que as obras de Deus nele se manifestem.
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  • Ensinamentos do Messias Jesus no caminho para Jerusalém

    A perícope PER233 relata os ensinamentos de Jesus durante sua viagem a Jerusalém, transmitidos unicamente por Lucas (Lc 13.22-33), em dezembro do ano 32. Jesus atravessa cidades e povoados, ensinando sobre a porta estreita e o Reino de Deus. O artigo contextualiza essas diversas viagens entre Betânia e Jerusalém, em um clima de tensão crescente com os fariseus e Herodes Antipas.

    Lucas 13.32 (Bíblia Livre) :
    E disse-lhes: Ide, e dizei a aquela raposa: eis que expulso demônios, e faço curas hoje e amanhã, e ao terceiro dia eu terei completado.
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  • A parábola da torre

    A parábola da torre (Lucas 14.28-30), transmitida somente por Lucas, insere-se em um discurso de Jesus sobre o custo do discipulado. Com a imagem de um construtor que calcula seus recursos antes de edificar, Jesus convida seus discípulos a um compromisso refletido, lúcido e perseverante, advertindo contra uma fé superficial ou emocional, sem maturidade espiritual.

    Lucas 14.25-35 (Bíblia Livre) :
    E muitas multidões iam com ele; e virando-se, disse-lhes:Se alguém vier a mim, e não odiar a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também sua própria vida, não pode ser meu discípulo.E qualquer que não levar sua cruz, e vier após mim, não pode ser meu discípulo.Porque qual de vós, querendo edificar uma torre, não se senta primeiro para fazer as contas dos gastos, para ver se tem o suficiente para a completar?Para que não aconteça que, depois de ter posto seu fundamento, e não podendo a completar, comecem a escarnecer dele todos os que o virem,Dizendo: Este homem começou a construir, e não pôde terminar.Ou qual rei, indo a guerra para lutar contra outro rei, não se senta primeiro para consultar, se pode ir ao encontro com dez mil soldados, vindo contra ele vinte mil?Se não puder, estando o outro ainda longe, manda -lhe representantes diplomáticos, e roga pela paz.Assim, portanto, qualquer de vós que não renuncia a tudo, não pode ser meu discípulo.Bom é o sal; porém se o sal perder o sabor, com o que ele será temperado?Nem para a terra, nem para adubo serve; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
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  • A imagem do sal sem sabor

    O artigo 'PER241 - A imagem do sal sem sabor' analisa uma passagem de Lucas 14:34-35, em que Jesus ensina que os discípulos devem ser como o sal, essencial e transformador. Se um discípulo perde o seu 'sabor' espiritual, torna-se inútil, semelhante a um sal insípido. Esse ensinamento chama a um compromisso ativo e duradouro na vida espiritual.

    Lucas 14.34-35 (Bíblia Livre) :
    Bom é o sal; porém se o sal perder o sabor, com o que ele será temperado?Nem para a terra, nem para adubo serve; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
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  • Instrução sobre os escândalos, o perdão e a fé

    O artigo examina os ensinamentos de Jesus sobre os escândalos, o perdão e a fé em Lucas 17.1-6. Jesus exorta os discípulos a evitarem provocar quedas espirituais e a perdoarem sem limites. Essa instrução evidencia a responsabilidade comunitária e o compromisso dos discípulos com o reino dos céus.

    Mateus 18.21-22 (Bíblia Livre) :
    Então Pedro aproximou-se dele, e perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?Jesus lhe respondeu: Eu não te digo até sete, mas sim até setenta vezes sete.
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  • O aspecto espiritual do reino

    O artigo explora a interpretação do reino de Deus segundo Lucas, destacando uma pergunta dos fariseus a Jesus sobre a sua vinda. Ao contrário de uma percepção condicional, o texto grego indica uma pergunta no presente. Jesus explica que o reino se estabelece discretamente e só é perceptível aos espiritualmente receptivos.

    Lucas 17.20-21 (Bíblia Livre) :
    E perguntado pelos fariseus sobre quando o Reino de Deus viria, respondeu-lhes, e disse: O Reino de Deus não vem com aparência visível.Nem dirão: Eis aqui, ou Eis ali, porque eis que o Reino de Deus está entre vós.
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  • O Messias Jesus anuncia a sua segunda vinda

    O artigo analisa Lucas 17:22-37, em que Jesus anuncia a sua segunda vinda. Ao contrário do discurso do monte das Oliveiras, este ensinamento único adverte contra os falsos messias e ilustra o caráter repentino da sua vinda com referências aos tempos de Noé e de Ló.

    Marcos 13.1-26 (Bíblia Livre) :
    Quando ele estava saindo do templo, um de seus discípulos lhe disse: Mestre, olha que pedras, e que edifícios!NoteLit. “nenhuma carne”Jesus respondeu, dizendo-lhe: Vês estes grandes edifícios? Não será deixada pedra sobre pedra, que não seja derrubada.Depois, sentando-se ele no monte das Oliveiras, de frente ao templo, Pedro, Tiago, João, e André perguntaram-lhe à parte:Dize-nos, quando serão essas coisas? E que sinal haverá de quando todas essas coisas se cumprirão?E Jesus, respondendo-lhes, começou a dizer: Cuidado! ninguém vos engane;porque muitos virão em meu nome, dizendo: “Sou eu”, e enganarão a muitos.E quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim.Porque nação se levantará contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em muitos lugares, e haverá fomes e tumultos. Estes serão os princípios das dores.Mas cuidai de vós mesmos; porque vos entregarão em tribunais e em sinagogas; sereis açoitados, e sereis levados diante de governadores e reis, por causa de mim, para que lhes haja testemunho.Mas antes o Evangelho deve ser pregado entre todas as nações.Porém, quando vos levarem para vos entregar, não estejais ansiosos antecipadamente do que deveis dizer, nem o planejeis; mas o que naquela hora for dado, isso falai. Porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo.E o irmão entregará ao irmão à morte, e o pai ao filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão.E sereis odiados por todos por causa do meu nome; mas quem perseverar até o fim, esse será salvo.E quando virdes a abominação da desolação, que foi dita pelo profeta Daniel, estar onde não deve, (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judeia, fujam para os montes.E quem estiver sobre telhado, não desça para a casa, nem entre para tomar alguma coisa de sua casa.E quem estiver no campo, não volte atrás, para tomar sua roupa.Mas ai das grávidas, e das que amamentarem naqueles dias!Orai, porém, para que a vossa fuga não aconteça no inverno.Porque aqueles dias serão de tal aflição, qual nunca foi desde o princípio da criação das coisas, que Deus criou, até agora, nem jamais será.E se o Senhor não encurtasse aqueles dias, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos, que escolheu, ele encurtou aqueles dias.Então se alguém vos disser: “Eis aqui o Cristo”; ou “ei-lo ali”, não creiais nele.Porque se levantarão falsos cristos, e falsos profetas, que farão sinais e prodígios, para enganar, se possível, até os escolhidos.Vós, porém, tende cuidado; eis que tenho vos dito tudo com antecedência.Mas naqueles dias, depois daquela aflição, o sol se escurecerá, e a lua não dará seu brilho;as estrelas do céu cairão, e as forças que estão nos céus se abalarão.Então verão o Filho do homem vir nas nuvens, com grande poder e glória.
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  • Ensino sobre o divórcio

    O artigo discute o ensinamento de Jesus sobre o divórcio, com base nos evangelhos de Mateus e Marcos. Situa esse ensinamento no contexto cronológico do ministério de Jesus entre Hanucá e a Páscoa, oferecendo uma análise aprofundada das implicações espirituais de seus ensinamentos para além dos simples debates jurídicos.

    João 10.22-23 (Bíblia Livre) :
    E era a festa da renovação do Templo em Jerusalém, e era inverno.E andava Jesus passeando no Templo, na entrada de Salomão.
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  • A salvação e as riquezas

    Este artigo explora os ensinamentos de Jesus sobre a riqueza e a salvação, a partir de acontecimentos bíblicos entre a Hanucá e a Páscoa. Relatos de curas e de chamados, como a história de Bartimeu e Zaqueu, lançam luz sobre a missão de Jesus em Jericó, marcada pela ressurreição de Lázaro e por suas profundas implicações.

    João 10.40-42 (Bíblia Livre) :
    E voltou a ir para o outro lado do Jordão, ao lugar onde João primeiro batizava; e ficou ali.E muitos vinham a ele, e diziam: Em verdade que nenhum sinal fez João; mas tudo quanto João disse deste era verdade.E muitos ali creram nele.
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  • A parábola dos vinhateiros

    A parábola dos vinhateiros (Mt 21.33-46; Mc 12.1-12; Lc 20.9-19), proferida na Terça-feira Santa no pátio do Templo, ilustra alegoricamente a história da salvação: Deus envia profetas e depois seu Filho, a quem os líderes religiosos rejeitam e matam. A vinha é transferida para a Igreja, sem com isso fechar a porta ao povo judeu, que pode entrar na fé.

    Lucas 20.9-19 (Bíblia Livre) :
    E começou a dizer ao povo esta parábola: Um certo homem plantou uma vinha, e a arrendou a uns lavradores, e viajou para outro país por muito tempo.E certo tempo depois mandou um servo aos lavradores, para que lhe dessem do fruto da vinha; mas os lavradores, espancando-o, mandaram -no sem coisa alguma.E voltou a mandar outro servo; mas eles, espancando e humilhando também a ele ,o mandaram sem nada.E voltou a mandar ao terceiro; mas eles, ferindo também a este, o expulsaram.E o senhor da vinha disse: Que farei? Mandarei a meu filho amado; talvez quando o verem, o respeitarão.Mas os lavradores, vendo-o, discutiram entre si, dizendo: Este é o herdeiro; vamos matá-lo, para que a herança venha a ser nossa.E expulsando-o da vinha, o mataram. O que, então, lhes fará o senhor da vinha?Virá, e destruirá a estes lavradores, e dará a vinha a outros.E eles, ouvindo isto, disseram: Que isto nunca aconteça!Mas Jesus ,olhando para eles, disse: Por que, então, isto está escrito: A pedra que os construtores rejeitaram, essa foi posta como a principal da esquina?Todo aquele que cair sobre aquela pedra, se quebrará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair, se fará pó.E os chefes dos sacerdotes e os escribas queriam detê-lo naquela mesma hora, mas temiam ao povo; porque entenderam que foi contra eles que ele tinha dito a parábola.
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  • O discurso escatológico no Monte das Oliveiras

    Análise do discurso escatológico de Jesus no Monte das Oliveiras, com base nos Evangelhos. Jesus fala da destruição do Templo e da chegada do fim dos tempos, revelando suas capacidades proféticas e a continuidade de sua missão após a crucificação. Destinada a leitores que desejam aprofundar sua compreensão teológica.

    João 12.37-50 (Bíblia Livre) :
    E ainda que perante eles tinha feito tantos sinais, não criam nele.Para que se cumprisse a palavra do profeta Isaías, que disse: Senhor, quem creu em nossa pregação? E a quem o braço do Senhor foi revelado?Por isso não podiam crer, porque outra vez Isaías disse:Os olhos lhes cegou, e o coração lhes endureceu; para não acontecer que vejam dos olhos, e entendam do coração, e se convertam, e eu os cure.Isto disse Isaías, quando viu sua glória, e falou dele.Contudo ainda até muitos dos chefes também creram nele; mas não o confessavam por causa dos fariseus; para não serem expulsos da sinagoga.Porque amavam mais a glória humana do que a glória de Deus.E exclamou Jesus, e disse: Quem crê em mim, não crê somente em mim, mas também naquele que me enviou.E quem vê a mim, vê a aquele que me enviou.Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim, não permaneça em trevas.E se alguém ouvir minhas palavras, e não crer, eu não o julgo; porque não vim para julgar o mundo, mas sim para salvar o mundo.Quem me rejeitar e não receber minhas palavras, já tem quem o julgue: a palavra que eu tenho falado, essa o julgará no último dia.Porque eu não tenho falado de mim mesmo; porém o Pai que me enviou, ele me deu mandamento do que devo dizer, e do que devo falar.E sei que seu mandamento é vida eterna. Portanto o que eu falo, falo assim como o Pai tem me dito.
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  • Disputa dos discípulos sobre a preeminência

    O artigo analisa uma cena dos Evangelhos em que os discípulos de Jesus disputam sobre quem é o maior, revelando seu apego a uma compreensão terrena do Reino de Deus. Jesus ensina que a verdadeira grandeza reside no serviço desinteressado. Este relato ilustra os valores espirituais invertidos do cristianismo.

    Marcos 9.33-34 (Bíblia Livre) :
    E veio a Cafarnaum, e entrando em casa, perguntou-lhes: Que indagais entre vós pelo caminho?Mas eles se calaram; porque eles haviam discutido uns com os outros pelo caminho, qual deles seria o maior.
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  • O caminho que leva ao céu

    O artigo decifra João 14.1-15, em que Jesus consola seus discípulos prometendo preparar-lhes um lugar junto ao Pai. Ele destaca sua mediação única e a unidade com Deus, ao mesmo tempo que promete o Espírito Santo para guiar os apóstolos.

    1 Timóteo 2.5 (Bíblia Livre) :
    Pois há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os seres humanos: o humano Cristo Jesus.
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  • A videira e os ramos

    O artigo “PER320 - A videira e os ramos” explora o ensino de Jesus em João 15:1-17, usando a imagem da videira e dos ramos para ilustrar a relação com seus discípulos. Jesus apresenta-se como a fonte da verdadeira frutificação espiritual, chamando a uma união recíproca centrada no amor e na obediência.

    João 15.1-17 (Bíblia Livre) :
    Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.Todo ramo que em mim não dá fruto, ele o tira; e todo o que da fruto, ele o limpa, para que dê mais fruto.Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado.Estai em mim, e eu em vós; como o ramo de si mesmo não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim vós também não, se não estiverdes em mim.Eu sou a videira, vós sois os ramos; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.Se alguém não estiver em mim, é lançado fora, como o ramo, e seca-se; e os colhem, e os lançam no fogo, e ardem.Se vós estiverdes em mim, e minhas palavras estiverem em vós, tudo o que quiserdes pedireis, e será feito para vós.Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.Como o Pai me amou, também eu vos amei; estai neste meu amor.Se guardardes meus mandamentos, estareis em meu amor. Como eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e estou em seu amor.Estas coisas eu tenho vos dito para que minha alegria esteja em vós, e vossa alegria seja completa.Este é meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.Ninguém tem maior amor que este: que alguém ponha sua vida por seus amigos.Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.Já não vos chamo mais servos; porque o servo não sabe o que faz seu senhor; mas eu tenho vos chamado de amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai eu tenho vos feito conhecer.Não fostes vós que me escolhestes, porém eu vos escolhi, e tenho vos posto para que vades, e deis fruto, e vosso fruto permaneça; para que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos dê.Isto vos mando, para que vos ameis uns aos outros.
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  • Jesus, o Messias, consola os seus discípulos

    Em João 16.5-15, Jesus consola os seus discípulos, prometendo o Espírito Santo para guiá-los na verdade depois da sua partida. Esta passagem importante destaca a missão do Espírito: convencer do pecado, da justiça e do juízo, ao mesmo tempo que assegura a continuidade dos ensinamentos de Jesus.

    João 16.5-15 (Bíblia Livre) :
    E agora vou para aquele que me enviou; e nenhum de vós me pergunta: Para onde vais?Porém, porque vos disse estas coisas, a tristeza encheu vosso coração.Mas vos digo a verdade, que vos convém que eu vá; porque se eu não for, o Consolador não virá a vós; porém se eu for, eu o enviarei a vós.E vindo ele, convencerá ao mundo do pecado, e da justiça, e do juízo.Do pecado, porque não creem em mim;E da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais;E do juízo, porque o Príncipe deste mundo já está julgado.Ainda tenho muitas coisas que vos dizer, mas agora ainda não podeis suportá-las.Porém quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda verdade. Porque de si mesmo não falará; mas falará tudo o que ouvir; E ele vos anunciará as coisas que virão.Ele me glorificará, porque tomará do que é meu, e vos anunciará.Tudo quanto tem o Pai é meu; por isso eu disse, que tomará do que é meu, e vos anunciará.
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Genealogia de Jesus

A genealogia de Jesus constitui um dos assuntos mais fascinantes e mais ricos da literatura evangélica. É apresentada sob duas formas distintas nos Evangelhos: a de Mateus, que remonta a Abraão passando por Davi, e a de Lucas, que traça a linhagem até o próprio Adão. Esses dois relatos, longe de se contradizerem, revelam cada um uma perspectiva teológica particular sobre a identidade e a missão do Messias.

Este tema insere-se naturalmente no contexto mais amplo do nascimento e da infância de Jesus, em ligação com as profecias bíblicas que anunciavam um Messias vindo da linhagem de Davi. Compreender essas genealogias é perceber como Jesus se enraíza na história do povo de Israel e cumpre promessas formuladas séculos antes.

O estudo desses textos levanta também questões apaixonantes sobre a cronologia, a cultura judaica antiga, as práticas de transmissão das linhagens e a confiabilidade histórica dos Evangelhos. Convida o leitor a explorar a ponte entre o Antigo e o Novo Testamento e a compreender melhor por que os autores evangélicos atribuíam tanta importância às origens humanas de Jesus.

  • Quem é o pai de José?

    O artigo explora a aparente contradição sobre o pai de José, marido de Maria, entre Mateus e Lucas. Propõe que Mateus apresenta a linhagem de José e Lucas a de Maria, resolvendo assim a divergência. Isso mostra a coerência e a complementaridade dos Evangelhos.

    Lucas 3.23 (Bíblia Livre) :
    E o mesmo Jesus começou quando tinha cerca de trinta anos, sendo (como se pensava) filho de José, filho de Eli,
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  • Jesus descende de Salomão ou de Natã?

    O artigo discute a divergência entre as genealogias de Jesus nos Evangelhos, perguntando se ele descende de Salomão ou de Natã. Analisando os contextos históricos e as diversas hipóteses, conclui que essa diferença não é uma contradição significativa, mas uma questão complexa própria das genealogias bíblicas.

    Lucas 3.31 (Bíblia Livre) :
    filho de Meleá, filho de Mainã, filho de Matatá, filho de Natã, filho de Davi.
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  • Quem é o pai de Sealtiel?

    O artigo examina a suposta contradição nos Evangelhos quanto ao pai de Salatiel. Propõe compreender a divergência genealógica como uma diferença nas lógicas de estabelecimento do parentesco na época bíblica, e não como uma contradição.

    Números 27.1-11 (Bíblia Livre) :
    E as filhas de Zelofeade, filho de Héfer, filho de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, das famílias de Manassés, filho de José, os nomes das quais eram Maalá, e Noa, e Hogla, e Milca, e Tirza, chegaram;E apresentaram-se diante de Moisés, e diante do sacerdote Eleazar, e diante dos príncipes, e de toda a congregação, à porta do tabernáculo do testemunho, e disseram:Nosso pai morreu no deserto, o qual não esteve na junta que se reuniu contra o SENHOR na companhia de Coré: mas sim que em seu pecado morreu, e não teve filhos.Por que será tirado o nome de nosso pai dentre sua família, por não haver tido filho? Dá-nos herança entre os irmãos de nosso pai.E Moisés levou sua causa diante do SENHOR.E o SENHOR respondeu a Moisés, dizendo:Bem dizem as filhas de Zelofeade: hás de dar-lhes possessão de herança entre os irmãos de seu pai; e passarás a herança de seu pai a elas.E aos filhos de Israel falarás, dizendo: Quando alguém morrer sem filhos, passareis sua herança à sua filha:E se não tiver filha, dareis sua herança a seus irmãos:E se não tiver irmãos, dareis sua herança aos irmãos de seu pai.E se seu pai não tiver irmãos, dareis sua herança a seu parente mais próximo de sua linhagem, o qual a possuirá: e será aos filhos de Israel por estatuto de regulamento, como o SENHOR mandou a Moisés.
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  • Quem é o pai de Ozias?

    Este artigo explora a aparente contradição entre Mateus 1:8 e 2 Crônicas 26:1 quanto à paternidade de Uzias. Embora Mateus nomeie Jorão como pai de Uzias, 2 Crônicas indica que se trata de Amazias. O termo "filho" pode designar um descendente distante, e as genealogias de Mateus são abreviadas por razões teológicas.

    Esdras 7.1-5 (Bíblia Livre) :
    Passadas estas coisas, no reinado de Artaxerxes, rei da Pérsia, Esdras, filho de Seraías, filho de Azarias, filho de Hilquias,Notecontigo lit. em tua mãofilho de Salum, filho de Zadoque, filho de Aitube,filho de Amarias, filho de Azarias, filho de Meraiote,filho de Zeraías, filho de Uzi, filho de Buqui,filho de Abisua, filho de Fineias, filho de Eleazar, filho de Arão, o sumo sacerdote;
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  • Quem é o pai de Jeconias?

    O artigo explora uma aparente contradição na Bíblia quanto à paternidade de Jeconias entre Mateus e as Crônicas. Analisando essas perspectivas, mostra que se trata de diferenças na apresentação das genealogias, sem verdadeiras contradições.

    Mateus 1.17 (Bíblia Livre) :
    De maneira que todas as gerações desde Abraão até Davi são catorze gerações; e desde Davi até o exílio babilônico catorze gerações; e desde o exílio babilônico até Cristo catorze gerações.
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  • Número exato de gerações em Mateus?

    O artigo examina o descompasso aparente entre as treze e as catorze gerações anunciadas em Mateus 1.17, resolvido pela inclusão de Maria na genealogia. Isso reflete uma intenção teológica em que o Messias não é gerado por um homem, mas concebido do Espírito Santo, restaurando assim a coerência das Escrituras.

    João 3.16-17 (Bíblia Livre) :
    Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito; para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.Porque Deus não mandou seu Filho ao mundo para que condenasse ao mundo; mas sim para que o mundo por ele fosse salvo;
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  • Quem é o pai de Selá?

    O artigo examina a questão da paternidade de Salá na Bíblia. Duas genealogias divergem: Gênesis menciona Arfaxade como pai de Selá, ao passo que Lucas introduz Cainã como intermediário. Essa divergência não é uma contradição, mas reflete tradições textuais paralelas, que oferecem uma compreensão mais rica das Escrituras.

    Lucas 3.35-36 (Bíblia Livre) :
    filho de Serugue, filho de Ragaú, filho de Faleque, filho de Éber, filho de Salá.Filho de Cainã, filho de Arfaxade, filho de Sem, filho de Noé, filho de Lameque.
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  • Herdaria Jesus o trono de David?

    O artigo esclarece uma aparente contradição sobre Jesus e o trono de Davi. Explica como as genealogias de Mateus e Lucas, embora distintas, se completam para assegurar que Jesus tem uma legitimidade ao mesmo tempo legal e natural, sem relação com a linhagem maldita de Joaquim.

    Lucas 1.32 (Bíblia Livre) :
    Ele será grande, e será chamado Filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu ancestral.
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  • A genealogia ou as genealogias

    O artigo examina as genealogias de Jesus em Mateus e Lucas, refletindo tanto a sua linhagem real através de José como a sua humanidade através de Maria. Estes relatos complementares salientam a dualidade divina e humana de Jesus, reforçando a sua legitimidade messiânica.

    Mateus 1.1-17 (Bíblia Livre) :
    Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.NoteJesus significa “O SENHOR salva”Abraão gerou a Isaque; e Isaque gerou a Jacó; e Jacó gerou a Judá e a seus irmãos.E Judá gerou de Tamar a Perez e a Zerá; e Perez gerou a Esrom, e Esrom gerou a Arão.E Arão gerou a Aminadabe; e Aminadabe gerou a Naassom; e Naassom gerou a Salmom.E Salmom gerou de Raabe a Boaz; e Boaz gerou de Rute a Obede; e Obede gerou a Jessé.E Jessé gerou ao rei Davi; e o rei Davi gerou Salomão da que fora mulher de Urias.E Salomão gerou a Roboão; e Roboão gerou a Abias; e Abias gerou a Asa.E Asa gerou a Josafá; e Josafá gerou a Jorão; e Jorão gerou a Uzias.E Uzias gerou a Jotão; e Jotão gerou a Acaz; e Acaz gerou a Ezequias.E Ezequias gerou a Manassés; e Manassés gerou a Amom; e Amom gerou a Josias.E Josias gerou a Jeconias, e a seus irmãos no tempo do exílio babilônico.E depois do exílio babilônico Jeconias gerou a Salatiel; e Salatiel gerou a Zorobabel.E Zorobabel gerou a Abiúde; e Abiúde gerou a Eliaquim; e Eliaquim gerou a Azor.E Azor gerou a Sadoque; e Sadoque gerou a Aquim; e Aquim gerou a Eliúde.E Eliúde gerou a Eleazar; e Eleazar gerou a Matã; e Matã gerou a Jacó.E Jacó gerou a José, o marido de Maria, da qual nasceu Jesus, chamado o Cristo.De maneira que todas as gerações desde Abraão até Davi são catorze gerações; e desde Davi até o exílio babilônico catorze gerações; e desde o exílio babilônico até Cristo catorze gerações.
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Complementos
  • ANN010 As duas genealogias do Messias Jesus

    O artigo discute as genealogias de Jesus em Mateus e Lucas, essenciais para estabelecer sua identidade messiânica. Mateus ressalta a herança real de José, enquanto…

Ministério de Jesus

O ministério de Jesus constitui um elemento central na narrativa cristã, abrangendo um período transformador marcado pelos seus ensinamentos e pelos seus milagres. Jesus inicia o seu ministério na Galileia, marcando o começo de uma missão religiosa que se estenderá por cerca de três anos. Esse período é particularmente significativo pelo impacto que as suas ações e palavras terão sobre os seus discípulos e sobre os ouvintes, estabelecendo fundamentos essenciais do cristianismo.

No decorrer do seu ministério, Jesus prega sermões influentes, como o Sermão do Monte, no qual desenvolve uma ética do discípulo. Esses discursos ressaltam princípios essenciais como o amor, a compaixão e a justiça, prefigurando os ensinamentos cristãos posteriores. Paralelamente, as suas parábolas oferecem lições por meio de metáforas cativantes e acessíveis, estimulando a reflexão e a fé.

Os milagres realizados por Jesus, como a cura dos enfermos e a multiplicação dos pães, visam revelar a sua compaixão e o seu poder divinos, consolidando o seu status de Messias esperado. O ministério de Jesus suscita também debates e a oposição das autoridades religiosas, ressaltando as tensões entre a sua mensagem inovadora e as tradições estabelecidas. Estudar esse período permite compreender as bases históricas e teológicas do cristianismo, enriquecendo assim a nossa compreensão dos Evangelhos e da vida de Jesus.

  • Queres ser curado?

    O artigo explora a pergunta de Jesus «Queres ser curado?» a um doente de 38 anos, destacando como a fé em Deus supera as superstições locais. Jesus cura o homem e insiste no perdão dos pecados como a verdadeira bênção, que supera até a cura física. O texto insiste na importância da salvação da alma, central no ministério de Jesus.

    João 5.6 (Bíblia Livre) :
    Vendo Jesus a este deitado, e sabendo, que já havia muito tempo que ali jazia, disse-lhe: Queres sarar?
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  • O batismo de Jesus, o Messias

    O artigo descreve o batismo de Jesus por João Batista, um acontecimento significativo que marca o início do ministério messiânico de Jesus. Decorrido em Betânia, do outro lado do Jordão, este batismo exprime a continuidade entre as obras de João e Jesus, simbolizando a sua missão espiritual. A Trindade manifesta-se durante este ato, salientando a sua importância teológica e o seu exemplo para as gerações futuras.

    João 1.32-34 (Bíblia Livre) :
    E João testemunhou, dizendo: Eu vi o Espírito como pomba descer do céu, e repousou sobre ele.E eu não o conhecia, mas aquele que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer ao Espírito, e repousar sobre ele, esse é o que batiza com Espírito Santo.E eu o vi, e testemunhado tenho, que este é o Filho de Deus.
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  • A delegação vinda de Jerusalém

    O artigo explora o encontro entre João Batista e os representantes do Sinédrio em Betânia, salientando a notoriedade de João e as expectativas messiânicas das autoridades. João é interrogado sobre o seu papel messiânico sem ter realizado milagres, o que evidencia as expectativas dos fariseus quanto a um messias régio e sacerdotal. A análise concilia os relatos evangélicos divergentes.

    João 1.28 (Bíblia Livre) :
    Estas coisas aconteceram em Betábara, do outro lado do Jordão, onde João estava batizando.
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  • O encontro de Jesus, o Messias, com Natanael

    A perícope 35 estuda o encontro entre Jesus e Natanael, exclusivo do Evangelho de João (João 1.47-51), datado de 23 de novembro de 29, em Nazaré. Jesus demonstra um conhecimento sobrenatural de Natanael, que se torna o primeiro a confessá-lo publicamente como Filho de Deus e Rei de Israel. Identificado com Bartolomeu e natural de Caná, Natanael é associado ao casamento de Caná que se segue na narrativa joanina.

    João 1.47-51 (Bíblia Livre) :
    Jesus viu Natanael vir, e disse dele: Eis verdadeiramente um israelita, em quem não há engano!Natanael lhe disse: De onde tu me conheces? Respondeu Jesus, e disse-lhe: Antes que Filipe te chamasse, estando tu debaixo da figueira, eu te vi.Natanael respondeu, e disse-lhe: Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel!Jesus respondeu, e disse-lhe: Porque te disse: Debaixo da figueira te vi, crês? Tu verás coisas maiores que estas.E disse-lhe: Em verdade, em verdade vos digo, que daqui em diante vereis o céu aberto, e aos anjos de Deus subir e descer sobre o Filho do homem.
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  • As bodas de Caná

    As bodas de Caná (João 2.1-11) constituem o primeiro sinal realizado por Jesus, que transforma água em vinho num casamento em Caná da Galileia, em novembro de 29. Só João relata este episódio. O artigo explora hipóteses sobre a presença da família de Jesus, sugere a possível identificação de Natanael como noivo e salienta que este milagre fortalece a fé dos discípulos, manifestando a glória do Messias.

    João 2.1 (Bíblia Livre) :
    E no terceiro dia houve um casamento em Caná da Galileia; e a mãe de Jesus estava ali.Noteduas ou três metretas cerca de 100 litros (1 metreta era aproximadamente 40 litros
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  • Uma passagem por Cafarnaum

    Após as bodas de Caná, Jesus, o Messias, visita Cafarnaum com a família, por volta de 1 de dezembro de 29. Só João relata este episódio (João 2.12). Aí reencontra os discípulos Pedro, André, Tiago e João e estabelece amizade com Zebedeu e Salomé. Esta cidade tornar-se-á mais tarde a base do seu ministério na Galileia. Após esta passagem, regressa a Nazaré antes de se juntar a João Batista em Enon.

    João 3.22-24 (Bíblia Livre) :
    Depois disto Jesus veio com seus discípulos à terra da Judeia; e estava ali com eles, e batizava.E João também batizava em Enom, junto a Salim, porque havia ali muitas águas; e vinham ali, e eram batizados,Porque João ainda não tinha sido lançado na prisão.
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  • A primeira festa da Páscoa

    A perícope PER038 analisa a primeira festa da Páscoa no Evangelho de João (João 2.13), datada com precisão de 7 de abril de 30. O artigo formula três observações: o valor cronológico desta festa para datar o ministério de Jesus em 3,5 anos, a distinção joanina «Páscoa dos Judeus» e a submissão de Jesus aos ritos do judaísmo. Só João documenta este período anterior à prisão de João Batista.

    Números 9.1-14 (Bíblia Livre) :
    E falou o SENHOR a Moisés no deserto de Sinai, no segundo ano de sua saída da terra do Egito, no mês primeiro, dizendo:Os filhos de Israel farão a páscoa a seu tempo.No décimo quarto dia deste mês, entre as duas tardes, a fareis a seu tempo: conforme todos os seus ritos, e conforme todas suas leis a fareis.E falou Moisés aos filhos de Israel, para que fizessem a páscoa.E fizeram a páscoa no mês primeiro, aos catorze dias do mês, entre as duas tardes, no deserto de Sinai: conforme todas as coisas que mandou o SENHOR a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel.E houve alguns que estavam impuros por causa de morto, e não puderam fazer a páscoa aquele dia; e chegaram diante de Moisés e diante de Arão aquele dia;E disseram-lhe aqueles homens: Nós somos impuros por causa de morto; por que seremos impedidos de oferecer oferta ao SENHOR a seu tempo entre os filhos de Israel?E Moisés lhes respondeu: Esperai, e ouvirei que mandará o SENHOR acerca de vós.E o SENHOR falou a Moisés, dizendo:Fala aos filhos de Israel, dizendo: Qualquer um de vós ou de vossas gerações, que for impuro por causa de morto ou estiver de viajem longe, fará páscoa ao SENHOR:No mês segundo, aos catorze dias do mês, entre as duas tardes, a farão: com pães ázimos e ervas amargas a comerão;Não deixarão dele para a manhã, nem quebrarão osso nele: conforme todos os ritos da páscoa a farão.Mas o que estiver limpo, e não estiver de viajem, se deixar de fazer a páscoa, a tal pessoa será eliminada de seus povos: porquanto não ofereceu a seu tempo a oferta do SENHOR, o tal homem levará seu pecado.E se morar convosco peregrino, e fizer a páscoa ao SENHOR, conforme o rito da páscoa e conforme suas leis assim a fará: um mesmo rito tereis, tanto o peregrino como o natural da terra.
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  • Os comerciantes expulsos do templo

    A perícope 39 estuda o episódio da purificação do templo por Jesus, tal como João o relata (João 2.14-22). O autor defende a tese de dois acontecimentos distintos separados por três anos. O primeiro situa-se na primeira Páscoa do ministério de Jesus, a 7 de abril de 30. O artigo explora o contexto histórico do templo herodiano, o papel de Caifás e do Sinédrio e dois ensinamentos fundamentais: o zelo de Jesus pela casa de Deus e o anúncio profético da sua ressurreição.

    Lucas 19.45-46 (Bíblia Livre) :
    E entrando no Templo, começou a expulsar a todos os que vendiam e compravam ali,Dizendo-lhes: Está escrito: Minha casa é casa de oração; Mas vós a tendes feito um esconderijo de ladrões.
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  • Os resultados em Jerusalém

    A perícope 40 analisa os resultados da primeira pregação de Jesus em Jerusalém, na Páscoa do ano 30, segundo João 2.23-25. Embora muitos tenham acreditado pelos milagres, Jesus mantém reservas perante esta fé superficial, baseada no espetacular e não no arrependimento sincero. João salienta a capacidade divina de Jesus para conhecer o coração humano. O artigo destaca dois pontos: o prolongamento da estadia em Jerusalém e a natureza divina do discernimento do Messias.

    João 2.23-25 (Bíblia Livre) :
    E estando ele em Jerusalém pela páscoa, na festa, muitos creram em seu nome, ao verem os sinais que ele fazia.Mas o mesmo Jesus a si mesmo não confiava neles, porque conhecia a todos.E não necessitava de que alguém lhe desse testemunho de ser humano algum, pois ele bem sabia o que havia no interior do ser humano.
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  • A pregação na sinagoga de Cafarnaum

    Este artigo relata a pregação de Jesus na sinagoga de Cafarnaum, descrevendo o impacto do seu ensinamento e a reação dos ouvintes. Salienta como Jesus insere os seus discursos no contexto judaico sem provocar rejeição.

    Lucas 4.31-32 (Bíblia Livre) :
    Ele desceu a Cafarnaum, cidade de Galileia; e ali os ensinava nos sábados.E admiravam o seu ensino, pois a sua palavra era com autoridade.
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  • O homem com um espírito impuro

    O artigo examina o episódio em que Jesus encontra um homem possesso na sinagoga de Cafarnaum. Pela sua palavra, liberta o homem, o que impressiona as testemunhas e reforça o reconhecimento da sua autoridade divina. O acontecimento marca uma viragem na sua notoriedade na região, ilustrando o seu domínio sobre os espíritos impuros.

    Lucas 4.33-36 (Bíblia Livre) :
    E estava na sinagoga um homem que tinha um espírito de um demônio imundo, e gritou com alta voz,dizendo: Ah, que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Sei quem és: o Santo de Deus.E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te, e, sai dele. E o demônio o derrubou no meio do povo, e saiu dele sem lhe fazer dano algum.E espanto veio sobre todos; e falavam entre si uns aos outros, dizendo: Que palavra é esta, que até aos espíritos imundos ele manda com autoridade e poder, e eles saem?
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  • O Messias Jesus retira-se para orar

    O artigo aborda o recolhimento de Jesus para orar, salientando o equilíbrio entre a sua mensagem espiritual e as expectativas de cura da multidão. O relato de Marcos e Lucas mostra a importância da oração para Jesus perante as pressões exteriores. A missão espiritual permanecia central.

    Lucas 4.42 (Bíblia Livre) :
    E sendo já dia, ele saiu, e foi a um lugar deserto. As multidões o buscavam; então vieram a ele, e queriam detê-lo, para que não os deixasse.
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  • A segunda festa da Páscoa em Jerusalém

    Este artigo analisa a segunda peregrinação pascal de Jesus a Jerusalém, evocada em João 5:1. Embora João não indique explicitamente a Páscoa, o contexto cronológico sugere este acontecimento. Jesus aproveita a ocasião para pregar e debater com as autoridades religiosas. As interações têm lugar no átrio do Templo, numa época em que os peregrinos afluem a Jerusalém, oferecendo a Jesus um público variado para os seus ensinamentos.

    João 5.1 (Bíblia Livre) :
    Depois disto houve uma festa dos judeus, e subiu Jesus para Jerusalém.
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  • O Messias Jesus afirma a sua igualdade com o Pai

    O artigo analisa a proclamação de Jesus da sua igualdade com Deus, com base na cura de um inválido, salientando o impacto das suas afirmações teológicas em Jerusalém durante a Páscoa.

    João 5.14 (Bíblia Livre) :
    Depois Jesus achou-o no Templo, e disse-lhe: Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior.
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  • Testemunhos que confirmam o do Messias Jesus

    O artigo discute os testemunhos que confirmam que Jesus é o Messias, nomeadamente os de João Batista e dos milagres divinos, na tradição de João. O local é Jerusalém depois da Páscoa de março de 31. Jesus critica as autoridades religiosas que não o reconhecem e evoca Moisés como precursor. Alguns, como Nicodemos, converter-se-ão.

    Números 24.17 (Bíblia Livre) :
    Verei, mas não agora: O olharei, mas não de perto: Sairá estrela de Jacó, E se levantará cetro de Israel, E ferirá os cantos de Moabe, E destruirá a todos os filhos de Sete.
    Continuar lendo
  • A pergunta dos discípulos de João Batista sobre o jejum

    Este artigo explora a pergunta sobre o jejum colocada pelos discípulos de João Batista e a resposta dada por Jesus, salientando a passagem do judaísmo tradicional para uma relação pessoal com Deus, distintiva do cristianismo.

    Lucas 5.33-35 (Bíblia Livre) :
    Então eles lhe disseram: Por que os discípulos de João jejuam muitas vezes, e fazem orações, como também os dos fariseus, mas os teus comem e bebem?Mas ele lhes disse: Podeis vós fazer jejuar os convidados do casamento, enquanto o noivo está com eles?Porém virão dias em que o esposo lhes será tirado; então naqueles dias jejuarão.
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  • Proclamação do Evangelho

    O artigo «PER082 - Proclamação do Evangelho» explora as instruções proféticas de Jesus aos seus discípulos, anunciando-lhes perseguições futuras. Baseado em Mateus 10:16-23, salienta o papel do Espírito Santo. Situada na Galileia, esta formação prepara os apóstolos para os desafios futuros.

    Mateus 10.16-23 (Bíblia Livre) :
    Eis que eu vos envio como ovelhas em meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como pombas.Porém tende cuidado com as pessoas; porque vos entregarão em tribunais, e vos açoitarão em suas sinagogas;E até perante governadores e reis sereis levados por causa de mim, para que haja testemunho a eles e aos gentios.Mas quando vos entregarem, não estejais ansiosos de como ou que falareis; porque naquela mesma hora vos será dado o que deveis falar.Porque não sois vós os que falais, mas sim o Espírito do vosso Pai que fala em vós.E irmão entregará irmão à morte, e pai ao filho; e filhos se levantarão contra os pais, e os matarão.E sereis odiados por todos por causa de meu nome; mas aquele que perseverar até o fim, esse será salvo.Quando, então, vos perseguirem nesta cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel, até que venha o Filho do homem.
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  • O Messias Jesus em casa do fariseu

    Em Cafarnaum, Jesus aceita o convite de um fariseu chamado Simão. Durante a refeição, uma mulher pecadora unge os seus pés com lágrimas e perfume. Perante o desprezo de Simão, Jesus enuncia uma parábola sobre o perdão e declara que a mulher foi salva pela sua fé. Este episódio, relatado apenas por Lucas (7,36-50), ilustra a oposição entre o orgulho religioso dos fariseus e a humildade arrependida que abre caminho à salvação.

    Lucas 7.44-46 (Bíblia Livre) :
    Ele se voltou à mulher, e disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei na tua casa, e não me deste água para os pés; porém esta molhou os meus pés com lágrimas, e os enxugou com os seus cabelos da cabeça.Tu não me beijaste; porém esta, desde que entrou, não parou de me beijar os pés.Não ungiste a minha cabeça com óleo, porém esta ungiu os meus pés com óleo perfumado.
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  • O Messias Jesus, com os seus discípulos, anuncia o reino de Deus

    O artigo explora como Jesus anunciava o reino de Deus com os seus discípulos, salientando a importância das mulheres que apoiavam estas missões e a distinção entre pregar e anunciar segundo Lucas.

    Lucas 8.1-3 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu depois disso, que Jesus andava de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus; e com ele os doze,e algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios;e Joana, a mulher de Cuza, mordomo de Herodes; e Susana, e muitas outras, que o serviam com seus bens.
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  • O sinal de Jonas

    Jesus cita o sinal de Jonas para responder aos fariseus que pedem um milagre. Sublinha o arrependimento e a fé, criticando a incredulidade em Cafarnaum apesar dos seus numerosos milagres. Este texto ilustra a missão evangélica de Jesus e a sua relação com as autoridades religiosas.

    Mateus 12.38-41 (Bíblia Livre) :
    Então responderam uns dos escribas e dos fariseus, dizendo: Mestre, queremos ver de ti algum sinal.Mas ele lhes deu a seguinte resposta: Uma geração má e adúltera pede sinal; mas não lhe será dado, exceto o sinal do profeta Jonas.Porque assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim também o Filho do homem estará três dias e três noites no coração da terra.Os de Nínive se levantarão no Juízo com esta geração, e a condenarão; porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis aqui quem é maior que Jonas.
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  • O sinal da rainha de Sabá

    Jesus utiliza o relato da rainha de Sabá, que percorreu grandes distâncias para ouvir Salomão, para criticar aqueles que se recusam a reconhecê-lo apesar dos seus ensinamentos e milagres.

    Lucas 11.31 (Bíblia Livre) :
    A rainha do Sul se levantará em juízo com as pessoas desta geração, e as condenará; pois até dos fins da terra veio para ouvir a sabedoria de Salomão; e eis que mais que Salomão está aqui.
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  • Uma mulher interrompe o Messias Jesus

    Este artigo analisa um incidente relatado por Lucas em que uma mulher exprime a sua admiração por Jesus, evidenciando assim a mudança social da época. Jesus responde sublinhando a importância daqueles que escutam e aplicam os seus ensinamentos, transcendendo os laços familiares tradicionais.

    Lucas 8.19-21 (Bíblia Livre) :
    E vieram a ele sua mãe e seus irmãos, mas não conseguiam chegar a ele por causa da multidão.E foi-lhe anunciado, dizendo: “Tua mãe e teus irmãos estão fora, e querem te ver”.Porém, ele lhes respondeu: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam”.
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  • A multidão numerosa

    O artigo analisa as multidões que seguem Jesus e suas implicações sociais e religiosas, especialmente diante das autoridades. Explora a influência crescente de Jesus e as oposições que ele suscita.

    João 2.25 (Bíblia Livre) :
    E não necessitava de que alguém lhe desse testemunho de ser humano algum, pois ele bem sabia o que havia no interior do ser humano.
    Continuar lendo
  • O Messias Jesus se retira com seus discípulos

    PER167 descreve a retirada de Jesus e seus discípulos para Betsaida a fim de descansar após uma intensa missão de evangelização na Galileia, logo antes da Páscoa de abril do ano 32. A análise sinótica de Mateus 14,13-14, Marcos 6,31-32, Lucas 9,10-11 e João 6,1-4 mostra convergências e nuances: o desejo de isolamento, a multidão que o segue, as curas e o ensino. Esse episódio precede diretamente a multiplicação dos pães.

    João 6.1-4 (Bíblia Livre) :
    Depois disto Jesus partiu para a outro lado do mar da Galileia, que é o de Tibérias.E uma grande multidão o seguia, porque viam seus sinais que ele fazia nos enfermos.E subiu Jesus ao monte, e sentou-se ali com seus discípulos.E já a Páscoa, a festa dos judeus, estava perto.
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  • A terceira festa da Páscoa

    A perícope PER168 assinala a terceira festa da Páscoa do ministério do Messias Jesus, datada de segunda-feira, 12 de abril do ano 32 d.C., mencionada apenas por João (Jo 6,4). Na Galileia, perto de Betsaida, Jesus e seus discípulos parecem não subir a Jerusalém, dada a intensidade de sua atividade. Essa menção serve de referência cronológica na sinopse, anunciando os acontecimentos seguintes até a festa dos Tabernáculos, em outubro do ano 32 d.C.

    João 6.4 (Bíblia Livre) :
    E já a Páscoa, a festa dos judeus, estava perto.
    Continuar lendo
  • A reação da multidão

    Depois da multiplicação dos pães, a multidão reconhece Jesus como o profeta anunciado por Moisés e quer coroá-lo rei. Somente João relata este episódio. Jesus se retira para o monte, recusando uma realeza política. Esta passagem revela a tensão entre as expectativas messiânicas populares e a missão espiritual do Messias, que se recusa a se conformar às esperanças nacionalistas de sua época.

    João 6.14-15 (Bíblia Livre) :
    Vendo, pois, aquelas pessoas o sinal que Jesus fizera, disseram: Este é verdadeiramente o Profeta que havia de vir ao mundo!Sabendo pois Jesus que viriam, e o tomariam, para fazê-lo rei, voltou a se retirar sozinho ao monte.
    Continuar lendo
  • A reação dos apóstolos

    A perícope 172 narra a reação dos apóstolos depois que Jesus andou sobre as águas e acalmou a tempestade. Situado em Genesaré em abril do ano 32, o episódio é relatado por Mateus e Marcos. Os discípulos se prostram e proclamam: 'Verdadeiramente tu és o Filho de Deus', marcando uma etapa decisiva em sua fé e na revelação cristológica progressiva dos Evangelhos.

    Marcos 6.53-56 (Bíblia Livre) :
    Eles terminaram de atravessar o mar, chegaram à terra de Genesaré, e ali aportaram.Quando eles saíram do barco, logo as pessoas o reconheceram.Então gente de toda a região em redor veio correndo, e começaram a trazer em camas os doentes, aonde quer que ouviam que ele estava.E aonde quer que ele entrava, em povoados, cidades, ou aldeias, colocavam os enfermos nas praças, e rogavam-lhe que ao menos tocassem a borda de sua roupa; e todos os que o tocavam ficavam sarados.
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  • Numerosas curas em Genesaré

    A perícope 173 relata as numerosas curas realizadas por Jesus em Genesaré (Galileia) em abril do ano 32 d.C., segundo Mateus 14.34-36 e Marcos 6.53-56. Ao chegar, Jesus é imediatamente reconhecido, e multidões de doentes acorrem para tocar a orla do seu manto, obtendo assim a cura. A análise sinótica revela importantes convergências entre os dois evangelistas e nuances complementares. Este episódio ilustra a fé popular e o poder divino de Jesus, e anuncia as tensões crescentes com as autoridades religiosas.

    Mateus 14.35 (Bíblia Livre) :
    E quando os homens daquele lugar o reconheceram, deram aviso por toda aquela região em redor, e lhe trouxeram todos os que estavam enfermos.
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  • Ensino do Messias Jesus sobre o pão da vida

    João 6.22-59 relata o discurso de Jesus sobre o pão da vida, proferido na sinagoga de Cafarnaum num sábado de maio de 32 d.C. Depois da multiplicação dos pães, Jesus revela-se como o 'pão da vida', convidando a multidão a crer nele para obter a vida eterna. Esta passagem, exclusiva de João, apresenta uma grande riqueza cristológica e eucarística, diante da incompreensão e dos murmúrios dos seus ouvintes.

    João 6.41-42 (Bíblia Livre) :
    Então os judeus murmuravam dele, porque ele tinha dito: Eu sou o pão que desceu do céu.E diziam: Não é este Jesus o filho de José, cujos pai e mãe nós conhecemos? Como, pois, ele diz: Desci do céu?
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  • A prova da consagração

    A perícope PER175 relata, segundo o único testemunho de João (Jo 6,60-61), a reação de muitos discípulos que, escandalizados pelo discurso sobre o pão da vida pronunciado em Cafarnaum, escolhem abandonar o Messias Jesus. Esse momento de prova revela a distância entre as expectativas políticas messiânicas e a proposta espiritual de Jesus, convidando o leitor a uma reflexão profunda sobre a natureza autêntica da fé e da consagração.

    João 6.60-61 (Bíblia Livre) :
    Muitos pois de seus discípulos, ao ouvirem isto, disseram: Dura é esta palavra; quem a pode ouvir?Sabendo, pois, Jesus em si mesmo, que seus discípulos murmuravam disso, disse-lhes: Isto vos ofende?
    Continuar lendo
  • Pedro reconhece Jesus como o Messias

    A perícope 176 relata a confissão de Pedro, que reconhece Jesus como o Messias, narrada apenas por João (6.62-71). Após a partida em massa de discípulos, Jesus interroga os Doze sobre o seu compromisso. Pedro responde com uma notável proclamação de fé. O artigo explora a tensão entre a soberania divina e a liberdade humana, e conclui com a menção a Judas Iscariotes, lembrando que nada escapa ao olhar de Deus.

    João 6.70-71 (Bíblia Livre) :
    Jesus lhes respondeu: Por acaso não fui eu que vos escolhi, os doze? Porém um de vós é um diabo.E ele dizia isto de Judas de Simão Iscariotes; porque ele o entregaria, o qual era um dos doze.
    Continuar lendo
  • Repreensões aos escribas e aos fariseus

    O artigo examina o confronto entre Jesus e os fariseus, no qual Jesus critica a prioridade dada às tradições em detrimento das leis divinas. Em Mateus 15.1-9 e Marcos 7.1-13, Jesus expõe a hipocrisia farisaica, destacando a obrigação de sinceridade e de autenticidade espiritual.

    Mateus 15.1-9 (Bíblia Livre) :
    Então alguns escribas e fariseus de Jerusalém se aproximaram de Jesus, e perguntaram:NoteTradicionalmente: “se escandalizaram”NoteNão fui enviado para ninguém além das ovelhas perdidas lit. Não fui enviado, a não ser para as ovelhas perdidasPor que os teus discípulos transgridem a tradição dos anciãos? Pois não lavam suas mãos quando comem pão.Porém ele lhes respondeu: E vós, por que transgredis o mandamento de Deus por vossa tradição?Pois Deus mandou, dizendo: Honra ao teu pai e à tua mãe; e quem maldisser ao pai ou à mãe seja sentenciado à morte.Mas vós dizeis: “Qualquer um que disser ao pai ou à mãe: ‘Todo o proveito que terias de mim é oferta exclusiva para Deus ’, não precisa honrar seu pai ou à sua mãe”.E assim invalidastes o mandamento de Deus por vossa tradição.Hipócritas! Isaías bem profetizou sobre vós, dizendo:Este povo com sua boca se aproxima de mim, e com os lábios me honra; mas o seu coração está longe de mim.Em vão, porém, me veneram, ensinando doutrinas que são regras humanas.
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  • Numerosas curas ao anoitecer

    O artigo explora as curas de Jesus, especialmente na Galileia, após o seu regresso da Fenícia. Mateus descreve os numerosos milagres realizados, enquanto Marcos se concentra num caso singular envolvendo um homem surdo, demonstrando o método único de Jesus já observado noutras passagens dos Evangelhos.

    Marcos 7.31-37 (Bíblia Livre) :
    Então Jesus voltou a sair da região de Tiro e de Sidom, e veio para o mar da Galilea, por meio da região de Decápolis.E trouxeram-lhe um surdo que dificilmente falava, e rogaram-lhe que pusesse a mão sobre ele.E tomando-o em separado da multidão, pôs os seus dedos nos ouvidos dele, cuspiu, e tocou-lhe a língua.Depois, levantando os olhos ao céu, suspirou, e disse: Efatá, (isto é, abre-te).Imediatamente os ouvidos dele se abriram, e o que prendia sua língua se soltou, e passou a falar bem.Jesus lhes mandou que a ninguém dissessem; porém, quanto mais lhes mandava, mais divulgavam.E ficavam muito admirados, dizendo: Ele faz tudo bem! Aos surdos faz ouvir, e aos mudos falar.
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  • Partida de barco para a cidade de Magdala

    O artigo trata da partida de Jesus de barco para Magdala após a multiplicação dos pães, explorando as variações entre os relatos de Mateus e de Marcos e destacando a importância do estudo histórico para compreender essas diferenças.

    Marcos 8.10 (Bíblia Livre) :
    E logo entrou no barco com os seus discípulos, e veio para a região de Dalmanuta.
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  • Retorno a Betsaida

    Este artigo examina o retorno de Jesus a Betsaida após os confrontos com os fariseus, destacando sua intenção de privilegiar a fé em vez de discussões estéreis.

    Mateus 16.5 (Bíblia Livre) :
    E quando os seus discípulos vieram para a outra margem, esqueceram-se de tomar pão.
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  • Segunda declaração de Pedro

    O artigo aborda a segunda declaração de Pedro, que reconhece Jesus como o Messias. Examina os relatos bíblicos que situam esse acontecimento em Cesareia de Filipe, destacando a dificuldade do público judeu em aceitar a filiação divina. Jesus pede aos seus discípulos que não declarem abertamente a sua messianidade.

    Mateus 16.13-16 (Bíblia Livre) :
    E tendo Jesus vindo às partes da Cesareia de Filipe, perguntou aos seus discípulos: Quem as pessoas dizem que eu, o Filho do homem, sou?E eles responderam: Alguns João Batista, outros Elias, e outros Jeremias ou algum dos profetas.Ele lhes disse: E vós, quem dizeis que eu sou?E Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo!
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  • Elogio de Pedro pelo Messias Jesus

    O artigo ressalta a importância do reconhecimento de Jesus como o Messias por Pedro, ocorrido em Cesareia de Filipe, e a expressão dessa verdade divinamente inspirada, e não de uma revelação humana, com base no texto de Mateus 16:17-20.

    Mateus 16.17-20 (Bíblia Livre) :
    E Jesus lhe replicou: Bendito és tu, Simão, filho de Jonas; pois não foi carne e sangue que o revelou a ti, mas sim meu Pai, que está nos céus.E eu também te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja; e as portas do Xeol não prevalecerão contra ela.E a ti darei as chaves do Reino dos céus; e tudo o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e tudo o que desligares na terra terá sido desligado nos céus.Então mandou aos seus discípulos que a ninguém dissessem que ele era Jesus, o Cristo.
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  • O preço da consagração

    O artigo “PER191 - O preço da consagração” descreve as palavras de Jesus sobre o verdadeiro discipulado em Cesareia de Filipe. As passagens bíblicas de Mateus, Marcos e Lucas ressaltam a importância da renúncia pessoal para a salvação eterna. Elas incentivam a tomar a cruz diariamente e a permanecer fiel ao ensino de Cristo, oferecendo uma perspectiva radical do discipulado, em oposição às práticas religiosas da época.

    Lucas 9.23-26 (Bíblia Livre) :
    E dizia a todos: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia sua cruz, e siga- me.Pois quem quiser salvar sua vida a perderá; porém quem, por minha causa, perder a sua vida, esse a salvará.Porque, que aproveita para alguém ganhar o mundo todo, e perder ou prejudicar a si mesmo?Pois quem se envergonhar de mim e das minhas palavras, dele o Filho do homem se envergonhará, quando vier na sua glória, e na do Pai, e dos santos anjos.
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  • Uma palavra muito estranha de Jesus, o Messias

    O artigo analisa a declaração de Jesus sobre a vinda do Reino de Deus, interpretada por alguns como a Transfiguração, a ressurreição ou o crescimento da Igreja. Conclui que Jesus se referia à Transfiguração, um acontecimento que manifesta a sua glória divina.

    Marcos 9.1 (Bíblia Livre) :
    E disse-lhes também: Em verdade vos digo, que há alguns dos que aqui estão, que não experimentarão a morte, até que vejam o reino de Deus vindo com poder.Noteconduzir ao pecado Lit. fizer tropeçarNoteLit. “tropeçar”. tradicionalmente “escandalizar”. Também nos vv. 45 e 47
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  • As recomendações do Mestre

    O artigo explora a ordem de Jesus a seus discípulos de manterem em segredo a sua transfiguração, destacando a importância da fé e da preparação dos apóstolos para as suas futuras responsabilidades.

    Mateus 17.9 (Bíblia Livre) :
    E enquanto desciam do monte, Jesus lhes disse a seguinte ordem: Não conteis a visão a ninguém, até que o Filho do homem seja ressuscitado dos mortos.
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  • Pergunta dos discípulos sobre o profeta Elias

    Após a transfiguração, os discípulos interrogam Jesus sobre a profecia de Elias. Jesus revela que João Batista cumpre essa profecia, um vínculo que os Evangelhos desenvolvem progressivamente.

    Mateus 11.13-14 (Bíblia Livre) :
    Porque todos os profetas e a Lei profetizaram até João.E se estais dispostos a aceitar, este é o Elias que havia de vir.
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  • Um demônio difícil de expulsar

    O artigo examina a tentativa fracassada dos discípulos de exorcizar um demônio de um menino, o que exigiu a intervenção de Jesus depois da transfiguração. Os relatos de Mateus, Marcos e Lucas apontam a fraqueza da fé deles como a razão do fracasso.

    Lucas 9.37-45 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu no dia seguinte que, descendo eles do monte, uma grande multidão lhe saiu ao encontro.E eis que um homem da multidão clamou: “Mestre, rogo-te que vejas a meu filho, que é o único que tenho,e eis que um espírito o toma, e de repente grita, e o convulsiona até espumar, e somente sai dele quando o maltrata severamente.E roguei aos teus discípulos que o exupulsassem, mas não conseguiram”.E Jesus respondeu: “Ó geração incrédula e perversa! Até quando estarei ainda convosco, e vos suportarei? Traze aqui teu filho”.E quando ainda vinha chegando, o demônio o derrubou, e o convulsionou. Porém Jesus repreendeu o espírito imundo, curou ao menino, e o devolveu ao seu pai.E todos ficaram perplexos com a grandeza de Deus. E enquanto todos se maravilhavam de tudo o que Jesus fazia, disse aos seus discípulos:“Ponde vós em vossos ouvidos estas palavras: que o Filho do homem será entregue nas mãos dos homens”.Mas eles não entendiam essa palavra, e era-lhes encoberta, para que não a compreendessem; e temiam perguntar-lhe sobre essa palavra.
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  • A explicação do fracasso dos discípulos

    O artigo analisa o fracasso dos discípulos ao exorcizar um demônio, destacado por Jesus. Segundo Mateus e Marcos, práticas espirituais como a fé, a oração e o jejum são essenciais para superar os obstáculos espirituais.

    Mateus 17.19-21 (Bíblia Livre) :
    Depois os discípulos se aproximaram de Jesus em particular, e perguntaram: Por que nós não o pudemos expulsar?E Jesus lhes respondeu: Por causa da vossa incredulidade; pois em verdade vos digo, que se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a este monte: “Passa-te daqui para lá”, E ele passaria. E nada vos seria impossível.Mas este tipo de demônio não sai, a não ser por oração e jejum.
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  • Disciplina na Igreja e perdão

    A perícope 203 apresenta o ensinamento de Jesus sobre a disciplina eclesiástica e o perdão, em Cafarnaum, em setembro do ano 32 d.C. Mateus 18.15-22 e Lucas 17.3-4 desenvolvem a correção fraterna, a autoridade da Igreja, a oração comunitária e o perdão ilimitado (setenta vezes sete). Esses temas fundamentam uma ética relacional cristã centrada na reconciliação e na misericórdia divina.

    Lucas 17.3-4 (Bíblia Livre) :
    Olhai por vós. E se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; e se ele se arrepender, perdoa-lhe.E se pecar contra ti sete vezes ao dia, e se sete vezes ao dia voltar a ti, dizendo: Estou arrependido. Perdoa-lhe.
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  • A festa dos Tabernáculos

    A perícope 206 trata da festa dos Tabernáculos (Sucot), relatada unicamente por João (7,2-10). Jesus decide subir secretamente a Jerusalém em outubro do ano 32 d.C., seis meses antes de sua prisão. João revela a tensão com as autoridades religiosas e a incredulidade dos irmãos de Jesus, elementos ausentes dos sinóticos.

    João 7.1 (Bíblia Livre) :
    E depois disto andava Jesus na Galileia; e já não queria andar na Judeia, porque os judeus procuravam matá-lo.
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  • Partida para Jerusalém e saída definitiva da Galileia

    PER208 descreve a partida definitiva de Jesus e de seus discípulos da Galileia em 3 de outubro do ano 32, a caminho de Jerusalém para a festa de Sucot. Seguindo o relato de Lucas, eles atravessam a Samaria em vez de tomar o caminho habitual ao longo do Jordão. Chegam na sexta-feira à noite, 8 de outubro, ensinam na esplanada do Templo, e Jesus faz seu discurso sobre a água em Hoshana Rabá, em 13 de outubro. O grupo permanecerá na região de Jerusalém por seis meses, até a Páscoa de 1º de abril do ano 33.

    Mateus 19.1 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que, quando Jesus acabou essas palavras, partiu da Galileia, e veio para a região da Judeia, além do Jordão.Notequem é dado i.e., quem é dado o dom ou capacidade de não ter relações sexuaisNoteos repreendiam i.e., repreendiam os que traziam as crianças, e não as criançasNoteTR, RP: cem vezes tanto - N4: muitas vezes mais
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  • A viagem pela Samaria

    A perícope 209 relata a viagem de Jesus e seus discípulos através da Samaria, narrada apenas por Lucas. Deixando a Galileia em 3 de outubro do ano 32 d.C., Jesus escolhe o caminho samaritano, mais curto, rumo a Jerusalém. Algumas aldeias se recusam a acolhê-lo, ilustrando as tensões entre judeus e samaritanos, enquanto outras o aceitam. Essa passagem prefigura a missão universal e a futura evangelização da região pelos 70 discípulos.

    Lucas 9.52-53 (Bíblia Livre) :
    E mandou mensageiros adiante de si; e eles se foram, e entraram numa aldeia de samaritanos, para lhe fazerem os preparativos.Mas não o receberam, porque seu rosto demonstrava que ele ia para Jerusalém.
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  • Os homens que querem seguir o Messias Jesus

    Lucas 9.57-62 apresenta três homens que desejam seguir o Messias Jesus, cada um com uma condição ou uma hesitação. Jesus responde chamando à renúncia ao conforto material, à primazia do Reino sobre os deveres familiares e a uma determinação sem volta atrás. Esta passagem, exclusiva de Lucas, situa-se durante a viagem pela Samaria rumo a Jerusalém e constitui um chamado radical a um compromisso total e sem concessões com o Messias.

    Lucas 5.27 (Bíblia Livre) :
    Depois destas coisas, ele saiu; e viu um publicano, chamado Levi, sentado na coletoria de tributos, e disse-lhe: Segue-me.
    Continuar lendo
  • Os judeus procuram o Messias Jesus

    A perícope 212 relata, segundo João 7.11-13 apenas, a procura de Jesus pelos judeus durante a festa em Jerusalém, em outubro do ano 32 d.C. Ela ilustra a divisão do povo diante do Messias: alguns o reconhecem, outros procuram eliminá-lo. O medo das autoridades religiosas freia as conversões públicas, revelando a tensão política e espiritual da época.

    João 7.12 (Bíblia Livre) :
    E havia grande murmuração dele nas multidões. Alguns diziam: Ele é Bom;e outros diziam: Não; ele, porém, engana a multidão.
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  • Ensino do Messias Jesus no templo

    Durante a festa dos Tabernáculos, em outubro do ano 32, o Messias Jesus ensina no templo de Jerusalém com uma autoridade que assombra a multidão e indigna os fariseus. João 7.14-24 relata este episódio único em que Jesus afirma que o seu ensino vem de Deus e defende uma cura realizada no sábado com uma argumentação bíblica rigorosa. A hostilidade das autoridades religiosas se intensifica.

    Lucas 14.1-6 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que, entrando ele num sábado para comer pão na casa de um dos chefes dos fariseus, eles estavam o observando.E eis que um certo homem com o corpo inchado estava ali diante dele.E respondendo Jesus, falou aos estudiosos da Lei, e aos fariseus, dizendo: É lícito curar no sábado?Porém eles ficaram calados; e ele, tomando -o ,o curou, e o despediu.E ele, respondendo-lhes, disse: De qual que vós cairá o jumento, ou o boi em algum poço que, mesmo no sábado, não o tire logo?E nada podiam lhe responder a estas coisas.
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  • A apreciação contraditória do povo

    No último dia da festa de Sucot em Jerusalém (outubro do ano 32), Jesus proclama ser fonte de água viva. A multidão se divide: alguns o reconhecem como o Messias, outros recusam a evidência. Os guardas enviados para prendê-lo desobedecem, impressionados com suas palavras. Nicodemos defende um julgamento justo, enquanto os fariseus apresentam argumentos frágeis. A oposição das autoridades religiosas torna-se fanática, fazendo da morte de Jesus o seu único objetivo.

    João 7.51 (Bíblia Livre) :
    Por acaso nossa Lei julga ao homem sem primeiro o ouvir, e entender o que faz?
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  • A mulher adúltera

    A perícope 217 relata o episódio da mulher adúltera (João 8.1-11), em que alguns fariseus armam uma armadilha para Jesus, apresentando-lhe uma mulher surpreendida em flagrante. Jesus desfaz a armadilha com sua célebre palavra, que convida quem estiver sem pecado a atirar a primeira pedra, e depois perdoa a mulher. Este relato, cuja autenticidade textual é debatida, ilustra a união da justiça e da misericórdia divinas e revela a autoridade única de Jesus para justificar.

    João 8.1-11 (Bíblia Livre) :
    Porém Jesus foi para o monte das Oliveiras.NoteLit. sementeNoteLit. sementeE pela manhã cedo voltou ao Templo, e todo o povo veio a ele; e sentando-se, ensinava-os.E trouxeram-lhe os escribas e fariseus uma mulher tomada em adultério;E pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi tomada no momento em que estava adulterando.E na Lei nos mandou Moisés, que as tais sejam apedrejadas; tu pois que dizes?E isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas inclinando-se Jesus, escrevia com o dedo na terra.E enquanto continuavam lhe perguntando, ele se endireitou, e disse-lhes: Aquele de vós que está sem pecado, seja o primeiro que atire pedra contra ela.E voltando a se inclinar, escrevia na terra.Porém ouvindo eles isto, e acusados pela própria consciência, saíram um a um, começando dos mais velhos até os últimos; e Jesus ficou só, e a mulher, que estava no meio.E endireitando-se Jesus, e não vendo a ninguém além da mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?E disse ela: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai, e não peques mais.
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  • O Messias Jesus é a luz do mundo

    Durante a festa de Sucot, em Jerusalém, Jesus proclama-se «luz do mundo» (João 8.12-58), inserindo-se no simbolismo das grandes iluminações do Templo. Ele revela progressivamente a sua identidade divina por meio de debates com os fariseus, que culminam na fórmula «Antes que Abraão existisse, EU SOU», afirmação explícita da sua preexistência e da sua divindade. Crer nele é entrar na luz, na verdade e na vida eterna.

    João 8.37-47 (Bíblia Livre) :
    Bem sei que sois descendência de Abraão; porém procurais matar-me, porque minha palavra não encontra lugar em vós.Eu, o que vi junto a meu Pai, isso falo; e vós, o que também vistes junto a vosso pai isso fazeis.Responderam, e lhe disseram: Nosso pai é Abraão. Disse-lhes Jesus: Se fôsseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão.Porém agora procurais matar a mim, o homem que tenho vos falado a verdade que de Deus tenho ouvido; Abraão não fez isto.Vós fazeis as obras de vosso pai.Disseram-lhe pois: Nós não somos nascidos de pecado sexual; nós temos um Pai: Deus.Disse-lhes pois Jesus: Se Deus fosse vosso Pai, verdadeiramente me amaríeis; porque eu saí e venho de Deus; pois não vim de mim mesmo, porém ele me enviou.Por que não entendeis meu discurso? Porque não podeis ouvir minha palavra.Vós sois filhos de vosso pai, o Diabo, e quereis fazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio, e não permaneceu na verdade, porque nele não há verdade; quando fala mentira, fala do seu próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira.Porém a mim, porque vos digo a verdade, não credes em mim.Quem de vós me convence de pecado? E se digo a verdade, por que não credes em mim?Quem é de Deus, ouve as palavras de Deus; portanto vós não as ouvis porque não sois de Deus.
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  • Tentativa de assassinato

    No último dia de uma festa em Jerusalém (13 de outubro do ano 32), os fariseus tentam apedrejar o Messias Jesus após as suas proclamações sobre a sua origem divina. Jesus escapa da morte escondendo-se entre os seus discípulos e deixa a cidade. Provavelmente retira-se para Betânia, do outro lado do Jordão. Somente João relata este episódio, com base em João 8,59.

    João 8.59 (Bíblia Livre) :
    Então tomaram pedras para atirarem nele. Mas Jesus se escondeu, e saiu do Templo, atravessando por meio deles, e assim se foi.
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  • O retorno dos 70 discípulos

    O retorno dos setenta discípulos (Lucas 10.17-24) ilustra o seu encantamento após a missão. Jesus os reconduz ao essencial: alegrar-se porque os seus nomes estão inscritos nos céus. Ele proclama a soberania divina na revelação, concedida aos humildes e não aos sábios. A declaração do versículo 22 afirma a intimidade única do Pai e do Filho, fazendo de Jesus o único mediador do conhecimento divino. Lucas ressalta assim a continuidade da obra evangélica.

    Lucas 10.20 (Bíblia Livre) :
    Mas não vos alegreis de que os espíritos se sujeitem a vós; em vez disso, alegrai-vos por vossos nomes estarem escritos nos céus.
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  • O Messias Jesus em Betânia, na casa de Marta e Maria

    Lucas 10.38-42 relata a visita do Messias Jesus a Betânia, à casa de Marta e Maria, por volta do final de novembro ou início de dezembro do ano 32. Situada a 3 km de Jerusalém, essa aldeia acolhe Jesus num contexto de relativa calmaria: os fariseus mudaram de estratégia, preferindo reunir testemunhos acusatórios a agir com violência. Lucas é o único evangelista a mencionar esse episódio.

    Lucas 10.38-42 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que eles, enquanto eles caminhavam, ele entrou em uma aldeia; e uma certa mulher, de nome Marta, o recebeu em sua casa.E esta tinha uma irmã, chamada Maria, a qual, sentando-se também aos pés de Jesus, ouvia sua palavra.Marta, porém, ficava muito ocupada com muitos serviços; e ela, vindo, disse: Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha para servir? Dize a ela, pois, que me ajude.E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, tu és preocupada com muitas coisas, e perturbada por elas;Mas somente uma coisa é necessária. E Maria escolheu a parte boa, a qual não lhe será tirada.
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  • O Messias Jesus contestado após um milagre

    Em Jerusalém, depois de curar um endemoninhado mudo, o Messias Jesus é contestado por adversários que atribuem o seu poder a Belzebu e exigem um novo sinal. Ele responde com argumentos lógicos e espirituais, cita o sinal de Jonas, redireciona um louvor para a obediência à Palavra e conclui com uma metáfora sobre a luz interior. Este discurso, relatado somente por Lucas (11.14-36), ilustra duas atitudes opostas diante do Messias: a fé autêntica e a rejeição incrédula.

    Lucas 11.28 (Bíblia Livre) :
    Mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus, e a guardam.
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  • O convite em casa de um fariseu

    A perícopa 227 relata o convite feito ao Messias Jesus por um fariseu para uma refeição, narrado somente por Lucas (Lc 11.37). Longe de ser bem-intencionado, esse convite parece uma armadilha orquestrada para colher acusações contra Jesus diante de testemunhas. Ciente do que estava em jogo, Jesus aceita mesmo assim o convite, fortalecido por uma certeza espiritual de que sua hora ainda não havia chegado. O acontecimento se situa provavelmente em Jerusalém, durante uma viagem que Jesus empreende apesar das ameaças das autoridades religiosas.

    Lucas 11.37 (Bíblia Livre) :
    E estando ele ainda falando, um fariseu lhe rogou que viesse para jantar com ele; e entrando, sentou-se à mesa ;
    Continuar lendo
  • O juízo sobre os religiosos e as censuras do Messias Jesus

    Durante uma refeição na casa de um fariseu em Jerusalém (fim de 32), Jesus profere severas censuras contra os fariseus e os doutores da lei. Lucas 11.38-54, único evangelho a relatar este episódio, descreve um clima hostil em que as autoridades religiosas procuram provas para condenar Jesus. Suas palavras cortantes são, na verdade, um apelo à conversão, ignorado por homens cegados pelo orgulho.

    Lucas 7.45 (Bíblia Livre) :
    Tu não me beijaste; porém esta, desde que entrou, não parou de me beijar os pés.
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  • Lembrança do massacre dos galileus por Pilatos

    A perícope PER229 (Lucas 13,1-5) relata como testemunhas de uma refeição farisaica interpelam Jesus a respeito do massacre de galileus por Pilatos. Jesus recusa ver nisso um castigo divino e chama ao arrependimento pessoal, citando também a queda da torre de Siloé. Ele ensina que a morte é a sorte comum de todos e que somente o arrependimento abre o acesso ao Reino de Deus.

    Lucas 13.2-3 (Bíblia Livre) :
    E respondendo Jesus, disse-lhes: Vós pensais que estes galileus foram mais pecadores, por terem sofrido estas coisas?Não, eu vos digo; antes, se vós não vos arrependerdes, todos de modo semelhante perecereis.
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  • Lamento sobre Jerusalém

    O Lamento sobre Jerusalém (Mt 23.37-39; Lc 13.34-35) mostra Jesus chorando sobre a cidade santa, poucos dias antes da sua Paixão. Por meio da metáfora da galinha que protege os seus pintinhos, ele expressa o amor divino rejeitado, condena o assassinato dos profetas e anuncia a desolação do Templo, deixando ao mesmo tempo aberta uma esperança de reconciliação final.

    Lamentações 2.15 (Bíblia Livre) :
    Todos os que passam pelo caminho, batem palmas para zombar de ti; assoviaram, e moveram suas cabeças por causa da filha de Jerusalém, dizendo: É esta a cidade que diziam ser a perfeita beleza, a alegria de toda a terra?
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  • A curiosidade do povo e o ciúme dos religiosos

    O artigo explora como o povo, acolhendo a mensagem de Jesus, contrasta com o ciúme e a oposição das autoridades religiosas. Os fariseus, temendo perder sua influência, eram frequentemente antagonistas, apesar da abertura e da compaixão de Jesus para com os marginalizados e os pecadores.

    João 7.46 (Bíblia Livre) :
    Os oficiais responderam: Ninguém jamais falou assim como este homem.
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  • O Messias Jesus afirma sua Divindade

    O artigo trata da cura, por Jesus, de um homem cego de nascença, mencionada apenas no Evangelho de João. O homem é transformado espiritualmente ao reconhecer Jesus como o Messias. Os fariseus, ao contrário, permanecem em sua cegueira espiritual ao recusar a luz de Jesus. Esse contraste ressalta que a verdadeira visão nasce da humildade e da abertura à verdade divina.

    João 9.25 (Bíblia Livre) :
    Respondeu pois ele, e disse: Se é pecador, não o sei; uma coisa sei, que havendo eu sido cego, agora vejo.
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  • O Messias Jesus é o bom pastor

    O artigo examina como Jesus se apresenta como o bom pastor em João 10. Ele é o guia espiritual autêntico, em contraste com os falsos guias. Jesus anuncia uma salvação universal e convida cada um a ouvir a sua voz para encontrar a vida espiritual.

    João 10.1-21 (Bíblia Livre) :
    Em verdade, em verdade vos digo, que aquele que no curral das ovelhas não entra pela porta, mas sobe por outra parte, é ladrão, e assaltante.Notedar vista aos cegos Lit. abrir os olhos dos cegosMas aquele que entra pela porta é o pastor de ovelhas.A este o porteiro abre, e as ovelhas ouvem sua voz, e a suas ovelhas chama nome por nome, e as leva fora.E quando tira fora suas ovelhas, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem sua voz.Mas ao estranho em maneira nenhuma seguirão, ao invés disso dele fugirão; porque não conhecem a voz dos estranhos.Esta parábola Jesus lhes disse; porém eles não entenderam que era o que lhes falava.Voltou pois Jesus a lhes dizer: Em verdade, em verdade vos digo, que sou a porta das ovelhas.Todos quantos vieram antes de mim, são ladrões e assaltantes; mas as ovelhas não os ouviram.Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, será salvo; e entrará, e sairá, e achará pasto.O ladrão não vem, senão para roubar, matar, e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá sua vida pelas ovelhas.Mas o contratado a dinheiro, e que não é o pastor, a quem as ovelhas não pertencem, vê o lobo vir, deixa as ovelhas, e foge; o lobo as captura, e dispersa as ovelhas.E o contratado foge, porque é contratado, e não tem cuidado das ovelhas.Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas, e pelas minhas sou conhecido.Como o Pai me conhece, assim também também eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.Ainda tenho outras ovelhas que não são deste curral; a estas também me convém trazer, e ouvirão minha voz, e haverá um rebanho, e um pastor.Por isso o Pai me ama, porque dou a minha vida para tomá-la de volta.Ninguém a tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e tenho poder para tomá-la de volta. Este mandamento recebi de meu Pai.Voltou, pois, a haver divisão entre os judeus, por causa dessas palavras.E muitos deles diziam: Ele tem demônio, e está fora de si; para que o ouvis?Outros diziam: Estas palavras não são de um endemoninhado; por acaso pode um demônio dar vista aos cegos?
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  • A festa da Dedicação

    O artigo explora a perícope 258, que descreve a festa da Dedicação, na qual Jesus, embora ameaçado pelos fariseus, circula livremente pelo Templo. A análise destaca a mudança de estratégia dos fariseus, que passam a visar ações legais contra Jesus. Esta passagem é central para compreender a dinâmica religiosa e social desse período crítico.

    João 10.22-23 (Bíblia Livre) :
    E era a festa da renovação do Templo em Jerusalém, e era inverno.E andava Jesus passeando no Templo, na entrada de Salomão.
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  • Perguntas dos religiosos sobre a messianidade de Jesus

    O artigo analisa a interação entre Jesus e os religiosos sobre a sua messianidade. Apesar das intenções acusatórias, Jesus afirma ser o Messias, e as suas obras o testemunham. Promete segurança e vida eterna aos seus discípulos, sublinhando a sua unidade com o Pai.

    João 10.24-25 (Bíblia Livre) :
    Rodearam-no, então, os Judeus, e lhe disseram: Até quando farás nossa alma em dúvida? Se tu és o Cristo, dize-nos abertamente.Respondeu-lhes Jesus: Já vos tenho dito, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai, essas testemunham de mim.
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  • Partida para Betânia, além do Jordão

    O artigo relata a viagem de Jesus de Jerusalém a Betânia, com paradas em Betânia, além do Jordão, e em Jericó, onde realiza milagres. Deliberadamente retardado, Jesus chega e ressuscita Lázaro, desencadeando uma reação das autoridades religiosas.

    João 10.40-42 (Bíblia Livre) :
    E voltou a ir para o outro lado do Jordão, ao lugar onde João primeiro batizava; e ficou ali.E muitos vinham a ele, e diziam: Em verdade que nenhum sinal fez João; mas tudo quanto João disse deste era verdade.E muitos ali creram nele.
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  • O Messias Jesus abençoa as criancinhas

    O artigo examina como Jesus abençoa as crianças, em Betânia, depois da festa da Dedicação. Esse acontecimento é descrito nos evangelhos sinóticos e ilustra a importância das crianças no Reino de Deus, apesar das reticências dos discípulos.

    João 11.1-53 (Bíblia Livre) :
    E estava doente um certo Lázaro, de Betânia, a aldeia de Maria e de sua irmã Marta.Notesupremo conselho lit. sinédrio – o mais importante conselho ou tribunal para os judeus(E era Maria a que ungiu ao Senhor com o óleo, e com seus cabelos lhe limpou os pés; a que cujo irmão Lázaro era o que estava doente).Enviaram pois suas irmãs uma mensagem a ele, dizendo: Senhor, eis que aquele a quem tu amas está doente.E ouvindo Jesus, disse: Esta doença não é para morte, mas para glória de Deus; para que o Filho de Deus seja por ela glorificado.E Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro.Quando, pois, ele ouviu que estava doente, ficou ainda dois dias no lugar onde estava.Então depois disto voltou a dizer aos discípulos: Vamos outra vez à Judeia.Disseram-lhe os discípulos: Rabi, ainda agora os Judeus procuravam te apedrejar; e tu voltas novamente para lá?Respondeu Jesus: Não há doze horas no dia? Se alguém anda de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo.Mas se alguém anda de noite, tropeça; porque nele não há luz.Ele falou estas coisas; e depois disto, disse-lhes: Lázaro, nosso amigo, dorme; mas vou para despertá-lo do sono.Disseram pois seus discípulos: Senhor, se ele dorme, será salvo.Mas Jesus dizia isto de sua morte; porém eles pensavam que falava do repouso do sono.Então pois lhes disse Jesus claramente: Lázaro está morto.E me alegro, por causa de vós, que eu não estivesse lá, para que creiais; porém vamos até ele.Disse pois Tomé, chamado o Dídimo, aos colegas discípulos: Vamos nós também, para que com ele morramos.Vindo pois Jesus, encontrou que já havia quatro dias que estava na sepultura.(E Betânia era como quase quinze estádios de Jerusalém).E muitos dos judeus tinham vindo até Marta e Maria, para consolá-las por seu irmão.Ouvindo pois Marta que Jesus vinha, saiu-lhe ao encontro; mas Maria ficou sentada em casa.Disse pois Marta a Jesus: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.Porém também sei agora, que tudo quanto pedires a Deus, Deus o dará a ti.Disse-lhe Jesus: Teu irmão ressuscitará.Marta lhe disse: Eu sei que ele ressuscitará, na ressurreição, no último dia.Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição, e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.E todo aquele que vive, e crê em mim, para sempre não morrerá. Crês nisto?Disse-lhe ela: Sim, Senhor; já cri que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que viria ao mundo.E dito isto, ela se foi, e chamou em segredo a Maria, sua irmã, dizendo: Aqui está o Mestre, e ele te chama.Ouvindo ela isto ,logo se levantou, e foi até ele.(Porque Jesus ainda não havia chegado à aldeia; mas estava no lugar onde Marta lhe saíra ao encontro).Vendo pois os judeus que com ela estavam em casa, e a consolavam, que Maria com pressa se levantara, e saíra, seguiram-na, dizendo: Ela vai para a sepultura, para chorar lá.Vindo pois Maria aonde Jesus estava, e vendo-o, caiu a seus pés, dizendo-lhe: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.Quando Jesus a viu chorar, e aos judeus, que vinham chorando com ela, comoveu-se em espírito, e ficou perturbado.E disse: Onde o pusestes? Disseram-lhe: Senhor, vem, e vê.Jesus chorou.Disseram pois os Judeus: Vede como ele o amava!E alguns deles disseram: Não podia este, que abriu os olhos ao cego, ter feito também que este não morresse?Comovendo-se pois Jesus outra vez em si mesmo, veio à sepultura; e era esta uma caverna, e estava uma pedra posta sobre ela.Disse Jesus: Tirai a pedra. Marta, a irmã do morto, disse-lhe: Senhor, já cheira mal, porque já é de quatro dias.Jesus disse-lhe: Não te disse, que se creres, verás a glória de Deus?Tiraram, pois, a pedra de onde o morto jazia. E Jesus levantou os olhos para cima, e disse: Pai, graças te dou, porque me tens ouvido.Porém eu bem sabia que sempre me ouves; mas por causa da multidão, que está ao redor, assim disse; para que creiam que tu me enviaste.E havendo dito isto, clamou com grande voz: Lázaro, sai fora.E o que estava morto saiu, com as mãos e os pés atados, e seu rosto envolto em um lenço. Disse-lhes Jesus: Desatai-o, e deixai-o ir.Pelo que, muitos dos Judeus, que tinham vindo a Maria, e haviam visto o que Jesus fizera, creram nele.Mas alguns deles foram aos fariseus, e lhes disseram o que Jesus havia feito.Então os sacerdotes e os fariseus juntaram o supremo conselho, e disseram: Que faremos? Porque este homem faz muitos sinais.Se assim o deixamos, todos crerão nele, e virão os romanos, e nos tomarão tanto o lugar quanto a nação.E Caifás, um deles, que era sumo sacerdote daquele ano, lhes disse: Vós nada sabeis;Nem considerais que nos convém, que um homem morra pelo povo, e toda a nação não pereça.E ele não disse isto de si mesmo; mas que, como era o sumo sacerdote daquele ano, profetizou que Jesus morreria pelo povo.E não somente por aquele povo, mas também para que juntasse em um aos filhos de Deus, que estavam dispersos.Então desde aquele dia se aconselhavam juntos para o matarem.
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  • O Messias Jesus anuncia novamente sua morte e sua ressurreição

    Este artigo examina o período entre Hanucá e Pessach, destacando os ensinamentos de Jesus, sua predição da própria morte e ressurreição, e milagres como a ressurreição de Lázaro, que suscitaram esperança e conflito.

    João 11 (Bíblia Livre) :
    E estava doente um certo Lázaro, de Betânia, a aldeia de Maria e de sua irmã Marta.Notesupremo conselho lit. sinédrio – o mais importante conselho ou tribunal para os judeus(E era Maria a que ungiu ao Senhor com o óleo, e com seus cabelos lhe limpou os pés; a que cujo irmão Lázaro era o que estava doente).Enviaram pois suas irmãs uma mensagem a ele, dizendo: Senhor, eis que aquele a quem tu amas está doente.E ouvindo Jesus, disse: Esta doença não é para morte, mas para glória de Deus; para que o Filho de Deus seja por ela glorificado.E Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro.Quando, pois, ele ouviu que estava doente, ficou ainda dois dias no lugar onde estava.Então depois disto voltou a dizer aos discípulos: Vamos outra vez à Judeia.Disseram-lhe os discípulos: Rabi, ainda agora os Judeus procuravam te apedrejar; e tu voltas novamente para lá?Respondeu Jesus: Não há doze horas no dia? Se alguém anda de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo.Mas se alguém anda de noite, tropeça; porque nele não há luz.Ele falou estas coisas; e depois disto, disse-lhes: Lázaro, nosso amigo, dorme; mas vou para despertá-lo do sono.Disseram pois seus discípulos: Senhor, se ele dorme, será salvo.Mas Jesus dizia isto de sua morte; porém eles pensavam que falava do repouso do sono.Então pois lhes disse Jesus claramente: Lázaro está morto.E me alegro, por causa de vós, que eu não estivesse lá, para que creiais; porém vamos até ele.Disse pois Tomé, chamado o Dídimo, aos colegas discípulos: Vamos nós também, para que com ele morramos.Vindo pois Jesus, encontrou que já havia quatro dias que estava na sepultura.(E Betânia era como quase quinze estádios de Jerusalém).E muitos dos judeus tinham vindo até Marta e Maria, para consolá-las por seu irmão.Ouvindo pois Marta que Jesus vinha, saiu-lhe ao encontro; mas Maria ficou sentada em casa.Disse pois Marta a Jesus: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.Porém também sei agora, que tudo quanto pedires a Deus, Deus o dará a ti.Disse-lhe Jesus: Teu irmão ressuscitará.Marta lhe disse: Eu sei que ele ressuscitará, na ressurreição, no último dia.Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição, e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.E todo aquele que vive, e crê em mim, para sempre não morrerá. Crês nisto?Disse-lhe ela: Sim, Senhor; já cri que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que viria ao mundo.E dito isto, ela se foi, e chamou em segredo a Maria, sua irmã, dizendo: Aqui está o Mestre, e ele te chama.Ouvindo ela isto ,logo se levantou, e foi até ele.(Porque Jesus ainda não havia chegado à aldeia; mas estava no lugar onde Marta lhe saíra ao encontro).Vendo pois os judeus que com ela estavam em casa, e a consolavam, que Maria com pressa se levantara, e saíra, seguiram-na, dizendo: Ela vai para a sepultura, para chorar lá.Vindo pois Maria aonde Jesus estava, e vendo-o, caiu a seus pés, dizendo-lhe: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.Quando Jesus a viu chorar, e aos judeus, que vinham chorando com ela, comoveu-se em espírito, e ficou perturbado.E disse: Onde o pusestes? Disseram-lhe: Senhor, vem, e vê.Jesus chorou.Disseram pois os Judeus: Vede como ele o amava!E alguns deles disseram: Não podia este, que abriu os olhos ao cego, ter feito também que este não morresse?Comovendo-se pois Jesus outra vez em si mesmo, veio à sepultura; e era esta uma caverna, e estava uma pedra posta sobre ela.Disse Jesus: Tirai a pedra. Marta, a irmã do morto, disse-lhe: Senhor, já cheira mal, porque já é de quatro dias.Jesus disse-lhe: Não te disse, que se creres, verás a glória de Deus?Tiraram, pois, a pedra de onde o morto jazia. E Jesus levantou os olhos para cima, e disse: Pai, graças te dou, porque me tens ouvido.Porém eu bem sabia que sempre me ouves; mas por causa da multidão, que está ao redor, assim disse; para que creiam que tu me enviaste.E havendo dito isto, clamou com grande voz: Lázaro, sai fora.E o que estava morto saiu, com as mãos e os pés atados, e seu rosto envolto em um lenço. Disse-lhes Jesus: Desatai-o, e deixai-o ir.Pelo que, muitos dos Judeus, que tinham vindo a Maria, e haviam visto o que Jesus fizera, creram nele.Mas alguns deles foram aos fariseus, e lhes disseram o que Jesus havia feito.Então os sacerdotes e os fariseus juntaram o supremo conselho, e disseram: Que faremos? Porque este homem faz muitos sinais.Se assim o deixamos, todos crerão nele, e virão os romanos, e nos tomarão tanto o lugar quanto a nação.E Caifás, um deles, que era sumo sacerdote daquele ano, lhes disse: Vós nada sabeis;Nem considerais que nos convém, que um homem morra pelo povo, e toda a nação não pereça.E ele não disse isto de si mesmo; mas que, como era o sumo sacerdote daquele ano, profetizou que Jesus morreria pelo povo.E não somente por aquele povo, mas também para que juntasse em um aos filhos de Deus, que estavam dispersos.Então desde aquele dia se aconselhavam juntos para o matarem.De maneira que Jesus já não andava mais abertamente entre os judeus, mas foi-se dali para a terra junto ao deserto, a uma cidade chamada Efraim; e ali andava com seus discípulos.E estava perto a páscoa dos judeus, e muitos daquela terra subiram a Jerusalém antes da páscoa, para se purificarem.Buscavam pois a Jesus, e diziam uns aos outros estando no Templo: Que vos parece? Que ele não virá à festa?E os sacerdotes e os fariseus tinham dado ordem de que, se alguém soubesse onde ele estava, o denunciasse, para que o pudessem prender.
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  • O pedido de Salomé, a mulher de Zebedeu, para os seus filhos

    O artigo trata do pedido de Salomé para seus filhos e do percurso geográfico de Jesus. Este relato se passa em fevereiro do ano 33, durante a viagem de Jesus de Jericó a Betânia. O acontecimento marca a tensão entre a compreensão humana e as profecias. Jesus anuncia sua morte iminente ao responder a Salomé, o que revela os valores espirituais do reino de Deus.

    Lucas 18.35-43 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que ele, chegando perto de Jericó, estava um cego sentado junto ao caminho, mendigando.E este, ouvindo a multidão passar, perguntou: O que era aquilo?E disseram-lhe que Jesus Nazareno estava passando.Então clamou, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!E os que estavam mais a frente o repreendiam, para que calasse; porém ele clamava ainda mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim!Então Jesus, parando, mandou que o trouxessem para si; e chegando ele, perguntou-lhe,Dizendo: Que queres que eu te faça?E ele disse: Senhor, que eu veja.E Jesus lhe disse: Vê, tua fé te salvou.E logo ele viu, e o seguia, glorificando a Deus. E o todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus.
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  • Conspiração contra o Messias Jesus, que se retira para Efraim

    Este artigo descreve a conspiração das autoridades judaicas contra Jesus depois da ressurreição de Lázaro. Diante da ameaça que percebem nos milagres de Jesus, elas decidem matá-lo. Jesus se retira para Efraim em previsão da crucificação, enquanto a conspiração se alinha paradoxalmente ao plano divino.

    Mateus 26.1-5 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que, quando Jesus terminou todas estas palavras, disse aos seus discípulos:Noteusando mentira ou: em segredoNotesentado ou: reclinadoNoteentregar ou: trairNoteContigo i.e. em tua casaNoteassentou ou: reclinouNotetrairá ou: entregará – também no v. 23Notetestamento ou: pactoNotehino ou: salmoNotefalhareis comigo Ou: me abandonareis. Tradicionalmente: “vós vos encandalizareis de mim”NoteAgora dormi, e descansai. Ou: “Ainda dormis, e descansais?”Noteagarraram Jesus lit. puseram as mãos em JesusNotesupremo conselho lit. sinédrio – o conselho ou tribunal para assuntos da religião judaicaNoteOrdeno-te lit. conjuro-te, isto é, obrigar alguém a dizer algo sob juramentoNotePoderoso lit. PoderNotea tua fala ou: “o teu sotaque”Vós bem sabeis que daqui a dois dias é a Páscoa, e o Filho do homem será entregue para ser crucificado.Então os chefes dos sacerdotes, os escribas, e os anciãos do povo se reuniram na casa do sumo sacerdote, que se chamava Caifás.E conversaram a fim de, usando mentira, prenderem Jesus, e o matarem.Porém diziam: Não na festa, para que não haja tumulto entre o povo.
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  • Maldição da figueira estéril

    Na segunda-feira, 28 de março do ano 33, no caminho de Betânia a Jerusalém, o Messias Jesus amaldiçoa uma figueira coberta de folhas mas sem fruto, que seca imediatamente. Esse ato, relatado por Mateus e Marcos, é um milagre-parábola que simboliza Israel: muita aparência religiosa, mas nenhuma fecundidade real. Ao emoldurar a purificação do templo em Marcos, esse episódio anuncia o juízo divino sobre uma piedade estéril.

    Marcos 11.12-14 (Bíblia Livre) :
    E no dia seguinte, quando saíram de Betânia, ele teve fome.E vendo de longe uma figueira que tinha folhas, veio ver se acharia alguma coisa nela; mas ao chegar perto dela, nada achou, a não ser folhas, pois não era o tempo de figos.Então Jesus lhe disse: Nunca mais ninguém coma fruto de ti! E seus discípulos ouviram isso.
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  • Ensino diário no Templo

    A perícope 286 descreve o ensino diário de Jesus no Templo de Jerusalém durante a semana da Páscoa (segunda-feira, 28 de março do ano 33). Baseada principalmente em Lucas 19,47-48, ela apresenta a crescente oposição entre as multidões admiradas e as autoridades religiosas hostis — escribas, principais sacerdotes, saduceus e fariseus — que procuram silenciar Jesus, cuja mensagem do Reino de Deus ameaça o poder que haviam estabelecido.

    Lucas 19.47-48 (Bíblia Livre) :
    E ensinava diariamente no Templo; e os chefes dos sacerdotes, e os escribas, e os chefes do povo, procuravam matá-lo.E não achavam como fazer, porque todo o povo o ouvia com muita atenção.
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  • A autoridade do Messias Jesus contestada

    No Templo de Jerusalém, os chefes religiosos contestam publicamente a autoridade de Jesus. Com uma hábil contrapergunta sobre o batismo de João, ele os reduz ao silêncio e revela a má-fé deles. Este episódio sinótico (Mt 21.23-27; Mc 11.27-33; Lc 20.1-8) ilustra a oposição crescente das autoridades ao Messias durante a sua última semana antes da prisão.

    Mateus 21.23-27 (Bíblia Livre) :
    Depois de entrar no templo, quando ele estava ensinando, os chefes dos sacerdotes e os anciãos do povo se aproximaram dele, perguntando: Com que autoridade fazes isto? E quem te deu esta autoridade?Jesus lhes respondeu: Eu também vos farei uma pergunta. Se vós a responderdes a mim, também eu vos responderei com que autoridade faço isto.De onde era o batismo de João? Do céu, ou dos seres humanos?E eles pensaram entre si mesmos, dizendo: Se dissermos: “Do céu”, ele nos dirá: “Por que, então, não crestes nele?Mas se dissermos: “Dos seres humanos”, temos medo da multidão, pois todos consideram João como profeta.Então responderam a Jesus: Não sabemos. E ele lhes disse: Nem eu vos digo com que autoridade faço isto.
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  • As perguntas dos doutores da lei

    Durante a última semana antes de sua Paixão, Jesus é interrogado por doutores da Lei sobre o maior mandamento. Ele resume toda a Lei em dois princípios: amar a Deus e amar o próximo. Um escriba sincero reconhece a justeza dessa resposta, e Jesus lhe declara que ele não está longe do Reino. O artigo matiza a visão do farisaísmo e convida a uma fé vivida no amor, e não no legalismo.

    Lucas 23.50-51 (Bíblia Livre) :
    E eis que um homem, de nome José, membro do conselho de justiça ,sendo homem bom e justo.(Que não tinha concordado, nem com o conselho, nem em atos que fizeram), da cidade de Arimateia, da terra dos judeus, e que também esperava pelo Reino de Deus.
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  • A messianidade de Jesus

    No pátio do Templo de Jerusalém, na terça-feira anterior à sua Paixão, Jesus interroga os fariseus sobre a identidade do Messias. Ao citar o Salmo 110, revela que o Messias é ao mesmo tempo Filho de Davi segundo a carne e Senhor eterno segundo a sua divindade, confundindo os seus adversários, que ficam sem resposta. Uma afirmação cristológica fundamental sobre a dupla natureza de Jesus.

    João 18.36 (Bíblia Livre) :
    Respondeu Jesus: Meu Reino não é deste mundo; se meu Reino fosse deste mundo, meus trabalhadores lutariam, para que eu não fosse entregue aos Judeus; mas agora meu Reino não é daqui.
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  • A oferta da viúva pobre

    No Templo de Jerusalém, Jesus observa uma viúva pobre depositar duas moedinhas no tesouro, tudo o que ela possui. Ao contrário dos ricos, que dão do que lhes sobra com ostentação, ela oferece todo o seu sustento. Jesus declara que ela deu mais do que todos os outros, invertendo os critérios humanos de valor. Este relato, narrado por Marcos (12.41-44) e Lucas (21.1-4), ensina que a verdadeira generosidade não se mede pela quantidade dada, mas pela disposição do coração e pelo sacrifício feito.

    Marcos 12.41-44 (Bíblia Livre) :
    Quando Jesus estava sentado de frente à arca do tesouro, observava como a multidão lançava dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos lançavam muito.E uma pobre viúva veio, e lançou duas pequenas moedas, de pouco valor.Então Jesus chamou a si os seus discípulos, e disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva lançou mais que todos os que lançaram na arca do tesouro;Porque todos lançaram daquilo que lhes sobra; mas esta, da sua pobreza lançou tudo o que tinha, todo o seu sustento.
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  • O Messias Jesus lava os pés dos seus discípulos

    Este artigo analisa o lava-pés realizado por Jesus, ato singular relatado por João, que simboliza a inversão dos valores humanos e ilustra a mensagem central de Jesus: servir por amor. Esse acontecimento, situado em Jerusalém durante a última ceia da Páscoa, revela a seus discípulos a verdadeira missão de Jesus ao antecipar sua crucificação.

    João 13.4-11 (Bíblia Livre) :
    Levantou-se da ceia, e tirou as roupas, e tomando uma toalha, envolveu- a em si;Depois pôs água em uma bacia, e começou a lavar os pés dos discípulos, e limpá-los com a toalha com que estava envolto.Veio, pois, a Simão Pedro; e ele lhe disse: Senhor, tu a mim lavas meus pés?Respondeu Jesus, e disse-lhe: O que eu faço tu não o sabes agora; mas depois o entenderás.Disse-lhe Pedro: Nunca lavarás meus pés. Respondeu-lhe então Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo.Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, lava não só meus pés, mas também as mãos e a cabeça.Disse-lhe Jesus: Aquele que está lavado não necessita lavar, a não ser os pés, mas está todo limpo. E vós limpos estais, porém não todos.Porque ele bem sabia quem o trairia; por isso disse: Nem todos estais limpos.
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  • Conversa pessoal com seus discípulos

    O artigo analisa as últimas interações de Jesus com seus discípulos, destacando a transformação espiritual deles pela revelação divina. Jesus os chama de amigos, e não de servos, ressaltando a importância do amor e da missão divina. O relato convida a ver a eleição e a missão numa continuidade teológica.

    Tiago 2.23 (Bíblia Livre) :
    E cumpriu-se a Escritura que diz: “E Abraão creu em Deus, e isso lhe foi considerado como justiça”, e ele foi chamado amigo de Deus.
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Complementos
  • ANN017 Os batismos

    O artigo examina os diferentes batismos do Novo Testamento, de João Batista a Jesus e a Paulo. Põe em evidência como cada batismo marca…

  • ANN029 O conflito entre os partidários de João e de Jesus

    O artigo aborda as tensões entre os discípulos de João Batista e os de Jesus, duas figuras bíblicas centrais, pondo em evidência os seus ministérios…

  • ANN063 Enon e Betânia do outro lado do Jordão

    Este artigo explora Betânia e Enon, lugares importantes de batismos nos Evangelhos segundo João, ao passo que hipóteses modernas tentam localizar esses…

  • ANN075 Os vendedores expulsos do templo

    O artigo examina o incidente em que Jesus expulsa os vendedores do Templo, acontecimento relatado de maneira diferente nos Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Enquanto…

  • ANN088 As duas unções do Messias Jesus

    O artigo analisa as unções do Messias Jesus nos Evangelhos, ilustrando o contraste de valores entre Jesus e Simão, o fariseu. Ele ressalta o…

Ministério na Galileia

O ministério de Jesus na Galileia constitui um dos períodos mais ricos e mais bem documentados da sua vida pública. É nessa região do norte de Israel que Jesus começa a pregar, a chamar os seus primeiros discípulos e a realizar os seus primeiros milagres e sinais, lançando assim os fundamentos da sua mensagem.

Esse período abrange acontecimentos maiores como o chamado dos apóstolos, as primeiras curas e prodígios realizados notadamente em Cafarnaum, bem como o célebre Sermão do Monte — discurso fundador no qual Jesus expõe a ética do discípulo e redefine as grandes orientações morais e espirituais da fé.

Os quatro Evangelhos, e em particular os sinóticos, oferecem relatos complementares dessa etapa decisiva. Veem-se também as primeiras tensões com os fariseus e as autoridades religiosas, que anunciam os conflitos por vir.

Estudar o ministério galileu é apreender Jesus em ação: mestre, curador, congregador de uma comunidade. É o ponto de partida indispensável para compreender a continuação da sua missão e o surgimento do movimento que ele inaugura.

  • O regresso à Galileia

    O artigo descreve o regresso de Jesus à Galileia, apoiando-se nos Evangelhos e em locais fundamentais como Cafarnaum e Nazaré. Explica como estas deslocações marcaram o início de um ministério mais estratégico e influente.

    João 4.44 (Bíblia Livre) :
    Porque o mesmo Jesus testemunhou que não tem o Profeta honra em sua própria terra.
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  • Chegada a Cafarnaum, na Galileia

    O artigo explora o ministério de Jesus em Cafarnaum, a sua base na Galileia, frequentemente mencionada nos Evangelhos. A cidade, onde residiam vários discípulos, servia de base às suas atividades de evangelização.

    Mateus 4.13 (Bíblia Livre) :
    E deixando Nazaré, veio a morar em Cafarnaum, cidade marítima, nos limites de Zebulom e Naftali,
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  • As dificuldades em Nazaré

    O artigo explora o regresso de Jesus a Nazaré, onde enfrenta a incredulidade dos conterrâneos. Embora visto como Messias após os milagres de Cafarnaum, é rejeitado, ilustrando o provérbio «ninguém é profeta na sua terra».

    Lucas 4.16-30 (Bíblia Livre) :
    Ele foi a Nazaré, onde havia sido criado, e entrou, conforme o seu costume, num dia de Sábado, na sinagoga; e levantou-se para ler.Foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e quando abriu o livro, achou o lugar onde estava escrito:O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para evangelizar os pobres, me enviou para curar os contritos de coração;para proclamar liberdade aos cativos e dar vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, para proclamar o ano agradável do Senhor.Ele fechou o livro, e devolveu-o ao assistente, e se sentou. Os olhos de todos na sinagoga estavam fixos nele.Então ele começou a lhes dizer: Hoje esta escritura se cumpriu em vossos ouvidos.E todos davam testemunho dele, e se admiravam das palavras graciosas que saíam da sua boca; e diziam: Não é este o filho de José?E ele lhes disse: Sem dúvida me direis este provérbio: Médico, cura a ti mesmo; faz também aqui na tua terra natal todas as coisas que ouvimos terem sido feitas em Cafarnaum.E disse: Em verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua terra natal.Porém em verdade vos digo que hava muitas viúvas em Israel nos dias de Elias, quando o céu se fechou por três anos e seis meses, de modo que em toda aquela terra houve grande fome.Mas a nenhuma delas Elias foi enviado, a não ser a uma mulher viúva de Sarepta de Sidom.E havia muitos leprosos em Israel no tempo do profeta Eliseu; mas nenhum deles foi limpo, a não ser Naamã, o sírio.E todos na sinagoga, quando ouviram essas coisas, encheram-se de ira.Então se levantaram, expulsaram-no da cidade, e o levaram até o topo do monte em que sua cidade era construída, para dali o lançarem abaixo.Porém ele passou por meio deles, e se retirou.
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  • Numerosas curas ao anoitecer

    Este artigo explica um episódio dos Evangelhos em que Jesus cura várias pessoas em Cafarnaum, ilustrando o seu poder e a sua autoridade divinos. Este acontecimento dá-se depois do sábado, atraindo uma multidão admirada e intrigada com os seus atos.

    Mateus 8.16-17 (Bíblia Livre) :
    Quando chegou o anoitecer, trouxeram-lhe muitos endemoninhados. Ele expulsou-lhes os espíritos com a palavra, e curou todos os que estavam doentes,Para que se cumprisse o que havia sido dito pelo profeta Isaías, que disse: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e levou as nossas doenças.
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  • Pregação na Galileia

    O artigo pormenoriza a pregação de Jesus na Galileia, salientando os seus ensinamentos nas sinagogas e o impacto dos seus milagres nas multidões. Os discípulos acompanham-no, enquanto as autoridades religiosas continuam a interrogar-se sobre a sua identidade.

    Lucas 4.43-44 (Bíblia Livre) :
    Porém ele lhes disse: Também é necessário que eu anuncie a outras cidades o evangelho do Reino de Deus; pois para isso sou enviado.E ele pregava nas sinagogas da Galileia.
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  • A fama do Messias Jesus espalha-se pela Galileia

    O artigo discute o aumento da popularidade de Jesus na Galileia, acentuado pela sua declaração de perdoar os pecados a um paralítico, afirmando assim a sua divindade e provocando tensões com as autoridades religiosas.

    Lucas 5.15-16 (Bíblia Livre) :
    Porém a sua fama se espalhava ainda mais; e ajuntavam-se muitas multidões para o ouvir, e para serem por ele curadas de suas enfermidades.Porém ele se retirava para os desertos, e ali orava.
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  • Questão sobre a convivência com os pecadores

    O artigo analisa a crítica dos fariseus a Jesus, relacionada com a sua tolerância para com os pecadores, ilustrando a sua tentativa de o desacreditar perante a sua crescente popularidade.

    Lucas 5.30-32 (Bíblia Livre) :
    E seus escribas e fariseus murmuravam contra os seus discípulos, dizendo: Por que comeis e bebeis com publicanos e pecadores?Jesus lhes respondeu: Os que estão sãos não precisam de médico, mas sim os que estão doentes.Eu não vim para chamar os justos, mas sim, os pecadores, ao arrependimento.
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  • A pregação na Galileia continua

    O artigo aborda a pregação de Jesus na Galileia, em 31, salientando a sua crescente notoriedade apesar da rejeição por parte das autoridades religiosas. Os relatos dos Evangelhos indicam que Jesus atuava principalmente em Cafarnaum, pregando nas sinagogas e realizando numerosos milagres. Este ministério atrai multidões para além da Galileia.

    Marcos 1.38-39 (Bíblia Livre) :
    Jesus lhes respondeu: Vamos para as aldeias vizinhas, para que eu também pregue ali, pois vim para isso.Ele pregava em suas sinagogas por toda a Galileia, e expulsava os demônios.
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  • A cura do homem com a mão paralisada

    A perícope 77 relata a cura de um homem com a mão paralisada na sinagoga de Cafarnaum, num dia de sábado do ano 31. Relatado por Mateus, Marcos e Lucas, este episódio revela a crescente tensão entre Jesus e os fariseus. Estes, procurando acusá-lo, recusam-se a ver os milagres realizados. O ano 31 termina com uma rutura entre Jesus e as autoridades religiosas judaicas.

    Mateus 12.9-13 (Bíblia Livre) :
    E partindo dali, Jesus entrou na sinagoga deles.E eis que havia ali um homem que tinha uma mão definhada; e eles, a fim de o acusarem, perguntaram-lhe: É lícito curar nos sábados?E ele lhes respondeu: Qual de vós será a pessoa que, caso tenha uma ovelha, e se a tal cair em uma cova no sábado, não usará de sua força para a levantar?Ora, quanto mais vale um ser humano que uma ovelha! Assim, pois, é lícito fazer o bem nos sábados.Então disse para aquele homem: Estende a tua mão. Ele a estendeu, e foi-lhe restaurada, sã como a outra.
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  • Numerosas curas na Galileia

    A perícope 79 relata as numerosas curas realizadas por Jesus na Galileia, nos arredores de Cafarnaum, no ano 31. Perante multidões vindas de todo o Israel, Jesus cura os doentes e anuncia a salvação, pedindo discrição. Mateus relaciona estes acontecimentos com a profecia de Isaías 42:1-4 e vê neles uma revelação trinitária. A sua crescente fama contrasta com a oposição cada vez maior dos fariseus, ciumentos da sua influência sobre o povo.

    Isaías 42.1-4 (Bíblia Livre) :
    Eis aqui meu servo, a quem sustento; meu escolhido, em quem minha alma se agrada. Sobre ele eu pus o meu Espírito; ele trará justiça às nações.Notedoutrina i.e., ensinamento; trad. alt. leiNoteilhas trad. alt. terras secasNoteobscuroNotepuseram nisso o coração i.e., refletir, pensar cuidadosamente nisso, dar atençãoEle não gritará, nem levantará seu clamor ; ele não fará ouvir sua voz nas ruas.A cana rachada ele não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; com a verdade ele trará justiça.Ele não fraquejará, nem será esmagado, até que ponha a justiça na terra; e os litorais esperarão a sua doutrina.
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  • A escolha dos 12 Apóstolos

    Jesus escolhe doze discípulos entre os seus seguidores e atribui-lhes o título de apóstolos, termo grego que significa «enviado em missão». Esta escolha, feita depois de uma noite de oração, corresponde ao número das tribos de Israel. Os Doze recebem autoridade para curar e proclamar a salvação, constituindo o fundamento da futura Igreja. O artigo explora a etimologia do termo, a oração de Jesus, a questão da sua omnisciência e o caso de Judas Iscariotes.

    João 17.15 (Bíblia Livre) :
    Não suplico que os tires do mundo, mas que os guardes do maligno.
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  • O Messias Jesus censura várias cidades

    Jesus censura as cidades de Corazim, Betsaida e Cafarnaum pela sua falta de conversão, apesar dos numerosos milagres nelas realizados. Compara-as desfavoravelmente às cidades pagãs de Tiro, Sidónia e até Sodoma, afirmando que estas se teriam arrependido. Esta passagem salienta a responsabilidade proporcional à revelação recebida e o que está eternamente em jogo na rejeição do Evangelho.

    Lucas 12.48 (Bíblia Livre) :
    Mas o que não sabia, e fez coisas dignas de pancadas, será pouco espancado. E a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se confiou, muito mais lhe será exigido.
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  • O Messias Jesus continua a sua obra

    A perícope 159 apresenta Jesus prosseguindo o seu ministério na Galileia, a partir de Cafarnaum, em fevereiro-março do ano 32, antes da terceira Páscoa. Apoiando-se unicamente em Mateus 9.35, o artigo sublinha a prioridade dada à proclamação do Reino sobre os milagres, a autonomia das sinagogas locais diante dos fariseus e o método temático de Mateus, corrigido aqui pela cronologia de Marcos.

    João 6.4 (Bíblia Livre) :
    E já a Páscoa, a festa dos judeus, estava perto.
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  • A compaixão do Messias Jesus pela multidão

    A perícope 160 analisa Mateus 9.36-38, em que Jesus, em Cafarnaum, é profundamente movido de compaixão pela multidão, «aflita e prostrada como ovelhas que não têm pastor». O termo grego «splagchnizomai» exprime uma compaixão visceral que leva Jesus a ensinar, curar e alimentar, em contraste com a indiferença dos líderes religiosos. Essa compaixão torna-se um modelo para os discípulos.

    Mateus 9.38 (Bíblia Livre) :
    Portanto rogai ao Senhor da colheita que envie trabalhadores à sua colheita.
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  • Obra do Messias Jesus na Galileia

    O artigo explora a decisão estratégica de Jesus de realizar seu ministério na Galileia para evitar a hostilidade na Judeia. João destaca a intenção das autoridades religiosas de matar Jesus, enquanto os Evangelhos sinóticos mencionam essa ameaça de maneira implícita.

    João 7.1 (Bíblia Livre) :
    E depois disto andava Jesus na Galileia; e já não queria andar na Judeia, porque os judeus procuravam matá-lo.
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  • Jesus, o Messias, continua sua jornada pela Galileia

    A perícope 205 narra a longa permanência de Jesus, o Messias, na Galileia, na região de Cafarnaum, durante cerca de seis meses antes de sua partida definitiva para Jerusalém em 3 de outubro de 32 d.C. Somente João menciona esses deslocamentos e revela a intenção das autoridades religiosas de matar Jesus, enquanto seus discípulos ainda têm dificuldade em compreender o que o aguarda. Esta passagem marca a transição para a festa dos Tabernáculos em Jerusalém.

    João 7.2 (Bíblia Livre) :
    E já estava perto a festa dos tabernáculos dos judeus.
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Milagres de Jesus

Os milagres de Jesus ocupam um lugar central nos relatos evangélicos. Curas, exorcismos, multiplicação dos pães, ressurreição de mortos: esses atos poderosos pontuam todo o ministério de Jesus, desde os seus começos na Galileia até a semana da Paixão em Jerusalém. Constituem uma das fontes mais ricas para compreender quem é Jesus e o que ele veio realizar.

Esses sinais não são meras demonstrações de poder. Revelam a natureza do Reino de Deus, respondem à miséria humana e suscitam fé, questionamento ou oposição — notadamente por parte dos fariseus e das autoridades religiosas. Lidos à luz das profecias bíblicas, confirmam a identidade messiânica de Jesus.

Os quatro evangelhos relatam esses acontecimentos com perspectivas complementares. O estudo dos milagres convida, portanto, a cruzar os relatos sinóticos e joaninos, a explorar o contexto cultural judaico e a medir o seu alcance teológico para a fé cristã.

  • A sogra de Pedro

    O artigo analisa os relatos evangélicos da cura da sogra de Pedro, destacando divergências entre Mateus, Marcos e Lucas. Explora as implicações teológicas das diferenças e ressalta a riqueza que cada relato oferece.

    Mateus 8.14-15 (Bíblia Livre) :
    E quando Jesus veio à casa de Pedro, viu a sogra dele, deitada e com febre.Ele tocou a mão dela, e a febre a deixou. Então ela se levantou e começou a servi-los.
    Continuar lendo
  • Um paralítico transportado por quatro homens

    O artigo explora as diferenças nos relatos de Mateus e Marcos sobre a cura do paralítico por Jesus. Embora os relatos variem, o artigo sublinha que são complementares, refletindo as perspectivas individuais dos autores sob a inspiração divina e oferecendo uma visão rica dos acontecimentos.

    Marcos 2.3-12 (Bíblia Livre) :
    E vieram a ele uns que traziam um paralítico carregado por quatro.Como não podiam se aproximar dele por causa da multidão, descobriram o telhado onde ele estava, fizeram um buraco, e baixaram por ele o leito em que jazia o paralítico.Quando Jesus viu a fé deles, disse ao paralítico: Filho, os teus pecados te são perdoados.E estavam ali sentados alguns escribas, que pensavam em seus corações:Por que este homem fala essas blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, a não ser somente Deus?Imediatamente Jesus percebeu em seu espírito que assim pensavam em si mesmos. Então perguntou-lhes: Por que pensais assim em vossos corações?O que é mais fácil? Dizer ao paralítico: “Os teus pecados estão perdoados”, ou dizer, “Levanta-te, toma o teu leito, e anda”?Mas para que saibais que o Filho do homem tem poder na terra para perdoar pecados,(disse ao paralítico):A ti eu digo: levanta-te, toma o teu leito, e vai para a tua casa.E logo ele se levantou, tomou o leito, e saiu na presença de todos, de tal maneira, que todos ficaram admirados, e glorificaram a Deus, dizendo: Nunca vimos algo assim.
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  • A mulher com hemorragia

    O artigo explora o relato da mulher que sofria de hemorragia em Mateus, Marcos e Lucas. Cada Evangelho apresenta uma versão ligeiramente diferente do acontecimento, pondo em destaque detalhes variados, mas sublinhando a fé da mulher e o poder curador de Jesus. Os Evangelhos complementam-se para oferecer uma visão completa desse acontecimento.

    Lucas 8.43-48 (Bíblia Livre) :
    E uma mulher que tinha um fluxo de sangue, havia doze anos, e já tinha gastado todos os seus pertences com médicos, e não pôde ser curada por nenhum.Ela se aproximou de Jesus por detrás, e tocou a borda de sua roupa; e logo o fluxo de seu sangue parou.E Jesus disse: “Quem me tocou?” Enquanto todos negavam, disse Pedro e os que com ele estavam: Mestre, as multidões te apertam e empurram, e dizes: Quem me tocou?Jesus disse: “Alguém me tocou, pois sei que poder saiu de mim”.Então a mulher, vendo que não podia se esconder, veio tremendo, prostrou-se diante dele, e declarou-lhe diante de todo o povo a causa por que o havia tocado, e como logo havia sarado.E ele lhe disse: “Tem bom ânimo, filha; a tua fé te sarou; vai em paz”.
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  • A filha de Jairo

    O artigo discute as aparentes divergências nos relatos evangélicos da ressurreição da filha de Jairo. Mateus, Marcos e Lucas oferecem versões ligeiramente diferentes, o que leva a uma análise sobre a cronologia e a fé demonstrada por Jairo. Apesar dessas diferenças, a ênfase recai sobre o milagre de Jesus e a mensagem de fé que ele transmite.

    Marcos 5.35 (Bíblia Livre) :
    Estando ele ainda falando, alguns vieram da casa do líder de sinagoga, e disseram: A tua filha já morreu; por que ainda estás incomodando o Mestre?
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  • O que Jesus diz à filha de Jairo?

    O artigo analisa o relato da ressurreição da filha de Jairo por Jesus, discutido em três Evangelhos. Os relatos de Marcos, Mateus e Lucas, muitas vezes considerados contraditórios, são apresentados como complementares. Comparando os detalhes de cada evangelho, o artigo mostra que não há contradição, mas uma diversidade de perspectivas sobre esse acontecimento milagroso.

    Marcos 5.41-42 (Bíblia Livre) :
    Ele pegou a mão da menina, e lhe disse: “Talita cumi”, (que significa: “Menina, eu te digo, levanta-te”).E logo a menina se levantou e andou, pois já tinha doze anos de idade. E ficaram grandemente espantados.
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  • Os dois cegos

    O artigo explora as diferenças entre os relatos evangélicos da cura de um ou de dois cegos em Jericó por Jesus. Examina Mateus, Marcos e Lucas, esclarecendo que a diversidade narrativa não implica contradição. A importância da perspectiva individual dos autores é sublinhada.

    Mateus 20.30 (Bíblia Livre) :
    E eis que dois cegos assentados junto ao caminho, ao ouvirem que Jesus passava, clamaram: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!
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  • Transformação da água em vinho em Caná

    Este artigo explora o primeiro milagre de Jesus relatado em João 2.1-11. Nas bodas de Caná, Jesus transforma água em vinho, revelando a sua natureza divina e inaugurando o seu ministério. Maria desempenha um papel-chave ao solicitar a ajuda de Jesus. Esse milagre simboliza a transição de uma antiga para uma nova aliança de graça, ilustrando a generosidade divina e reforçando a fé dos discípulos.

    João 2.1-11 (Bíblia Livre) :
    E no terceiro dia houve um casamento em Caná da Galileia; e a mãe de Jesus estava ali.Noteduas ou três metretas cerca de 100 litros (1 metreta era aproximadamente 40 litrosE também Jesus foi convidado com seus discípulos ao casamento.E tendo faltado vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho.Jesus lhe disse: O que eu tenho contigo, mulher? A minha hora ainda não chegou.Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser.E estavam ali postos seis vasos de pedra, conforme à purificação dos judeus, em cada uma cabiam duas ou três metretas. )Disse-lhes Jesus: Enchei estes vasos com água. E encheram-nas até encima.E disse-lhes: Agora tirai, e a levai ao mestre de cerimônia. Então levaram.E quando o mestre de cerimônia experimentou a água feita vinho (sem saber de onde era, porém os serventes que haviam tirado a água sabiam), o mestre de cerimônia chamou o noivo,E disse-lhe: Todos põem primeiro o vinho bom, e quando os convidados já estão bêbados, então se dá o pior; porém tu guardaste o bom vinho até agora.Este princípio de sinais Jesus fez em Caná da Galileia, e manifestou sua glória; e seus discípulos creram nele.
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  • Cura do filho de um funcionário real

    João 4,46-54 relata a cura do filho de um oficial real em Caná. O milagre, realizado por Jesus com uma simples palavra, ilustra a fé e o poder divino, reforçando a convicção do oficial e da sua família. Essa história destaca a importância da fé antes mesmo de ver milagres.

    João 2.1-11 (Bíblia Livre) :
    E no terceiro dia houve um casamento em Caná da Galileia; e a mãe de Jesus estava ali.Noteduas ou três metretas cerca de 100 litros (1 metreta era aproximadamente 40 litrosE também Jesus foi convidado com seus discípulos ao casamento.E tendo faltado vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho.Jesus lhe disse: O que eu tenho contigo, mulher? A minha hora ainda não chegou.Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser.E estavam ali postos seis vasos de pedra, conforme à purificação dos judeus, em cada uma cabiam duas ou três metretas. )Disse-lhes Jesus: Enchei estes vasos com água. E encheram-nas até encima.E disse-lhes: Agora tirai, e a levai ao mestre de cerimônia. Então levaram.E quando o mestre de cerimônia experimentou a água feita vinho (sem saber de onde era, porém os serventes que haviam tirado a água sabiam), o mestre de cerimônia chamou o noivo,E disse-lhe: Todos põem primeiro o vinho bom, e quando os convidados já estão bêbados, então se dá o pior; porém tu guardaste o bom vinho até agora.Este princípio de sinais Jesus fez em Caná da Galileia, e manifestou sua glória; e seus discípulos creram nele.
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  • Primeira pesca milagrosa

    A passagem de Lucas 5.1-11 mostra a autoridade de Jesus e o chamado de Simão Pedro. Depois de uma pesca milagrosa, Jesus convida Pedro a tornar-se pescador de homens, o que ilustra a missão evangélica.

    Lucas 5.1-11 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que as multidões o comprimiam para ouvir a palavra de Deus, quando ele estava junto ao lago de Genesaré.Noteconvidados do casamento Lit. filhos da câmara nupcialEntão ele viu dois barcos que estavam próximos da margem do lago, e os pescadores haviam descido deles, e estavam lavando as redes.Ele entrou num daqueles barcos, que era o de Simão, e lhe pediu que o afastasse um pouco da terra. Depois se sentou, e do barco ensinou às multidões.Quando acabou de falar, disse a Simão: Vai à água profunda, e lançai as vossas redes para pescar.Simão lhe respondeu: Mestre, trabalhamos toda a noite, mas nada pegamos; mas pela tua palavra lançarei a rede.Eles fizeram assim, e recolheram grande quantidade de peixes, e sua rede estava se rompendo.Então acenaram aos companheiros que estavam no outro barco, para que viessem os ajudar. Vieram, e encheram ambos os barcos, de tal maneira que quase afundavam.Quando Simão Pedro viuisso, prostrou-se aos pés de Jesus, dizendo: Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador.Pois ele estava cheio de espanto, como todos os que estavam com ele, por causa da coleta de peixes que haviam feito.E semelhantemente, também, Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram colegas de Simão. E Jesus disse a Simão: Não temas, de agora em diante pescarás gente.Eles levaram os barcos para a terra, deixaram tudo, e o seguiram.
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  • Cura do homem possesso na sinagoga de Cafarnaum

    O artigo discute a cura por Jesus de um homem possuído em Cafarnaum, relatada em Marcos e Lucas. O espírito imundo reconhece Jesus como o Santo de Deus e, por ordem de Cristo, sai do homem. As testemunhas se admiram da autoridade de Jesus, e a sua fama se espalha. Esses relatos ressaltam a autoridade divina e o poder de cura de Jesus.

    Lucas 4.33-37 (Bíblia Livre) :
    E estava na sinagoga um homem que tinha um espírito de um demônio imundo, e gritou com alta voz,dizendo: Ah, que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Sei quem és: o Santo de Deus.E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te, e, sai dele. E o demônio o derrubou no meio do povo, e saiu dele sem lhe fazer dano algum.E espanto veio sobre todos; e falavam entre si uns aos outros, dizendo: Que palavra é esta, que até aos espíritos imundos ele manda com autoridade e poder, e eles saem?E sua fama era divulgada em todos os lugares em redor daquela região.
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  • Cura da sogra de Pedro

    O artigo trata do milagre da cura da sogra de Pedro, relatado em Mateus, Marcos e Lucas. Põe em evidência o poder de cura de Jesus e a sua compaixão para com os enfermos, com os relatos ressaltando diferentes aspectos desse acontecimento. Jesus cura imediatamente a sogra de Pedro, e ela passa então a servi-los. As perspectivas singulares dos Evangelhos enriquecem a nossa compreensão desse ato milagroso.

    Marcos 1.29-31 (Bíblia Livre) :
    Logo depois de saírem da sinagoga, vieram à casa de Simão e de André, com Tiago e João.A sogra de Simão estava deitada com febre, e logo falaram dela a Jesus.Então ele aproximou-se dela, tomou-a pela mão, e a levantou; logo a febre a deixou, e ela começou a servi-los.
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  • A cura de um leproso

    O artigo analisa a cura de um leproso por Jesus em Marcos 1.40-44 e Lucas 5.12-14, ressaltando a fé do leproso, a compaixão de Jesus e o seu poder divino de cura. Os relatos insistem no respeito às leis religiosas da época.

    Marcos 1.40-44 (Bíblia Livre) :
    Um leproso aproximou-se dele, rogando-lhe, pondo-se de joelhos diante dele, e dizendo-lhe: Se quiseres, tu podes limpar-me.E Jesus, movido de compaixão, estendeu a mão, tocou-o, e disse-lhe: Quero; sê limpo.Quando disse isso, logo a lepra saiu dele, e ficou limpo.Jesus advertiu-o, e logo o despediu,dizendo-lhe: Cuidado, não digas nada a ninguém. Mas vai, mostra-te ao Sacerdote, e oferece por teres ficado limpo o que Moisés mandou, para lhes servir de testemunho.
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  • Cura do paralítico de Betesda

    Este artigo discute a cura do paralítico de Betesda por Jesus, que ilustra a compaixão e a autoridade divina de Jesus. O milagre, ocorrido num dia de sábado, provoca conflito com as autoridades judaicas rígidas quanto às leis do sábado. Com esse ato, Jesus sublinha a importância da fé, da cura espiritual e da redenção para além das restrições legais.

    João 5.1-15 (Bíblia Livre) :
    Depois disto houve uma festa dos judeus, e subiu Jesus para Jerusalém.E há em Jerusalém à porta das ovelhas um tanque, que em hebraico se chama Betesda, que tem cinco entradas cobertas.Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, mancos, e de corpo ressecado, aguardando o movimento da água.Porque um anjo descia de vez em quando ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que descia nele, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.E estava ali um certo homem, que havia trinta e oito anos que estava enfermo.Vendo Jesus a este deitado, e sabendo, que já havia muito tempo que ali jazia, disse-lhe: Queres sarar?Respondeu-lhe o enfermo: Senhor, não tenho homem algum para que, quando a água se agita, me ponha no tanque; e enquanto eu venho, outro desce antes de mim.Disse-lhe Jesus: Levanta-te, toma teu leito, e anda.E logo aquele homem sarou; e tomou seu leito, e andou. E era Sábado aquele dia.Disseram pois os judeus para aquele que fora curado: É Sábado, não te é lícito levar o leito.Respondeu-lhes ele: Aquele que me curou, esse me disse: Toma teu leito, e anda.Perguntaram-lhe pois: Quem é o homem que te disse: Toma teu leito e anda?E o que fora curado, não sabia quem o era, porque Jesus se havia retirado, porque naquele lugar havia uma grande multidão.Depois Jesus achou-o no Templo, e disse-lhe: Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior.Aquele homem foi anunciar aos judeus que Jesus era o que o curara.
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  • Cura do leproso

    O artigo trata da cura de um leproso por Jesus, sublinhando a sua compaixão e o respeito pelas leis religiosas. As variações entre os relatos evangélicos enriquecem a compreensão desse acontecimento-chave no ministério de Jesus.

    Lucas 5.12-16 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que, quando ele estava numa daquelas cidades, eis que um homem cheio de lepra viu Jesus; então prostrou-se sobre o rosto, e lhe rogou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes me tornar limpo.Ele estendeu a mão, e o tocou, dizendo: Quero; sê limpo. E logo a lepra desapareceu dele.E mandou-lhe que não o dissesse a ninguém: Mas vai, mostra-te ao sacerdote, e oferece por tua purificação, como Moisés mandou, para lhes dar testemunho.Porém a sua fama se espalhava ainda mais; e ajuntavam-se muitas multidões para o ouvir, e para serem por ele curadas de suas enfermidades.Porém ele se retirava para os desertos, e ali orava.
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  • Cura do servo do centurião

    O artigo explora a cura do servo do centurião, narrada nos Evangelhos de Mateus e de Lucas. O centurião demonstra uma fé excepcional, esperando uma cura pela palavra de Jesus. Os relatos diferem nos detalhes da interação, pondo em destaque a humildade e a respeitabilidade do centurião e a compaixão de Jesus.

    Mateus 8.5-13 (Bíblia Livre) :
    Quando Jesus entrou em Cafarnaum, veio a ele um centurião, rogando-lhe,E dizendo: Senhor, o meu servo jaz em casa, paralítico, e gravemente atormentado.E Jesus lhe disse: Eu irei, e o curarei.E o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres sob meu telhado; mas dize somente uma palavra, e o meu servo sarará.Pois eu também sou homem debaixo de autoridade, e tenho debaixo de meu comando soldados; e digo a este: “Vai”, e ele vai; e ao outro: “Vem”, e vem; e a meu servo: “Faze isto”, e ele faz.Quando Jesus ouviu isto, maravilhou-se, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel encontrei tanta fé.Mas eu vos digo que muitos virão do oriente e do ocidente, e se sentarão à mesa com Abraão, Isaque, e Jacó, no Reino dos céus.Os filhos do reino, porém, serão lançados nas trevas de fora; ali haverá pranto e ranger de dentes.Então Jesus disse ao centurião: Vai, e assim como creste, a ti seja feito.E naquela mesma hora o servo dele foi sarado.
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  • Ressurreição do filho da viúva de Naim

    O artigo trata da ressurreição do filho da viúva de Naim por Jesus, demonstrando a sua compaixão e o seu poder divino, conforme relatado em Lucas 7.11-17. Esse milagre suscita o reconhecimento de Jesus como profeta e o reconhecimento da presença divina atuante, mostrando a sua autoridade sobre a morte.

    Lucas 7.11-17 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu no dia seguinte, que Jesus ia a uma cidade chamada Naim, e com ele iam muitos de seus discípulos e uma grande multidão.E quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia grande multidão da cidade.Quando o Senhor a viu, comoveu-se de intima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.Então se aproximou, tocou o caixão (e os que a levavam, pararam), e disse: Jovem, a ti eu digo: levanta-te.E o defunto se sentou e começou a falar; e ele o entregou à sua mãe.Todos se encheram de temor, e glorificavam a Deus, dizendo: “Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo!”E essa sua fama correu por toda a Judeia, e por toda a região em redor.
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  • Cura do endemoninhado cego e mudo

    O artigo explora um milagre de Jesus relatado em Mateus 12:22-23 e Lucas 11:14-15, em que ele cura um homem possuído por um demônio. A multidão se maravilha e se pergunta se Jesus é o Filho de Davi, o Messias esperado. Em comparação com Lucas, Mateus põe em destaque o reconhecimento messiânico pela multidão, ao passo que Lucas relata acusações de conluio com Belzebu.

    Lucas 11.14-15 (Bíblia Livre) :
    E Jesus estava expulsando um demônio, e este era mudo. E aconteceu que, saindo o demônio, o mudo falou, e as multidões se maravilharam.Porém alguns deles diziam: Ele expulsa aos demônios por Belzebu, príncipe dos demônios!
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  • Cura do homem possesso e mudo

    O artigo descreve a cura de um homem mudo por Jesus em Lucas 11.14-15, que mostra o seu poder sobre os demônios. A multidão reage com admiração e ceticismo. Comparado com Mateus 12.22-23, o artigo ilustra as percepções divergentes sobre Jesus. Os relatos sublinham a sua autoridade divina e as tensões do seu ministério.

    Lucas 11.14-15 (Bíblia Livre) :
    E Jesus estava expulsando um demônio, e este era mudo. E aconteceu que, saindo o demônio, o mudo falou, e as multidões se maravilharam.Porém alguns deles diziam: Ele expulsa aos demônios por Belzebu, príncipe dos demônios!
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  • O Messias Jesus acalma a tempestade

    Este artigo examina como, em Mateus 8.23-27, Marcos 4.35-41 e Lucas 8.22-25, Jesus acalma uma tempestade, mostrando o seu poder divino. Os relatos sublinham a reação assustada dos discípulos e a importância da fé, com variações que refletem a perspectiva própria de cada evangelista.

    Mateus 8.23-27 (Bíblia Livre) :
    Então ele entrou no barco, e seus discípulos o seguiram.E eis que se levantou no mar uma tormenta tão grande que o barco era coberto pelas ondas; porém ele dormia.E seus discípulos se aproximaram para acordá-lo, dizendo: Senhor, salva-nos! Estamos sendo destruídos!E ele lhes respondeu: Por que temeis, homens de pouca fé? Então ele se levantou e repreendeu os ventos e o mar. E houve grande calmaria.E aqueles homens se maravilharam, dizendo: Quem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?
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  • Exorcismo do endemoninhado de Gadara

    O exorcismo de Gadara mostra Jesus expulsando demônios dos gerasenos, segundo Mateus, Marcos e Lucas. Os demônios reconhecem Jesus como o Filho de Deus e pedem para entrar numa manada de porcos, que depois se afoga. Esse ato demonstra a autoridade e o poder redentor de Jesus.

    Lucas 8.26-39 (Bíblia Livre) :
    E navegaram para a terra dos gadarenos, que é do lado oposto à Galileia.E quando ele desceu à terra, veio da cidade ao seu encontro um homem, que havia muito tempo que tinha demônios, e não andava vestido, nem habitava em casa nenhuma, mas sim, nos sepulcros.Ele viu Jesus, então exclamou, prostrou-se diante dele, e disse com grande voz: “O que eu tenho contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Rogo-te que não me atormentes.”Porque ele havia mandado ao espírito imundo que saísse daquele homem; pois muitas vezes apoderava-se dele. E o mantinham preso com cadeias e grilhões; porém ele quebrava o que lhe prendia, e era conduzido pelo demônio aos desertos.E Jesus lhe perguntou: “Qual é teu nome?” E ele disse: “Legião” (porque muitos demônios tinham entrado nele).E rogavam-lhe que não os mandasse ir para o abismo.E havia ali uma manada de muitos porcos, que pastavam no monte; e rogaram-lhe que lhes concedesse entrar neles; e ele lhes concedeu.Os demônios saíram daquele homem e entraram nos porcos; e a manada se lançou de um precipício no lago e se afogou.Quando os que cuidavam dos porcos viram o que havia acontecido, fugiram; então foram anunciar na cidade e nos campos.E saíram para ver o acontecido, e vieram até Jesus; e acharam ao homem de quem os demônios tinham saído, vestido e em pleno juízo, sentado aos pés de Jesus; e temeram.E os que tinham visto contaram-lhes também como aquele endemoninhado havia sido liberto.E toda o povo da terra dos gadarenos ao redor lhe rogou que se retirasse deles; porque foram tomados por grande temor. Então ele entrou no barco e voltou.E aquele homem, de quem os demônios tinham saído, rogou-lhe para que lhe permitisse estar com ele; mas Jesus o despediu, dizendo:“Volta para tua casa, e conta como foram grandes as coisas que Deus te fez”. Ele se foi, e pregou por toda a cidade, como foram grandes as coisas que Jesus lhe tinha feito.
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  • Ressurreição da filha de Jairo

    O artigo explora a ressurreição da filha de Jairo e a cura de uma mulher doente por Jesus, segundo os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas. A importância da fé nesses relatos é sublinhada, bem como as diferenças e semelhanças nos detalhes dos acontecimentos. Esses milagres ilustram a compaixão de Jesus e o seu poder de cura.

    Lucas 8.40-56 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que, quando Jesus voltou, a multidão o recebeu; porque todos o estavam esperando.E eis que chegou um homem, cujo nome era Jairo, e era chefe da sinagoga. Então ele se prostrou aos pés de Jesus e rogou-lhe que entrasse em sua casa;porque tinha uma filha única, com doze anos de idade, que estava a ponto de morrer. E enquanto ele ia, as multidões o apertavam.E uma mulher que tinha um fluxo de sangue, havia doze anos, e já tinha gastado todos os seus pertences com médicos, e não pôde ser curada por nenhum.Ela se aproximou de Jesus por detrás, e tocou a borda de sua roupa; e logo o fluxo de seu sangue parou.E Jesus disse: “Quem me tocou?” Enquanto todos negavam, disse Pedro e os que com ele estavam: Mestre, as multidões te apertam e empurram, e dizes: Quem me tocou?Jesus disse: “Alguém me tocou, pois sei que poder saiu de mim”.Então a mulher, vendo que não podia se esconder, veio tremendo, prostrou-se diante dele, e declarou-lhe diante de todo o povo a causa por que o havia tocado, e como logo havia sarado.E ele lhe disse: “Tem bom ânimo, filha; a tua fé te sarou; vai em paz”.Estando ele ainda falando, veio um da casa do chefe da sinagoga, que lhe disse: “Tua filha já está morta, não incomodes o Mestre.”Porém quando Jesus o ouviu, respondeu-lhe: “Não temas; crê somente, e ela será curada”.E quando entrou na casa, a ninguém deixou entrar, a não ser a Pedro, Tiago, João, e ao pai e à mãe da menina.E todos choravam e lamentavam por ela; mas ele disse: “Não choreis; ela não está morta, mas dorme”.E riam dele, porque sabiam que estava morta.Porém ele, depois de expulsá-los todos, segurou a mão dela e clamou: “Levanta-te, menina”.Então seu espírito voltou, e ela logo se levantou; e Jesus mandou que dessem de comer a ela.E seus pais ficaram maravilhados, mas ele lhes mandou que a ninguém dissessem o que havia acontecido.
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  • Cura da mulher com hemorragia

    O artigo explora a história de uma mulher que sofria de hemorragia, curada pela sua fé ao tocar na veste de Jesus. Esse ato manifesta o poder de cura e a compaixão de Jesus para com os que creem nele, conforme relatado nos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas.

    Marcos 5.25-34 (Bíblia Livre) :
    E havia uma certa mulher, que tinha um fluxo de sangue havia doze anos,que tinha sofrido muito por meio de muitos médicos, e gastado tudo quanto possuía, e nada havia lhe dado bom resultado; ao invés disso, piorava.Quando ela ouviu falar de Jesus, veio entre a multidão por detrás, e tocou a roupa dele.Pois dizia: Se tão somente tocar as suas roupas, serei curada.E imediatamente a fonte do seu sangue parou se secou; e sentiu no corpo que já havia sido curada daquele flagelo.Jesus logo notou em si o poder que dele havia saído. Então virou-se na multidão, e perguntou: Quem tocou as minhas roupas?E seus discípulos lhe disseram: Eis que a multidão te aperta, e perguntas: Quem me tocou?E ele olhava em redor, para ver quem havia lhe feito isso.Então a mulher temendo, e tremendo, sabendo o que havia sido feito em si, veio, prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade.E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou. Vai em paz, e estejas curada deste teu flagelo.
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  • Cura de dois cegos

    O artigo explora a cura de dois cegos por Jesus (Mateus 9.27-31), pondo em evidência a importância da fé, o reconhecimento messiânico e a divulgação do milagre apesar de uma proibição. Esse relato, exclusivo de Mateus, sublinha a compaixão e o poder de Jesus.

    Mateus 9.27-31 (Bíblia Livre) :
    E saindo Jesus dali, dois cegos o seguiram, gritando: Tem compaixão de nós, Filho de Davi!E quando ele entrou em casa, os cegos vieram a ele. Jesus lhes perguntou: Credes que posso fazer isto? Eles lhe responderam: Sim, Senhor.Então tocou os olhos deles, dizendo: Seja feito convosco conforme a vossa fé.E os olhos deles se abriram. Então Jesus os advertiu severamente, dizendo: Tende o cuidado de que ninguém saiba disso.Porém eles saíram e divulgaram a notícia acerca dele por toda aquela terra.
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  • Cura de um homem mudo possuído por um demónio

    O milagre de Mateus 9.32-33 descreve a cura de um homem mudo por Jesus, que suscita a admiração da multidão. Esse texto põe em evidência o poder de Jesus sobre as forças demoníacas.

    Mateus 9.32-33 (Bíblia Livre) :
    Enquanto eles saíam, eis que lhe trouxeram um homem mudo e endemoninhado.Quando o demônio foi expulso, o mudo passou a falar. Então as multidões ficaram maravilhadas, e disseram: Nunca se viu algo assim em Israel!
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  • Multiplicação dos pães e dos peixes

    A multiplicação dos pães e dos peixes é um milagre relatado nos Evangelhos em que Jesus alimenta uma multidão de milhares de pessoas com apenas cinco pães e dois peixes. Essa história simboliza a compaixão e o poder divino de Jesus, ao mesmo tempo que sublinha a importância da fé e do reconhecimento do seu verdadeiro papel espiritual.

    João 6.1-15 (Bíblia Livre) :
    Depois disto Jesus partiu para a outro lado do mar da Galileia, que é o de Tibérias.E uma grande multidão o seguia, porque viam seus sinais que ele fazia nos enfermos.E subiu Jesus ao monte, e sentou-se ali com seus discípulos.E já a Páscoa, a festa dos judeus, estava perto.Levantando pois Jesus os olhos, e vendo que uma grande multidão vinha a ele, disse a Filipe: De onde comparemos pães, para que estes comam?(Mas ele disse isto para o testar; pois ele bem sabia o que havia de fazer.)Respondeu-lhe Filipe: Duzentos dinheiros de pão não lhes bastarão, para que cada um deles tome um pouco.Disse-lhe um de seus discípulos, André, o irmão de Simão Pedro:Um menino está aqui que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto entre tantos?E disse Jesus: Fazei sentar as pessoas; e havia muita erva naquele lugar. Sentaram-se, pois, os homens, em número de cinco mil.E tomou Jesus os pães, e havendo dado graças, repartiu-os aos discípulos, e os discípulos aos que estavam sentados, semelhantemente também dos peixes, quanto queriam.E quando já estiveram fartos, disse ele a seus discípulos: Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca.Então eles os recolheram, e encheram doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobraram aos que tinham comido.Vendo, pois, aquelas pessoas o sinal que Jesus fizera, disseram: Este é verdadeiramente o Profeta que havia de vir ao mundo!Sabendo pois Jesus que viriam, e o tomariam, para fazê-lo rei, voltou a se retirar sozinho ao monte.
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  • Andar sobre a água

    O artigo analisa como os evangelhos descrevem Jesus andando sobre a água, sublinhando a sua divindade e a fé dos discípulos. Mateus inclui o episódio de Pedro andando também sobre a água, ao passo que Marcos e João descrevem o espanto dos discípulos. O acontecimento ilustra o poder de Jesus sobre a natureza e a necessidade de crer nele.

    João 6.16-21 (Bíblia Livre) :
    E quando veio o entardecer, seus discípulos desceram para o mar.E entrando no barco, vieram do outro lado do mar para Cafarnaum. E era já escuro, e Jesus ainda não tinha vindo a eles.E o mar se levantou, porque um grande vento soprava.E havendo já navegado quase vinte e cinco, ou trinta estádios, viram a Jesus andando sobre o mar, e se aproximando do barco; e temeram.Mas ele lhes disse: Sou eu, não temais.Eles, então, o receberam com agrado no barco; e logo o barco chegou à terra para onde iam.
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  • Cura em Genesaré

    O artigo explora os relatos de Mateus 14.34-36 e Marcos 6.53-56, que descrevem as curas realizadas por Jesus em Genesaré. Os habitantes reconhecem Jesus e apressam-se a reunir os doentes para que possam tocar a sua veste, o que demonstra a sua fé na capacidade dele de curar. Esses relatos sublinham o poder milagroso de Jesus e a importância da fé dos curados.

    Marcos 6.53-56 (Bíblia Livre) :
    Eles terminaram de atravessar o mar, chegaram à terra de Genesaré, e ali aportaram.Quando eles saíram do barco, logo as pessoas o reconheceram.Então gente de toda a região em redor veio correndo, e começaram a trazer em camas os doentes, aonde quer que ouviam que ele estava.E aonde quer que ele entrava, em povoados, cidades, ou aldeias, colocavam os enfermos nas praças, e rogavam-lhe que ao menos tocassem a borda de sua roupa; e todos os que o tocavam ficavam sarados.
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  • Cura da filha da mulher cananeia

    Este artigo analisa a cura da filha da mulher cananeia por Jesus, pondo em evidência a fé dela e a expansão da mensagem de Jesus aos gentios.

    Marcos 7.24-30 (Bíblia Livre) :
    Jesus levantou-se dali e foi para a região de Tiro e de Sidom. Ele entrou numa casa, e não queria que ninguém soubesse disso, mas não pôde se esconder.Pois uma mulher, cuja filhinha tinha um espírito imundo, assim que ouviu falar dele, veio, e prostrou-se a seus pés.Esta mulher era grega, de nacionalidade sirofenícia; e rogava-lhe que expulsasse o demônio de sua filha.Mas Jesus lhe disse: Deixa primeiro que os filhos se fartem; porque não é bom tomar o pão dos filhos, e lançá-lo aos cachorrinhos.Porém ela lhe respondeu: Sim Senhor; mas também os cachorrinhos comem debaixo da mesa, das migalhas que os filhos deixam.Então ele lhe disse: Por esta palavra, vai, o demônio já saiu da tua filha.Quando ela chegou à sua casa, encontrou que o demônio já havia saído, e a filha estava deitada sobre a cama.
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  • Cura do surdo-mudo

    Este artigo examina a cura do surdo-mudo por Jesus, narrada em Marcos 7.31-37, sublinhando a sua compaixão, o seu poder divino e a sua missão universal. Por meio de gestos simbólicos e da palavra "Efatá", ele cura um homem, ilustrando a abertura à revelação divina. A reação fervorosa da multidão, embora contrária ao seu pedido de silêncio, testemunha o impacto dos seus milagres.

    Marcos 7.31-37 (Bíblia Livre) :
    Então Jesus voltou a sair da região de Tiro e de Sidom, e veio para o mar da Galilea, por meio da região de Decápolis.E trouxeram-lhe um surdo que dificilmente falava, e rogaram-lhe que pusesse a mão sobre ele.E tomando-o em separado da multidão, pôs os seus dedos nos ouvidos dele, cuspiu, e tocou-lhe a língua.Depois, levantando os olhos ao céu, suspirou, e disse: Efatá, (isto é, abre-te).Imediatamente os ouvidos dele se abriram, e o que prendia sua língua se soltou, e passou a falar bem.Jesus lhes mandou que a ninguém dissessem; porém, quanto mais lhes mandava, mais divulgavam.E ficavam muito admirados, dizendo: Ele faz tudo bem! Aos surdos faz ouvir, e aos mudos falar.
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  • A alimentação dos 4000

    O artigo relata a multiplicação dos pães em que Jesus alimenta milagrosamente quatro mil pessoas. Os relatos de Mateus e Marcos descrevem a compaixão de Jesus pela multidão faminta, a multiplicação de sete pães e alguns peixes e o recolhimento de sete cestos de sobras. As diferenças incluem os destinos após o acontecimento: Magadã para Mateus e Dalmanuta para Marcos.

    Mateus 15.32-39 (Bíblia Livre) :
    Jesus chamou a si os seus discípulos, e disse: Estou compadecido com a multidão, porque já há três dias que estão comigo, e não têm o que comer. E não quero os deixar ir em jejum, para que não desmaiem no caminho.E os seus discípulos lhe responderam: De onde conseguiremos tantos pães no deserto, para saciar tão grande multidão?Jesus lhes perguntou: Quantos pães tendes? E eles disseram: Sete; e uns poucos peixinhos.Então mandou as multidões que se sentassem pelo chão.Tomou os sete pães e os peixes, deu graças e os partiu. Em seguida, ele os deu aos seus discípulos, e os discípulos à multidão.E todos comeram e se saciaram; e levantaram dos pedaços que sobraram sete cestos cheios.E foram os que comeram quatro mil homens, sem contar as mulheres e as crianças.Depois de despedir as multidões, Jesus entrou em um barco, e veio à região de Magdala.
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  • Cura do cego de Betsaida

    Jesus cura um cego em Betsaida num processo em duas etapas, que simboliza a progressão da fé. O uso da saliva e do toque físico sublinha o envolvimento direto de Jesus. O relato põe em evidência a compaixão de Jesus e oferece um símbolo profundo do crescimento espiritual.

    Marcos 8.22-26 (Bíblia Livre) :
    Então veio a Betsaida. E trouxeram-lhe um cego, e rogaram-lhe que o tocasse.Ele tomou o cego pela mão e o tirou para fora da aldeia. Depois cuspiu nos olhos dele e, pondo as mãos encima dele, perguntou-lhe se via alguma coisa.Ele levantou os olhos e disse: Vejo as pessoas; pois vejo como árvores que andam.Então Jesus pôs de novo as mãos sobre os seus olhos, e o fez olhar para cima. Assim ele ficou restabelecido, e passou a ver todos claramente.Então o mandou para sua casa, dizendo: Não entres na aldeia, nem contes a ninguém da aldeia.
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  • A transfiguração

    A Transfiguração, relatada em Mateus, Marcos e Lucas, revela a divindade de Jesus. Ele é transfigurado diante de Pedro, Tiago e João sobre um monte. Moisés e Elias aparecem, e uma voz celeste declara Jesus o Filho amado. Esses relatos sublinham a importância de Jesus e do seu ensino.

    Lucas 9.28-36 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que, quase oito dias depois dessas palavras, ele tomou consigo a Pedro, João, e a Jacó, e subiu ao monte para orar.E ele, enquanto estava orando, a aparência do seu rosto se transfigurou, e sua roupa ficou branca e brilhante.E eis que estavam falando com ele dois homens, que eram Moisés e Elias,os quais apareceram com glória, e falavam de sua partida, que estava para se cumprir em Jerusalém.Pedro e os que estavam com ele estavam cheios de sono; e quando despertaram, viram a glória dele, e aqueles dois homens que estavam com ele.E aconteceu que, quando eles estavam saíndo da presença dele, Pedro disse a Jesus: “Mestre, é bom estarmos nós aqui. Façamos três tendas, uma para ti, uma para Moisés, e uma para Elias”, não sabendo o que dizia.E enquanto ele dizia isso, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e, quando entraram na nuvem, temeram.E veio uma voz da nuvem, que dizia: “Este é o meu Filho amado; a ele ouvi”.E, depois de terminada aquela voz, Jesus se encontrava só; e eles se calaram, e por aqueles dias não contaram a ninguém nada do que tinham visto.
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  • Exorcismo do menino epiléptico

    Este artigo explica como os três evangelhos sinóticos contam o exorcismo de um menino epilético por Jesus depois que os seus discípulos fracassaram. Cada evangelho põe em evidência aspectos únicos, sublinhando ao mesmo tempo o poder de Jesus sobre os demônios e a importância da fé e da oração.

    Marcos 9.14-29 (Bíblia Livre) :
    E quando veio aos discípulos, ele viu uma grande multidão ao redor deles; e uns escribas estavam discutindo com eles.Logo que toda a multidão o viu, ficou admirada. Então correram a ele, e o cumprimentaram.Jesus perguntou aos escribas: O que estais discutindo com eles?E um da multidão respondeu: Mestre, trouxe a ti o meu filho, que tem um espírito mudo.E onde quer que o toma, faz-lhe ter convulsões, solta espuma, range os dentes, e vai ficando rígido. Eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, mas não conseguiram.Jesus lhe respondeu: Ó geração incrédula! Até quando estarei ainda convosco? Até quando vos suportarei? Trazei-o a mim.Então trouxeram-no a ele. E quando o viu, logo o espírito o fez ter uma convulsão e, caindo em terra, rolava, e espumava.E perguntou ao seu pai: Quanto tempo há que isto lhe sobreveio? E ele lhe disse: Desde a infância.E muitas vezes o lançou também no fogo e na água para o destruir. Mas, se podes algo, tem compaixão de nós, e ajuda-nos.E Jesus lhe disse: Se podes crer, tudo é possível ao que crê.Logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Creio, Senhor! Ajuda-me na minha incredulidade.Quando Jesus viu que a multidão corria e se ajuntava, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno, sai dele, e nunca mais entres nele!Então o espírito, gritando, e fazendo-o ter muita convulsão, saiu. E o menino ficou como morto, de maneira que muitos diziam que estava morto.Então Jesus o tomou pela mão, e o ergueu; e ele se levantou.E quando entrou em casa, seus discípulos lhe perguntaram à parte: Por que nós não conseguimos o expulsar?E lhes respondeu: Este tipo não pode sair por coisa alguma, a não ser com oração e jejum.
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  • Moeda na boca de um peixe

    O artigo aborda o milagre da moeda na boca de um peixe, que mostra a sabedoria de Jesus diante das exigências religiosas. Em Cafarnaum, para não ofender os cobradores do imposto do templo, Jesus pede a Pedro que pesque uma moeda para pagar o imposto. Esse relato sublinha a dupla natureza de Jesus como Filho de Deus e ensina o equilíbrio entre a liberdade espiritual e o respeito pelas tradições.

    Mateus 17.24-27 (Bíblia Livre) :
    E quando entraram em Cafarnaum, os cobradores da taxa de duas dracmas vieram a Pedro, e perguntaram: Vosso mestre não paga as duas dracmas?Ele respondeu: Sim. Quando ele entrou em casa, Jesus o antecipou, dizendo: Que te parece, Simão? De quem os reis da terra cobram tributos ou taxas? Dos seus filhos, ou dos outros?Pedro lhe respondeu: Dos outros. Jesus lhe disse: Logo, os filhos são livres de pagar.Mas para não os ofendermos, vai ao mar, e lança o anzol. Toma o primeiro peixe que subir, e quando lhe abrir a boca, acharás uma moeda de quatro dracmas. Toma-a, e dá a eles por mim e por ti.
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  • Cura de uma mulher no dia de sábado

    O artigo examina Lucas 13.10-21, em que Jesus cura uma mulher no dia de sábado, provocando a crítica do chefe da sinagoga. Jesus sublinha a hipocrisia dos críticos, sustentando que fazer o bem é sempre apropriado. As parábolas do grão de mostarda e do fermento ilustram o crescimento do reino de Deus. Esta análise põe em evidência o poder e o ensino de Jesus.

    Mateus 13.31-33 (Bíblia Livre) :
    Ele lhes propôs outra parábola: O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que alguém tomou e semeou no seu campo.De fato, dentre todas as sementes, esta é a menor. Mas quando cresce, é a maior das hortaliças; e se torna tamanha árvore, que as aves do céu vêm e se aninham em seus ramos.Ele lhes disse outra parábola: O Reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou em três medidas de farinha, até que tudo ficasse fermentado.
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  • Cura de um homem com hidropisia

    O artigo trata da cura por Jesus de um homem com hidropisia num dia de sábado, conforme Lucas 14:2-6. O texto sublinha os conflitos em torno das curas no sábado e destaca a prioridade da compaixão e da misericórdia sobre uma interpretação estrita da lei.

    Marcos 3.1-6 (Bíblia Livre) :
    Jesus entrou outra vez na sinagoga; e estava ali um homem que tinha uma mão definhada.NoteTradicionalmente “cananeu”, mas provavelmente o significado não tenha a ver com Caná ou CanaãE prestavam atenção nele, se o curaria no sábado, para o acusarem.E Jesus disse ao homem que tinha a mão definhada: Levanta-te, e vem para o meio.E disse-lhes:É lícito no sábado fazer o bem, ou o mal? Salvar uma pessoa, ou matá-la? E mantiveram-se calados.E olhando ao redor para eles com indignação, sentindo pena da dureza dos seus corações, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele estendeu; e sua mão foi restaurada, sã como a outra.Assim que os fariseus saíram, tiveram reunião com os herodianos contra ele, para combinarem sobre como o matariam.
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  • Cura dos dez leprosos

    Lucas 17.11-19 relata a cura de dez leprosos por Jesus. Só um samaritano volta para lhe agradecer, o que ilustra temas como a fé, a obediência, a gratidão e a abrangência da salvação.

    Lucas 17.11-19 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que, indo ele para Jerusalém, passou por meio da Samaria e da Galileia.E entrando em uma certa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez homens leprosos, os quais pararam de longe.E levantaram a voz, dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós!E ele, vendo-os, disse-lhes: Ide, e mostrai-vos aos sacerdotes.E aconteceu que, enquanto eles iam, ficaram limpos.E vendo um deles que estava são, voltou, glorificando a Deus a alta voz.E caiu com o rosto a seus pés, agradecendo-lhe; e este era samaritano.E respondendo Jesus, disse: Não foram os dez limpos? E onde estão os nove?Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?E disse-lhe: Levanta-te, e vai; tua fé te salvou.
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  • Cura do cego de nascença

    João 9.1-12 relata a cura por Jesus de um homem cego de nascença, que demonstra as obras divinas. Jesus usa lama para curar, o que lembra a criação em Gênesis. A obediência e a fé do homem são essenciais para a sua cura. A surpresa da comunidade diante dos milagres sublinha o impacto e a missão de Jesus, que traz a luz espiritual ao mundo.

    João 9.1-12 (Bíblia Livre) :
    E indo Jesus passando, viu a um homem cego desde o nascimento.E seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou? Este, ou seus pais, para que nascesse cego?Respondeu Jesus: Nem este pecou, nem seus pais; mas sim para que as obras de Deus nele se manifestem.A mim me convém trabalhar as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.Enquanto estiver no mundo, eu sou a luz do mundo.Dito isto, cuspiu em terra, e fez lama do cuspe, e untou com aquela lama os olhos do cego.E disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que se traduz Enviado). Foi pois, e lavou-se; e voltou vendo.Então os vizinhos, e os que de antes o viram que era cego, diziam: Não é este aquele que estava sentado, e mendigava?Outros diziam: É este. E outros: Parece-se com ele. Ele dizia: Sou eu.Então lhe diziam: Como teus olhos se abriram?Respondeu ele, e disse: Aquele homem chamado Jesus fez lama, untou meus olhos, e me disse: Vai ao tanque de Siloé, e lava-te. E fui, e me lavei, e vi.Disseram-lhe, pois: Onde ele está? Disse ele: Não sei.
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  • Ressurreição de Lázaro

    João 11:1-44 descreve a ressurreição de Lázaro, que ilustra o poder de Jesus sobre a morte e a sua compaixão humana. Esse milagre, em Betânia, revela o divino e a humanidade de Jesus, reforçando a fé dos seus discípulos. Ao ressuscitar Lázaro depois de quatro dias no túmulo, Jesus mostra que é a ressurreição e a vida, convidando à fé para a vida eterna.

    João 11.1-44 (Bíblia Livre) :
    E estava doente um certo Lázaro, de Betânia, a aldeia de Maria e de sua irmã Marta.Notesupremo conselho lit. sinédrio – o mais importante conselho ou tribunal para os judeus(E era Maria a que ungiu ao Senhor com o óleo, e com seus cabelos lhe limpou os pés; a que cujo irmão Lázaro era o que estava doente).Enviaram pois suas irmãs uma mensagem a ele, dizendo: Senhor, eis que aquele a quem tu amas está doente.E ouvindo Jesus, disse: Esta doença não é para morte, mas para glória de Deus; para que o Filho de Deus seja por ela glorificado.E Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro.Quando, pois, ele ouviu que estava doente, ficou ainda dois dias no lugar onde estava.Então depois disto voltou a dizer aos discípulos: Vamos outra vez à Judeia.Disseram-lhe os discípulos: Rabi, ainda agora os Judeus procuravam te apedrejar; e tu voltas novamente para lá?Respondeu Jesus: Não há doze horas no dia? Se alguém anda de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo.Mas se alguém anda de noite, tropeça; porque nele não há luz.Ele falou estas coisas; e depois disto, disse-lhes: Lázaro, nosso amigo, dorme; mas vou para despertá-lo do sono.Disseram pois seus discípulos: Senhor, se ele dorme, será salvo.Mas Jesus dizia isto de sua morte; porém eles pensavam que falava do repouso do sono.Então pois lhes disse Jesus claramente: Lázaro está morto.E me alegro, por causa de vós, que eu não estivesse lá, para que creiais; porém vamos até ele.Disse pois Tomé, chamado o Dídimo, aos colegas discípulos: Vamos nós também, para que com ele morramos.Vindo pois Jesus, encontrou que já havia quatro dias que estava na sepultura.(E Betânia era como quase quinze estádios de Jerusalém).E muitos dos judeus tinham vindo até Marta e Maria, para consolá-las por seu irmão.Ouvindo pois Marta que Jesus vinha, saiu-lhe ao encontro; mas Maria ficou sentada em casa.Disse pois Marta a Jesus: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.Porém também sei agora, que tudo quanto pedires a Deus, Deus o dará a ti.Disse-lhe Jesus: Teu irmão ressuscitará.Marta lhe disse: Eu sei que ele ressuscitará, na ressurreição, no último dia.Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição, e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.E todo aquele que vive, e crê em mim, para sempre não morrerá. Crês nisto?Disse-lhe ela: Sim, Senhor; já cri que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que viria ao mundo.E dito isto, ela se foi, e chamou em segredo a Maria, sua irmã, dizendo: Aqui está o Mestre, e ele te chama.Ouvindo ela isto ,logo se levantou, e foi até ele.(Porque Jesus ainda não havia chegado à aldeia; mas estava no lugar onde Marta lhe saíra ao encontro).Vendo pois os judeus que com ela estavam em casa, e a consolavam, que Maria com pressa se levantara, e saíra, seguiram-na, dizendo: Ela vai para a sepultura, para chorar lá.Vindo pois Maria aonde Jesus estava, e vendo-o, caiu a seus pés, dizendo-lhe: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.Quando Jesus a viu chorar, e aos judeus, que vinham chorando com ela, comoveu-se em espírito, e ficou perturbado.E disse: Onde o pusestes? Disseram-lhe: Senhor, vem, e vê.Jesus chorou.Disseram pois os Judeus: Vede como ele o amava!E alguns deles disseram: Não podia este, que abriu os olhos ao cego, ter feito também que este não morresse?Comovendo-se pois Jesus outra vez em si mesmo, veio à sepultura; e era esta uma caverna, e estava uma pedra posta sobre ela.Disse Jesus: Tirai a pedra. Marta, a irmã do morto, disse-lhe: Senhor, já cheira mal, porque já é de quatro dias.Jesus disse-lhe: Não te disse, que se creres, verás a glória de Deus?Tiraram, pois, a pedra de onde o morto jazia. E Jesus levantou os olhos para cima, e disse: Pai, graças te dou, porque me tens ouvido.Porém eu bem sabia que sempre me ouves; mas por causa da multidão, que está ao redor, assim disse; para que creiam que tu me enviaste.E havendo dito isto, clamou com grande voz: Lázaro, sai fora.E o que estava morto saiu, com as mãos e os pés atados, e seu rosto envolto em um lenço. Disse-lhes Jesus: Desatai-o, e deixai-o ir.
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  • Cura do cego Bartimeu

    Este artigo explora os relatos da cura de Bartimeu nos Evangelhos. Embora os detalhes variem (número de cegos, identificação de Bartimeu, local exato), o essencial permanece: a fé dos cegos e a compaixão de Jesus ao curá-los.

    Lucas 18.35-43 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que ele, chegando perto de Jericó, estava um cego sentado junto ao caminho, mendigando.E este, ouvindo a multidão passar, perguntou: O que era aquilo?E disseram-lhe que Jesus Nazareno estava passando.Então clamou, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!E os que estavam mais a frente o repreendiam, para que calasse; porém ele clamava ainda mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim!Então Jesus, parando, mandou que o trouxessem para si; e chegando ele, perguntou-lhe,Dizendo: Que queres que eu te faça?E ele disse: Senhor, que eu veja.E Jesus lhe disse: Vê, tua fé te salvou.E logo ele viu, e o seguia, glorificando a Deus. E o todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus.
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  • Secagem da figueira

    Em Mateus e Marcos, Jesus amaldiçoa uma figueira para ensinar sobre a fé e a oração. A sua palavra seca a árvore, o que ilustra o poder da fé. Marcos insiste também na importância do perdão. Os dois relatos, embora divergentes na ordem dos acontecimentos, partilham o mesmo ensino central: a fé e a oração podem realizar maravilhas se forem vividas sem duvidar.

    Marcos 11.12-25 (Bíblia Livre) :
    E no dia seguinte, quando saíram de Betânia, ele teve fome.E vendo de longe uma figueira que tinha folhas, veio ver se acharia alguma coisa nela; mas ao chegar perto dela, nada achou, a não ser folhas, pois não era o tempo de figos.Então Jesus lhe disse: Nunca mais ninguém coma fruto de ti! E seus discípulos ouviram isso.Depois vieram a Jerusalém. E entrando Jesus no Templo, começou a expulsar os que vendiam e compravam no Templo; e revirou as mesas dos cambiadores, e as cadeiras dos que vendiam pombas.E não consentia que ninguém levasse vaso algum pelo Templo.E ensinava, dizendo-lhes: Não está escrito: Minha casa será chamada casa de oração de todas as nações? Mas vós fizestes dela esconderijo de ladrões!Os escribas e os chefes dos sacerdotes ouviram isso, e buscavam uma maneira de o matar; pois o temiam, porque toda a multidão estava admirada do ensino dele.E como já era tarde, Jesus saiu fora da cidade.E passando pela manhã, viram que a figueira estava seca desde as raízes.Pedro se lembrou disso, e disse-lhe: Mestre, eis que a figueira que amaldiçoaste, se secou.E respondendo Jesus, disse-lhes: Tende fé em Deus.Porque em verdade vos digo que qualquer um que disser a este monte: Levanta-te, e lança-te no mar; e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará o que diz, tudo o que disser lhe será feito.Portanto eu vos digo que tudo o que pedirdes orando, crede que recebereis, e vós o tereis.E quando estiverdes orando, perdoai, se tendes algo contra alguém, para que o vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe vossas ofensas.
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  • O oficial do rei em Caná da Galileia

    A perícope 53 relata o milagre de Jesus em Caná da Galileia em favor de um oficial do rei vindo de Cafarnaum pelo filho doente (João 4.46-54). Datado de fevereiro-março de 31, constitui o segundo sinal joanino realizado em Caná. A identidade do oficial é incerta, mas o autor inclina-se para uma origem romana, ilustrando a universalidade da salvação na teologia de João. Não deve confundir-se com o centurião da perícope 110.

    João 4.46-54 (Bíblia Livre) :
    Veio pois Jesus outra vez a Caná da Galileia, onde da água fizera vinho. E estava ali um nobre, cujo filho estava enfermo em Cafarnaum.Ouvindo este que Jesus vinha da Judeia para a Galileia, foi ter com ele, e suplicava-lhe que descesse, e curasse a seu filho, porque já estava à morte.Disse-lhe pois Jesus: Se não virdes sinais e milagres não crereis.O nobre lhe disse: Senhor, desce, antes que meu filho morra.Disse-lhe Jesus: Vai, teu filho vive. E o homem creu na palavra que Jesus lhe disse, e se foi.E estando ele já descendo, seus servos lhe saíram ao encontro, e lhe anunciaram, dizendo: Teu filho vive.Perguntou-lhes pois, a que hora se achara melhor; e disseram-lhe: Ontem às sete horas a febre o deixou.Entendeu pois o pai, que aquela era a mesma hora em que Jesus lhe disse: Teu filho vive. E creu nele, e toda sua casa.Este segundo sinal Jesus voltou a fazer, quando ele veio d a Judeia a Galileia.
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  • A primeira pesca milagrosa

    A perícope 55 relata a primeira pesca milagrosa, narrada somente por Lucas (Lc 5.1-11), no início do ministério de Jesus na Galileia. Após uma noite de pesca infrutífera, Jesus ordena a Simão Pedro que lance as redes, provocando uma captura extraordinária. Esse ato milagroso, distinto do de João 21, parece ter permitido aos discípulos suprir as necessidades de suas famílias antes de deixarem tudo para seguir Jesus, ilustrando a providência divina que acompanha cada chamamento.

    Marcos 1.16-20 (Bíblia Livre) :
    E enquanto andava junto ao mar da Galileia, ele viu Simão e seu irmão André, que lançavam uma rede ao mar, porque eram pescadores;Jesus lhes disse: Vinde após mim, e farei serdes pescadores de gente.Então logo deixaram suas redes, e o seguiram.E passando dali um pouco mais adiante, viu Tiago filho de Zebedeu, e seu irmão João, que estavam no barco, consertando as redes.E logo os chamou; então eles deixaram o seu pai Zebedeu no barco com os empregados, foram após ele.
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  • A cura de um leproso.

    Este artigo explora a cura de um leproso por Jesus, ilustrando a sua compaixão e autoridade messiânica, e aborda as tensões com as autoridades religiosas na Galileia.

    Daniel 9.24-27 (Bíblia Livre) :
    Setenta semanas estão determinadas sobre teu povo e sobre tua santa cidade, para acabar a transgressão, para encerrar o pecado, para expiar a maldade, e para trazer a justiça eterna; para selar a visão e a profecia, e para ungir o Santo dos santosSabe pois e entendas: desde a saída da palavra para restaurar e edificar a Jerusalém até o Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; voltará a ser construída com praças e muro, porém em tempos angustiosos.E depois das sessenta e duas semanas o Messias será exterminado, e nada terá para si; e o povo do príncipe que virá destruirá à cidade e o santuário; o fim dela será com inundação, e até o fim da guerra estão determinadas assolações.E firmará um pacto com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de alimentos; depois sobre a asa das abominações será o assolador, e isto até que seja derramado o fim determinado sobre o assolador.
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  • Cura de um paralítico

    O artigo aborda a cura de um paralítico por Jesus em Cafarnaum, salientando a sua divindade proclamada pelo perdão dos pecados, o que choca os especialistas da lei e aprofunda o fosso entre Jesus e as autoridades religiosas.

    Marcos 2.1-12 (Bíblia Livre) :
    Dias depois, Jesus entrou outra vez em Cafarnaum, e ouviu-se que estava em casa.NoteLit. “indagavam”, “questionavam”NoteLit. “essas coisas”Notelit. filhosLogo juntaram-se tantos, que nem mesmo perto da porta cabiam; e ele lhes falava a palavra.E vieram a ele uns que traziam um paralítico carregado por quatro.Como não podiam se aproximar dele por causa da multidão, descobriram o telhado onde ele estava, fizeram um buraco, e baixaram por ele o leito em que jazia o paralítico.Quando Jesus viu a fé deles, disse ao paralítico: Filho, os teus pecados te são perdoados.E estavam ali sentados alguns escribas, que pensavam em seus corações:Por que este homem fala essas blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, a não ser somente Deus?Imediatamente Jesus percebeu em seu espírito que assim pensavam em si mesmos. Então perguntou-lhes: Por que pensais assim em vossos corações?O que é mais fácil? Dizer ao paralítico: “Os teus pecados estão perdoados”, ou dizer, “Levanta-te, toma o teu leito, e anda”?Mas para que saibais que o Filho do homem tem poder na terra para perdoar pecados,(disse ao paralítico):A ti eu digo: levanta-te, toma o teu leito, e vai para a tua casa.E logo ele se levantou, tomou o leito, e saiu na presença de todos, de tal maneira, que todos ficaram admirados, e glorificaram a Deus, dizendo: Nunca vimos algo assim.
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  • A cura do inválido na piscina de Betesda

    O artigo analisa a cura do inválido por Jesus na piscina de Betesda durante o sábado, ilustrando a afirmação de Jesus como senhor do sábado e as tensões com os fariseus. O relato de João descreve este milagre como um ato deliberado para provocar uma reflexão sobre as leis do judaísmo, revelando os desvios na sua interpretação pelas autoridades religiosas da época.

    João 5.2-16 (Bíblia Livre) :
    E há em Jerusalém à porta das ovelhas um tanque, que em hebraico se chama Betesda, que tem cinco entradas cobertas.Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, mancos, e de corpo ressecado, aguardando o movimento da água.Porque um anjo descia de vez em quando ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que descia nele, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.E estava ali um certo homem, que havia trinta e oito anos que estava enfermo.Vendo Jesus a este deitado, e sabendo, que já havia muito tempo que ali jazia, disse-lhe: Queres sarar?Respondeu-lhe o enfermo: Senhor, não tenho homem algum para que, quando a água se agita, me ponha no tanque; e enquanto eu venho, outro desce antes de mim.Disse-lhe Jesus: Levanta-te, toma teu leito, e anda.E logo aquele homem sarou; e tomou seu leito, e andou. E era Sábado aquele dia.Disseram pois os judeus para aquele que fora curado: É Sábado, não te é lícito levar o leito.Respondeu-lhes ele: Aquele que me curou, esse me disse: Toma teu leito, e anda.Perguntaram-lhe pois: Quem é o homem que te disse: Toma teu leito e anda?E o que fora curado, não sabia quem o era, porque Jesus se havia retirado, porque naquele lugar havia uma grande multidão.Depois Jesus achou-o no Templo, e disse-lhe: Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior.Aquele homem foi anunciar aos judeus que Jesus era o que o curara.E por isso os judeus perseguiam Jesus e procuravam matá-lo, porque ele fazia estas coisas no sábado.
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  • A cura de um leproso após o sermão da montanha

    Este artigo explora a cura de um leproso por Jesus após o sermão da montanha, abordando os diferentes relatos nos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas. A cura é descrita como um desafio às leis estritas sobre a purificação, e é salientada a importância do respeito pela lei de Moisés. O artigo interroga-se sobre a continuidade entre diferentes relatos evangélicos.

    Marcos 1.40-44 (Bíblia Livre) :
    Um leproso aproximou-se dele, rogando-lhe, pondo-se de joelhos diante dele, e dizendo-lhe: Se quiseres, tu podes limpar-me.E Jesus, movido de compaixão, estendeu a mão, tocou-o, e disse-lhe: Quero; sê limpo.Quando disse isso, logo a lepra saiu dele, e ficou limpo.Jesus advertiu-o, e logo o despediu,dizendo-lhe: Cuidado, não digas nada a ninguém. Mas vai, mostra-te ao Sacerdote, e oferece por teres ficado limpo o que Moisés mandou, para lhes servir de testemunho.
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  • A cura do servo do oficial romano

    O artigo explora a cura por Jesus do servo de um oficial romano em Cafarnaum, uma demonstração de fé fora do comum e da autoridade de Jesus sobre todos os povos.

    João 4.46-54 (Bíblia Livre) :
    Veio pois Jesus outra vez a Caná da Galileia, onde da água fizera vinho. E estava ali um nobre, cujo filho estava enfermo em Cafarnaum.Ouvindo este que Jesus vinha da Judeia para a Galileia, foi ter com ele, e suplicava-lhe que descesse, e curasse a seu filho, porque já estava à morte.Disse-lhe pois Jesus: Se não virdes sinais e milagres não crereis.O nobre lhe disse: Senhor, desce, antes que meu filho morra.Disse-lhe Jesus: Vai, teu filho vive. E o homem creu na palavra que Jesus lhe disse, e se foi.E estando ele já descendo, seus servos lhe saíram ao encontro, e lhe anunciaram, dizendo: Teu filho vive.Perguntou-lhes pois, a que hora se achara melhor; e disseram-lhe: Ontem às sete horas a febre o deixou.Entendeu pois o pai, que aquela era a mesma hora em que Jesus lhe disse: Teu filho vive. E creu nele, e toda sua casa.Este segundo sinal Jesus voltou a fazer, quando ele veio d a Judeia a Galileia.
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  • A ressurreição do filho da viúva de Naim

    Jesus ressuscita o filho de uma viúva em Naim, ilustrando o seu poder divino e o seu papel de profeta. O acontecimento, relatado em Lucas 7:11-17, ocorre depois do sermão da montanha e atrai uma grande multidão. Os habitantes veem em Jesus um grande profeta, e a notícia espalha-se pela Galileia e pela Judeia.

    Lucas 7.11-17 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu no dia seguinte, que Jesus ia a uma cidade chamada Naim, e com ele iam muitos de seus discípulos e uma grande multidão.E quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia grande multidão da cidade.Quando o Senhor a viu, comoveu-se de intima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.Então se aproximou, tocou o caixão (e os que a levavam, pararam), e disse: Jovem, a ti eu digo: levanta-te.E o defunto se sentou e começou a falar; e ele o entregou à sua mãe.Todos se encheram de temor, e glorificavam a Deus, dizendo: “Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo!”E essa sua fama correu por toda a Judeia, e por toda a região em redor.
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  • A cura do endemoninhado

    O artigo explora um episódio do ministério de Jesus em Cafarnaum, onde cura um endemoninhado, confrontando os fariseus que atribuem o seu poder a Satanás. Jesus identifica isto como a blasfémia contra o Espírito Santo, ilustrando o seu uso de parábolas para ensinar os seus discípulos.

    Lucas 11.14-15 (Bíblia Livre) :
    E Jesus estava expulsando um demônio, e este era mudo. E aconteceu que, saindo o demônio, o mudo falou, e as multidões se maravilharam.Porém alguns deles diziam: Ele expulsa aos demônios por Belzebu, príncipe dos demônios!
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  • O Messias Jesus acalma a tempestade

    Depois de um dia intenso de ensino, Jesus atravessa o lago de Tiberíades com seus discípulos. Uma violenta tempestade se abate, ameaçando afundar o barco. Acordado pelos discípulos em pânico, Jesus ordena aos elementos que se calem e logo se instala uma grande calma. Este episódio, relatado por Mateus, Marcos e Lucas, revela a autoridade divina de Jesus sobre a natureza e ensina a importância de uma fé inabalável mesmo no meio das provações.

    Mateus 8.23-27 (Bíblia Livre) :
    Então ele entrou no barco, e seus discípulos o seguiram.E eis que se levantou no mar uma tormenta tão grande que o barco era coberto pelas ondas; porém ele dormia.E seus discípulos se aproximaram para acordá-lo, dizendo: Senhor, salva-nos! Estamos sendo destruídos!E ele lhes respondeu: Por que temeis, homens de pouca fé? Então ele se levantou e repreendeu os ventos e o mar. E houve grande calmaria.E aqueles homens se maravilharam, dizendo: Quem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?
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  • A cura do endemoninhado de Gadara

    A perícope 152 relata a cura do endemoninhado de Gadara, narrada por Mateus (8.28-34), Marcos (5.1-20) e Lucas (8.26-40). Jesus chega ao território de Gadara, encontra homens possessos que viviam entre os túmulos e liberta-os dos demônios, enviando-os para uma manada de porcos que se afogam no lago. Este episódio manifesta o poder soberano do Messias sobre as forças demoníacas e o seu ministério estendendo-se para além das fronteiras de Israel.

    Lucas 8.26-40 (Bíblia Livre) :
    E navegaram para a terra dos gadarenos, que é do lado oposto à Galileia.E quando ele desceu à terra, veio da cidade ao seu encontro um homem, que havia muito tempo que tinha demônios, e não andava vestido, nem habitava em casa nenhuma, mas sim, nos sepulcros.Ele viu Jesus, então exclamou, prostrou-se diante dele, e disse com grande voz: “O que eu tenho contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Rogo-te que não me atormentes.”Porque ele havia mandado ao espírito imundo que saísse daquele homem; pois muitas vezes apoderava-se dele. E o mantinham preso com cadeias e grilhões; porém ele quebrava o que lhe prendia, e era conduzido pelo demônio aos desertos.E Jesus lhe perguntou: “Qual é teu nome?” E ele disse: “Legião” (porque muitos demônios tinham entrado nele).E rogavam-lhe que não os mandasse ir para o abismo.E havia ali uma manada de muitos porcos, que pastavam no monte; e rogaram-lhe que lhes concedesse entrar neles; e ele lhes concedeu.Os demônios saíram daquele homem e entraram nos porcos; e a manada se lançou de um precipício no lago e se afogou.Quando os que cuidavam dos porcos viram o que havia acontecido, fugiram; então foram anunciar na cidade e nos campos.E saíram para ver o acontecido, e vieram até Jesus; e acharam ao homem de quem os demônios tinham saído, vestido e em pleno juízo, sentado aos pés de Jesus; e temeram.E os que tinham visto contaram-lhes também como aquele endemoninhado havia sido liberto.E toda o povo da terra dos gadarenos ao redor lhe rogou que se retirasse deles; porque foram tomados por grande temor. Então ele entrou no barco e voltou.E aquele homem, de quem os demônios tinham saído, rogou-lhe para que lhe permitisse estar com ele; mas Jesus o despediu, dizendo:“Volta para tua casa, e conta como foram grandes as coisas que Deus te fez”. Ele se foi, e pregou por toda a cidade, como foram grandes as coisas que Jesus lhe tinha feito.E aconteceu que, quando Jesus voltou, a multidão o recebeu; porque todos o estavam esperando.
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  • A cura da filha de Jairo interrompida

    A perícope 153 relata o início do episódio da filha de Jairo em Cafarnaum (fevereiro-março do ano 32 d.C.). Chefe de sinagoga, Jairo suplica a Jesus que cure sua filha única, de 12 anos. Mas Jesus, retardado pela multidão, não chega a tempo: a menina morre. Este relato sinótico (Mt 9.18-19; Mc 5.21-24; Lc 8.40-42) levanta a questão da fé de Jairo diante da prova da morte.

    Marcos 5.21-24 (Bíblia Livre) :
    Depois de Jesus passar outra vez num barco para o outro lado, uma grande multidão se ajuntou a ele; e ele ficou junto ao mar.E eis que veio um dos líderes de sinagoga, por nome Jairo; e quando o viu, prostrou-se aos seus pés.E implorava-lhe muito, dizendo: Minha filhinha está a ponto de morrer. Rogo-te que venhas pôr as mãos sobre ela, para que seja curada, e viva.Jesus foi com ele. Uma grande multidão o seguia, e o apertavam.
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  • A cura da mulher com perda de sangue

    A perícope 154 narra a cura de uma mulher que sofria de hemorragia havia doze anos, relatada por Mateus, Marcos e Lucas. Em Cafarnaum, ela toca discretamente a roupa de Jesus a caminho da casa de Jairo. Curada instantaneamente, é reconhecida publicamente por Jesus, que declara: 'A tua fé te salvou.' O artigo compara os três relatos sinóticos e explora o alcance teológico, cristológico e social deste milagre de fé.

    Lucas 8.43-48 (Bíblia Livre) :
    E uma mulher que tinha um fluxo de sangue, havia doze anos, e já tinha gastado todos os seus pertences com médicos, e não pôde ser curada por nenhum.Ela se aproximou de Jesus por detrás, e tocou a borda de sua roupa; e logo o fluxo de seu sangue parou.E Jesus disse: “Quem me tocou?” Enquanto todos negavam, disse Pedro e os que com ele estavam: Mestre, as multidões te apertam e empurram, e dizes: Quem me tocou?Jesus disse: “Alguém me tocou, pois sei que poder saiu de mim”.Então a mulher, vendo que não podia se esconder, veio tremendo, prostrou-se diante dele, e declarou-lhe diante de todo o povo a causa por que o havia tocado, e como logo havia sarado.E ele lhe disse: “Tem bom ânimo, filha; a tua fé te sarou; vai em paz”.
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  • A cura da filha de Jairo

    A perícope 155 narra a ressurreição da filha de Jairo pelo Messias Jesus em Cafarnaum (fev.-mar. de 32). Jairo, chefe da sinagoga, prostra-se diante de Jesus para implorar a cura de sua filha moribunda. Apesar do atraso causado pela cura de uma mulher com hemorragia, Jesus vai até a casa, pronuncia “Talita cumi” e ressuscita a menina. Esse milagre testemunha a sua autoridade sobre a morte e convida à fé mesmo nas situações desesperadoras.

    Lucas 8.40-56 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que, quando Jesus voltou, a multidão o recebeu; porque todos o estavam esperando.E eis que chegou um homem, cujo nome era Jairo, e era chefe da sinagoga. Então ele se prostrou aos pés de Jesus e rogou-lhe que entrasse em sua casa;porque tinha uma filha única, com doze anos de idade, que estava a ponto de morrer. E enquanto ele ia, as multidões o apertavam.E uma mulher que tinha um fluxo de sangue, havia doze anos, e já tinha gastado todos os seus pertences com médicos, e não pôde ser curada por nenhum.Ela se aproximou de Jesus por detrás, e tocou a borda de sua roupa; e logo o fluxo de seu sangue parou.E Jesus disse: “Quem me tocou?” Enquanto todos negavam, disse Pedro e os que com ele estavam: Mestre, as multidões te apertam e empurram, e dizes: Quem me tocou?Jesus disse: “Alguém me tocou, pois sei que poder saiu de mim”.Então a mulher, vendo que não podia se esconder, veio tremendo, prostrou-se diante dele, e declarou-lhe diante de todo o povo a causa por que o havia tocado, e como logo havia sarado.E ele lhe disse: “Tem bom ânimo, filha; a tua fé te sarou; vai em paz”.Estando ele ainda falando, veio um da casa do chefe da sinagoga, que lhe disse: “Tua filha já está morta, não incomodes o Mestre.”Porém quando Jesus o ouviu, respondeu-lhe: “Não temas; crê somente, e ela será curada”.E quando entrou na casa, a ninguém deixou entrar, a não ser a Pedro, Tiago, João, e ao pai e à mãe da menina.E todos choravam e lamentavam por ela; mas ele disse: “Não choreis; ela não está morta, mas dorme”.E riam dele, porque sabiam que estava morta.Porém ele, depois de expulsá-los todos, segurou a mão dela e clamou: “Levanta-te, menina”.Então seu espírito voltou, e ela logo se levantou; e Jesus mandou que dessem de comer a ela.E seus pais ficaram maravilhados, mas ele lhes mandou que a ninguém dissessem o que havia acontecido.
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  • A cura de dois cegos

    A cura de dois cegos em Cafarnaum, relatada somente por Mateus (Mt 9.27-31), ilustra a fé messiânica: os dois homens reconhecem Jesus como ‘Filho de Davi’. Jesus os cura segundo a fé deles e lhes pede silêncio, desejando orientar as multidões para a salvação eterna, e não para as curas físicas. Este relato prepara a resposta de Jesus a João Batista em Mateus 11.5.

    Lucas 18.35-43 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que ele, chegando perto de Jericó, estava um cego sentado junto ao caminho, mendigando.E este, ouvindo a multidão passar, perguntou: O que era aquilo?E disseram-lhe que Jesus Nazareno estava passando.Então clamou, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!E os que estavam mais a frente o repreendiam, para que calasse; porém ele clamava ainda mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim!Então Jesus, parando, mandou que o trouxessem para si; e chegando ele, perguntou-lhe,Dizendo: Que queres que eu te faça?E ele disse: Senhor, que eu veja.E Jesus lhe disse: Vê, tua fé te salvou.E logo ele viu, e o seguia, glorificando a Deus. E o todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus.
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  • A cura de um endemoninhado

    A perícope 157 relata a cura de um endemoninhado mudo por Jesus em Cafarnaum, narrada unicamente por Mateus (Mt 9,32-33). Este episódio evidencia a autoridade de Jesus sobre as forças demoníacas, o papel da fé intercessora e o contraste entre o espanto da multidão e a incredulidade dos fariseus. Mateus constrói aqui uma argumentação messiânica progressiva, apresentando Jesus como aquele cujos milagres não têm precedente em Israel.

    Mateus 9.32-33 (Bíblia Livre) :
    Enquanto eles saíam, eis que lhe trouxeram um homem mudo e endemoninhado.Quando o demônio foi expulso, o mudo passou a falar. Então as multidões ficaram maravilhadas, e disseram: Nunca se viu algo assim em Israel!
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  • A multiplicação dos pães para as 5000 pessoas

    A multiplicação dos pães para 5000 homens é um milagre atestado pelos quatro evangelistas, situado perto de Betsaida em abril do ano 32. Com apenas cinco pães e dois peixes, Jesus alimenta uma imensa multidão, ilustrando seu poder divino e sua compaixão de pastor e prefigurando a Eucaristia. Os doze cestos que sobraram simbolizam a abundância do Reino de Deus.

    Mateus 14.13-21 (Bíblia Livre) :
    Depois de Jesus ouvir, retirou-se dali num barco, a um lugar deserto, sozinho; mas assim que as multidões ouviram acerca disso, seguiram-no a pé das cidades.Quando Jesus saiu, viu uma grande multidão. Ele se compadeceu deles, e curou dentre eles os enfermos.E chegando o entardecer, os seus discípulos se aproximaram dele, e disseram: O lugar é deserto, e já é tarde. Despede as multidões, para irem às aldeias, e comprarem para si de comer.Mas Jesus lhes respondeu: Eles não precisam ir. Vós mesmos, dai-lhes de comer.E eles lhe disseram: Nada temos aqui além de cinco pães e dois peixes.Então disse: Trazei-os aqui a mim.Ele mandou às multidões que se sentassem sobre a grama. Então tomou os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, e os abençoou. Em seguida partiu os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos às multidões.E todos comeram, e se fartaram. E do que sobrou dos pedaços levantaram doze cestos cheios.E os que comeram foram quase cinco mil homens, sem contar as mulheres e as crianças.
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  • O Messias Jesus e Pedro andam sobre as águas

    A perícope 171 analisa o milagre de Jesus andando sobre as águas do lago de Genesaré (abril do ano 32), incluindo o episódio de Pedro. Uma comparação rigorosa dos relatos de Mateus 14.22-32, Marcos 6.45-52 e João 6.16-21 põe em evidência convergências e divergências, revelando o poder divino do Messias e a tensão entre fé e dúvida nos discípulos.

    Marcos 6.45-52 (Bíblia Livre) :
    Logo depois, ordenou seus discípulos a subirem no barco, e ir adiante para o outro lado, em Betsaida, enquanto ele despedia a multidão.E, depois de os despedir, foi ao monte para orar.Ao anoitecer, o barco estava no meio do mar, e Jesus sozinho em terra.E viu que se cansavam muito remando, porque o vento lhes era contrário. Então, perto da quarta vigília da noite, veio a eles andando sobre o mar, e queria passar por eles.Mas quando eles o viram andando sobre o mar, pensaram que era uma fantasma, e gritaram,pois todos o viam, e ficaram perturbados. Então logo falou com eles, dizendo: Tende coragem! Sou eu, não tenhais medo.E subiu a eles no barco, e o vento se aquietou. Eles ficaram muito espantados e maravilhados entre si,pois não haviam entendido o que tinha acontecido com os pães, porque o coração deles estava endurecido.
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  • Cura da filha da mulher siro-fenícia

    Este artigo examina a cura da filha da mulher sirofenícia, destacando a abertura da mensagem de Jesus aos gentios. A partir dos Evangelhos de Mateus e Marcos, ele põe em relevo a fé humana para além das fronteiras étnicas e culturais. A narrativa evidencia a missão prioritária de Jesus junto a Israel, reconhecendo ao mesmo tempo a demonstração de fé dos não judeus.

    Mateus 15.21-28 (Bíblia Livre) :
    E, tendo Jesus partido dali, foi para as partes de Tiro e de Sidom.E eis que uma mulher Cananeia, que tinha saído daquela região, clamou-lhe: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Minha filha está miseravelmente endemoninhada.Mas ele não lhe respondeu palavra. Então seus discípulos se aproximaram dele, e rogaram-lhe, dizendo: Manda-a embora, porque ela está gritando atrás de nós.E ele respondeu: Não fui enviado para ninguém além das ovelhas perdidas da casa de Israel.Então ela veio e se prostrou diante dele, dizendo: Senhor, socorre-me.Mas ele respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.Ela, porém, disse: Sim, Senhor. Porém os cachorrinhos também comem, das migalhas que caem da mesa dos seus senhores.Então Jesus lhe respondeu: Ó mulher, grande é a tua fé. A ti seja feito como tu queres. E desde aquela hora sua filha ficou curada.
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  • Segunda multiplicação dos pães para 4000 pessoas

    O artigo analisa a segunda multiplicação dos pães por Jesus para quatro mil pessoas, com referência aos Evangelhos de Mateus e Marcos. Explora as nuances entre os dois relatos, ao mesmo tempo que destaca a compaixão de Jesus e a sua capacidade de suprir as necessidades da multidão.

    Mateus 15.32-38 (Bíblia Livre) :
    Jesus chamou a si os seus discípulos, e disse: Estou compadecido com a multidão, porque já há três dias que estão comigo, e não têm o que comer. E não quero os deixar ir em jejum, para que não desmaiem no caminho.E os seus discípulos lhe responderam: De onde conseguiremos tantos pães no deserto, para saciar tão grande multidão?Jesus lhes perguntou: Quantos pães tendes? E eles disseram: Sete; e uns poucos peixinhos.Então mandou as multidões que se sentassem pelo chão.Tomou os sete pães e os peixes, deu graças e os partiu. Em seguida, ele os deu aos seus discípulos, e os discípulos à multidão.E todos comeram e se saciaram; e levantaram dos pedaços que sobraram sete cestos cheios.E foram os que comeram quatro mil homens, sem contar as mulheres e as crianças.
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  • O cego de Betsaida

    O artigo explora o milagre único da cura do cego de Betsaida por Jesus, relatado apenas no Evangelho de Marcos. Essa cura progressiva em duas etapas simboliza o crescimento espiritual e a compreensão gradual dos discípulos.

    Marcos 7.31-37 (Bíblia Livre) :
    Então Jesus voltou a sair da região de Tiro e de Sidom, e veio para o mar da Galilea, por meio da região de Decápolis.E trouxeram-lhe um surdo que dificilmente falava, e rogaram-lhe que pusesse a mão sobre ele.E tomando-o em separado da multidão, pôs os seus dedos nos ouvidos dele, cuspiu, e tocou-lhe a língua.Depois, levantando os olhos ao céu, suspirou, e disse: Efatá, (isto é, abre-te).Imediatamente os ouvidos dele se abriram, e o que prendia sua língua se soltou, e passou a falar bem.Jesus lhes mandou que a ninguém dissessem; porém, quanto mais lhes mandava, mais divulgavam.E ficavam muito admirados, dizendo: Ele faz tudo bem! Aos surdos faz ouvir, e aos mudos falar.
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  • O imposto do Templo na boca do peixe

    O artigo relata a questão do imposto do Templo, tratada por Jesus em Cafarnaum. Ao afirmar a sua filiação divina, Jesus paga mesmo assim o tributo para evitar o escândalo, demonstrando assim a sua sabedoria. O milagre do peixe sublinha a providência divina e o compromisso de Jesus com as leis sociais e religiosas.

    Marcos 9.33 (Bíblia Livre) :
    E veio a Cafarnaum, e entrando em casa, perguntou-lhes: Que indagais entre vós pelo caminho?
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  • Cura de uma mulher no dia de sábado

    A perícope 231 relata a cura, por Jesus, de uma mulher enferma havia dezoito anos, num sábado, em uma sinagoga de Jerusalém (Lucas 13.10-17). Esse ato provoca a indignação das autoridades religiosas, que Jesus confunde ao apontar suas contradições. A multidão, por sua vez, admira e glorifica a Deus. O episódio ilustra a tensão entre a tradição farisaica e a aplicação autêntica da lei divina, ao mesmo tempo que destaca a fé perseverante dessa mulher.

    João 5.1-18 (Bíblia Livre) :
    Depois disto houve uma festa dos judeus, e subiu Jesus para Jerusalém.E há em Jerusalém à porta das ovelhas um tanque, que em hebraico se chama Betesda, que tem cinco entradas cobertas.Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, mancos, e de corpo ressecado, aguardando o movimento da água.Porque um anjo descia de vez em quando ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que descia nele, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.E estava ali um certo homem, que havia trinta e oito anos que estava enfermo.Vendo Jesus a este deitado, e sabendo, que já havia muito tempo que ali jazia, disse-lhe: Queres sarar?Respondeu-lhe o enfermo: Senhor, não tenho homem algum para que, quando a água se agita, me ponha no tanque; e enquanto eu venho, outro desce antes de mim.Disse-lhe Jesus: Levanta-te, toma teu leito, e anda.E logo aquele homem sarou; e tomou seu leito, e andou. E era Sábado aquele dia.Disseram pois os judeus para aquele que fora curado: É Sábado, não te é lícito levar o leito.Respondeu-lhes ele: Aquele que me curou, esse me disse: Toma teu leito, e anda.Perguntaram-lhe pois: Quem é o homem que te disse: Toma teu leito e anda?E o que fora curado, não sabia quem o era, porque Jesus se havia retirado, porque naquele lugar havia uma grande multidão.Depois Jesus achou-o no Templo, e disse-lhe: Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior.Aquele homem foi anunciar aos judeus que Jesus era o que o curara.E por isso os judeus perseguiam Jesus e procuravam matá-lo, porque ele fazia estas coisas no sábado.E Jesus lhes respondeu: Meu Pai até agora trabalha, e eu também trabalho.Por isto ainda mais procuravam os Judeus matá-lo, porque não só quebrava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus.
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  • Cura de um homem com hidropisia

    Um homem com hidropisia é curado pelo Messias Jesus durante uma refeição de sábado na casa de um fariseu em Jerusalém. Diante dos peritos da lei, Jesus faz uma pergunta sobre a legalidade de curar no sábado e depois age sem esperar a resposta deles. Seus interlocutores, incapazes de retrucar, permanecem em silêncio. Lucas é o único evangelista a relatar este episódio (Lucas 14.2-6), datado de 4 de dezembro do ano 32 d.C.

    Lucas 14.2 (Bíblia Livre) :
    E eis que um certo homem com o corpo inchado estava ali diante dele.
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  • A cura dos dez leprosos

    Este artigo explora a cura de dez leprosos por Jesus, com ênfase no reconhecimento e na inclusão, especialmente por meio de um samaritano. O acontecimento ressalta a graça divina e a importância da fé para além das divisões étnicas.

    Lucas 9.51 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que, quando completaram-se os dias em que ele viria a ser recebido no alto, ele se determinou a ir para Jerusalém.
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  • Cura de um cego de nascença

    Este artigo explora a cura de um cego de nascença por Jesus em Jerusalém (João 9.1-34). A narrativa destaca a profundidade teológica do acontecimento e liga simbolicamente as festas judaicas à missão de Jesus como luz do mundo. A cura enfatiza a mensagem espiritual e profética do Evangelho segundo João.

    João 8.12 (Bíblia Livre) :
    Falou-lhes pois Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me seguir não andará em trevas, mas terá luz de vida.
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  • Curas de cegos perto de Jericó

    O artigo trata das curas de cegos realizadas por Jesus perto de Jericó. Situado no contexto dos Evangelhos sinóticos, explora a interpretação cronológica e teológica desses acontecimentos, destacando o reconhecimento de Jesus como o Messias e a sua caminhada rumo a Jerusalém no ano 33 d.C.

    João 10.40-42 (Bíblia Livre) :
    E voltou a ir para o outro lado do Jordão, ao lugar onde João primeiro batizava; e ficou ali.E muitos vinham a ele, e diziam: Em verdade que nenhum sinal fez João; mas tudo quanto João disse deste era verdade.E muitos ali creram nele.
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  • A ressurreição de Lázaro

    Jesus ressuscita Lázaro em Betânia, revelando seu poder divino sobre a morte, como prelúdio da Páscoa. Entre Hanucá e Pessach, após dois dias de reflexão, Jesus faz a viagem significativa que inclui encontros marcantes em Jericó, a qual anuncia a paixão iminente. A reação das autoridades religiosas diante desse milagre acelera a crucificação de Jesus.

    João 11.6 (Bíblia Livre) :
    Quando, pois, ele ouviu que estava doente, ficou ainda dois dias no lugar onde estava.
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  • Cura de cegos e coxos

    Depois da purificação do Templo, Jesus cura cegos e coxos no pátio, na segunda-feira, 28 de março do ano 33. Somente Mateus relata esse episódio. A multidão e as crianças o aclamam como Filho de Davi, enquanto os principais sacerdotes e os escribas, cada vez mais hostis, se indignam com essas manifestações messiânicas. Esse episódio ilustra o contraste entre a fé do povo simples e a rejeição das autoridades religiosas.

    Mateus 21.14 (Bíblia Livre) :
    E cegos e mancos vieram a ele no Templo, e ele os curou.
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Complementos
  • ANN072 Os milagres realizados por Jesus, o Messias

    O artigo examina os milagres de Jesus nos Evangelhos, o seu significado, a sua recepção e a questão da sua autenticidade. Confronta a perspectiva histórica…

Parábolas de Jesus

As parábolas constituem uma das formas de ensino mais características de Jesus. Por meio de relatos curtos tirados da vida cotidiana — semeaduras, pesca, festas de casamento, viagens — ele tornava acessíveis verdades profundas sobre o reino de Deus, a misericórdia, o perdão e a condição humana. Os Evangelhos sinóticos conservam grande número delas, ao passo que o Evangelho de João privilegia outras formas de imagens e de discursos.

Cada parábola convida o leitor a ultrapassar o sentido literal para descobrir um ensinamento espiritual mais profundo. Jesus dirigia-se assim a multidões muito diversas — pescadores da Galileia, fariseus, discípulos — adaptando a sua mensagem à realidade concreta deles, ao mesmo tempo que os levava a refletir e a se posicionar pessoalmente diante do que anunciava.

Estudar as parábolas é entrar no cerne do ministério e da pedagogia de Jesus. É também compreender melhor o contexto cultural e religioso do judaísmo do primeiro século, no qual se insere toda a sua pregação. Esses relatos, tornados universais, continuam a interpelar leitores e pesquisadores através dos séculos.

  • As parábolas?

    O artigo discute as parábolas de Jesus, esclarecendo a ausência de contradição entre as suas interpretações públicas e privadas. As parábolas são uma ferramenta pedagógica, e não ensinamentos secretos.

    Mateus 13.10-11 (Bíblia Livre) :
    Então os discípulos se aproximaram, e lhe perguntaram: Por que falas a eles por parábolas?E ele lhes respondeu: Porque a vós é dado saber os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não é dado.
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  • As parábolas

    O artigo analisa o uso das parábolas por Jesus para transmitir verdades espirituais por meio de relatos simbólicos. Examina os desafios de compreensão que essas histórias colocam aos discípulos e a questão de um acesso equitativo à verdade de Deus.

    Mateus 13.13 (Bíblia Livre) :
    Por isso falo a eles por parábolas; porque vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem.
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  • O semeador

    A parábola do semeador, contada por Jesus à beira do mar da Galileia, ilustra como a Palavra de Deus é recebida de maneira diferente conforme a disposição do coração. Mostra quatro tipos de receptividade por meio dos diversos solos onde caem as sementes. Os discípulos aprendem que as parábolas revelam o Reino aos que ouvem com o coração aberto, mas permanecem ocultas aos que estão endurecidos. Esse método pedagógico único de Jesus sublinha a importância da fé e da escuta espiritual.

    Mateus 13.1-23 (Bíblia Livre) :
    Naquele dia, Jesus saiu de casa e se sentou junto ao mar.Notecem, sessenta, trinta isto é, produz cem, sessenta ou trinta vezes mais que o que foi semeadoNotebenditos ou “bem-aventurados”Notetrês medidas de farinha equiv. Cerca de 40 litros (1 medida de farinha era aproximadamente 13 litros)Notefim da era tradicionalmente “fim do mundo”, mas a palavra grega se refere ao período de tempoNotecausas do pecado Tradicionalmente “escândalos”Noteofenderam-se Tradicionalmente: escandalizaram-seE ajuntaram-se perto dele tantas multidões, de maneira que ele entrou num barco e se sentou; e toda a multidão ficou na praia,E ele lhes falou muitas coisas por parábolas. Ele disse: Eis que o semeador saiu a semear.E enquanto semeava, caiu parte das sementes junto ao caminho, e vieram as aves e a comeram.E outra parte caiu entre pedras, onde não havia muita terra, e logo nasceu, porque não tinha terra funda.Mas quando o sol surgiu, queimou-se; e por não ter raiz, secou-se.E outra parte caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram.E outra parte caiu em boa terra, e rendeu fruto: um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.Então os discípulos se aproximaram, e lhe perguntaram: Por que falas a eles por parábolas?E ele lhes respondeu: Porque a vós é dado saber os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não é dado.Pois a quem tem, lhe será dado, e terá em abundância; mas a quem não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.Por isso falo a eles por parábolas; porque vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem.Assim neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: De fato ouvireis, mas não entendereis; De fato vereis, mas não percebereis.Porque o coração deste povo está insensível; Com seus ouvidos dificilmente ouvem, e seus olhos fecharam; A fim de não haver que seus olhos vejam, seus ouvidos ouçam, Seus corações entendam, e se arrependam, E eu os cure.Mas benditos são os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem.Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, mas não viram; e desejaram ouvir o que vós ouvis, mas não ouviram.Portanto, ouvi vós a parábola do semeador:Quando alguém ouve a palavra do Reino e não a entende, o maligno vem e arranca o que foi semeado em seu coração; este é o que foi semeado junto ao caminho.E o que foi semeado entre as pedras é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria,mas não tem raiz em si mesmo. Em vez disso, dura um pouco, mas quando vem a aflição ou a perseguição pela palavra, logo tropeça na fé.E o que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, mas a ansiedade com o tempo presente e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica sem dar fruto.Mas o que foi semeado em boa terra, este é o que ouve e entende a palavra, e o que dá e produz fruto, um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.
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  • A casa construída sobre a rocha

    O artigo analisa a parábola bíblica das duas casas, presente em Mateus e Lucas, para ilustrar a importância de praticar os ensinamentos de Jesus. Os que seguem as suas palavras são comparados a construtores sábios que edificam sobre um fundamento sólido, ao passo que os que não obedecem são como pessoas que constroem sobre a areia. A parábola sublinha a importância de uma obediência ativa em vez de uma simples escuta.

    Mateus 7.24-27 (Bíblia Livre) :
    Portanto todo o que ouve estas minhas palavras e as pratica, eu o compararei ao homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha.E a chuva desceu, correntezas vieram, ventos sopraram, e atingiram aquela casa; e ela não caiu, porque estava fundada sobre a rocha.Porém todo o que ouve estas minhas palavras e não as pratica, eu o compararei ao homem tolo, que construiu sua casa sobre a areia.E a chuva desceu, correntezas vieram, ventos sopraram, e atingiram aquela casa; e ela caiu, e sua queda foi grande.
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  • O pano novo e os odres novos

    O artigo descreve a parábola do remendo de pano novo e dos odres novos nos Evangelhos, que ilustra a incompatibilidade do ensino de Jesus com as antigas práticas religiosas. Põe em evidência o simbolismo do vinho novo e dos odres velhos para explicar a novidade do Reino de Deus que Cristo traz.

    Marcos 2.21-22 (Bíblia Livre) :
    Ninguém costura remendo de pano novo em roupa velha; senão o remendo novo rompe o velho, e se faz pior rasgo.E ninguém põe vinho novo em odres velhos; senão o vinho novo rompe os odres, derrama-se o vinho, e os odres se danificam; mas o vinho novo deve ser posto em odres novos.
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  • O bom trigo e o joio

    O artigo analisa a parábola do trigo e do joio, em que Jesus explica a coexistência do bem e do mal no mundo. Essa história sublinha a paciência divina e a ideia de um juízo final. As lições extraídas oferecem perspectivas espirituais importantes para os crentes.

    Mateus 13.24-30 (Bíblia Livre) :
    E ele lhes declarou outra parábola, dizendo: O Reino dos céus é semelhante a um homem que semeia boa semente em seu campo,Mas, enquanto as pessoas dormiam, o inimigo dele veio, semeou joio entre o trigo, e foi embora.E, quando a erva cresceu e produziu fruto, então apareceu também o joio.Então os servos do dono da propriedade chegaram, e lhe perguntaram: “Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? De onde, pois, veio o joio?”E ele lhes respondeu: “Um inimigo fez isto”. Em seguida, os servos lhe perguntaram: “Queres, pois, que vamos e o tiremos?”Ele, porém, lhes respondeu: “Não, para não haver que, enquanto tirais o joio, arranqueis com ele também o trigo.Deixai-os crescer ambos juntos até a colheita; e no tempo da colheita direi aos que colhem: ‘Recolhei primeiro o joio, e amarrai-o em molhos, para o queimarem; mas ao trigo ajuntai no meu celeiro’.”
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  • O grão de mostarda

    O artigo "O grão de mostarda" explica como essa parábola de Jesus ilustra o crescimento do Reino de Deus, mesmo a partir de começos minúsculos. Analisa os três relatos nos Evangelhos sinóticos.

    Marcos 4.30-32 (Bíblia Livre) :
    E dizia: A que assemelharemos o Reino de Deus? Ou com que parábola o compararemos?Com um grão da mostarda que, quando semeado na terra, é a menor de todas as sementes na terra.Mas, depois de semeado, cresce, e se torna a maior de todas as hortaliças, e cria grandes ramos, de maneira que os pássaros do céu podem fazer ninhos sob a sua sombra.
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  • O fermento

    A parábola do fermento demonstra a influência discreta, mas transformadora, do Reino de Deus. Por meio dessa imagem, Jesus explica como aquilo que começa pequeno, como o fermento na massa, acaba por impregnar e renovar tudo o que toca, ilustrando a natureza sutil, mas poderosa, do Reino entre os indivíduos e as comunidades.

    Lucas 13.20-21 (Bíblia Livre) :
    E disse outra vez: A que compararei o Reino de Deus?Semelhante é ao fermento, que a mulher, tomando-o, o escondeu em três medidas de farinha, até tudo ficar levedado.
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  • O tesouro escondido

    O artigo explora a parábola do tesouro escondido de Mateus 13:44, sublinhando o valor inestimável do Reino e o impacto transformador da sua descoberta. Jesus usa essa parábola para mostrar como o Reino dos céus pode reorientar as nossas vidas e escolhas.

    Mateus 13.44 (Bíblia Livre) :
    O Reino dos céus também é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem, depois de achá-lo, escondeu. Então, em sua alegria, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.
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  • A pérola de grande valor

    A parábola da pérola de grande valor ensina que o Reino dos céus tem um valor inestimável. Conta a história de um comerciante que vende tudo para comprar uma pérola preciosa, o que ilustra a radicalidade necessária e a alegria do compromisso com o Reino.

    Mateus 13.45-46 (Bíblia Livre) :
    O Reino dos céus também é semelhante a um homem negociante, que buscava boas pérolas.Quando este achou uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou.
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  • A rede

    O artigo explora a parábola da rede de Mateus 13:47-50, que põe em evidência o juízo final e a responsabilidade pessoal. Usando a imagem de uma rede de pesca, Jesus ilustra o discernimento entre justos e maus no fim dos tempos, sublinhando a necessidade de viver em conformidade com os princípios do Reino de Deus.

    Mateus 13.47-50 (Bíblia Livre) :
    O Reino dos céus também é semelhante a uma rede lançada ao mar, que colhe toda espécie de peixes.E quando está cheia, os pescadores puxam-na à praia, sentam-se, e recolhem os bons em cestos, mas os ruins lançam fora.Assim será ao fim da era; os anjos sairão, e separarão dentre os justos os maus,e os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes.
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  • O servo implacável

    A parábola do servo impiedoso em Mateus 18:23-35 ensina que o perdão divino recebido deve tornar-se perdão oferecido. Revela o abismo entre a generosidade divina e a dureza humana. O perdão é essencial para manifestar a misericórdia divina no Reino de Deus.

    Mateus 18.23-35 (Bíblia Livre) :
    Por isso o Reino dos céus é comparável a um certo rei, que quis fazer acerto de contas com os seus servos.E começando a fazer acerto de contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos.Como ele não tinha com que pagar, o seu senhor mandou que ele, sua mulher, filhos, e tudo quanto tinha fossem vendidos para se fazer o pagamento.Então aquele servo caiu e ficou prostrado diante dele, dizendo: “Senhor, tem paciência comigo, e tudo te pagarei”.O senhor daquele servo compadeceu-se dele, então o soltou e lhe perdoou a dívida.Todavia, depois daquele servo sair, achou um companheiro de serviço seu, que lhe devia cem denários; então o agarrou e o sufocou, dizendo: “Paga-me o que me deves!”Então o seu colega se prostrou diante dos seus pés, e lhe suplicou, dizendo: “Tem paciência comigo, e tudo te pagarei”.Mas ele não quis. Em vez disso foi lançá-lo na prisão até que pagasse a dívida.Quando os seus companheiros de serviço viram o que se passava, entristeceram-se muito. Então vieram denunciar ao seu senhor tudo o que havia se passado.Assim o seu senhor o chamou, e lhe disse: “Servo mau! Toda aquela dívida te perdoei, porque me suplicaste.Não tinhas tu a obrigação de ter tido misericórdia do sevo colega teu, assim como eu tive misericórdia de ti?”E, enfurecido, o seu senhor o entregou aos torturadores até que pagasse tudo o que lhe devia.Assim também meu Pai celestial vos fará, se não perdoardes de coração cada um ao seu irmão suas ofensas.
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  • Os trabalhadores contratados em horas diferentes

    A parábola dos trabalhadores contratados em diferentes horas ensina que a graça de Deus prevalece sobre o mérito humano. No Reino, a generosidade divina ultrapassa as lógicas humanas, convidando a acolher a bondade sem ciúme. Mateus 20:1-16 ilustra a soberania generosa de Deus.

    Mateus 20.1-16 (Bíblia Livre) :
    Pois o reino dos céus é semelhante a um homem, dono de propriedade, que saiu de madrugada para empregar trabalhadores para a sua vinha.Notehora terceira aproximadamente 9 horas da manhãNotehora sexta e hora nona aproximadamente meio-dia e 3 horas da tardeNotedécima primeira hora aproximadamente 5 horas da tardeNoteDá ordem lit. DizeEle entrou em acordo com os trabalhadores por um denário ao dia, e os mandou à sua vinha.E quando saiu perto da hora terceira, viu outros que estavam desocupados na praça.Então disse-lhes: “Ide vós também à vinha, e vos darei o que for justo”. E eles foram.Saindo novamente perto da hora sexta e nona, fez o mesmo.E quando saiu perto da décima primeira hora, achou outros que estavam desocupados, e lhes perguntou: “Por que estais aqui o dia todo desocupados?”Eles lhe disseram: “Porque ninguém nos empregou”. Ele lhes respondeu: “Ide vós também à vinha, e recebereis o que for justo”.E chegando o anoitecer, o senhor da vinha disse ao seu mordomo: “Chama aos trabalhadores, e paga-lhes o salário, começando dos últimos, até os primeiros”.Então vieram os de cerca da hora décima primeira, e receberam um denário cada um.Quando os primeiros vieram, pensavam que receberiam mais; porém eles também receberam um denário cada um.Assim, ao receberem, murmuraram contra o chefe de casa,dizendo: “Estes últimos trabalharam uma única hora, e tu os igualaste conosco, que suportamos a carga e o calor do dia”.Ele, porém, respondeu a um deles: “Amigo, nada de errado estou fazendo contigo. Não concordaste tu comigo por um denário?Toma o que é teu, e vai embora; e quero dar a este último tanto quanto a ti.Acaso não me é lícito fazer do que é meu o que eu quiser? Ou o teu olho é mau, porque eu sou bom?”Assim os últimos serão primeiros; e os primeiros, últimos; pois muitos são chamados, mas poucos escolhidos.
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  • Os dois filhos

    O artigo analisa a parábola dos dois filhos de Mateus 21.28-32. Essa parábola ilustra que a verdadeira obediência a Deus importa mais do que simples palavras. O arrependimento sincero, mesmo tardio, abre o acesso ao Reino de Deus, ao contrário das promessas não cumpridas. Jesus usa esse relato para confrontar as autoridades religiosas do seu tempo e sublinha a importância da ação sincera.

    Mateus 21.28-32 (Bíblia Livre) :
    Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Aproximando-se do primeiro, disse: “Filho, vai hoje trabalhar na minha vinha.”Porém ele respondeu: “Não quero”; mas depois se arrependeu, e foi.E, aproximando-se do segundo, disse da mesma maneira. E ele respondeu: “Eu vou, senhor”, mas não foi.Qual dos dois fez a vontade do pai? Eles lhe responderam: O primeiro. Jesus lhes disse: Em verdade vos digo que os publicanos e as prostitutas estão indo adiante de vós ao Reino de Deus.Pois João veio a vós mesmos no caminho de justiça, mas não crestes nele; enquanto que os publicanos e as prostitutas nele creram. Vós, porém, mesmo tendo visto isto, nem assim vos arrependestes, a fim de nele crer.
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  • Os vinhateiros maus

    Este artigo analisa a parábola dos vinhateiros maus, em que Jesus denuncia a rejeição dos profetas e anuncia a transferência do Reino àqueles que produzem frutos dignos. As autoridades religiosas são confrontadas com a sua rejeição do divino, o que marca um ponto de viragem profético e espiritual na história da salvação.

    Lucas 20.9-19 (Bíblia Livre) :
    E começou a dizer ao povo esta parábola: Um certo homem plantou uma vinha, e a arrendou a uns lavradores, e viajou para outro país por muito tempo.E certo tempo depois mandou um servo aos lavradores, para que lhe dessem do fruto da vinha; mas os lavradores, espancando-o, mandaram -no sem coisa alguma.E voltou a mandar outro servo; mas eles, espancando e humilhando também a ele ,o mandaram sem nada.E voltou a mandar ao terceiro; mas eles, ferindo também a este, o expulsaram.E o senhor da vinha disse: Que farei? Mandarei a meu filho amado; talvez quando o verem, o respeitarão.Mas os lavradores, vendo-o, discutiram entre si, dizendo: Este é o herdeiro; vamos matá-lo, para que a herança venha a ser nossa.E expulsando-o da vinha, o mataram. O que, então, lhes fará o senhor da vinha?Virá, e destruirá a estes lavradores, e dará a vinha a outros.E eles, ouvindo isto, disseram: Que isto nunca aconteça!Mas Jesus ,olhando para eles, disse: Por que, então, isto está escrito: A pedra que os construtores rejeitaram, essa foi posta como a principal da esquina?Todo aquele que cair sobre aquela pedra, se quebrará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair, se fará pó.E os chefes dos sacerdotes e os escribas queriam detê-lo naquela mesma hora, mas temiam ao povo; porque entenderam que foi contra eles que ele tinha dito a parábola.
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  • As bodas do filho do rei

    O artigo discute a parábola do banquete, comparando os relatos de Mateus e Lucas. Mateus sublinha a responsabilidade dos convidados e as consequências da recusa, ao passo que Lucas põe em destaque a inclusão dos excluídos. Essas perspectivas ilustram o chamado universal de Deus e a necessidade de uma resposta autêntica para participar do Reino.

    Lucas 14.15-24 (Bíblia Livre) :
    E um dos que juntamente estavam sentados à mesa, ouvindo isto, disse-lhe: Bem-aventurado aquele que comer pão no Reino de Deus.Porém ele lhe disse: Um certo homem fez um grande jantar, e convidou a muitos.E na hora do jantar, mandou seu servo para dizer aos convidados: Vinde, que tudo já está preparado.E cada um deles todos começou a dar desculpas. O primeiro lhe disse: Comprei um campo, e tenho que ir vê-lo; peço-te desculpas.E outro disse: Comprei cinco pares de bois, e vou testá-los; peço-te desculpas.E outro disse: Casei-me com uma mulher, e portanto não posso vir.E aquele servo, ao voltar, anunciou estas coisas a seu senhor. Então o chefe da casa, irritado, disse a seu servo: Sai depressa pelas ruas e praças da cidade, e traze aqui aos pobres, e aleijados, e mancos e cegos.E o servo disse: Senhor, está feito como mandaste, e ainda há lugar.E o senhor disse ao servo: Sai pelos caminhos, e trilhas, e força-os a entrar, para que minha casa se encha.Porque eu vos digo, que nenhum daqueles homens que foram convidados experimentará da minha ceia.
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  • A figueira que brota

    Este artigo explora a parábola da figueira que brota, uma lição de vigilância espiritual dada por Jesus nos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas. Esse relato encoraja os crentes a discernir os sinais do Reino de Deus como se observam as estações, sublinhando a certeza das palavras de Jesus.

    Marcos 13.28-31 (Bíblia Livre) :
    E aprendei a parábola da figueira: Quando o seu ramo já vai ficando tenro, e brota folhas, bem sabeis que o verão já está perto.Assim também vós, quando virdes suceder estas coisas, sabei que já está perto, às portas.Em verdade vos digo que não passará esta geração, até que todas estas coisas aconteçam.O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras em maneira nenhuma passarão.
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  • A catástrofe do funicular da Glória

    O artigo discute a catástrofe do funicular da Glória à luz de um relato bíblico semelhante, destacando a necessidade de arrependimento e a importância da salvação da alma segundo os ensinamentos de Jesus.

    Mateus 14.14 (Bíblia Livre) :
    Quando Jesus saiu, viu uma grande multidão. Ele se compadeceu deles, e curou dentre eles os enfermos.
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  • As parábolas do pano novo e do vinho novo

    As parábolas do pano novo e do vinho novo ilustram a rutura radical entre o judaísmo e o cristianismo. Proferidas por Jesus em resposta aos discípulos de João Batista sobre o jejum, afirmam que não se pode misturar o antigo e o novo. A mudança exigida não é uma reforma, mas uma transformação completa, convidando cada pessoa a escolher o Mestre que seguirá.

    Lucas 5.36-39 (Bíblia Livre) :
    E dizia-lhes também uma parábola: Ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha; de outra maneira, o novo rompe, e o remendo do novo não será adequado ao velho.E ninguém põe vinho novo em odres velhos; de outra maneira, o vinho novo romperá os odres, e se derramará, e os odres são destruídos.Mas o vinho novo deve ser posto em odres novos, e ambos se conservam.E ninguém que beber do velho quer logo o novo; porque diz: O velho é melhor.
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  • A parábola da lâmpada debaixo do alqueire

    A parábola da candeia debaixo do alqueire ensina os discípulos de Jesus a fazerem brilhar a sua luz espiritual, vivendo vidas exemplares. Isto significa viver de forma a intensificar a luz divina e encorajar os outros a fazerem o mesmo, inspirando-se nos Evangelhos.

    Lucas 8.16-18 (Bíblia Livre) :
    E ninguém, quando acende uma lâmpada, cobre-a com algum vaso, ou a põe debaixo da cama; em vez disso põe na luminária, para que os que entram vejam a luz.Porque não há coisa oculta que não venha a se manifestar; nem coisa escondida que não venha a ser conhecida, e chegada à luz.Portanto, prestai atenção a como ouvis; pois àquele que tiver lhe será dado; e àquele que não tiver, até o que lhe parece ter, dele será tirado.
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  • A parábola do rico insensato

    O artigo explora a parábola do rico insensato em Lucas 12.13-21. Jesus ensina sobre a inutilidade das riquezas materiais, convidando a dar prioridade à riqueza espiritual. A parábola adverte contra a cobiça e encoraja a viver na perspetiva da eternidade. O público inclui os fariseus e pessoas de condição modesta.

    Lucas 12.13-21 (Bíblia Livre) :
    E um da multidão lhe disse: Mestre, dize a meu irmão que reparta a herança comigo.Mas ele lhe disse: Homem, quem me pôs por juiz, ou repartidor sobre vós?E disse-lhes: Olhai, e tomai cuidado com a ganância; porque a vida de alguém não consiste na abundância dos bens que possui.E propôs-lhes uma parábola, dizendo: A terra de um homem rico tinha frutificado bem.E ele questionava a si mesmo, dizendo: Que farei? Porque não tenho onde juntar meus frutos.E disse: Farei isto: derrubarei meus celeiros, e construirei maiores, e ali juntarei toda esta minha colheita, e estes meus bens.E direi à minha alma: Alma, muitos bens tens guardados, para muitos anos; descansa, come, bebe, alegra-te!Porém Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão tua alma; e o que tens preparado, de quem será?Assim é o que junta tesouros para si, mas não é rico em Deus.
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  • A parábola do semeador

    O artigo analisa a parábola do semeador pregada por Jesus. Compara os relatos de Mateus, Marcos e Lucas, adaptando-se cada um ao seu público. O artigo discute também o uso de parábolas por Jesus e a sua estratégia de comunicação com grandes multidões, sugerindo anexos para uma exploração mais aprofundada.

    Mateus 13.1-23 (Bíblia Livre) :
    Naquele dia, Jesus saiu de casa e se sentou junto ao mar.Notecem, sessenta, trinta isto é, produz cem, sessenta ou trinta vezes mais que o que foi semeadoNotebenditos ou “bem-aventurados”Notetrês medidas de farinha equiv. Cerca de 40 litros (1 medida de farinha era aproximadamente 13 litros)Notefim da era tradicionalmente “fim do mundo”, mas a palavra grega se refere ao período de tempoNotecausas do pecado Tradicionalmente “escândalos”Noteofenderam-se Tradicionalmente: escandalizaram-seE ajuntaram-se perto dele tantas multidões, de maneira que ele entrou num barco e se sentou; e toda a multidão ficou na praia,E ele lhes falou muitas coisas por parábolas. Ele disse: Eis que o semeador saiu a semear.E enquanto semeava, caiu parte das sementes junto ao caminho, e vieram as aves e a comeram.E outra parte caiu entre pedras, onde não havia muita terra, e logo nasceu, porque não tinha terra funda.Mas quando o sol surgiu, queimou-se; e por não ter raiz, secou-se.E outra parte caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram.E outra parte caiu em boa terra, e rendeu fruto: um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.Então os discípulos se aproximaram, e lhe perguntaram: Por que falas a eles por parábolas?E ele lhes respondeu: Porque a vós é dado saber os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não é dado.Pois a quem tem, lhe será dado, e terá em abundância; mas a quem não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.Por isso falo a eles por parábolas; porque vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem.Assim neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: De fato ouvireis, mas não entendereis; De fato vereis, mas não percebereis.Porque o coração deste povo está insensível; Com seus ouvidos dificilmente ouvem, e seus olhos fecharam; A fim de não haver que seus olhos vejam, seus ouvidos ouçam, Seus corações entendam, e se arrependam, E eu os cure.Mas benditos são os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem.Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, mas não viram; e desejaram ouvir o que vós ouvis, mas não ouviram.Portanto, ouvi vós a parábola do semeador:Quando alguém ouve a palavra do Reino e não a entende, o maligno vem e arranca o que foi semeado em seu coração; este é o que foi semeado junto ao caminho.E o que foi semeado entre as pedras é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria,mas não tem raiz em si mesmo. Em vez disso, dura um pouco, mas quando vem a aflição ou a perseguição pela palavra, logo tropeça na fé.E o que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, mas a ansiedade com o tempo presente e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica sem dar fruto.Mas o que foi semeado em boa terra, este é o que ouve e entende a palavra, e o que dá e produz fruto, um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.
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  • A parábola da lâmpada debaixo do alqueire

    Este artigo analisa a parábola da candeia debaixo do alqueire, explorada nos Evangelhos. Salienta a importância da luz divina para o discípulo, mostrando como o Messias Jesus usa esta metáfora para iluminar a verdade divina e exortar os discípulos a serem testemunhas visíveis da sua fé, permanecendo eles próprios iluminados pela luz de Cristo.

    Mateus 5.14-16 (Bíblia Livre) :
    Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade fundada sobre o monte;Nem se acende a lâmpada para se pôr debaixo de um cesto, mas sim na luminária, e ilumina a todos quantos estão na casa.Assim brilhe vossa luz diante das pessoas, para que vejam vossas boas obras, e glorifiquem ao vosso Pai, que está nos céus.
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  • A comparação com o crescimento da semente

    A perícope 142 analisa a comparação com o crescimento da semente (Marcos 4.26-29), a única parábola exclusiva de Marcos. Proferida perto de Cafarnaum, na Galileia, por volta de novembro-dezembro de 31, ensina o mistério do Reino de Deus: crescimento divino incompreensível, papel do semeador humano, progressão gradual da vida espiritual e perspetiva escatológica da colheita final.

    Marcos 4.26-29 (Bíblia Livre) :
    E dizia: Assim é o Reino de Deus, como se um homem lançasse semente na terra;e dormisse, e se levantasse, de noite e de dia, e a semente brotasse, e crescesse, sem que ele saiba como.Pois a terra de si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, depois o grão cheio na espiga.E quando o fruto se mostra pronto, logo mete a foice, pois a colheita chegou.
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  • A parábola do grão de mostarda

    A parábola do grão de mostarda (Mt 13.31-32; Mc 4.30-32; Lc 13.18-19) ilustra o Reino de Deus através de uma semente minúscula que se torna uma grande árvore. Proferida perto de Cafarnaum, em 31 d.C., ensina que o Reino começa humildemente, mas conhece um crescimento extraordinário, oferecendo refúgio e acolhimento a todos. Convida à fé, à paciência e à confiança em Deus para o crescimento espiritual.

    Mateus 13.1-23 (Bíblia Livre) :
    Naquele dia, Jesus saiu de casa e se sentou junto ao mar.Notecem, sessenta, trinta isto é, produz cem, sessenta ou trinta vezes mais que o que foi semeadoNotebenditos ou “bem-aventurados”Notetrês medidas de farinha equiv. Cerca de 40 litros (1 medida de farinha era aproximadamente 13 litros)Notefim da era tradicionalmente “fim do mundo”, mas a palavra grega se refere ao período de tempoNotecausas do pecado Tradicionalmente “escândalos”Noteofenderam-se Tradicionalmente: escandalizaram-seE ajuntaram-se perto dele tantas multidões, de maneira que ele entrou num barco e se sentou; e toda a multidão ficou na praia,E ele lhes falou muitas coisas por parábolas. Ele disse: Eis que o semeador saiu a semear.E enquanto semeava, caiu parte das sementes junto ao caminho, e vieram as aves e a comeram.E outra parte caiu entre pedras, onde não havia muita terra, e logo nasceu, porque não tinha terra funda.Mas quando o sol surgiu, queimou-se; e por não ter raiz, secou-se.E outra parte caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram.E outra parte caiu em boa terra, e rendeu fruto: um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.Então os discípulos se aproximaram, e lhe perguntaram: Por que falas a eles por parábolas?E ele lhes respondeu: Porque a vós é dado saber os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não é dado.Pois a quem tem, lhe será dado, e terá em abundância; mas a quem não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.Por isso falo a eles por parábolas; porque vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem.Assim neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: De fato ouvireis, mas não entendereis; De fato vereis, mas não percebereis.Porque o coração deste povo está insensível; Com seus ouvidos dificilmente ouvem, e seus olhos fecharam; A fim de não haver que seus olhos vejam, seus ouvidos ouçam, Seus corações entendam, e se arrependam, E eu os cure.Mas benditos são os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem.Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, mas não viram; e desejaram ouvir o que vós ouvis, mas não ouviram.Portanto, ouvi vós a parábola do semeador:Quando alguém ouve a palavra do Reino e não a entende, o maligno vem e arranca o que foi semeado em seu coração; este é o que foi semeado junto ao caminho.E o que foi semeado entre as pedras é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria,mas não tem raiz em si mesmo. Em vez disso, dura um pouco, mas quando vem a aflição ou a perseguição pela palavra, logo tropeça na fé.E o que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, mas a ansiedade com o tempo presente e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica sem dar fruto.Mas o que foi semeado em boa terra, este é o que ouve e entende a palavra, e o que dá e produz fruto, um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.
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  • Outras parábolas não relatadas

    A perícope PER144 examina Marcos 4.33-34, onde se reconhece que Jesus proferiu muitas parábolas não relatadas pelos evangelistas. Situada perto de Cafarnaum, em novembro-dezembro de 31, esta passagem revela a pedagogia progressiva de Jesus: revelação adaptada aos ouvintes, formação aprofundada dos discípulos e importância da compreensão espiritual. O próprio João reconhece (Jo 20.30; 21.25) que os Evangelhos contêm apenas uma fração dos ensinamentos de Jesus.

    Marcos 4.33 (Bíblia Livre) :
    E com muitas parábolas como essas Jesus lhes falava a palavra, conforme o que podiam ouvir.
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  • A parábola do fermento

    A parábola do fermento (Mt 13.33-35; Lc 13.20-21) ilustra o crescimento discreto, mas poderoso, do reino de Deus. Tal como o fermento transforma toda a massa, o reino atua progressivamente nos corações. Mateus relaciona este ensinamento com o cumprimento do Salmo 78.2. Cada crente é chamado a desempenhar um papel ativo nesta difusão. Proferida perto de Cafarnaum, por volta de novembro-dezembro de 31, é a quarta parábola do grande discurso de Mateus 13.

    Salmos 78.2 (Bíblia Livre) :
    Abrirei minha boca em parábolas; falarei mistérios dos tempos antigos,
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  • Explicação à noite de diferentes parábolas (o joio)

    PER146 relata a explicação dada por Jesus aos seus discípulos sobre a parábola do joio (Mt 13.36-43), testemunho exclusivo de Mateus. Jesus revela ali um método de interpretação em três eixos: identificação simbólica dos elementos, dimensão escatológica e aplicação prática. Esta passagem se insere no discurso das sete parábolas do Reino de Deus reunidas por Mateus no capítulo 13.

    Mateus 13.33-35 (Bíblia Livre) :
    Ele lhes disse outra parábola: O Reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou em três medidas de farinha, até que tudo ficasse fermentado.Tudo isto Jesus falou por parábolas às multidões. Sem parábolas ele não lhes falava,para que se cumprisse o que foi falado pelo profeta, que disse: Abrirei a minha boca em parábolas; Pronunciarei coisas escondidas desde a fundação do mundo.
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  • A parábola do tesouro escondido

    A parábola do tesouro escondido (Mt 13,44), relatada somente por Mateus, ensina que o reino dos céus tem um valor incomparável. Um homem descobre um tesouro enterrado, torna a cobri-lo e depois vende tudo para comprar o campo. Esta parábola ilustra a alegria e a determinação de quem reconhece o valor supremo do Reino, disposto a sacrificar tudo para obtê-lo. Ela ressoa de modo particular com a trajetória pessoal de Mateus, que havia deixado tudo para seguir Jesus.

    Mateus 13.44 (Bíblia Livre) :
    O Reino dos céus também é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem, depois de achá-lo, escondeu. Então, em sua alegria, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.
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  • A parábola da rede lançada ao mar

    A parábola da rede (Mt 13,47-50), exclusiva de Mateus, compara o Reino dos céus a uma rede que apanha toda espécie de peixes. Na seleção final, os bons são guardados e os maus são lançados fora, o que ilustra o juízo escatológico. Ela ensina a universalidade do Evangelho, a realidade do juízo final executado pelos anjos e a urgência de os crentes viverem de acordo com os ensinamentos de Jesus.

    Mateus 13.47-50 (Bíblia Livre) :
    O Reino dos céus também é semelhante a uma rede lançada ao mar, que colhe toda espécie de peixes.E quando está cheia, os pescadores puxam-na à praia, sentam-se, e recolhem os bons em cestos, mas os ruins lançam fora.Assim será ao fim da era; os anjos sairão, e separarão dentre os justos os maus,e os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes.
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  • Conclusão do Messias Jesus

    A perícope 150 encerra o discurso em parábolas de Mateus 13. Jesus pergunta aos seus discípulos se compreenderam e depois descreve o discípulo ideal como um escriba instruído no reino, capaz de tirar do seu tesouro coisas novas e velhas. Esta passagem sublinha a complementaridade do Antigo e do Novo Testamento e a responsabilidade dos mestres de transmitir fielmente o ensinamento do Messias.

    Mateus 13.52 (Bíblia Livre) :
    E ele lhes disse: Portanto todo escriba que se tornou discípulo no Reino dos céus é semelhante a um chefe de casa, que do seu tesouro tira coisas novas e velhas.
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  • Parábola da ovelha perdida

    A parábola da ovelha perdida (Mt 18.10-14; Lc 15.3-7) é ensinada por Jesus em Cafarnaum em setembro do ano 32 d.C., pouco antes de sua partida definitiva da Galileia. Mateus enfatiza a proteção dos ‘pequeninos’ e a vontade divina de não perder nenhum deles, enquanto Lucas ressalta a alegria celestial pelo pecador arrependido. A figura do pastor remete à missão messiânica de Jesus, o bom pastor que prepara seus discípulos para a sua ausência, prometendo-lhes um guia espiritual.

    João 10.11 (Bíblia Livre) :
    Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá sua vida pelas ovelhas.
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  • Parábola do rei e do servo

    A parábola do rei e do servo (Mt 18.23-35), narrada em Cafarnaum em setembro do ano 32, é exclusiva de Mateus. Ela ilustra a importância capital do perdão ao comparar uma dívida imensa de 10.000 talentos, cancelada por um rei misericordioso, com uma pequena dívida de 100 moedas, que o servo perdoado se recusa a perdoar. O ensinamento central: aqueles a quem Deus perdoa devem, por sua vez, perdoar, sob pena de perderem a graça recebida.

    Exodo 21.24 (Bíblia Livre) :
    Olho por olho, dente por dente, mão por meio, pé por pé,
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  • O bom samaritano

    A perícope PER222 apresenta a parábola do bom samaritano (Lucas 10.25-37), contada por Jesus em resposta a um mestre da Lei que queria armar-lhe uma cilada. Situada em Betânia, do outro lado do Jordão, em novembro do ano 32, esta parábola ensina que o verdadeiro «próximo» não é definido pela religião nem pela cultura, mas pelo ato de misericórdia. O samaritano desprezado torna-se o modelo de compaixão, figura simbólica do próprio Messias que vem em socorro da humanidade ferida.

    Lucas 10.29 (Bíblia Livre) :
    Mas ele, querendo se justificar, disse a Jesus: E quem é o meu próximo?
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  • O grão de mostarda e o fermento

    A perícope PER232 apresenta as duas parábolas gêmeas do grão de mostarda e do fermento (Lucas 13.18-21). Proferidas perto de uma sinagoga de Jerusalém num sábado, ilustram a natureza do reino de Deus: começa com humildade, cresce com poder e age de maneira oculta, mas transformadora. Essas duas imagens complementares convidam a perceber o crescimento discreto e irresistível do reinado de Deus no mundo.

    Lucas 13.18-19 (Bíblia Livre) :
    E dizia: A que o Reino de Deus é semelhante? E a que eu o compararei?Semelhante é ao grão da mostarda, que um homem, tomando-o, lançou-o em sua horta; e cresceu, e fez-se uma grande árvore, e as aves dos céus fizeram ninhos em seus ramos.
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  • Parábola do convidado presunçoso

    A parábola do convidado presunçoso (Lucas 14.7-14), transmitida somente por Lucas, passa-se na casa de um chefe dos fariseus em Jerusalém. Jesus ensina ali a humildade, convidando a escolher o último lugar em vez do primeiro, e a generosidade desinteressada, incentivando a convidar os pobres e os excluídos em vez daqueles que podem retribuir. Esses dois ensinamentos ilustram os valores fundamentais do Reino de Deus: a honra vem de Deus, não de si mesmo, e o verdadeiro dar será recompensado na ressurreição dos justos.

    Lucas 14.7-14 (Bíblia Livre) :
    E vendo como os convidados escolhiam os primeiros assentos, disse-lhes uma parábola:Quando fores convidados para o casamento de alguém, não te sentes no primeiro assento, para que não aconteça de se outro convidado mais digno que tu estiver,E venha o que convidou a ti e a ele, e te diga: Dá lugar a este; E então, com vergonha, tenhas que tomar o último lugar.Mas quando fores convidado, vai, e senta-te no último lugar; para que quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, sobe para este assento melhor. Então terás honra diante dos que estiverem sentados contigo à mesa.Porque qualquer que exaltar a si mesmo, e aquele que humilhar a si mesmo, será exaltado.E dizia também ao que tinha lhe convidado: Quando fizeres um jantar, ou uma ceia, não chames a teus amigos, nem a teus irmãos, nem a teus parentes, nem a teus vizinhos ricos, para que eles também em algum tempo não te convidem de volta, e tu sejas recompensado.Mas quando fizeres convite, chama aos pobres, aleijados, mancos e cegos.E serás bem-aventurado, porque não eles não têm como te recompensar; pois tu serás recompensado na ressurreição dos justos.
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  • A parábola do rei que se prepara para a guerra

    A parábola do rei que se prepara para a guerra (Lucas 14.31-33), relatada somente por Lucas, ilustra as exigências do discipulado. Diante de um adversário duas vezes mais poderoso, um rei opta pela negociação em vez do combate. Da mesma forma, seguir Jesus, o Messias, exige lucidez, humildade e renúncia total a si mesmo. Lucas insere esse ensino em uma série temática sobre o custo da vida cristã, antes da festa da Dedicação de dezembro do ano 32 d.C.

    Lucas 14.33 (Bíblia Livre) :
    Assim, portanto, qualquer de vós que não renuncia a tudo, não pode ser meu discípulo.
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  • A imagem do sal sem sabor

    O artigo 'PER241 - A imagem do sal sem sabor' analisa uma passagem de Lucas 14:34-35, em que Jesus ensina que os discípulos devem ser como o sal, essencial e transformador. Se um discípulo perde o seu 'sabor' espiritual, torna-se inútil, semelhante a um sal insípido. Esse ensinamento chama a um compromisso ativo e duradouro na vida espiritual.

    Lucas 14.34-35 (Bíblia Livre) :
    Bom é o sal; porém se o sal perder o sabor, com o que ele será temperado?Nem para a terra, nem para adubo serve; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
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  • A parábola da ovelha perdida e achada

    Este artigo trata da parábola da ovelha perdida no Evangelho de Lucas, destacando a alegria divina pela salvação de um pecador. Insere-se em três relatos parabólicos, que ilustram diferentes nuances da busca e da salvação.

    Mateus 18.12-14 (Bíblia Livre) :
    Que vos parece? Se alguém tivesse cem ovelhas, e uma delas se desviasse, por acaso não iria ele pelos montes, deixando as noventa e nove, em busca da desviada?E se acontecesse de achá-la, em verdade vos digo que ele se alegra mais daquela, do que das noventa e nove que se não desviaram.Da mesma maneira, não é da vontade do vosso Pai, que está nos céus, que um sequer destes pequeninos se perca.
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  • A parábola da dracma perdida

    Esta parábola, exclusiva de Lucas, mostra Deus, retratado sob os traços de uma mulher, procurando e reencontrando uma dracma perdida. Ela simboliza a alma desgarrada, mas preciosa aos olhos de Deus, ressaltando a Sua misericórdia e a Sua alegria pelo retorno do que se perdera.

    Lucas 15.8-10 (Bíblia Livre) :
    Ou que mulher, tendo dez moedas de prata, se perder a uma moeda, não acende a lâmpada, e varre a casa, e busca cuidadosamente até a achar?E achando -a, não chame as amigas e as vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a moeda perdida!Assim vos digo, que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.
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  • A parábola do filho pródigo

    O artigo explora a parábola do filho pródigo no Evangelho de Lucas, destacando o perdão e o amor divino. O pai acolhe o filho arrependido, em contraste com o filho mais velho, que critica essa clemência. Esta parábola, charneira do capítulo 15, ilustra a busca divina por aqueles que se perderam. Lucas reorganiza este relato para apoiar sua mensagem teológica sobre o reino dos céus.

    Lucas 15.8-10 (Bíblia Livre) :
    Ou que mulher, tendo dez moedas de prata, se perder a uma moeda, não acende a lâmpada, e varre a casa, e busca cuidadosamente até a achar?E achando -a, não chame as amigas e as vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a moeda perdida!Assim vos digo, que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.
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  • A parábola do administrador infiel

    Este artigo explora a parábola do administrador infiel, de Lucas, observando que a astúcia do administrador é elogiada por sua sabedoria, e não por sua desonestidade. A parábola convida a refletir sobre o uso da sabedoria prática nos assuntos espirituais.

    Lucas 16.1-13 (Bíblia Livre) :
    E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.NoteXeol é o lugar dos mortosE ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser meu mordomo.E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.Eu sei o que farei, para que, quando eu for expulso do meu trabalho de mordomo, me recebam em suas casas.E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?E ele disse: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Pega a tua conta, senta, e escreve logo cinquenta.Depois disse a outro: E tu, quanto deves? E ele disse: Cem volumes de trigo. E disse-lhe: Toma tua conta, e escreve oitenta.E aquele senhor elogiou o injusto mordomo, por ter feito prudentemente; porque os filhos deste mundo são mais prudentes do que os filhos da luz com esta geração.E eu vos digo: fazei amigos para vós com as riquezas da injustiça, para que quando vos faltar, vos recebam nos tabernáculos eternos.Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; e quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.Pois se nas riquezas da injustiça não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras riquezas ?E se nas coisas dos outros não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?Nenhum servo pode servir a dois senhores; porque ou irá odiar a um, e a amar ao outro; ou irá se achegar a um, e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.
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  • A parábola do homem rico e de Lázaro

    O artigo analisa a parábola do homem rico e de Lázaro no Evangelho de Lucas. Singular por mencionar um nome, Lázaro, explora a questão da justiça divina e as repercussões das escolhas terrenas sobre o além. Lucas organiza o relato em torno de ensinamentos teológicos sobre o reino dos céus, convidando a uma reflexão aprofundada sobre a salvação e a compaixão.

    Lucas 16.19-31 (Bíblia Livre) :
    Havia porém um certo homem rico, e vestia-se de púrpura, e de linho finíssimo, e festejava todo dia com luxo.Havia também um certo mendigo, de nome Lázaro, o qual ficava deitado à sua porta cheio de feridas.E desejava se satisfazer com as migalhas que caíam da mesa do rico; porém vinham também os cães, e lambiam suas feridas.E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o colo de Abraão. E o rico também morreu, e foi sepultado.E estando no Xeol em tormentos, ele levantou seus olhos, e viu a Abraão de longe, e a Lázaro junto dele.E ele, chamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe a ponta de seu dedo na água, e refresque a minha língua; porque estou sofrendo neste fogo.Porém Abraão disse: Filho, lembra-te que em tua vida recebeste teus bens, e Lázaro do mesmo jeito recebeu males. E agora este é consolado, e tu és atormentado.E, além de tudo isto, um grande abismo está posto entre nós e vós, para os que quisessem passar daqui para vós não possam; nem também os daí passarem para cá.E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai.Porque tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho; para que também não venham para este lugar de tormento.Disse-lhe Abraão: Eles têm a Moisés e aos profetas, ouçam-lhes.E ele disse: Não, pai Abraão; mas se alguém dos mortos fosse até eles, eles se arrependeriam.Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, também não se deixariam convencer, ainda que alguém ressuscite dos mortos.
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  • Parábola dos servos inúteis

    O artigo explora a parábola dos servos inúteis de Lucas 17.7-10, destacando a importância da humildade e da gratidão na vida do discípulo. Jesus ensina que o serviço fiel não espera reconhecimento do senhor e que toda habilidade é um dom de Deus. A obediência não confere nenhum direito, promovendo assim uma atitude de gratidão, e não de reivindicação.

    Lucas 17.7-10 (Bíblia Livre) :
    E qual de vós terá um servo, lavrando ou apascentando gado que, voltando do campo, logo lhe diga: Chega, e senta à mesa.E não lhe diga antes: Prepara-me o jantar, e apronta-te, e serve-me, até que eu tenha comido e bebido; e depois, que tu comas e bebas.Por acaso o senhor agradece a tal servo, porque fez o que lhe foi mandado? Acho que não.Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer.
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  • A parábola do juiz iníquo

    O artigo examina a parábola do juiz iníquo (Lucas 18,1-8), centrada na perseverança na oração e na espera do Reino. Destaca a estrutura narrativa única de Lucas, que reúne parábolas para aprofundar a sua teologia sobre a fé e a justiça divina.

    Lucas 18.1-8 (Bíblia Livre) :
    E Jesus lhes disse também uma parábola sobre o dever de sempre orar, e nunca se cansar.Dizendo: Havia um certo juiz em uma cidade, que não temia a Deus, nem respeitava pessoa alguma.Havia também naquela mesma cidade uma certa viúva, e vinha até ele, dizendo: Faze-me justiça com meu adversário.E por um certo tempo ele não quis; mas depois disto, disse para si: Ainda que eu não tema a Deus, nem respeite pessoa alguma,Porém, porque esta viúva me incomoda, eu lhe farei justiça, para que ela pare de vir me chatear.E disse o Senhor: Ouvi o que diz o juiz injusto.E Deus não fará justiça para seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite? Demorará com eles?Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Porém, quando o Filho do homem vier, por acaso ele achará fé na terra?
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  • A parábola do fariseu e do publicano

    O artigo analisa a parábola de Lucas 18.9-14, na qual Jesus ensina, por meio das figuras do fariseu e do publicano, que a verdadeira justiça diante de Deus se funda na humildade e não nas aparências nem no orgulho espiritual.

    Lucas 18.9-14 (Bíblia Livre) :
    E disse também a uns, que tinham confiança de si mesmos que eram justos, e desprezavam aos outros, esta parábola:Dois homens subiram ao Templo para orar, um fariseu, e o outro publicano.O fariseu, estando de pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, eu te agradeço, porque não sou como os outros homens, ladrões, injustos e adúlteros; nem sou como este publicano.Jejuo duas vezes por semana, e dou dízimo de tudo quanto possuo.E o publicano, estando em pé de longe, nem mesmo queria levantar os olhos ao céu, mas batia em seu peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador.Digo-vos que este desceu mais justificado à sua casa do que aquele outro; porque qualquer que a si mesmo se exalta, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilha, será exaltado.
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  • A parábola dos trabalhadores da décima primeira hora

    Este artigo explora a parábola de Mateus 20:1-16, que descreve a igualdade de salário concedida por um senhor aos trabalhadores contratados em horas diferentes, simbolizando a graça divina.

    João 11.1-17 (Bíblia Livre) :
    E estava doente um certo Lázaro, de Betânia, a aldeia de Maria e de sua irmã Marta.Notesupremo conselho lit. sinédrio – o mais importante conselho ou tribunal para os judeus(E era Maria a que ungiu ao Senhor com o óleo, e com seus cabelos lhe limpou os pés; a que cujo irmão Lázaro era o que estava doente).Enviaram pois suas irmãs uma mensagem a ele, dizendo: Senhor, eis que aquele a quem tu amas está doente.E ouvindo Jesus, disse: Esta doença não é para morte, mas para glória de Deus; para que o Filho de Deus seja por ela glorificado.E Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro.Quando, pois, ele ouviu que estava doente, ficou ainda dois dias no lugar onde estava.Então depois disto voltou a dizer aos discípulos: Vamos outra vez à Judeia.Disseram-lhe os discípulos: Rabi, ainda agora os Judeus procuravam te apedrejar; e tu voltas novamente para lá?Respondeu Jesus: Não há doze horas no dia? Se alguém anda de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo.Mas se alguém anda de noite, tropeça; porque nele não há luz.Ele falou estas coisas; e depois disto, disse-lhes: Lázaro, nosso amigo, dorme; mas vou para despertá-lo do sono.Disseram pois seus discípulos: Senhor, se ele dorme, será salvo.Mas Jesus dizia isto de sua morte; porém eles pensavam que falava do repouso do sono.Então pois lhes disse Jesus claramente: Lázaro está morto.E me alegro, por causa de vós, que eu não estivesse lá, para que creiais; porém vamos até ele.Disse pois Tomé, chamado o Dídimo, aos colegas discípulos: Vamos nós também, para que com ele morramos.Vindo pois Jesus, encontrou que já havia quatro dias que estava na sepultura.
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  • A parábola das minas

    Este estudo trata da parábola das minas de Lucas 19.11-27, uma história contada por Jesus em Jericó, que destaca o período entre Hanucá e a Páscoa. Examina a cronologia dos acontecimentos no ministério de Jesus, incluindo seus encontros com Lázaro, Bartimeu e Zaqueu.

    João 11.14 (Bíblia Livre) :
    Então pois lhes disse Jesus claramente: Lázaro está morto.
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  • A parábola dos dois filhos

    A parábola dos dois filhos (Mt 21,28-32), relatada somente por Mateus, passa-se no Templo de Jerusalém durante a última semana de Jesus. Ela contrapõe duas atitudes: prometer sem agir versus recusar e depois obedecer. Jesus desmascara aí a hipocrisia dos líderes religiosos e anuncia que os pecadores arrependidos entram antes deles no Reino. Um apelo universal à humildade e ao arrependimento sincero.

    Mateus 21.31 (Bíblia Livre) :
    Qual dos dois fez a vontade do pai? Eles lhe responderam: O primeiro. Jesus lhes disse: Em verdade vos digo que os publicanos e as prostitutas estão indo adiante de vós ao Reino de Deus.
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  • A parábola do banquete de casamento

    A parábola do banquete de casamento (Mt 22,1-14 ; Lc 14,15-24) ensina que Deus convida todos os homens para o seu Reino, mas que rejeitar esse convite acarreta um julgamento grave. Proferida no Templo de Jerusalém na terça-feira da semana da Paixão, ela anuncia profeticamente a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. O homem sem veste de casamento lembra que entrar no Reino exige uma transformação espiritual autêntica, recebida pela fé em Cristo.

    Isaías 61.10 (Bíblia Livre) :
    Eu estou muito jubilante no SENHOR, minha alma se alegra em meu Deus; porque ele me vestiu de roupas de salvação; ele me cobriu com a capa da justiça, tal como o noivo quando se veste da roupa sacerdotal, e como a noiva se enfeita com suas joias.
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  • A parábola da figueira

    O artigo analisa a parábola da figueira, na qual Jesus ensina a vigilância espiritual diante dos sinais dos tempos. Os acontecimentos que anunciam a aproximação do Reino são vistos não como ameaças, mas como um chamado à preparação e à fé. Destaca-se a estabilidade das palavras de Jesus diante do caráter passageiro do mundo.

    Romanos 13.11-12 (Bíblia Livre) :
    Além disso, conheceis o tempo, que já é hora de despertarmos do sono, porque a salvação está agora mais perto de nós do que quando começamos a crer.A noite está se acabando, e o dia, chegando. Deixemos, pois, as obras das trevas, e vistamo-nos das armas da luz.
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  • Parábola do servo fiel

    Este artigo analisa a parábola do servo fiel, destacando a importância da fidelidade e da vigilância na espera da volta certa, porém imprevisível, do Senhor.

    2 Pedro 3.3-4 (Bíblia Livre) :
    Sabendo primeiro isto: que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo seus próprios maus desejos,E dizendo: Onde está a promessa da vinda dele? Pois desde que os pais dormiram, todas as coisas continuam como desde o princípio da criação.
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  • Parábola das dez virgens

    A parábola das dez virgens ensina a importância da preparação espiritual para a volta do Senhor, ilustrando dois desfechos possíveis: estar pronto e entrar com o Noivo, ou chegar tarde demais e encontrar a porta fechada.

    Mateus 25.1-13 (Bíblia Livre) :
    Então o Reino dos céus será semelhante a dez virgens, que tomaram suas lâmpadas, e saíram ao encontro do noivo.E cinco delas eram prudentes, e cinco tolas.As tolas, quando tomaram as suas lâmpadas, não tomaram azeite consigo.Mas as prudentes tomaram azeite nos seus frascos, com as suas lâmpadas.O noivo demorou, por isso todas cochilaram e adormeceram.Mas à meia-noite houve um grito: “Eis que vem o noivo! Ide ao seu encontro!”.Então todas aquelas virgens se levantaram, e prepararam suas lâmpadas.E as tolas disseram às prudentes: “Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão se apagando”.Mas as prudentes responderam: “ Não ,para que não falte a nós e a vós; em vez disso, ide aos vendedores, e comprai para vós mesmas”.Enquanto elas foram comprar, veio o noivo. As que estavam preparadas entraram com ele à festa do casamento, e fechou-se a porta.Depois vieram também as outras virgens, dizendo: “Senhor, Senhor, abre-nos!”Mas ele respondeu: “Em verdade vos digo que não vos conheço”.Portanto, vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem virá.
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  • Parábola dos servos e das recompensas, dos talentos

    O artigo trata da parábola dos talentos de Jesus, que ilustra a importância de administrar fielmente os dons a serviço de Deus, enquanto se aguarda a sua volta.

    Mateus 25.14-30 (Bíblia Livre) :
    Pois é como um homem, que partindo para fora do país, chamou seus servos, e lhes entregou os seus bens.E a um deu cinco talentos, a outro dois, e ao terceiro um, a cada um conforme a sua habilidade, e logo depois partiu em viagem.Em seguida, o que havia recebido cinco talentos foi fazer negócios com eles, e obteve outros cinco talentos.E, semelhantemente, o que havia recebido dois ganhou também outros dois.Mas o que tinha recebido um foi cavar a terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor.Muito tempo depois, o senhor daqueles servos veio fazer contas com eles.O que havia recebido cinco talentos chegou trazendo-lhe outros cinco talentos, e disse: ”Senhor, cinco talentos me entregaste, eis que ganhei com eles outros cinco talentos”.E o seu senhor lhe disse: “ Muito bem, servo bom e fiel! Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te porei; entra na alegria do teu senhor”.E chegando-se também o que havia recebido dois talentos, disse: “Senhor, dois talentos me entregaste, eis que ganhei com eles outros dois talentos”.Seu senhor lhe disse: “ Muito bem, servo bom e fiel! Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te porei; entra na alegria do teu senhor”.Mas, chegando também o que havia recebido um talento, disse: “Senhor, eu te conhecia, que és homem duro, que colhes onde não semeaste, e ajuntas onde não espalhaste;E eu, atemorizado, fui e escondi o teu talento na terra; eis aqui tens o que é teu”.Porém seu senhor lhe respondeu: “Servo mau e preguiçoso! Sabias que colho onde não semeei, e ajunto onde não espalhei.Devias, portanto, ter depositado o meu dinheiro com os banqueiros e, quando eu voltasse, receberia o que é meu com juros.Por isso, tirai dele o talento, e dai-o ao que tem dez talentos”.Pois a todo aquele que tiver, lhe será dado, e terá em abundância; porém ao que não tiver, até o que tem lhe será tirado.“E lançai o servo inútil às trevas de fora (ali haverá pranto e ranger de dentes)”.
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Complementos
  • ANN078 As Parábolas

    O artigo analisa o uso das parábolas por Jesus, definidas como relatos simbólicos espirituais. Utilizadas para ensinar verdades profundas, as parábolas serviam também para…

Tentação de Jesus

A tentação de Jesus no deserto é um dos episódios fundadores do início do seu ministério público. Relatado pelos três evangelhos sinóticos, este acontecimento situa-se imediatamente após o batismo de Jesus por João Batista, no momento em que o Espírito o conduz ao deserto para ser provado durante quarenta dias e quarenta noites.

Diante dos três desafios lançados pelo diabo — transformar pedras em pão, lançar-se do alto do Templo, receber todos os reinos do mundo — Jesus responde de cada vez com uma citação das Escrituras. Este episódio revela ao mesmo tempo a humanidade de Jesus, submetido à prova, e a sua perfeita obediência a Deus, ali onde Israel havia falhado na sua própria passagem pelo deserto.

Este episódio insere-se numa reflexão mais ampla sobre a consagração e os desafios do ministério, sobre a natureza messiânica de Jesus e sobre o sentido da fidelidade na provação. Constitui uma porta de entrada essencial para compreender a vocação e o caráter daquele que os Evangelhos apresentam como o Messias.

  • A tentação de Jesus

    O artigo analisa as divergências dos relatos bíblicos sobre a tentação de Jesus, pondo em evidência as diferenças entre os evangelhos de Marcos, Mateus e Lucas. O autor convida a explorar as perspectivas únicas de cada texto para uma melhor compreensão desse acontecimento central.

    Lucas 4.1-13 (Bíblia Livre) :
    E Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão, e foi levado pelo Espírito ao deserto.NoteOu: testesNoteano agradável do Senhor Ou: ano do favor do SenhorE por quarenta dias foi tentado pelo diabo; e não comeu coisa alguma naqueles dias; e terminados eles, depois teve fome.Então o diabo lhe disse: Se tu és Filho de Deus, diz a esta pedra que se transforme em pão.Jesus lhe respondeu: Está escrito que não só de pão viverá o ser humano, mas de toda palavra de Deus.E o diabo o levou a um alto monte, e lhe mostrou todos os reinos do mundo num instante.E o diabo lhe disse: Darei a ti todo este poder e sua glória; pois a mim foram entregues, e os dou a quem quero.Portanto, se tu me adorares, tudo será teu.E Jesus lhe respondeu: Para trás de mim, Satanás!Porque está escrito: Adorarás ao Senhor teu Deus, e só a ele servirás.Então o levou a Jerusalém, e o pôs sobre a parte mais alta do templo, e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo.Porque está escrito que: Mandará aos seus acerca de ti que te guardem.E que: te sustentarão pelas mãos, para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra.Jesus lhe respondeu: Dito está: Não tentes ao Senhor teu Deus.E quando o diabo acabou toda a tentação, ausentou-se dele por algum tempo.
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  • A tentação de Jesus, o Messias

    Este artigo examina a tentação de Jesus no deserto, com base nos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas. Jesus enfrenta três provas simbólicas, que evidenciam a sua luta contra tentações semelhantes às de Eva. Depois deste período de jejum, regressa à Galileia, marcando uma etapa crucial do seu ministério.

    Marcos 1.12-13 (Bíblia Livre) :
    E logo o Espírito o impeliu ao deserto.Ele esteve ali no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. Ele estava com os animais selvagens, e os anjos o serviam.
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Complementos
  • ANN070 A tentação de Jesus, o Messias

    Este artigo explora a tentação de Jesus, o seu jejum de 40 dias e os relatos evangélicos desse período na Judeia. Os Evangelhos sinóticos…

Relação discípulo-Senhor e convite ao descanso

Este tema explora a natureza profunda do vínculo que une Jesus aos seus discípulos, uma relação que ultrapassa a simples relação mestre-aluno para se inscrever numa dinâmica de ligação pessoal e de confiança mútua. Trata-se de compreender como Jesus chama aqueles que o seguem não apenas a aprender com ele, mas a entrar numa comunhão íntima com a sua pessoa.

O convite ao descanso ocupa um lugar central neste ensino. Jesus propõe aos seus discípulos um descanso que não é simples inatividade, mas libertação de um fardo: o da lei vivida como constrangimento, o do esgotamento espiritual ou o da busca ansiosa da salvação. Esta promessa dirige-se a todos os que se cansam e vergam sob o peso das suas responsabilidades ou das suas faltas.

Ler estas passagens é redescobrir uma imagem de Jesus ao mesmo tempo exigente e brando, atento à fragilidade humana. Este tema convida o leitor a refletir sobre a sua própria postura diante do Senhor: trata-se de um mestre temido ou de um companheiro de caminho benevolente?

  • A relação pessoal do discípulo com o seu Senhor

    A perícope 116 explora a relação pessoal entre o discípulo e o seu Senhor a partir de Mateus 11.25-30 e Lucas 10.21-24. Depois de condenar as cidades incrédulas, Jesus alegra-se por os humildes compreenderem a sua palavra onde os sábios falham. Afirma a sua filiação divina e convida todos os cansados a virem a ele, prometendo descanso e mansidão sob o seu jugo partilhado, em oposição aos fardos impostos pelos fariseus.

    Mateus 9.36 (Bíblia Livre) :
    Quando ele viu as multidões, teve compaixão delas, porque andavam cansadas e desamparadas, como ovelhas que não têm pastor.
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