Étude 1 sur 28 · Calcul des dates concernant la vie du Messie Jésus

  1. Estudo 1: Cálculo das datas relativas à vida do Messias Jesus
  2. Étude 2 : Le Messie Jésus annonce ses futures souffrances, réaction de Pierre
  3. Étude 3 : Le dernier repas avant la crucifixion
  4. Étude 4 : Pierre et un autre disciple proposent de défendre leur Maître
  5. Étude 5 : La prière d’adieu : le Messie Jésus prie pour lui-même
  6. Étude 6 : Départ pour le mont des Oliviers
  7. Étude 7 : Le retour devant Ponce Pilate
  8. Étude 8 : L’acharnement du Sanhédrin, condamnation officielle
  9. Étude 9 : Les différents sévices et la flagellation
  10. Étude 10 : Les efforts de Pilate pour sauver Jésus
  11. Étude 11 : Le titulus de Pilate
  12. Estudo 12: O caminho até o monte Gólgota, a ajuda de Simão de Cirene
  13. Estudo 13: Palavras às mulheres
  14. Étude 14 : La crucifixion
  15. Étude 15 : Le partage des vêtements et les moqueries
  16. Étude 16 : Le dialogue avec les deux malfaiteurs qui l’entouraient
  17. Étude 17 : Le dialogue de Jésus avec Jean et les femmes
  18. Étude 18 : La nuit à midi
  19. Étude 19 : La mort du Messie Jésus
  20. Étude 20 : Les précisions de Jean
  21. Étude 21 : Les signes extraordinaires accompagnant la mort de Jésus
  22. Étude 22 : Les disciples présents à la crucifixion
  23. Étude 23 : Joseph d’Arimathée demande le corps de Jésus
  24. Étude 24 : Joseph d’Arimathée et Nicodème mettent le corps de Jésus dans le tombeau
  25. Étude 25 : L’heure de la crucifixion ?
  26. Étude 26 : Le jour exact du dernier repas de Paque ?
  27. Étude 27 : Jésus a-t-il voulu échapper à la crucifixion ?
  28. Étude 28 : Que dit le centurion quand Jésus meurt ?

Contexto do nascimento de Jesus (Natividade) e da sua infância

  • Cálculo das datas relativas à vida do Messias Jesus

    Este artigo analisa a cronologia da vida de Jesus, utilizando a profecia das setenta semanas de Daniel. Situa a crucificação no ano 33, ao contrário de outras hipóteses que a situam no ano 30. O estudo apoia-se em dados históricos, bíblicos e calendários para uma compreensão detalhada dos acontecimentos.

    Esdras 7.8-9 (Bíblia Livre) :
    E ele chegou a Jerusalém no mês quinto, no sétimo ano do rei.Pois no primeiro dia do mês primeiro, foi o princípio da subida da Babilônia; e ao primeiro do mês quinto chegou a Jerusalém, segundo a boa mão de seu Deus sobre ele.
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Da 3.ª Páscoa ao início da última semana

  • Jesus, o Messias, anuncia os seus futuros sofrimentos, reação de Pedro

    Jesus anuncia os seus sofrimentos iminentes em Cesareia de Filipe. Pedro, recusando esta ideia, ilustra a incompreensão dos discípulos quanto à missão espiritual do Messias. O anúncio de Jesus recentra o objetivo no Reino de Deus, antecipando a crucificação.

    Lucas 9.22 (Bíblia Livre) :
    dizendo: “É necessário que o Filho do homem sofra muitas coisas; que seja rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes, e pelos escribas; que seja morto, e que seja ressuscitado ao terceiro dia”.
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O último dia até a crucificação

  • A última refeição antes da crucificação

    Este artigo explora a «última ceia» de Jesus, destacando a instituição da Santa Ceia. Ela acontece na quinta-feira à noite, antes da crucificação, na casa de Maria, em Jerusalém. Os evangelhos relatam essa ceia como simbolicamente significativa; Judas sai para trair. A ceia é crucial para a identidade cristã.

    1 Coríntios 11.20 (Bíblia Livre) :
    Quando, pois, vós vos reunis, não é para comer da ceia do Senhor;
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  • Pedro e outro discípulo propõem-se defender o Mestre

    O artigo trata da reação de Pedro e dos discípulos diante do anúncio da morte de Jesus. Interpretando mal a mensagem, eles cogitam uma solução terrena para uma questão espiritual. O texto explica como a missão do Messias é revelada por meio da crucificação, levando finalmente os discípulos a compreender seu verdadeiro significado. O momento aqui retratado mostra o caminho da incompreensão à fé verdadeira.

    João 3.16 (Bíblia Livre) :
    Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito; para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
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  • A oração de despedida: Jesus, o Messias, ora por si mesmo

    Este artigo se concentra na oração de despedida de Jesus no Evangelho de João. Antes de sua crucificação, ele ora em voz alta por seus discípulos, conforme o plano divino. Situada em Jerusalém, a cena revela a unidade entre Jesus e Deus, oferecendo um sólido testemunho para fortalecer a fé dos discípulos. Essa oração destaca a consciência que Jesus tinha dos acontecimentos futuros e seu compromisso com sua missão redentora.

    Atos 12.12 (Bíblia Livre) :
    E ele, reconhecendo isto ,foi à casa de Maria, a mãe de João, que tinha por sobrenome Marcos, onde muitos estavam juntos, e oravam.
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  • Partida para o monte das Oliveiras

    O artigo examina a partida de Jesus e de seus discípulos para o monte das Oliveiras depois da última ceia, onde, após cantarem os salmos, dirigem-se a um lugar cheio de significados proféticos, próximo ao local da futura crucificação.

    Mateus 26.30 (Bíblia Livre) :
    E depois de cantarem um hino, saíram para o monte das Oliveiras.
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  • O retorno diante de Pôncio Pilatos

    A perícope PER344 analisa o retorno de Jesus diante de Pôncio Pilatos depois de sua comparecência diante de Herodes Antipas, episódio relatado somente por Lucas. Pilatos, não encontrando nenhuma falta punível com a morte segundo o direito romano, tenta resistir à pressão dos líderes religiosos judeus. O artigo propõe uma reconstituição cronológica precisa da manhã da sexta-feira da Paixão e levanta a questão linguística das conversas entre Jesus e Pilatos, provavelmente realizadas em grego.

    Lucas 23.6-12 (Bíblia Livre) :
    Então Pilatos, ouvindo falar da Galileia, perguntou se aquele homem era galileu.E quando soube que era da jurisdição de Herodes, ele o entregou a Herodes, que naqueles dias também estava em Jerusalém.E Herodes, ao ver Jesus, alegrou-se muito, porque havia muito tempo que desejava o ver, pois ouvia muitas coisas sobre ele; e esperava ver algum sinal feito por ele.E perguntava-lhe com muitas palavras, mas ele nada lhe respondia;E estavam lá os chefes dos sacerdotes, e os escribas, acusando-o com veemência.E Herodes, com seus soldados, desprezando-o, e escarnecendo dele, o vestiu com uma roupa luxuosa, e o enviou de volta a Pilatos.E no mesmo dia Pilatos e Herodes se fizeram amigos; porque antes tinham inimizade um contra o outro.
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  • O encarniçamento do Sinédrio, condenação oficial

    PER346 analisa a condenação oficial de Jesus por Pôncio Pilatos sob a pressão obstinada do Sinédrio. Em Jerusalém, na sexta-feira de manhã, a multidão, manipulada pelos líderes religiosos, exige a crucificação. Pilatos, encurralado politicamente, cede apesar da ausência de motivo válido. O estudo aborda as irregularidades do processo e a questão cronológica da «hora sexta» em João 19.14, por meio de uma abordagem sinótica dos quatro evangelhos.

    Marcos 15.13-15 (Bíblia Livre) :
    E eles voltaram a clamar: Crucifica-o!Mas Pilatos lhes disse: Por quê? Que mal ele fez? E eles gritavam ainda mais: Crucifica-o!Então Pilatos, querendo satisfazer à multidão, soltou-lhes Barrabás; e entregou Jesus açoitado, para que fosse crucificado.
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  • Os diversos maus-tratos e a flagelação

    PER347 analisa a flagelação e os maus-tratos infligidos a Jesus no pretório de Pôncio Pilatos, na manhã de sexta-feira da Paixão. Prática romana padronizada que precedia a crucificação, esse suplício é acompanhado de zombarias dos soldados (coroa de espinhos, manto de púrpura). O artigo compara os relatos de Mateus, Marcos, Lucas e João numa abordagem sinótica, destacando a violência institucional romana e a dignidade conservada por Jesus apesar dos ultrajes.

    João 19.15 (Bíblia Livre) :
    Mas eles bradaram: Tira, tira, crucifica-o! Disse-lhes Pilatos: Crucificarei a vosso Rei?Responderam os chefes dos sacerdotes: Não temos outro rei, a não ser César.
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  • Os esforços de Pilatos para salvar Jesus

    A perícope PER348 analisa as tentativas repetidas de Pôncio Pilatos de salvar Jesus durante o julgamento diante do pretório em Jerusalém, numa sexta-feira de manhã. Baseada principalmente em João 19.4-15, ela reconstitui as pressões políticas e religiosas que levam Pilatos a condenar Jesus apesar da sua convicção de que ele era inocente. Esta passagem revela a tensão entre justiça, poder político e autoridade religiosa durante a Paixão de Cristo.

    João 19.8-9 (Bíblia Livre) :
    Quando pois Pilatos ouviu esta palavra, ficou mais atemorizado.E entrou outra vez no tribunal, e disse a Jesus: De onde és tu? Mas Jesus não lhe deu resposta.
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  • O titulus de Pilatos

    O titulus de Pilatos é a placa colocada na cruz de Jesus com a inscrição 'Jesus de Nazaré, o rei dos judeus', redigida em hebraico, latim e grego. Pilatos impõe essa formulação apesar do protesto dos principais sacerdotes, afirmando assim uma autoridade simbólica depois de ter cedido quanto à condenação. Esse ato revela uma ironia trágica: a inscrição proclama publicamente a realeza de Jesus no exato momento de sua morte.

    Marcos 15.21-22 (Bíblia Livre) :
    E forçaram um Simão cireneu, que estava passando, vindo do campo, o pai de Alexandre e de Rufo, para que levasse sua cruz.E o levaram ao lugar de Gólgota, que traduzido é: o lugar da caveira.
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  • O caminho até o monte Gólgota, ajuda de Simão de Cirene

    PER350 analisa o caminho de Jesus até o monte Gólgota, a partir do pretório de Pilatos. Enfraquecido pela flagelação, Jesus não consegue mais carregar sozinho a sua cruz. Simão de Cirene é requisitado pelos soldados. Lucas menciona mulheres em lágrimas na multidão, Mateus relata a recusa de Jesus a uma bebida anestésica. Marcos identifica Simão como pai de Alexandre e Rufo, figuras conhecidas das primeiras comunidades cristãs. Uma sinopse de Mateus, Marcos e Lucas esclarece este episódio que precede imediatamente a crucificação, datada da sexta-feira de manhã, por volta das 9 horas.

    Mateus 27.31-56 (Bíblia Livre) :
    Depois de terem o zombado, despiram-lhe a capa, vestiram-no com suas roupas, e o levaram para crucificar.Ao saírem, encontraram um homem de Cirene, por nome Simão; e obrigaram-no a levar sua cruz.E quando chegaram ao lugar chamado Gólgota, que significa “o lugar da caveira”,deram-lhe de beber vinagre misturado com fel. E, depois de provar, não quis beber.E havendo-o crucificado, repartiram suas roupas, lançando sortes; para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Repartiram entre si minhas roupas, e sobre minha túnica lançaram sortes.Então se sentaram, e ali o vigiavam.E puseram, por cima de sua cabeça, sua acusação escrita: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS.Então foram crucificados com ele dois criminosos, um à direita, e outro à esquerda.Os que passavam blasfemavam dele, balançando suas cabeças,e dizendo: Tu, que derrubas o Templo, e em três dias o reconstróis, salva a ti mesmo! Se és Filho de Deus, desce da cruz.E da mesma maneira também os chefes dos sacerdotes, com os escribas e os anciãos, escarnecendo dele ,diziam:Salvou outros, a si mesmo não pode salvar. Se é Rei de Israel, desça agora da cruz, e creremos nele.Confiou em Deus, livre-o agora, se lhe quer bem; pois disse: “Sou Filho de Deus”.E os ladrões que estavam crucificados com ele também lhe insultavam.Desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra até a hora nona.E perto da hora nona, Jesus gritou em alta voz: Eli, Eli, lamá sabactâni?, Isto é: Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?E alguns dos que ali estavam, quando ouviram, disseram: Ele está chamando Elias.Logo um deles correu e tomou uma esponja. Então a encheu de vinagre, colocou-a em uma cana, e lhe dava de beber.Porém os outros disseram: Deixa, vejamos se Elias vem livrá-lo.Jesus gritou outra vez em alta voz, e entregou o espírito.E eis que o véu do Templo se rasgou em dois, de cima até embaixo, a terra tremeu, e as pedras se fenderam.Os sepulcros se abriram, e muitos corpos de santos que tinham morrido foram ressuscitados.E, depois de ressuscitarem, saíram dos sepulcros, vieram à santa cidade, e apareceram a muitos.E o centurião, e os que com ele vigiavam Jesus, ao verem o terremoto e as coisas que haviam sucedido, tiveram muito medo, e disseram: Verdadeiramente ele era Filho de Deus.Muitas mulheres, que desde a Galileia haviam seguido Jesus, e o serviam, estavam ali, olhando de longe.Entre elas estavam Maria Madalena, e Maria mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu.
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  • Palavras às mulheres

    No caminho do Gólgota, Jesus se dirige às mulheres de Jerusalém que choram por ele. Longe de se concentrar no próprio sofrimento, ele as adverte profeticamente de um juízo terrível que virá sobre a cidade. Episódio exclusivo de Lucas, revela Jesus como grande profeta, preocupado até o fim com a salvação dos outros, e anuncia a destruição de Jerusalém no ano 70.

    Lucas 23.30 (Bíblia Livre) :
    Então começarão a dizer aos montes: Cai sobre nós; E aos morros: Cobri-nos!
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  • A crucificação

    A perícope PER352 analisa a crucificação de Jesus no monte Gólgota através dos quatro evangelhos. Situa o acontecimento por volta das 9 h de uma manhã de sexta-feira, examina o cumprimento das profecias (Isaías 53,12; Salmo 22,19), os detalhes técnicos da crucificação, a inscrição real e as zombarias das testemunhas. Uma leitura sinótica rigorosa que articula história, cronologia e teologia.

    Mateus 27.32 (Bíblia Livre) :
    Ao saírem, encontraram um homem de Cirene, por nome Simão; e obrigaram-no a levar sua cruz.
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  • A divisão das vestes e as zombarias

    A perícope PER353 analisa a divisão das vestes de Jesus e as zombarias durante a sua crucificação no Gólgota. Os quatro Evangelhos convergem neste episódio: os soldados lançam sortes sobre a túnica sem costura, cumprindo o Salmo 22.19. Lucas relata a oração de perdão de Jesus por seus algozes, Marcos o seu grito de abandono e Mateus as zombarias dos passantes e dos líderes religiosos. Este artigo sinótico destaca a riqueza teológica de cada relato evangélico.

    Mateus 27.31-56 (Bíblia Livre) :
    Depois de terem o zombado, despiram-lhe a capa, vestiram-no com suas roupas, e o levaram para crucificar.Ao saírem, encontraram um homem de Cirene, por nome Simão; e obrigaram-no a levar sua cruz.E quando chegaram ao lugar chamado Gólgota, que significa “o lugar da caveira”,deram-lhe de beber vinagre misturado com fel. E, depois de provar, não quis beber.E havendo-o crucificado, repartiram suas roupas, lançando sortes; para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Repartiram entre si minhas roupas, e sobre minha túnica lançaram sortes.Então se sentaram, e ali o vigiavam.E puseram, por cima de sua cabeça, sua acusação escrita: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS.Então foram crucificados com ele dois criminosos, um à direita, e outro à esquerda.Os que passavam blasfemavam dele, balançando suas cabeças,e dizendo: Tu, que derrubas o Templo, e em três dias o reconstróis, salva a ti mesmo! Se és Filho de Deus, desce da cruz.E da mesma maneira também os chefes dos sacerdotes, com os escribas e os anciãos, escarnecendo dele ,diziam:Salvou outros, a si mesmo não pode salvar. Se é Rei de Israel, desça agora da cruz, e creremos nele.Confiou em Deus, livre-o agora, se lhe quer bem; pois disse: “Sou Filho de Deus”.E os ladrões que estavam crucificados com ele também lhe insultavam.Desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra até a hora nona.E perto da hora nona, Jesus gritou em alta voz: Eli, Eli, lamá sabactâni?, Isto é: Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?E alguns dos que ali estavam, quando ouviram, disseram: Ele está chamando Elias.Logo um deles correu e tomou uma esponja. Então a encheu de vinagre, colocou-a em uma cana, e lhe dava de beber.Porém os outros disseram: Deixa, vejamos se Elias vem livrá-lo.Jesus gritou outra vez em alta voz, e entregou o espírito.E eis que o véu do Templo se rasgou em dois, de cima até embaixo, a terra tremeu, e as pedras se fenderam.Os sepulcros se abriram, e muitos corpos de santos que tinham morrido foram ressuscitados.E, depois de ressuscitarem, saíram dos sepulcros, vieram à santa cidade, e apareceram a muitos.E o centurião, e os que com ele vigiavam Jesus, ao verem o terremoto e as coisas que haviam sucedido, tiveram muito medo, e disseram: Verdadeiramente ele era Filho de Deus.Muitas mulheres, que desde a Galileia haviam seguido Jesus, e o serviam, estavam ali, olhando de longe.Entre elas estavam Maria Madalena, e Maria mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu.
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  • O diálogo com os dois malfeitores que estavam ao seu lado

    A perícope 354 analisa o diálogo único relatado por Lucas entre Jesus e os dois malfeitores crucificados ao seu lado (Lc 23,39-43). Um zomba de Jesus; o outro reconhece a sua culpa, afirma a inocência de Jesus e pede para ser acolhido no seu reino. Jesus lhe promete o paraíso «hoje». Esta passagem revela um paradoxo teológico central: Jesus salva a partir da cruz, manifestando uma autoridade espiritual justamente onde tudo parece contradizê-la.

    Marcos 15.20-41 (Bíblia Livre) :
    Quando o escarneceram, despiram-lhe a púrpura, vestiram-no com as suas próprias roupas, e o levaram afora, para o crucificarem.E forçaram um Simão cireneu, que estava passando, vindo do campo, o pai de Alexandre e de Rufo, para que levasse sua cruz.E o levaram ao lugar de Gólgota, que traduzido é: o lugar da caveira.E ofereceram-lhe a beber vinho misturado com mirra; mas ele não o tomou.E havendo o crucificado, repartiram a roupas dele, lançando-lhes sortes, para o que cada um levaria.Era a hora terceira, e o crucificaram.E a descrição de sua acusação estava acima escrita: O REI DOS JUDEUS.E crucificaram com ele dois ladrões, um à sua direita, e outro à esquerda.E cumpriu-se a Escritura que diz: E foi contado com os malfeitores.E os que passavam blasfemavam dele, balançando suas cabeças, e dizendo: Ah! tu que derrubas o templo, e em três dias o edificas,salva a ti mesmo, e desce da cruz!E da mesma maneira também os chefes dos sacerdotes, com os escribas, diziam aos outros, escarnecendo: Ele salvou a outros, a si mesmo não pode salvar!Que o Cristo, o Rei de Israel, desça agora da cruz, para que o vejamos, e creiamos! Os que estavam crucificados com ele também o insultavam.E vinda a hora sexta, vieram trevas sobre toda a terra, até a hora nona.E na hora nona, Jesus exclamou em alta voz: ELOÍ, ELOÍ, LAMÁ SABACTÂNI, que traduzido é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?E alguns dos que ali estavam, quando ouviram, disseram: Eis que ele está chamando Elias.E um correu, encheu de vinagre uma esponja; e pondo-a em uma cana, dava-lhe de beber, dizendo: Deixai, vejamos se Elias virá tirá-lo.E Jesus bradou em grande voz, então expirou.E o véu do Templo se rasgou em dois do alto abaixo.E o centurião que estava ali diante dele, vendo que havia expirado bradando assim, disse: Verdadeiramente este homem era Filho de Deus.E também estavam ali algumas mulheres olhando de longe, entre as quais estava também Maria Madalena, e Maria (mãe de Tiago o menor e de José), e Salomé;as quais também, quando ele estava na Galileia, o seguiam, e o serviam; e outras muitas, que haviam subido com ele a Jerusalém.
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  • O diálogo de Jesus com João e as mulheres

    Ao pé da cruz, Jesus confia sua mãe Maria a João, o discípulo amado (João 19.25-27). Único evangelho a relatar essa cena, João destaca a presença corajosa das mulheres e de João no Gólgota. Esse diálogo revela um duplo alcance: humano, pois Jesus assume suas responsabilidades de filho, e espiritual, pois institui uma nova família fundada na fé e não no sangue. João obedece imediatamente, demonstrando sua fidelidade.

    Lucas 23.26-49 (Bíblia Livre) :
    E enquanto o levavam, tomaram a um Simão Cireneu, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para que a levasse atrás de Jesus.E seguia-o uma grande multidão do povo, e de mulheres, as quais também ficavam desconsoladas, e lamentavam por ele.E Jesus, virando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim, mas chorai por vós mesmas, e por vossos filhos.Porque eis que vêm dias em que dirão: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não deram a luz, e os peitos que não amamentaram.Então começarão a dizer aos montes: Cai sobre nós; E aos morros: Cobri-nos!Porque, se fazem isto à árvore verde, o que se fará com a árvore seca?E também levaram outros dois, que eram malfeitores, para matar com ele.E quando chegaram ao lugar, chamado a Caveira, o crucificaram ali, e aos malfeitores, um à direita, e outro à esquerda.E Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo suas roupas, lançaram sortes.E o povo estava olhando; e os líderes também zombavam com eles, dizendo: Salvou a outros, salve agora a si mesmo, se é o Cristo, o escolhido de Deus.E os soldados também escarneciam dele, aproximando-se dele, e mostrando-lhe vinagre;E dizendo: Se tu és o Rei dos judeus, salva a ti mesmo.E também estava acima dele um título escrito com letras gregas, romanas e hebraicas: ESTE É O REI DOS JUDEUS.E um dos malfeitores que estavam pendurados o insultava, dizendo: Se tu és o Cristo, salva a ti mesmo, e a nós.Porém o outro, respondendo, repreendia-o, dizendo: Tu ainda não temes a Deus, mesmo estando na mesma condenação?E nós realmente estamos sendo punidos justamente, porque estamos recebendo de volta merecidamente por aquilo que praticamos; mas este nada fez de errado.E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando chegares em teu Reino.E Jesus lhe disse: Em verdade te digo, hoje estarás comigo no paraíso.E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra, até a hora nona.E o sol se escureceu, e o véu do templo se rasgou ao meio.E Jesus, clamando em alta voz, disse: Pai, em tuas mãos eu entrego meu espírito.E tendo dito isto, parou de respirar.E o centurião, vendo o o que tinha acontecido, deu glória a Deus, dizendo: Verdadeiramente este homem era justo.E todas as multidões que se juntavam para observar, vendo o que tinha acontecido, voltaram, batendo nos peitos.E todos os seus conhecidos, e as mulheres que acompanhando -o desde a Galileia, tinham o seguido, estavam longe, vendo estas coisas.
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  • A noite ao meio-dia

    A perícope 356 analisa o aparecimento de trevas durante a crucificação de Jesus, do meio-dia às 15h, relatado pelos três evangelhos sinóticos. Esse acontecimento cósmico é estudado em suas dimensões cronológicas e teológicas: sinal de juízo divino, cumprimento profético (Amós 8.9, Isaías 53) e véu pudico sobre a ignomínia da cruz. Ele precede as últimas palavras de Jesus e sua morte.

    Exodo 10.21-23 (Bíblia Livre) :
    E o SENHOR disse a Moisés: Estende tua mão até o céu, para que haja trevas sobre a terra do Egito, tão intensas que qualquer um as apalpe.E estendeu Moisés sua mão até o céu, e houve densas durante trevas três dias por toda a terra do Egito.Nenhum podia ver seu próximo, nem ninguém se levantou de seu lugar em três dias; mas todos os filhos de Israel tinham luz em suas habitações.
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  • A morte do Messias Jesus

    A perícope PER357 analisa a morte de Jesus na cruz no Gólgota, na sexta-feira, 1.º de abril do ano 33, por volta das 15 h, a partir dos quatro relatos evangélicos. Mateus e Marcos são muito próximos; Lucas relata as últimas palavras de Jesus e a reação do centurião; João, testemunha direta, esclarece os acontecimentos posteriores à morte e o seu cumprimento profético. O artigo inclui uma cronologia precisa dos três dias e três noites segundo o calendário judaico.

    João 19.34 (Bíblia Livre) :
    Mas um dos soldados lhe furou com uma lança o lado, e logo saiu sangue e água.
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  • As precisões de João

    João 19.31-37 relata detalhes exclusivos sobre os acontecimentos que se seguiram à morte de Jesus: o pedido das autoridades judaicas para retirar os corpos antes do sábado da Páscoa, o crurifragium aplicado aos ladrões mas não a Jesus, que já estava morto, e a lança que lhe perfurou o lado. João, testemunha ocular, atesta a realidade da morte de Cristo e o cumprimento das Escrituras a respeito do Cordeiro pascal.

    João 19.37 (Bíblia Livre) :
    E além disso, outra Escritura diz: Verão aquele a quem perfuraram.
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  • Os sinais extraordinários que acompanharam a morte de Jesus

    Na morte de Jesus no Gólgota, ocorrem vários sinais extraordinários: o véu do Templo se rasga de alto a baixo, simbolizando o acesso direto a Deus; um terremoto sacode a região; rochas se fendem e sepulcros se abrem. Esses fenômenos, relatados sobretudo por Mateus, significam o fim da antiga aliança, o advento de uma nova e a vitória de Cristo sobre a morte, confirmada pela confissão do centurião romano.

    Marcos 15.38-39 (Bíblia Livre) :
    E o véu do Templo se rasgou em dois do alto abaixo.E o centurião que estava ali diante dele, vendo que havia expirado bradando assim, disse: Verdadeiramente este homem era Filho de Deus.
    Continuar lendo
  • Os discípulos presentes na crucificação

    PER360 analisa os discípulos presentes na crucificação de Jesus no Gólgota, cruzando os quatro Evangelhos. Eram em sua maioria mulheres — Maria, mãe de Jesus, Maria Madalena, Salomé, Maria de Clopas — e o apóstolo João, o único homem mencionado. A coragem delas contrasta com a fuga dos discípulos homens. Jesus confia sua mãe a João, gesto de profunda humanidade. Uma escuridão sobrenatural cobre a cena do meio-dia às 15 h, na sexta-feira, 1.º de abril do ano 33.

    Lucas 2.35 (Bíblia Livre) :
    (também uma espada atravessará a tua própria alma) para que os pensamentos de muitos corações se manifestem.
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  • José de Arimateia pede o corpo de Jesus

    José de Arimateia, membro eminente do Sinédrio e discípulo secreto de Jesus, pede corajosamente a Pilatos a entrega do corpo do Crucificado. Acompanhado de Nicodemos, ele providencia um sepultamento digno em seu próprio túmulo novo, antes do início do sábado. Esse episódio, atestado pelos quatro evangelhos, ilustra a passagem da discrição a um ato público de fé no momento em que os discípulos mais próximos permanecem escondidos.

    Lucas 23.50-56 (Bíblia Livre) :
    E eis que um homem, de nome José, membro do conselho de justiça ,sendo homem bom e justo.(Que não tinha concordado, nem com o conselho, nem em atos que fizeram), da cidade de Arimateia, da terra dos judeus, e que também esperava pelo Reino de Deus.Este, chegando a Pilatos, pediu o corpo de Jesus.E tendo o tirado, o envolveu em um tecido de linho, e o pôs em um sepulcro, escavado em uma rocha, onde nunca ainda tinha sido posto.E era o dia da preparação, e o sábado estava começando.E as mulheres que vieram com ele da Galileia também o seguiram, e viram o sepulcro, e como seu corpo foi posto.E elas, ao voltarem, prepararam materiais aromáticos e óleos perfumados. E descansaram o sábado, conforme o mandamento.
    Continuar lendo
  • José de Arimateia e Nicodemos colocam o corpo de Jesus no túmulo

    José de Arimateia e Nicodemos, dois membros do Sinédrio favoráveis a Jesus, sepultam o corpo dele na sexta-feira, 1º de abril do ano 33, antes do sábado. Nicodemos traz uma grande quantidade de aromas, e José oferece o seu túmulo novo. O gesto corajoso e público deles, realizado segundo os ritos judaicos, confere à sepultura do Messias uma dimensão real e honorífica, marcando a saída de ambos da discrição após a crucificação.

    Marcos 15.46-47 (Bíblia Livre) :
    o qual comprou um lençol fino, e tirando-o da cruz, envolveu-o no lençol fino. Em seguida, ele o pôs num sepulcro escavado em uma rocha, e rolouuma pedra à porta do sepulcro.Maria Madalena e Maria mãe de José olharam onde o puseram.
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As contradições

  • A hora da crucificação?

    O artigo esclarece uma aparente contradição nos Evangelhos a respeito da hora da crucificação de Jesus, explicando que eles utilizam sistemas horários diferentes. Marcos segue a hora judaica, ao passo que João segue a hora romana, harmonizando assim os relatos.

    Marcos 15.25 (Bíblia Livre) :
    Era a hora terceira, e o crucificaram.
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  • O dia exato da última ceia da Páscoa?

    O artigo explora as aparentes divergências entre os Evangelhos sobre a cronologia da crucificação em relação à Páscoa. Os calendários judaicos divergentes explicam essas diferenças, permitindo concluir que os textos são compatíveis.

    João 18.28 (Bíblia Livre) :
    Levaram pois a Jesus de Caifás para o tribunal. E era pela manhã; e não entraram no tribunal, para que não se contaminassem, mas que pudessem comer a Páscoa.
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  • Jesus quis escapar da crucificação?

    O artigo aborda a questão de Jesus orando para evitar a crucificação, explorando passagens dos Evangelhos que mostram tanto o seu desejo de escapar do sofrimento quanto a sua determinação de seguir a vontade de Deus.

    Mateus 26.39 (Bíblia Livre) :
    E indo um pouco mais adiante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando, e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; porém, não seja como eu quero, mas sim como tu queres.
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  • O que diz o centurião quando Jesus morre?

    O artigo explora a aparente contradição nos Evangelhos quanto às palavras do centurião na morte de Jesus. Enquanto Lucas insiste na inocência, Marcos sublinha o reconhecimento de Jesus como Filho de Deus. Essas perspectivas revelam a pluralidade teológica dos Evangelhos, que dão conta da inocência de Jesus e da sua morte salvadora. Os evangelistas relatam palavras significativas conforme os seus objetivos teológicos.

    João 21.25 (Bíblia Livre) :
    Ainda há, porém, muitas outras coisas que Jesus fez, que se sobre cada uma delas se escrevessem, penso que nem mesmo o mundo poderia caber os livros escritos. Amém.
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Complementos
  • ANN005 Cálculo das datas relativas à vida do Messias Jesus

    O artigo explora a cronologia da vida de Jesus, confrontando diversas hipóteses sobre a crucificação, situando-a em 1 de abril de 33 e a…

  • ANN026 A hora da crucificação

    O artigo explora as divergências horárias dos Evangelhos a respeito da crucificação de Jesus. Os Evangelhos sinópticos e João indicam horas diferentes, suscitando debates…

  • ANN027 A última ceia da Páscoa

    O artigo analisa a cronologia da última Páscoa segundo os Evangelhos, ressaltando que Jesus foi crucificado na sexta-feira, 1º de abril do ano 33, em concordância…

  • ANN035 Os três dias e três noites

    L'article explore l'énigme des 'trois jours et trois nuits' de Jésus, proposant que l'obscurité survenue durant la crucifixion soit considérée comme la 'troisième nuit'.…

  • ANN091 As mulheres ao pé da cruz

    O artigo analisa a presença e o papel das mulheres na crucificação de Jesus. Estas mulheres, nomeadamente Maria Madalena, dão prova de uma…