A vida de Jesus até os 12 anos 5 estudos
O ministério de João Batista 1 estudo
Da 3.ª Páscoa ao início da última semana 5 estudos
Ministério de Jesus: chamados, milagres e ensinamentos 1 estudo
A última semana antes da prisão 16 estudos
- 13A volta a Betânia
- 14Purificação do templo (segunda vez)
- 15Cura de cegos e coxos
- 16Ensino diário no Templo
- 17O retorno mais uma vez a Betânia
O último dia até a crucificação 1 estudo
A revelação de Daniel 2 estudos
As contradições 2 estudos
Ministério de Pedro 5 estudos
Notas históricas 5 estudos
Palavra de um Amigo 1 estudo
A vida de Jesus até os 12 anos
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PER003
Anúncio do nascimento de João Batista
Este artigo descreve o anúncio do nascimento de João Batista, relatado exclusivamente no Evangelho de Lucas, destacando a atenção aos pormenores históricos e o significado profético de João como precursor de Jesus.
Lucas 1.5-25 (Bíblia Livre) :Houve nos dias de Herodes, rei da Judeia, um sacerdote chamado Zacarias, da ordem de Abias; sua mulher das filhas de Arão, e o seu nome era Isabel.E ambos eram justos diante de Deus; andavam sem repreensão em todos os mandamentos e preceitos do Senhor.Mas não tinham filho, porque Isabel era estéril, e ambos tinham idade avançada.E aconteceu que, quando ele fazia o trabalho sacerdotal diante de Deus, na ordem da sua turma,conforme o costume do sacerdócio, foi sorteado a entrar no santuário do Senhor para oferecer o incenso.E toda a multidão do povo estava fora orando, à hora do incenso.Então um anjo do Senhor lhe apareceu em pé, à direita do altar do incenso.Quando Zacarias o viu, perturbou-se, e o medo o tomou.Mas o anjo lhe disse: Zacarias, não temas, pois a tua oração foi ouvida. E Isabel, tua mulher, dará à luz um filho, e lhe porás o nome de João.E terás prazer e alegria, e muitos se alegrarão do seu nascimento;pois ele será grande diante do Senhor, e não beberá vinho nem bebida alcoólica, e será cheio do Espírito Santo, já desde o ventre da sua mãe.E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus.E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos; a fim de preparar um povo pronto ao Senhor.Então Zacarias disse ao anjo: Como terei certeza disso? Pois sou velho, e a minha mulher de idade avançada.O anjo lhe respondeu: Eu sou Gabriel, que fico presente diante de Deus, e fui enviado para te falar e te dar estas boas notícias.Eis que ficarás mudo, e não poderás falar até o dia em que essas coisas aconteçam, porque não creste nas minhas palavras, que se cumprirão no devido tempo.E o povo estava esperando Zacarias, e se surpreenderam de que ele demorava no santuário.Quando ele saiu, não conseguia lhes falar; e entenderam que havia tido alguma visão no santuário. Ele lhes fazia gestos, e continuou mudo.E sucedeu que, terminados os dias do seu serviço, voltou à sua casa.E depois daqueles dias Isabel, sua mulher, Isabel, engravidou-se, e por cinco meses se escondeu, dizendo:Pois isto o Senhor me fez nos dias em que ele me observou, para acabar a minha humilhação entre as pessoas.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER017
A purificação de Maria
O artigo trata da purificação de Maria após o nascimento de Jesus, um ritual judaico observado por José e Maria no Templo de Jerusalém. Este ato de devoção e humildade, relatado em Lucas 2:22-24, demonstra a sua fidelidade à lei de Moisés apesar da sua situação financeira modesta.
Lucas 2.22-24 (Bíblia Livre) :E quando se completaram os dias da purificação dela, segundo a Lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor,conforme o que está escrito na Lei do Senhor: Todo macho primogênito será consagrado ao Senhor.E para darem a oferta segundo o que se diz na Lei do Senhor: um par de rolinhas ou dois pombinhos.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER018
O encontro com Simeão
O encontro no Templo de Jerusalém entre a Sagrada Família e Simeão, segundo o Evangelho de Lucas, reforça a consciência de Maria e José sobre a missão divina de Jesus.
Lucas 2.25-35 (Bíblia Livre) :E eis que havia em Jerusalém um homem de nome Simeão; e esse homem era justo e devoto, e esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele.E havia lhe sido revelado pelo Espírito Santo que ele não veria a morte antes de ter visto o Cristo do Senhor.E pelo Espírito foi ao Templo; e quando os pais trouxeram o menino Jesus, para fazerem com ele conforme o costume da Lei,Então ele o tomou em seus braços, louvou a Deus, e disse:Agora, Senhor, despedes o teu servo em paz, conforme a tua palavra,pois os meus olhos viram a tua salvação,a qual preparaste diante de todos os povos;Luz para iluminar as gentios, e para a glória do teu povo Israel.E José e sua mãe se admiraram das coisas que se diziam sobre ele.Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este é posto para queda e levantamento de muitos em Israel; e para sinal que terá oposição,(também uma espada atravessará a tua própria alma) para que os pensamentos de muitos corações se manifestem.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER019
O encontro com Ana
O artigo explora o encontro entre a profetisa Ana e Jesus no Templo, salientando o reconhecimento do Messias por parte dela e o impacto espiritual do testemunho nos visitantes do Templo, em ligação com as expectativas messiânicas judaicas.
Lucas 2.36-38 (Bíblia Livre) :E estava ali a profetiza Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Ela já tinha idade avançada, e havia vivido com o marido sete anos desde sua virgindade.E era viúva de cerca de oitenta e quatro anos, e não se afastava do Templo, servindo a Deus com jejuns e orações, de noite e de dia.E ela veio na mesma hora; ela agradeci ao Senhor, e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER028
O Menino Jesus aos doze anos no templo
Este artigo aborda o episódio do Evangelho de Lucas em que Jesus, aos doze anos, ensina no templo. Evidencia a simultaneidade do seu conhecimento divino e da sua vida humana, explicando o seu crescimento espiritual e físico. Lucas e os Evangelhos omitem os seus anos de adolescência, uma escolha destinada a salientar o seu percurso divino quotidiano.
Lucas 2.41-52 (Bíblia Livre) :Todos os anos, seus pais iam a Jerusalém, para a festa da Páscoa.E quando Jesus tinha doze anos, subiram a Jerusalém, conforme o costume do festival;E quando aqueles dias terminaram, eles partiram de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém sem que José e sua mãe soubessem.Porém, como pensavam que ele vinha pelo caminho entre os companheiros de viagem, eles andaram o caminho de um dia; e o procuraram entre os parentes e conhecidos.E como não o acharam, voltaram a Jerusalém em busca dele.E aconteceu que, três dias depois, o acharam no templo, sentado no meio dos mestres, ouvindo-os, e perguntando-lhes.E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas;Quando eles o viram, ficarm surpresos. E sua mãe lhe disse: Filho, por que fizeste assim conosco? Eis que teu pai e eu com ansiedade te procurávamos.Ele lhes disse: Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar nos negócios de meu Pai?E eles não entenderam as palavras que lhes dizia.Então desceu com eles, e veio a Nazaré, e os obedecia. E a sua mãe guardava todas essas coisas no seu coração.Jesus crescia em sabedoria, em estatura, e em graça para com Deus e as pessoas.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org
O ministério de João Batista
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PER039
Os comerciantes expulsos do templo
A perícope 39 estuda o episódio da purificação do templo por Jesus, tal como João o relata (João 2.14-22). O autor defende a tese de dois acontecimentos distintos separados por três anos. O primeiro situa-se na primeira Páscoa do ministério de Jesus, a 7 de abril de 30. O artigo explora o contexto histórico do templo herodiano, o papel de Caifás e do Sinédrio e dois ensinamentos fundamentais: o zelo de Jesus pela casa de Deus e o anúncio profético da sua ressurreição.
Mateus 21.12-13 (Bíblia Livre) :Jesus entrou no Templo de Deus; então expulsou todos os que estavam vendendo e comprando no Templo, e virou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.E disse-lhes: Está escrito: “Minha casa será chamada casa de oração”; mas vós a tornastes em covil de ladrões!Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org
Da 3.ª Páscoa ao início da última semana
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PER206
A festa dos Tabernáculos
A perícope 206 trata da festa dos Tabernáculos (Sucot), relatada unicamente por João (7,2-10). Jesus decide subir secretamente a Jerusalém em outubro do ano 32 d.C., seis meses antes de sua prisão. João revela a tensão com as autoridades religiosas e a incredulidade dos irmãos de Jesus, elementos ausentes dos sinóticos.
João 7.10 (Bíblia Livre) :Mas havendo seus irmãos já subido, então subiu ele também à festa, não abertamente, mas como em oculto.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER213
Ensino do Messias Jesus no templo
Durante a festa dos Tabernáculos, em outubro do ano 32, o Messias Jesus ensina no templo de Jerusalém com uma autoridade que assombra a multidão e indigna os fariseus. João 7.14-24 relata este episódio único em que Jesus afirma que o seu ensino vem de Deus e defende uma cura realizada no sábado com uma argumentação bíblica rigorosa. A hostilidade das autoridades religiosas se intensifica.
João 7.22 (Bíblia Livre) :Por isso Moisés vos deu a circuncisão (não porque seja de Moisés, mas dois pais) e no sábado circuncidais ao homem.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER224
Instrução sobre a oração
A perícope PER224 apresenta a instrução de Jesus sobre a oração, dada no monte das Oliveiras em dezembro do ano 32. Apoiando-se em Mateus 6.9-13 e Lucas 11.1-4, examina o Pai-Nosso em dois contextos distintos. Lucas situa o episódio perto de Jerusalém, depois da visita a Betânia e antes da cura de um endemoninhado. Os discípulos, alguns dos quais haviam seguido João Batista, pedem a Jesus que lhes ensine a orar.
Lucas 11.15 (Bíblia Livre) :Porém alguns deles diziam: Ele expulsa aos demônios por Belzebu, príncipe dos demônios!Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER229
Lembrança do massacre dos galileus por Pilatos
A perícope PER229 (Lucas 13,1-5) relata como testemunhas de uma refeição farisaica interpelam Jesus a respeito do massacre de galileus por Pilatos. Jesus recusa ver nisso um castigo divino e chama ao arrependimento pessoal, citando também a queda da torre de Siloé. Ele ensina que a morte é a sorte comum de todos e que somente o arrependimento abre o acesso ao Reino de Deus.
Lucas 13.2-3 (Bíblia Livre) :E respondendo Jesus, disse-lhes: Vós pensais que estes galileus foram mais pecadores, por terem sofrido estas coisas?Não, eu vos digo; antes, se vós não vos arrependerdes, todos de modo semelhante perecereis.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER234
Lamento sobre Jerusalém
O Lamento sobre Jerusalém (Mt 23.37-39; Lc 13.34-35) mostra Jesus chorando sobre a cidade santa, poucos dias antes da sua Paixão. Por meio da metáfora da galinha que protege os seus pintinhos, ele expressa o amor divino rejeitado, condena o assassinato dos profetas e anuncia a desolação do Templo, deixando ao mesmo tempo aberta uma esperança de reconciliação final.
Mateus 23.37-39 (Bíblia Livre) :Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes eu quis ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas; porém não quisestes!Eis que vossa casa vos será deixada desolada.Pois eu vos digo que a partir de agora não me vereis, até que digais: “Bendito aquele que vem no nome do Senhor”.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org
Ministério de Jesus: chamados, milagres e ensinamentos
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PAR017
As dez virgens
A parábola da figueira que brota, relatada em Mateus, Marcos e Lucas, convida os discípulos a ler os sinais dos tempos com vigilância e esperança. Assim como os brotos anunciam o verão, os acontecimentos do mundo anunciam o retorno do Messias. A palavra de Jesus, firme e eterna, garante o cumprimento de todas as suas promessas a respeito do Reino de Deus.
Mateus 24.32-35 (Bíblia Livre) :Aprendei a parábola da figueira: “Quando os seus ramos já ficam verdes, e as folhas brotam, sabeis que o verão está perto”.Assim também vós, quando virdes todas estas coisas, sabei que já está perto, às portas.Em verdade vos digo que esta geração não passará, até que todas estas coisas aconteçam.O céu e a terra passarão, mas minhas palavras de maneira nenhuma passarão.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org
A última semana antes da prisão
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PER281
A volta a Betânia
Depois de sua entrada triunfal em Jerusalém, Jesus deixa a cidade ao anoitecer para voltar a Betânia com seus doze discípulos, entre eles Judas. Relatado principalmente por Marcos (11.11) e Mateus (21.17), este episódio, situado no domingo, 27 de março do ano 33, ilustra o ritmo da última semana: dias no Templo, noites perto de Betânia. Os discípulos aproveitam esses trajetos para interrogar seu Mestre sobre o significado de seus atos messiânicos.
Mateus 21.17 (Bíblia Livre) :Então ele os deixou, e saiu da cidade para Betânia, e ali passou a noite.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER284
Purificação do templo (segunda vez)
A segunda purificação do Templo por Jesus, na segunda-feira, 28 de março do ano 33, é um ato profético e simbólico. Ao expulsar os vendedores do átrio dos gentios e citar Isaías e Jeremias, Jesus denuncia a corrupção do culto, afirma sua autoridade messiânica e anuncia o juízo que viria sobre o Templo. Esse acontecimento precipita a decisão dos líderes religiosos de matá-lo.
Exodo 12.3-8 (Bíblia Livre) :Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: No dia dez deste mês tome para si cada um um cordeiro pelas famílias dos pais, um cordeiro por família:Mas se a família for pequena que não seja capaz de comer o cordeiro inteiro, então tomará a seu vizinho imediato à sua casa, e segundo o número das pessoas, cada um conforme seu comer, fareis a conta sobre o cordeiro.O cordeiro será sem defeito, macho de um ano; vós o tomareis das ovelhas ou das cabras:E o guardareis até o dia catorze desse mês; e toda a congregação do povo de Israel o imolará ao entardecer.E tomarão do sangue, e o porão nos dois postes e na verga das casas em que o comerão.E naquela noite comerão a carne assada ao fogo, e pães sem levedura; com ervas amargas o comerão.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER285
Cura de cegos e coxos
Depois da purificação do Templo, Jesus cura cegos e coxos no pátio, na segunda-feira, 28 de março do ano 33. Somente Mateus relata esse episódio. A multidão e as crianças o aclamam como Filho de Davi, enquanto os principais sacerdotes e os escribas, cada vez mais hostis, se indignam com essas manifestações messiânicas. Esse episódio ilustra o contraste entre a fé do povo simples e a rejeição das autoridades religiosas.
Lucas 19.45-46 (Bíblia Livre) :E entrando no Templo, começou a expulsar a todos os que vendiam e compravam ali,Dizendo-lhes: Está escrito: Minha casa é casa de oração; Mas vós a tendes feito um esconderijo de ladrões.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER286
Ensino diário no Templo
A perícope 286 descreve o ensino diário de Jesus no Templo de Jerusalém durante a semana da Páscoa (segunda-feira, 28 de março do ano 33). Baseada principalmente em Lucas 19,47-48, ela apresenta a crescente oposição entre as multidões admiradas e as autoridades religiosas hostis — escribas, principais sacerdotes, saduceus e fariseus — que procuram silenciar Jesus, cuja mensagem do Reino de Deus ameaça o poder que haviam estabelecido.
Lucas 19.47-48 (Bíblia Livre) :E ensinava diariamente no Templo; e os chefes dos sacerdotes, e os escribas, e os chefes do povo, procuravam matá-lo.E não achavam como fazer, porque todo o povo o ouvia com muita atenção.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER287
O retorno mais uma vez a Betânia
PER287 descreve o retorno de Jesus e seus discípulos a Betânia após um dia no Templo de Jerusalém, na segunda-feira, 28 de março do ano 33. Atestado principalmente por Marcos 11.19, este episódio esclarece a rotina noturna do grupo em torno de Marta, Maria e Lázaro. O artigo aborda a hospitalidade dispersa, o papel das mulheres, as idas e vindas diárias entre Betânia e Jerusalém, e a incompreensão dos discípulos diante dos anúncios da Paixão.
Marcos 11.19 (Bíblia Livre) :E como já era tarde, Jesus saiu fora da cidade.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER289
A autoridade do Messias Jesus contestada
No Templo de Jerusalém, os chefes religiosos contestam publicamente a autoridade de Jesus. Com uma hábil contrapergunta sobre o batismo de João, ele os reduz ao silêncio e revela a má-fé deles. Este episódio sinótico (Mt 21.23-27; Mc 11.27-33; Lc 20.1-8) ilustra a oposição crescente das autoridades ao Messias durante a sua última semana antes da prisão.
Marcos 11.27-33 (Bíblia Livre) :Depois voltaram a Jerusalém; e, enquanto ele andava pelo Templo, vieram a ele os chefes dos sacerdotes, os escribas, e os anciãos.E disseram-lhe: Com que autoridade fazes estas coisas? E quem te deu esta autoridade, para fazerdes estas coisas?Jesus lhes respondeu: Também eu vos farei uma pergunta, e respondei-me; então vos direi com que autoridade faço estas coisas.O batismo de João era do céu ou dos homens? Respondei-me.E eles argumentavam entre si, dizendo: Se dissermos do céu, ele dirá: Por que, pois, não crestes nele?Porém, se dissermos dos homens, tememos ao povo, porque todos consideravam que João era verdadeiramente profeta.Então responderam a Jesus: Não sabemos. E Jesus lhes replicou: Também eu não vos direi com que autoridade faço estas coisas.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER290
A parábola dos dois filhos
A parábola dos dois filhos (Mt 21,28-32), relatada somente por Mateus, passa-se no Templo de Jerusalém durante a última semana de Jesus. Ela contrapõe duas atitudes: prometer sem agir versus recusar e depois obedecer. Jesus desmascara aí a hipocrisia dos líderes religiosos e anuncia que os pecadores arrependidos entram antes deles no Reino. Um apelo universal à humildade e ao arrependimento sincero.
Mateus 13.31-33 (Bíblia Livre) :Ele lhes propôs outra parábola: O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que alguém tomou e semeou no seu campo.De fato, dentre todas as sementes, esta é a menor. Mas quando cresce, é a maior das hortaliças; e se torna tamanha árvore, que as aves do céu vêm e se aninham em seus ramos.Ele lhes disse outra parábola: O Reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou em três medidas de farinha, até que tudo ficasse fermentado.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER292
A parábola do banquete de casamento
A parábola do banquete de casamento (Mt 22,1-14 ; Lc 14,15-24) ensina que Deus convida todos os homens para o seu Reino, mas que rejeitar esse convite acarreta um julgamento grave. Proferida no Templo de Jerusalém na terça-feira da semana da Paixão, ela anuncia profeticamente a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. O homem sem veste de casamento lembra que entrar no Reino exige uma transformação espiritual autêntica, recebida pela fé em Cristo.
Mateus 22.1-14 (Bíblia Livre) :Então Jesus voltou a lhes falar por parábolas, dizendo:Notepor algo que dissesse lit. em [alguma] palavraNotetentais ou: testaisNotegerará descendência lit. levantará sementeNotefilhos lit. sementeO reino dos céus é semelhante a um rei que fez uma festa de casamento para o seu filho;e mandou a seus servos que chamassem os convidados para a festa de casamento, mas não quiseram vir.Outra vez ele mandou outros servos, dizendo: “Dizei aos convidados: ‘Eis que já preparei meu jantar: meus bois e animais cevados já foram mortos, e tudo está pronto. Vinde à festa de casamento’”.Porém eles não deram importância e foram embora, um ao seu campo, e outro ao seu comércio;e outros agarraram os servos dele, e os humilharam e os mataram.Quando o rei Então enviou os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a cidade deles.Em seguida, disse aos seus servos: “Certamente a festa de casamento está pronta, porém os convidados não eram dignos.Ide, pois, às saídas dos caminhos, e convidai à festa de casamento tantos quantos achardes.Aqueles servos saíram pelos caminhos, e ajuntaram todos quantos acharam, tanto maus como bons; e a festa de casamento se encheu de convidados.Mas quando o rei entrou para ver os convidados, percebeu ali um homem que não estava vestido com roupa adequada para a festa de casamento.Então lhe perguntou: “Amigo, como entraste aqui sem ter roupa para a festa?” E ele emudeceu.Então o rei disse aos servos: “Amarrai-o nos pés e nas mãos, tomai-o, e lançai-o nas trevas de fora. Ali haverá pranto e o ranger de dentes”.Pois muitos são chamados, porém poucos escolhidos.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER293
As perguntas dos estrangeiros ao Messias Jesus
Episódio exclusivo de João (João 12.20-50), situado na terça-feira santa no pátio dos gentios. Alguns gregos pedem para ver Jesus, o que desencadeia o anúncio da hora de sua glorificação. Pela imagem do grão de trigo, Jesus revela que sua morte é fonte de vida universal. A cruz é apresentada como uma elevação gloriosa que atrai todos os homens a ele, abrindo a salvação a todas as nações.
João 7.30 (Bíblia Livre) :Procuravam pois prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele, porque sua hora ainda não era vinda.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER294
As perguntas dos fariseus e dos herodianos
Fariseus e herodianos tentam armar uma armadilha para Jesus perguntando-lhe se é preciso pagar o imposto a César. Sua resposta — “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” — desfaz a armadilha e estabelece a distinção fundamental entre a autoridade civil e a soberania divina, lembrando que o homem, que traz a imagem de Deus, pertence-lhe por inteiro.
Marcos 12.13-17 (Bíblia Livre) :E mandaram-lhe alguns dos fariseus e dos herodianos, para que o apanhassem em alguma palavra.Eles se aproximaram e lhe disseram: Mestre, sabemos que és homem de verdade, e não te interessa agradar a ninguém, porque não te importas com a aparência humana, mas com verdade ensinas o caminho de Deus. É lícito pagar tributo a César, ou não? Devemos pagar, ou não devemos?E ele, entendendo a hipocrisia deles, disse-lhes: Por que estais me tentando? Trazei-me uma moeda, para que eu a veja.E trouxeram. E perguntou-lhes: De quem é esta imagem, e a inscrição? E eles lhe disseram: De César.Então Jesus, lhes respondeu: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E admiram-se dele.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER295
As perguntas dos fariseus e dos herodianos
No Templo de Jerusalém, os saduceus tentam armar uma cilada para Jesus com uma pergunta sobre a ressurreição envolvendo uma mulher que teve sete maridos. Jesus responde revelando a ignorância deles quanto às Escrituras e ao poder de Deus: na vida futura, não se casa mais. Ele prova a ressurreição a partir da Torá, citando Êxodo 3.6: Deus é o Deus dos vivos, e não dos mortos. Seus adversários são reduzidos ao silêncio.
João 11.25-26 (Bíblia Livre) :Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição, e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.E todo aquele que vive, e crê em mim, para sempre não morrerá. Crês nisto?Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER296
As perguntas dos doutores da lei
Durante a última semana antes de sua Paixão, Jesus é interrogado por doutores da Lei sobre o maior mandamento. Ele resume toda a Lei em dois princípios: amar a Deus e amar o próximo. Um escriba sincero reconhece a justeza dessa resposta, e Jesus lhe declara que ele não está longe do Reino. O artigo matiza a visão do farisaísmo e convida a uma fé vivida no amor, e não no legalismo.
Lucas 23.50-51 (Bíblia Livre) :E eis que um homem, de nome José, membro do conselho de justiça ,sendo homem bom e justo.(Que não tinha concordado, nem com o conselho, nem em atos que fizeram), da cidade de Arimateia, da terra dos judeus, e que também esperava pelo Reino de Deus.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER297
A messianidade de Jesus
No pátio do Templo de Jerusalém, na terça-feira anterior à sua Paixão, Jesus interroga os fariseus sobre a identidade do Messias. Ao citar o Salmo 110, revela que o Messias é ao mesmo tempo Filho de Davi segundo a carne e Senhor eterno segundo a sua divindade, confundindo os seus adversários, que ficam sem resposta. Uma afirmação cristológica fundamental sobre a dupla natureza de Jesus.
Hebreus 1.3-4 (Bíblia Livre) :O Filho é o resplendor da sua glória, a expressa imagem da sua pessoa, e sustenta todas as coisas pela sua palavra de poder. E, depois de fazer por si mesmo a purificação dos nossos pecados, sentou-se à direita da Majestade nas alturas;e se tornou muito superior aos anjos, assim como herdou um nome mais excelente que eles.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER298
Requisitória contra os líderes religiosos
No pátio do Templo de Jerusalém, na quarta-feira anterior à sua Paixão, Jesus faz uma severa requisitória contra os escribas e os fariseus. Por meio de oito proclamações de ‘Ai de vocês!’, denuncia a hipocrisia, o orgulho e a religião de fachada deles, ao mesmo tempo que expressa uma profunda dor por Jerusalém. Chama seus discípulos a uma fé autêntica, humilde e a serviço dos outros.
Mateus 23.23 (Bíblia Livre) :Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque dais o dízimo da hortelã, do endro, e do cominho, e desprezais o que é mais importante da Lei: a justiça, a misericórdia, e a fidelidade; estas coisas devem ser feitas, sem se desprezar as outras.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER299
A oferta da viúva pobre
No Templo de Jerusalém, Jesus observa uma viúva pobre depositar duas moedinhas no tesouro, tudo o que ela possui. Ao contrário dos ricos, que dão do que lhes sobra com ostentação, ela oferece todo o seu sustento. Jesus declara que ela deu mais do que todos os outros, invertendo os critérios humanos de valor. Este relato, narrado por Marcos (12.41-44) e Lucas (21.1-4), ensina que a verdadeira generosidade não se mede pela quantidade dada, mas pela disposição do coração e pelo sacrifício feito.
Mateus 6.3-4 (Bíblia Livre) :Mas quando tu fizeres esmola, não saiba tua mão esquerda o que faz a tua direita;Para que a tua esmola seja em segredo, e teu Pai, que vê em segredo, ele te recompensará em público.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER300
A incredulidade dos judeus
A perícope 300 trata da incredulidade dos judeus diante dos sinais realizados por Jesus, episódio relatado unicamente por João (Jo 12,37-50), situado no Templo de Jerusalém na quarta-feira, 30 de março do ano 33. Em contraste, a oferta da pobre viúva ilustra a fé autêntica. Jesus inverte os critérios humanos: a verdadeira generosidade não se mede pela quantidade dada, mas pela disposição do coração, que oferece a Deus tudo o que se é.
Marcos 12.41-44 (Bíblia Livre) :Quando Jesus estava sentado de frente à arca do tesouro, observava como a multidão lançava dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos lançavam muito.E uma pobre viúva veio, e lançou duas pequenas moedas, de pouco valor.Então Jesus chamou a si os seus discípulos, e disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva lançou mais que todos os que lançaram na arca do tesouro;Porque todos lançaram daquilo que lhes sobra; mas esta, da sua pobreza lançou tudo o que tinha, todo o seu sustento.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org
O último dia até a crucificação
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PER359
Os sinais extraordinários que acompanharam a morte de Jesus
Na morte de Jesus no Gólgota, ocorrem vários sinais extraordinários: o véu do Templo se rasga de alto a baixo, simbolizando o acesso direto a Deus; um terremoto sacode a região; rochas se fendem e sepulcros se abrem. Esses fenômenos, relatados sobretudo por Mateus, significam o fim da antiga aliança, o advento de uma nova e a vitória de Cristo sobre a morte, confirmada pela confissão do centurião romano.
Levítico 16.34 (Bíblia Livre) :E isto tereis por estatuto perpétuo, para expiar aos filhos de Israel de todos os seus pecados uma vez no ano. E Moisés o fez como o SENHOR lhe mandou.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org
A revelação de Daniel
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DAN007
Daniel 5 – O banquete de Belsazar: quando Babilônia é pesada e julgada
Daniel 5 conta a queda de Babilônia sob o reinado de Belsazar, que profana os vasos sagrados. Uma misteriosa inscrição, interpretada por Daniel, prediz o fim do reino. Deus julga os poderes humanos, ilustrando a arrogância de Belsazar.
Daniel 5.1-30 (Bíblia Livre) :O rei Belsazar fez um grande banquete a mil de seus maiorais, e bebeu vinho diante destes mil.Notecativos lit. filhos do cativeiroNotemente lit. coraçãoTendo Belsazar experimentado o vinho, mandou trazer os vasos de ouro e de prata que seu pai Nabucodonosor tirara do templo de Jerusalém, para que bebessem com eles o rei e seus maiorais, suas mulheres e suas concubinas.Então trouxeram os vasos de ouro que foram tirados do templo da casa de Deus, que estava em Jerusalém; e beberam com eles o rei e seus maiorais, suas mulheres e suas concubinas.Beberam vinho, e louvaram aos deuses de ouro e de prata, de bronze, de ferro, de madeira, e de pedra.Naquela mesma hora saíram dedos de uma mão de homem, e escreveram diante do castiçal na caiadura da parede do palácio real, e o rei viu parte da mão que estava escrevendo.Então o semblante do rei se mudou, e seus pensamentos o perturbaram; as juntas de seus lombos se desataram, e seus joelhos se bateram um com o outro.O rei clamou em alta voz que trouxessem astrólogos, caldeus, e adivinhos. O rei falou, e disse aos sábios da Babilônia: Qualquer um que ler esta escritura, e me mostrar sua interpretação, será vestido de púrpura, terá uma corrente de ouro a seu pescoço, e será o terceiro líder no reino.Então vieram todos os sábios do rei, mas não puderam ler a escritura, nem fazer saber ao rei sua interpretação.Então o rei Belsazar ficou muito perturbado, e se mudou seu semblante; seus maiorais estavam perturbados.A rainha, por causa das palavras do rei e de seus maiorais, entrou na casa do banquete. A rainha disse: Ó rei, vive para sempre! Não te perturbem teus pensamentos, nem se mude teu semblante.Em teu reino há um homem no qual mora o espírito dos deuses santos; e nos dias de teu pai se achou nele luz, inteligência e sabedoria, como a sabedoria dos deuses; e teu pai, o rei Nabucodonosor (o rei, teu pai), o constituiu por príncipe sobre os magos, os astrólogos, os caldeus e os adivinhadores.Pois nele foi achado um espírito extraordinário, conhecimento, e entendimento, interpretando sonhos, resolvendo enigmas, e desfazendo dúvidas. Ele é Daniel, a quem o rei pôs por nome Beltessazar. Chame-se agora a Daniel, e ele mostrará a interpretação.Então Daniel foi trazido diante do rei. E o rei disse a Daniel: És tu aquele Daniel dos cativos de Judá, que meu pai trouxe de Judá?Pois tenho ouvido de ti que o espírito dos deuses está em ti, e que em ti se acha luz, entendimento e extraordinária sabedoria.E agora foram trazidos diante de mim sábios e astrólogos, para que lessem esta escritura, e me fizessem saber sua interpretação; mas eles não puderam mostrar a interpretação destas palavras.Eu, porém, tenho ouvido sobre ti que podes dar interpretações, e solucionar dúvidas. Agora, se puderes puderes ler esta escritura, e fazer-me saber sua interpretação, serás vestido de púrpura, corrente de ouro terás em teu pescoço, e serás o terceiro líder no reino.Então Daniel respondeu, e disse diante do rei: Fiquem contigo tuas dádivas, e dá teus presentes a outro; contudo lerei a escritura ao rei, e lhe farei saber a interpretação.Quanto a ti, ó rei, o Deus Altíssimo deu a teu pai Nabucodonosor o reino, a grandeza, a glória, e a majestade;E pela grandeza que ele lhe deu, todos os povos, nações, e línguas tremiam e temiam diante dele. Ele matava a quem queria, e concedia vida a quem queria; ele engrandecia a quem queria, e abatia a quem queria.Mas quando seu coração se exaltou, e seu espírito se endureceu em soberba, ele foi deposto do trono de seu reino, e a glória lhe foi tirada.E foi expulso dentre os filhos dos homens; e sua mente se tornou semelhante à dos animais, e com asnos selvagens foi sua morada. Foi alimentado com erva tal como os bois, e seu corpo foi molhado com o orvalho do céu, até que entendeu que o Deus altíssimo tem o domínio sobre os reinos humanos, e constitui sobre eles a quem ele quer.E tu, Belsazar, filho dele, não humilhaste teu coração, mesmo sabendo de tudo isto;Em vez disso exaltaste a ti mesmo contra o Senhor do céu; pois trouxeram diante de ti os vasos de sua casa, e tu, teus maiorais, tuas mulheres e tuas concubinas, bebestes vinho neles; além disto, louvaste a deuses de prata, ouro, bronze, de ferro, madeira e pedra, que não veem, nem ouvem, nem têm conhecimento algum; porém ao Deus em cuja mão está tua vida e todos os teus caminhos, a ele não glorificaste;Então dele foi enviada aquela parte da mão que esculpiu esta escritura.E esta é a escritura que foi escrita: MENE, MENE, TEQUEL, PARSIM.Esta é a interpretação daquilo: MENE: Contou Deus o teu reino, e o acabou.TEQUEL: Pesado foste na balança, e foste achado em falta.PERES: Dividido foi teu reino, e entregue aos a medos e aos persas.Então Belsazar deu ordens, e vestiram a Daniel de púrpura, puseram uma corrente de ouro em seu pescoço, e anunciaram que ele seria o terceiro líder no reino.Naquela mesma noite Belsazar, rei dos caldeus, foi morto.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
DAN013
Daniel 11 – As guerras dos reis e o tempo do fim (Versão pedagógica)
Daniel 11 detalha profecias sobre conflitos históricos, incluindo Antíoco IV, e prefigura tensões futuras. Apesar das perseguições, a fidelidade a Deus é colocada em destaque.
As contradições
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CTD025
O véu do templo?
Este artigo discute a suposta contradição sobre o momento da morte de Jesus e o rasgar do véu do Templo. Os autores dos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas não visam à cronologia precisa, mas ressaltam simbolicamente a abertura para a presença divina.
Mateus 27.50-51 (Bíblia Livre) :Jesus gritou outra vez em alta voz, e entregou o espírito.E eis que o véu do Templo se rasgou em dois, de cima até embaixo, a terra tremeu, e as pedras se fenderam.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
CTD030
O salário de Judas?
O artigo analisa uma aparente contradição na Bíblia sobre o uso do dinheiro de Judas. Os Evangelhos mostram duas perspectivas sobre a responsabilidade e a atribuição da compra de um campo, ressaltando que não há verdadeira contradição, mas um relato coerente e mais simbólico do que literal.
Atos 1.18 (Bíblia Livre) :Este pois, adquiriu um campo por meio do pagamento da maldade, e tendo caído de cabeça para baixo, partiu-se ao meio, e todos os seus órgãos internos caíram para fora.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org
Ministério de Pedro
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ADA018
O notável crescimento da Igreja primitiva
O artigo ADA018 comenta Atos 5.12-16, descrevendo o crescimento da Igreja primitiva em Jerusalém na primavera do ano 33. Os apóstolos realizam milagres publicamente no pórtico de Salomão, a Igreja cresce em número, homens e mulheres sem distinção, e a reputação dos apóstolos aumenta junto ao povo, apesar de um temor suscitado pelo julgamento de Ananias e Safira. A passagem estabelece um forte paralelo com o ministério de Jesus.
Atos 5.13 (Bíblia Livre) :Mas dos outros, ninguém ousava se juntar a eles; porém o povo os estimava grandemente.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
ADA019
A prisão dos apóstolos
O artigo ADA019 comenta Atos 5.17-18: diante do notável crescimento da Igreja em Jerusalém, o sumo sacerdote e os saduceus, movidos pelo ciúme, mandam prender os apóstolos. Lucas mostra que, apesar da oposição das autoridades religiosas, a obra de Cristo prossegue pela ação do Espírito Santo, cumprindo a promessa de Atos 1.8.
Atos 4.1-2 (Bíblia Livre) :E enquanto eles ainda estavam falando ao povo, vieram sobre eles os sacerdotes, e o oficial do Templo, e os saduceus,Notesupremo conselho lit. sinédrio – o mais importante conselho ou tribunal para os judeusNoteUngido = equiv. CristoMuito incomodados por eles ensinarem ao povo, e anunciarem no nome de Jesus a ressurreição dos mortos.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
ADA020
A libertação milagrosa dos apóstolos
Este artigo analisa a libertação milagrosa dos apóstolos (Atos 5.19-21) em Jerusalém, na primavera do ano 33. Presos pelo sumo sacerdote e pelos saduceus, os apóstolos são libertados da prisão por um anjo durante a noite. Lucas relata esse milagre com sobriedade, ressaltando seu significado teológico e seus paralelos com o Antigo Testamento. O anjo confia aos apóstolos libertados a missão de anunciar no Templo “as palavras desta vida”, expressão que designa a mensagem da salvação em Jesus Cristo.
João 6.68 (Bíblia Livre) :Respondeu-lhe pois Simão Pedro: Senhor, a quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna;Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
ADA021
A busca dos prisioneiros
Análise de Atos 5.21-26: após a libertação milagrosa dos apóstolos, o Sinédrio descobre as celas vazias. Lucas põe em evidência a perplexidade das autoridades religiosas, o embaraço do comandante do Templo e o temor de uma reação popular. Apesar do inexplicável, os chefes religiosos persistem em sua oposição e ordenam uma segunda prisão, ilustrando a soberania de Deus sobre toda oposição humana.
Atos 4.1 (Bíblia Livre) :E enquanto eles ainda estavam falando ao povo, vieram sobre eles os sacerdotes, e o oficial do Templo, e os saduceus,Notesupremo conselho lit. sinédrio – o mais importante conselho ou tribunal para os judeusNoteUngido = equiv. CristoBíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
ADA024
A reação surpreendente dos apóstolos
Após serem açoitados pelo Sinédrio, os apóstolos reagem de maneira surpreendente, alegrando-se por terem sido considerados dignos de sofrer pelo nome de Jesus. Longe de se desanimarem, prosseguem a cada dia o seu ministério no Templo e nas casas, ensinando e anunciando as boas-novas. Lucas mostra que as perseguições, longe de deterem o Evangelho, contribuem paradoxalmente para o seu avanço.
João 15.18-20 (Bíblia Livre) :Se o mundo vos odeia, sabei que odiou a mim antes que a vós.Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria ao seu; mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso o mundo vos odeia.Lembrai-vos da palavra que vos tenho dito: não é o servo maior que seu senhor. Se me perseguiram, também vos perseguirão; se guardaram minha palavra, também guardarão a vossa.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org
Notas históricas
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INF001
Saduceus
Os saduceus eram um grupo aristocrático e sacerdotal do judaísmo antigo (200 a.C. – 70 d.C.), que controlava o Templo de Jerusalém e o Sinédrio. Aceitavam apenas o Pentateuco, negavam a ressurreição dos mortos e a existência dos anjos. Presentes quinze vezes no Novo Testamento, tiveram um papel fundamental na condenação de Jesus, principalmente por meio de Caifás e Ana. Seu desaparecimento coincide com a destruição do Templo no ano 70 d.C.
Atos 23.6 (Bíblia Livre) :E Paulo, sabendo que uma parte era de saduceus, e outra de fariseus, ele clamou no supremo conselho: Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseu; pela esperança e ressurreição dos mortos eu estou sendo julgado.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
INF002
Os fariseus
Os fariseus, surgidos após a revolta dos Macabeus (165 a.C.), foram um grupo religioso influente do judaísmo antigo. Apegados à Torá escrita e oral, acreditavam na ressurreição e permaneciam próximos do povo. Embora muitas vezes em conflito com Jesus nos Evangelhos, deram, no entanto, figuras como Nicodemos e José de Arimateia. Seus ensinamentos fundaram o judaísmo rabínico após a destruição do Templo no ano 70 d.C.
João 3.1-21 (Bíblia Livre) :E havia um homem dos fariseus, cujo nome era Nicodemos, chefe dos judeus.Este veio a Jesus de noite, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele.Respondeu Jesus e disse-lhe: Em verdade, em verdade te digo, que aquele que não voltar a nascer, não pode ver o Reino de Deus.Nicodemos lhe disse: Como pode o homem nascer, sendo já velho? Pode ele voltar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo, que aquele que não nascer de água e do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus.O que é nascido de carne, carne é; e o que é nascido do Espírito, espírito é.Não te maravilhes de que te disse: necessário vos é voltar a nascer.O vento sopra onde quer, e ouves o seu som; porém não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.Nicodemos respondeu, e disse-lhe: Como pode isto acontecer?Jesus respondeu, e disse-lhe: Tu és mestre de Israel, e isto não sabes?Em verdade, em verdade te digo, que o que sabemos, falamos; e o que temos visto, testemunhamos; e não aceitais nosso testemunho.Se eu vos disse coisas terrenas, e não credes, como crereis, se vos disser as celestiais?E ninguém subiu ao céu, a não ser o que desceu do céu: o Filho do homem, que está no céu.E como Moisés levantou a serpente no deserto, assim deve o Filho do homem ser levantado,Para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito; para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.Porque Deus não mandou seu Filho ao mundo para que condenasse ao mundo; mas sim para que o mundo por ele fosse salvo;Quem nele crer não é condenado; mas quem não crê já está condenado; pois não tem crido no nome do unigênito Filho de Deus.E esta é a condenação: que a luz veio ao mundo, e as pessoas amaram mais as trevas que a luz, porque suas obras eram más.Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz e não vem à luz, para que suas obras não sejam reprovadas.Mas quem pratica a verdade vem à luz, para que suas obras sejam manifestas, que são feitas em Deus.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
INF003
O Sinédrio
O Sinédrio era a mais alta instância religiosa, judicial e legislativa do judaísmo do Segundo Templo (século II a.C. – 70 d.C.). Composto por 71 membros e com sede em Jerusalém, interpretava a Torá, arbitrava os litígios importantes e supervisionava o calendário hebraico. Mencionado nos Evangelhos e descrito pela literatura rabínica, desaparece depois de 70 d.C., mas seu modelo continua inspirando a organização e o pensamento jurídico judaicos.
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INF043
A fonte deuteronomista
A fonte deuteronomista (D) é uma das quatro fontes hipotéticas da Torá segundo a hipótese documental. Associada ao livro de Deuteronómio, distingue-se por um estilo homilético, uma teologia da aliança e a insistência na centralização do culto em Jerusalém. Datada do século VII a.C., está ligada às reformas religiosas do rei Josias e também influencia os livros históricos, de Josué a 2 Reis.
1 Samuel 1.1 (Bíblia Livre) :Houve um homem de Ramataim de Zofim, do monte de Efraim, que se chamava Elcana, filho de Jeroão, filho de Eliú, filho de Toú, filho de Zufe, efraimita.NoteObscuro. Traduções alternativas: (a) porção dupla; (b) Mas a Ana ele dava uma só porção, embora amasse a AnaBíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
INF044
A fonte sacerdotal
A fonte sacerdotal (P) é uma das quatro fontes hipotéticas da Torá segundo a hipótese documental. Caracterizada por um estilo formal e repetitivo, ela enfatiza os rituais, as leis de pureza, as genealogias e as cerimônias de culto. Apresenta Deus como transcendente e majestoso. Datada do exílio babilônico ou do período pós-exílico (séculos VI-V a.C.), teria sido redigida por sacerdotes do Templo de Jerusalém. Sua validade continua em debate entre os pesquisadores contemporâneos.
Gênesis 1 (Bíblia Livre) :No princípio criou Deus os céus e a terra.E a terra estava desordenada e vazia, e as trevas estavam sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.E disse Deus: Haja luz; e houve luz.E viu Deus que a luz era boa: e separou Deus a luz das trevas.E chamou Deus à luz Dia, e às trevas chamou Noite: e foi a tarde e a manhã o primeiro dia.E disse Deus: Haja expansão em meio das águas, e separe as águas das águas.E fez Deus a expansão, e separou as águas que estavam debaixo da expansão, das águas que estavam sobre a expansão: e foi assim.E chamou Deus à expansão Céus: e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.E disse Deus: Juntem-se as águas que estão debaixo dos céus em um lugar, e descubra-se a porção seca; e foi assim.E chamou Deus à porção seca Terra, e à reunião das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom.E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente; árvore de fruto que dê fruto segundo a sua espécie, que sua semente esteja nela, sobre a terra: e foi assim.E produziu a terra erva verde, erva que dá semente segundo sua natureza, e árvore que dá fruto, cuja semente está nele, segundo a sua espécie; e viu Deus que era bom.E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus para separar o dia e a noite: e sejam por sinais, e para as estações, e para dias e anos;E sejam por luminares na expansão dos céus para iluminar sobre a terra: e foi.E fez Deus os dois grandes luminares; o luminar maior para que exerça domínio no dia, e o luminar menor para que exerça domínio na noite; fez também as estrelas.E as pôs Deus na expansão dos céus, para iluminar sobre a terra,E para exercer domínio no dia e na noite, e para separar a luz e as trevas: e viu Deus que era bom.E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.E disse Deus: Produzam as águas répteis de alma vivente, e aves que voem sobre a terra, na expansão aberta dos céus.E criou Deus as grandes criaturas marinhas, e toda coisa viva que anda arrastando, que as águas produziram segundo a sua espécie, e toda ave de asas segundo sua espécie: e viu Deus que era bom.E Deus os abençoou dizendo: Frutificai e multiplicai, e enchei as águas nos mares, e as aves se multipliquem na terra.E foi a tarde e a manhã, o dia quinto.E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo a sua espécie, animais e serpentes e animais da terra segundo sua espécie: e foi assim.E fez Deus animais da terra segundo a sua espécie, e gado segundo a sua espécie, e todo animal que anda arrastando sobre a terra segundo sua espécie: e viu Deus que era bom.E disse Deus: Façamos ao ser humano à nossa imagem, conforme nossa semelhança; e domine os peixes do mar, e as aves dos céus, e os animais, e toda a terra, e todo animal que anda arrastando sobre a terra.E criou Deus o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.E Deus os abençoou; e disse-lhes Deus: Frutificai e multiplicai, e enchei a terra, e subjugai-a, e dominai os peixes do mar, as aves dos céus, e todos os animais que se movem sobre a terra.E disse Deus: Eis que vos dei toda erva que dá semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda árvore em que há fruto de árvore que dá semente, vos será para comer.E a todo animal da terra, e a todas as aves dos céus, e a tudo o que se move sobre a terra, em que há vida, toda erva verde lhes será para comer: e foi assim.E viu Deus tudo o que havia feito, e eis que era bom em grande maneira. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org
Palavra de um Amigo
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PDA001
Atirar a pedra
O artigo trata do episódio bíblico em que Jesus enfrenta os acusadores de uma mulher adúltera, ensinando o perdão em vez do julgamento. Jesus declara que só aquele que não tem pecado pode atirar a primeira pedra, uma resposta que dispersa os acusadores. Este relato destaca a compaixão de Jesus e seu papel de salvador, defendendo o perdão e a redenção em vez da condenação.
João 8.11 (Bíblia Livre) :E disse ela: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai, e não peques mais.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org
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ANN003
O nascimento e o ministério de João Batista
Este anexo estuda o nascimento e o ministério de João Batista a partir do Evangelho de Lucas. Apresenta os seus pais, Zacarias e…
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ANN031
Os sumos sacerdotes
O artigo explora o papel dos sumos sacerdotes sob a ocupação romana, com enfoque em Anás e Caifás, e nos entrelaçamentos entre o poder religioso e o político. A…
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ANN075
Os vendedores expulsos do templo
O artigo examina o incidente em que Jesus expulsa os vendedores do Templo, acontecimento relatado de maneira diferente nos Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Enquanto…
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ANN088
As duas unções do Messias Jesus
O artigo analisa as unções do Messias Jesus nos Evangelhos, ilustrando o contraste de valores entre Jesus e Simão, o fariseu. Ele ressalta o…