Estudo 1 de 54 · As parábolas?

  1. Estudo 1: As parábolas?
  2. Estudo 2: As parábolas
  3. Estudo 3: O semeador
  4. Estudo 4: A casa construída sobre a rocha
  5. Estudo 5: O pano novo e os odres novos
  6. Estudo 6: O bom trigo e o joio
  7. Estudo 7: O grão de mostarda
  8. Estudo 8: O fermento
  9. Estudo 9: O tesouro escondido
  10. Estudo 10: A pérola de grande valor
  11. Estudo 11: A rede
  12. Estudo 12: O servo implacável
  13. Estudo 13: Os trabalhadores contratados em horas diferentes
  14. Estudo 14: Os dois filhos
  15. Estudo 15: Os maus lavradores
  16. Estudo 16: As bodas do filho do rei
  17. Estudo 17: A figueira que brota
  18. Estudo 18: A catástrofe do funicular da Glória
  19. Estudo 19: As parábolas do pano novo e do vinho novo
  20. Estudo 20: A parábola da candeia debaixo do alqueire
  21. Estudo 21: A parábola do rico insensato
  22. Estudo 22: A parábola do semeador
  23. Estudo 23: A parábola da candeia debaixo do alqueire
  24. Estudo 24: A comparação com o crescimento da semente
  25. Estudo 25: A parábola do grão de mostarda
  26. Estudo 26: Outras parábolas não relatadas
  27. Estudo 27: A parábola do fermento
  28. Estudo 28: Explicação à noite de várias parábolas (o joio)
  29. Estudo 29: A parábola do tesouro escondido
  30. Estudo 30: A parábola da rede lançada ao mar
  31. Estudo 31: Conclusão do Messias Jesus
  32. Estudo 32: Parábola da ovelha perdida
  33. Estudo 33: Parábola do rei e do servo
  34. Estudo 34: O bom samaritano
  35. Estudo 35: O grão de mostarda e o fermento
  36. Estudo 36: Parábola do convidado presunçoso
  37. Estudo 37: A parábola do rei que se prepara para a guerra
  38. Estudo 38: A imagem do sal sem sabor
  39. Estudo 39: A parábola da ovelha perdida e achada
  40. Estudo 40: A parábola da dracma perdida
  41. Estudo 41: A parábola do filho pródigo
  42. Estudo 42: A parábola do administrador infiel
  43. Estudo 43: A parábola do homem rico e de Lázaro
  44. Estudo 44: Parábola dos servos inúteis
  45. Estudo 45: A parábola do juiz iníquo
  46. Estudo 46: A parábola do fariseu e do publicano
  47. Estudo 47: A parábola dos trabalhadores da décima primeira hora
  48. Estudo 48: A parábola das minas
  49. Estudo 49: A parábola dos dois filhos
  50. Estudo 50: A parábola do banquete de casamento
  51. Estudo 51: A parábola da figueira
  52. Estudo 52: Parábola do servo fiel
  53. Estudo 53: Parábola das dez virgens
  54. Estudo 54: Parábola dos servos e das recompensas, dos talentos

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Parábolas de Jesus

  • As parábolas?

    O artigo discute as parábolas de Jesus, esclarecendo a ausência de contradição entre as suas interpretações públicas e privadas. As parábolas são uma ferramenta pedagógica, e não ensinamentos secretos.

    Mateus 13.10-11 (Bíblia Livre) :
    Então os discípulos se aproximaram, e lhe perguntaram: Por que falas a eles por parábolas?E ele lhes respondeu: Porque a vós é dado saber os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não é dado.
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  • As parábolas

    O artigo analisa o uso das parábolas por Jesus para transmitir verdades espirituais por meio de relatos simbólicos. Examina os desafios de compreensão que essas histórias colocam aos discípulos e a questão de um acesso equitativo à verdade de Deus.

    Mateus 13.11 (Bíblia Livre) :
    E ele lhes respondeu: Porque a vós é dado saber os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não é dado.
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  • O semeador

    A parábola do semeador, contada por Jesus à beira do mar da Galileia, ilustra como a Palavra de Deus é recebida de maneira diferente conforme a disposição do coração. Mostra quatro tipos de receptividade por meio dos diversos solos onde caem as sementes. Os discípulos aprendem que as parábolas revelam o Reino aos que ouvem com o coração aberto, mas permanecem ocultas aos que estão endurecidos. Esse método pedagógico único de Jesus sublinha a importância da fé e da escuta espiritual.

    Lucas 8.4-15 (Bíblia Livre) :
    E quando se ajuntou uma multidão, e vindo a ele de todas as cidades, disse por parábola:Saiu um semeador a semear sua semente; e quando semeava, caiu uma parte junto ao caminho, e foi pisada, e as aves do céu a comeram.E outra parte caiu sobre a pedra; e nascida, secou-se, porque não tinha umidade.E outra parte caiu entre espinhos, e nascendo com ela, os espinhos a sufocaram.E outra parte caiu em boa terra, e nascida, produziu fruto a cem por um. Depois que disse coisas, exclamava: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.E os seus discípulos lhe perguntaram: Que parábola é esta?Ele disse: A vós é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; mas aos outros por parábolas, para que vendo, não vejam; e ouvindo, não entendam.Esta é, pois, a parábola: a semente é a palavra de Deus.Os que estão junto ao caminho são os que ouvem; depois vem o diabo, e tira-lhes do coração a palavra, para que não creiam nem se salvem.E os que estão sobre a pedra são os que, quando ouvem, recebem a palavra com alegria, mas esses não têm raiz, pois creem por algum tempo, mas no tempo da tentação se desviam.E o que caiu entre espinhos são os que ouviram, e indo, sufocam-se com as preocupações, e riquezas, e prazeres da vida, e não produzem bom fruto.E o que caiu em boa terra, estes são os que, ouvindo a palavra, conservam-na num coração honesto e bom, e dão fruto que permanece.
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  • A casa construída sobre a rocha

    O artigo analisa a parábola bíblica das duas casas, presente em Mateus e Lucas, para ilustrar a importância de praticar os ensinamentos de Jesus. Os que seguem as suas palavras são comparados a construtores sábios que edificam sobre um fundamento sólido, ao passo que os que não obedecem são como pessoas que constroem sobre a areia. A parábola sublinha a importância de uma obediência ativa em vez de uma simples escuta.

    Lucas 6.47-49 (Bíblia Livre) :
    Todo aquele que vem a mim, ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante:Semelhante é ao homem que construiu uma casa, cavou, abriu bem fundo, e pôs o fundamento sobre a rocha; e quando veio a enchente, a corrente bateu com ímpeto naquela casa, e não a pôde abalar, porque estava fundada sobre a rocha.Mas aquele que ouve e não pratica é semelhante ao homem que construiu uma casa sobre a terra, sem fundamento, na qual a corrente bateu com ímpeto, e logo caiu; e foi grande a queda daquela casa.
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  • O pano novo e os odres novos

    O artigo descreve a parábola do remendo de pano novo e dos odres novos nos Evangelhos, que ilustra a incompatibilidade do ensino de Jesus com as antigas práticas religiosas. Põe em evidência o simbolismo do vinho novo e dos odres velhos para explicar a novidade do Reino de Deus que Cristo traz.

    Mateus 9.16-17 (Bíblia Livre) :
    E ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha; porque tal remendo rasga a roupa, e o rompimento se torna pior.Nem põem vinho novo em odres velhos; pois senão os odres se rompem, o vinho se derrama, e os odres se perdem; mas põem o vinho novo em odres novos, e ambos juntamente se conservam.
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  • O bom trigo e o joio

    O artigo analisa a parábola do trigo e do joio, em que Jesus explica a coexistência do bem e do mal no mundo. Essa história sublinha a paciência divina e a ideia de um juízo final. As lições extraídas oferecem perspectivas espirituais importantes para os crentes.

    Mateus 13.24-30 (Bíblia Livre) :
    E ele lhes declarou outra parábola, dizendo: O Reino dos céus é semelhante a um homem que semeia boa semente em seu campo,Mas, enquanto as pessoas dormiam, o inimigo dele veio, semeou joio entre o trigo, e foi embora.E, quando a erva cresceu e produziu fruto, então apareceu também o joio.Então os servos do dono da propriedade chegaram, e lhe perguntaram: “Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? De onde, pois, veio o joio?”E ele lhes respondeu: “Um inimigo fez isto”. Em seguida, os servos lhe perguntaram: “Queres, pois, que vamos e o tiremos?”Ele, porém, lhes respondeu: “Não, para não haver que, enquanto tirais o joio, arranqueis com ele também o trigo.Deixai-os crescer ambos juntos até a colheita; e no tempo da colheita direi aos que colhem: ‘Recolhei primeiro o joio, e amarrai-o em molhos, para o queimarem; mas ao trigo ajuntai no meu celeiro’.”
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  • O grão de mostarda

    O artigo "O grão de mostarda" explica como essa parábola de Jesus ilustra o crescimento do Reino de Deus, mesmo a partir de começos minúsculos. Analisa os três relatos nos Evangelhos sinóticos.

    Mateus 13.31-32 (Bíblia Livre) :
    Ele lhes propôs outra parábola: O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que alguém tomou e semeou no seu campo.De fato, dentre todas as sementes, esta é a menor. Mas quando cresce, é a maior das hortaliças; e se torna tamanha árvore, que as aves do céu vêm e se aninham em seus ramos.
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  • O fermento

    A parábola do fermento demonstra a influência discreta, mas transformadora, do Reino de Deus. Por meio dessa imagem, Jesus explica como aquilo que começa pequeno, como o fermento na massa, acaba por impregnar e renovar tudo o que toca, ilustrando a natureza sutil, mas poderosa, do Reino entre os indivíduos e as comunidades.

    Lucas 13.20-21 (Bíblia Livre) :
    E disse outra vez: A que compararei o Reino de Deus?Semelhante é ao fermento, que a mulher, tomando-o, o escondeu em três medidas de farinha, até tudo ficar levedado.
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  • O tesouro escondido

    O artigo explora a parábola do tesouro escondido de Mateus 13:44, sublinhando o valor inestimável do Reino e o impacto transformador da sua descoberta. Jesus usa essa parábola para mostrar como o Reino dos céus pode reorientar as nossas vidas e escolhas.

    Mateus 13.44 (Bíblia Livre) :
    O Reino dos céus também é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem, depois de achá-lo, escondeu. Então, em sua alegria, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.
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  • A pérola de grande valor

    A parábola da pérola de grande valor ensina que o Reino dos céus tem um valor inestimável. Conta a história de um comerciante que vende tudo para comprar uma pérola preciosa, o que ilustra a radicalidade necessária e a alegria do compromisso com o Reino.

    Mateus 13.45-46 (Bíblia Livre) :
    O Reino dos céus também é semelhante a um homem negociante, que buscava boas pérolas.Quando este achou uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou.
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  • A rede

    O artigo explora a parábola da rede de Mateus 13:47-50, que põe em evidência o juízo final e a responsabilidade pessoal. Usando a imagem de uma rede de pesca, Jesus ilustra o discernimento entre justos e maus no fim dos tempos, sublinhando a necessidade de viver em conformidade com os princípios do Reino de Deus.

    Mateus 13.47-50 (Bíblia Livre) :
    O Reino dos céus também é semelhante a uma rede lançada ao mar, que colhe toda espécie de peixes.E quando está cheia, os pescadores puxam-na à praia, sentam-se, e recolhem os bons em cestos, mas os ruins lançam fora.Assim será ao fim da era; os anjos sairão, e separarão dentre os justos os maus,e os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes.
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  • O servo implacável

    A parábola do servo impiedoso em Mateus 18:23-35 ensina que o perdão divino recebido deve tornar-se perdão oferecido. Revela o abismo entre a generosidade divina e a dureza humana. O perdão é essencial para manifestar a misericórdia divina no Reino de Deus.

    Mateus 18.23-35 (Bíblia Livre) :
    Por isso o Reino dos céus é comparável a um certo rei, que quis fazer acerto de contas com os seus servos.E começando a fazer acerto de contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos.Como ele não tinha com que pagar, o seu senhor mandou que ele, sua mulher, filhos, e tudo quanto tinha fossem vendidos para se fazer o pagamento.Então aquele servo caiu e ficou prostrado diante dele, dizendo: “Senhor, tem paciência comigo, e tudo te pagarei”.O senhor daquele servo compadeceu-se dele, então o soltou e lhe perdoou a dívida.Todavia, depois daquele servo sair, achou um companheiro de serviço seu, que lhe devia cem denários; então o agarrou e o sufocou, dizendo: “Paga-me o que me deves!”Então o seu colega se prostrou diante dos seus pés, e lhe suplicou, dizendo: “Tem paciência comigo, e tudo te pagarei”.Mas ele não quis. Em vez disso foi lançá-lo na prisão até que pagasse a dívida.Quando os seus companheiros de serviço viram o que se passava, entristeceram-se muito. Então vieram denunciar ao seu senhor tudo o que havia se passado.Assim o seu senhor o chamou, e lhe disse: “Servo mau! Toda aquela dívida te perdoei, porque me suplicaste.Não tinhas tu a obrigação de ter tido misericórdia do sevo colega teu, assim como eu tive misericórdia de ti?”E, enfurecido, o seu senhor o entregou aos torturadores até que pagasse tudo o que lhe devia.Assim também meu Pai celestial vos fará, se não perdoardes de coração cada um ao seu irmão suas ofensas.
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  • Os trabalhadores contratados em horas diferentes

    A parábola dos trabalhadores contratados em diferentes horas ensina que a graça de Deus prevalece sobre o mérito humano. No Reino, a generosidade divina ultrapassa as lógicas humanas, convidando a acolher a bondade sem ciúme. Mateus 20:1-16 ilustra a soberania generosa de Deus.

    Mateus 19.27 (Bíblia Livre) :
    Então Pedro se pôs a falar, e lhe perguntou: Eis que deixamos tudo, e te seguimos; o que, pois, conseguiremos ter?
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  • Os dois filhos

    O artigo analisa a parábola dos dois filhos de Mateus 21.28-32. Essa parábola ilustra que a verdadeira obediência a Deus importa mais do que simples palavras. O arrependimento sincero, mesmo tardio, abre o acesso ao Reino de Deus, ao contrário das promessas não cumpridas. Jesus usa esse relato para confrontar as autoridades religiosas do seu tempo e sublinha a importância da ação sincera.

    Mateus 21.28-32 (Bíblia Livre) :
    Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Aproximando-se do primeiro, disse: “Filho, vai hoje trabalhar na minha vinha.”Porém ele respondeu: “Não quero”; mas depois se arrependeu, e foi.E, aproximando-se do segundo, disse da mesma maneira. E ele respondeu: “Eu vou, senhor”, mas não foi.Qual dos dois fez a vontade do pai? Eles lhe responderam: O primeiro. Jesus lhes disse: Em verdade vos digo que os publicanos e as prostitutas estão indo adiante de vós ao Reino de Deus.Pois João veio a vós mesmos no caminho de justiça, mas não crestes nele; enquanto que os publicanos e as prostitutas nele creram. Vós, porém, mesmo tendo visto isto, nem assim vos arrependestes, a fim de nele crer.
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  • Os vinhateiros maus

    Este artigo analisa a parábola dos vinhateiros maus, em que Jesus denuncia a rejeição dos profetas e anuncia a transferência do Reino àqueles que produzem frutos dignos. As autoridades religiosas são confrontadas com a sua rejeição do divino, o que marca um ponto de viragem profético e espiritual na história da salvação.

    Lucas 20.9-19 (Bíblia Livre) :
    E começou a dizer ao povo esta parábola: Um certo homem plantou uma vinha, e a arrendou a uns lavradores, e viajou para outro país por muito tempo.E certo tempo depois mandou um servo aos lavradores, para que lhe dessem do fruto da vinha; mas os lavradores, espancando-o, mandaram -no sem coisa alguma.E voltou a mandar outro servo; mas eles, espancando e humilhando também a ele ,o mandaram sem nada.E voltou a mandar ao terceiro; mas eles, ferindo também a este, o expulsaram.E o senhor da vinha disse: Que farei? Mandarei a meu filho amado; talvez quando o verem, o respeitarão.Mas os lavradores, vendo-o, discutiram entre si, dizendo: Este é o herdeiro; vamos matá-lo, para que a herança venha a ser nossa.E expulsando-o da vinha, o mataram. O que, então, lhes fará o senhor da vinha?Virá, e destruirá a estes lavradores, e dará a vinha a outros.E eles, ouvindo isto, disseram: Que isto nunca aconteça!Mas Jesus ,olhando para eles, disse: Por que, então, isto está escrito: A pedra que os construtores rejeitaram, essa foi posta como a principal da esquina?Todo aquele que cair sobre aquela pedra, se quebrará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair, se fará pó.E os chefes dos sacerdotes e os escribas queriam detê-lo naquela mesma hora, mas temiam ao povo; porque entenderam que foi contra eles que ele tinha dito a parábola.
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  • As bodas do filho do rei

    O artigo discute a parábola do banquete, comparando os relatos de Mateus e Lucas. Mateus sublinha a responsabilidade dos convidados e as consequências da recusa, ao passo que Lucas põe em destaque a inclusão dos excluídos. Essas perspectivas ilustram o chamado universal de Deus e a necessidade de uma resposta autêntica para participar do Reino.

    Lucas 14.15-24 (Bíblia Livre) :
    E um dos que juntamente estavam sentados à mesa, ouvindo isto, disse-lhe: Bem-aventurado aquele que comer pão no Reino de Deus.Porém ele lhe disse: Um certo homem fez um grande jantar, e convidou a muitos.E na hora do jantar, mandou seu servo para dizer aos convidados: Vinde, que tudo já está preparado.E cada um deles todos começou a dar desculpas. O primeiro lhe disse: Comprei um campo, e tenho que ir vê-lo; peço-te desculpas.E outro disse: Comprei cinco pares de bois, e vou testá-los; peço-te desculpas.E outro disse: Casei-me com uma mulher, e portanto não posso vir.E aquele servo, ao voltar, anunciou estas coisas a seu senhor. Então o chefe da casa, irritado, disse a seu servo: Sai depressa pelas ruas e praças da cidade, e traze aqui aos pobres, e aleijados, e mancos e cegos.E o servo disse: Senhor, está feito como mandaste, e ainda há lugar.E o senhor disse ao servo: Sai pelos caminhos, e trilhas, e força-os a entrar, para que minha casa se encha.Porque eu vos digo, que nenhum daqueles homens que foram convidados experimentará da minha ceia.
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  • A figueira que brota

    Este artigo explora a parábola da figueira que brota, uma lição de vigilância espiritual dada por Jesus nos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas. Esse relato encoraja os crentes a discernir os sinais do Reino de Deus como se observam as estações, sublinhando a certeza das palavras de Jesus.

    Marcos 13.28-31 (Bíblia Livre) :
    E aprendei a parábola da figueira: Quando o seu ramo já vai ficando tenro, e brota folhas, bem sabeis que o verão já está perto.Assim também vós, quando virdes suceder estas coisas, sabei que já está perto, às portas.Em verdade vos digo que não passará esta geração, até que todas estas coisas aconteçam.O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras em maneira nenhuma passarão.
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  • A catástrofe do funicular da Glória

    O artigo discute a catástrofe do funicular da Glória à luz de um relato bíblico semelhante, destacando a necessidade de arrependimento e a importância da salvação da alma segundo os ensinamentos de Jesus.

    Mateus 14.14 (Bíblia Livre) :
    Quando Jesus saiu, viu uma grande multidão. Ele se compadeceu deles, e curou dentre eles os enfermos.
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  • As parábolas do pano novo e do vinho novo

    As parábolas do pano novo e do vinho novo ilustram a rutura radical entre o judaísmo e o cristianismo. Proferidas por Jesus em resposta aos discípulos de João Batista sobre o jejum, afirmam que não se pode misturar o antigo e o novo. A mudança exigida não é uma reforma, mas uma transformação completa, convidando cada pessoa a escolher o Mestre que seguirá.

    Marcos 2.21-22 (Bíblia Livre) :
    Ninguém costura remendo de pano novo em roupa velha; senão o remendo novo rompe o velho, e se faz pior rasgo.E ninguém põe vinho novo em odres velhos; senão o vinho novo rompe os odres, derrama-se o vinho, e os odres se danificam; mas o vinho novo deve ser posto em odres novos.
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  • A parábola da lâmpada debaixo do alqueire

    A parábola da candeia debaixo do alqueire ensina os discípulos de Jesus a fazerem brilhar a sua luz espiritual, vivendo vidas exemplares. Isto significa viver de forma a intensificar a luz divina e encorajar os outros a fazerem o mesmo, inspirando-se nos Evangelhos.

    Lucas 8.16-18 (Bíblia Livre) :
    E ninguém, quando acende uma lâmpada, cobre-a com algum vaso, ou a põe debaixo da cama; em vez disso põe na luminária, para que os que entram vejam a luz.Porque não há coisa oculta que não venha a se manifestar; nem coisa escondida que não venha a ser conhecida, e chegada à luz.Portanto, prestai atenção a como ouvis; pois àquele que tiver lhe será dado; e àquele que não tiver, até o que lhe parece ter, dele será tirado.
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  • A parábola do rico insensato

    O artigo explora a parábola do rico insensato em Lucas 12.13-21. Jesus ensina sobre a inutilidade das riquezas materiais, convidando a dar prioridade à riqueza espiritual. A parábola adverte contra a cobiça e encoraja a viver na perspetiva da eternidade. O público inclui os fariseus e pessoas de condição modesta.

    Lucas 12.13-21 (Bíblia Livre) :
    E um da multidão lhe disse: Mestre, dize a meu irmão que reparta a herança comigo.Mas ele lhe disse: Homem, quem me pôs por juiz, ou repartidor sobre vós?E disse-lhes: Olhai, e tomai cuidado com a ganância; porque a vida de alguém não consiste na abundância dos bens que possui.E propôs-lhes uma parábola, dizendo: A terra de um homem rico tinha frutificado bem.E ele questionava a si mesmo, dizendo: Que farei? Porque não tenho onde juntar meus frutos.E disse: Farei isto: derrubarei meus celeiros, e construirei maiores, e ali juntarei toda esta minha colheita, e estes meus bens.E direi à minha alma: Alma, muitos bens tens guardados, para muitos anos; descansa, come, bebe, alegra-te!Porém Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão tua alma; e o que tens preparado, de quem será?Assim é o que junta tesouros para si, mas não é rico em Deus.
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  • A parábola do semeador

    O artigo analisa a parábola do semeador pregada por Jesus. Compara os relatos de Mateus, Marcos e Lucas, adaptando-se cada um ao seu público. O artigo discute também o uso de parábolas por Jesus e a sua estratégia de comunicação com grandes multidões, sugerindo anexos para uma exploração mais aprofundada.

    Mateus 13.1-23 (Bíblia Livre) :
    Naquele dia, Jesus saiu de casa e se sentou junto ao mar.Notecem, sessenta, trinta isto é, produz cem, sessenta ou trinta vezes mais que o que foi semeadoNotebenditos ou “bem-aventurados”Notetrês medidas de farinha equiv. Cerca de 40 litros (1 medida de farinha era aproximadamente 13 litros)Notefim da era tradicionalmente “fim do mundo”, mas a palavra grega se refere ao período de tempoNotecausas do pecado Tradicionalmente “escândalos”Noteofenderam-se Tradicionalmente: escandalizaram-seE ajuntaram-se perto dele tantas multidões, de maneira que ele entrou num barco e se sentou; e toda a multidão ficou na praia,E ele lhes falou muitas coisas por parábolas. Ele disse: Eis que o semeador saiu a semear.E enquanto semeava, caiu parte das sementes junto ao caminho, e vieram as aves e a comeram.E outra parte caiu entre pedras, onde não havia muita terra, e logo nasceu, porque não tinha terra funda.Mas quando o sol surgiu, queimou-se; e por não ter raiz, secou-se.E outra parte caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram.E outra parte caiu em boa terra, e rendeu fruto: um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.Então os discípulos se aproximaram, e lhe perguntaram: Por que falas a eles por parábolas?E ele lhes respondeu: Porque a vós é dado saber os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não é dado.Pois a quem tem, lhe será dado, e terá em abundância; mas a quem não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.Por isso falo a eles por parábolas; porque vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem.Assim neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: De fato ouvireis, mas não entendereis; De fato vereis, mas não percebereis.Porque o coração deste povo está insensível; Com seus ouvidos dificilmente ouvem, e seus olhos fecharam; A fim de não haver que seus olhos vejam, seus ouvidos ouçam, Seus corações entendam, e se arrependam, E eu os cure.Mas benditos são os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem.Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, mas não viram; e desejaram ouvir o que vós ouvis, mas não ouviram.Portanto, ouvi vós a parábola do semeador:Quando alguém ouve a palavra do Reino e não a entende, o maligno vem e arranca o que foi semeado em seu coração; este é o que foi semeado junto ao caminho.E o que foi semeado entre as pedras é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria,mas não tem raiz em si mesmo. Em vez disso, dura um pouco, mas quando vem a aflição ou a perseguição pela palavra, logo tropeça na fé.E o que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, mas a ansiedade com o tempo presente e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica sem dar fruto.Mas o que foi semeado em boa terra, este é o que ouve e entende a palavra, e o que dá e produz fruto, um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.
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  • A parábola da lâmpada debaixo do alqueire

    Este artigo analisa a parábola da candeia debaixo do alqueire, explorada nos Evangelhos. Salienta a importância da luz divina para o discípulo, mostrando como o Messias Jesus usa esta metáfora para iluminar a verdade divina e exortar os discípulos a serem testemunhas visíveis da sua fé, permanecendo eles próprios iluminados pela luz de Cristo.

    Lucas 11.33-36 (Bíblia Livre) :
    E ninguém, acendendo a lâmpada, a põe em lugar oculto, nem debaixo da caixa, mas na luminária, para que os que entrarem vejam a luz.A lâmpada do corpo é o olho. Sendo pois teu olho bom, também todo teu corpo será luminoso; porém se for mau, também todo teu corpo será tenebroso.Olha pois que a luz que em ti há não sejam trevas.Então se sendo teu corpo todo luminoso, não tendo parte alguma escura, ele todo será iluminado, como quando a lâmpada com seu brilho te ilumina.
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  • A comparação com o crescimento da semente

    A perícope 142 analisa a comparação com o crescimento da semente (Marcos 4.26-29), a única parábola exclusiva de Marcos. Proferida perto de Cafarnaum, na Galileia, por volta de novembro-dezembro de 31, ensina o mistério do Reino de Deus: crescimento divino incompreensível, papel do semeador humano, progressão gradual da vida espiritual e perspetiva escatológica da colheita final.

    Marcos 4.26-29 (Bíblia Livre) :
    E dizia: Assim é o Reino de Deus, como se um homem lançasse semente na terra;e dormisse, e se levantasse, de noite e de dia, e a semente brotasse, e crescesse, sem que ele saiba como.Pois a terra de si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, depois o grão cheio na espiga.E quando o fruto se mostra pronto, logo mete a foice, pois a colheita chegou.
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  • A parábola do grão de mostarda

    A parábola do grão de mostarda (Mt 13.31-32; Mc 4.30-32; Lc 13.18-19) ilustra o Reino de Deus através de uma semente minúscula que se torna uma grande árvore. Proferida perto de Cafarnaum, em 31 d.C., ensina que o Reino começa humildemente, mas conhece um crescimento extraordinário, oferecendo refúgio e acolhimento a todos. Convida à fé, à paciência e à confiança em Deus para o crescimento espiritual.

    Mateus 13.24-30 (Bíblia Livre) :
    E ele lhes declarou outra parábola, dizendo: O Reino dos céus é semelhante a um homem que semeia boa semente em seu campo,Mas, enquanto as pessoas dormiam, o inimigo dele veio, semeou joio entre o trigo, e foi embora.E, quando a erva cresceu e produziu fruto, então apareceu também o joio.Então os servos do dono da propriedade chegaram, e lhe perguntaram: “Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? De onde, pois, veio o joio?”E ele lhes respondeu: “Um inimigo fez isto”. Em seguida, os servos lhe perguntaram: “Queres, pois, que vamos e o tiremos?”Ele, porém, lhes respondeu: “Não, para não haver que, enquanto tirais o joio, arranqueis com ele também o trigo.Deixai-os crescer ambos juntos até a colheita; e no tempo da colheita direi aos que colhem: ‘Recolhei primeiro o joio, e amarrai-o em molhos, para o queimarem; mas ao trigo ajuntai no meu celeiro’.”
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  • Outras parábolas não relatadas

    A perícope PER144 examina Marcos 4.33-34, onde se reconhece que Jesus proferiu muitas parábolas não relatadas pelos evangelistas. Situada perto de Cafarnaum, em novembro-dezembro de 31, esta passagem revela a pedagogia progressiva de Jesus: revelação adaptada aos ouvintes, formação aprofundada dos discípulos e importância da compreensão espiritual. O próprio João reconhece (Jo 20.30; 21.25) que os Evangelhos contêm apenas uma fração dos ensinamentos de Jesus.

    João 20.30 (Bíblia Livre) :
    Jesus fez também ainda muitos outros sinais ainda em presença de seus discípulos, que neste livro não estão escritos;
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  • A parábola do fermento

    A parábola do fermento (Mt 13.33-35; Lc 13.20-21) ilustra o crescimento discreto, mas poderoso, do reino de Deus. Tal como o fermento transforma toda a massa, o reino atua progressivamente nos corações. Mateus relaciona este ensinamento com o cumprimento do Salmo 78.2. Cada crente é chamado a desempenhar um papel ativo nesta difusão. Proferida perto de Cafarnaum, por volta de novembro-dezembro de 31, é a quarta parábola do grande discurso de Mateus 13.

    Salmos 78.2 (Bíblia Livre) :
    Abrirei minha boca em parábolas; falarei mistérios dos tempos antigos,
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  • Explicação à noite de diferentes parábolas (o joio)

    PER146 relata a explicação dada por Jesus aos seus discípulos sobre a parábola do joio (Mt 13.36-43), testemunho exclusivo de Mateus. Jesus revela ali um método de interpretação em três eixos: identificação simbólica dos elementos, dimensão escatológica e aplicação prática. Esta passagem se insere no discurso das sete parábolas do Reino de Deus reunidas por Mateus no capítulo 13.

    Mateus 13.24-30 (Bíblia Livre) :
    E ele lhes declarou outra parábola, dizendo: O Reino dos céus é semelhante a um homem que semeia boa semente em seu campo,Mas, enquanto as pessoas dormiam, o inimigo dele veio, semeou joio entre o trigo, e foi embora.E, quando a erva cresceu e produziu fruto, então apareceu também o joio.Então os servos do dono da propriedade chegaram, e lhe perguntaram: “Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? De onde, pois, veio o joio?”E ele lhes respondeu: “Um inimigo fez isto”. Em seguida, os servos lhe perguntaram: “Queres, pois, que vamos e o tiremos?”Ele, porém, lhes respondeu: “Não, para não haver que, enquanto tirais o joio, arranqueis com ele também o trigo.Deixai-os crescer ambos juntos até a colheita; e no tempo da colheita direi aos que colhem: ‘Recolhei primeiro o joio, e amarrai-o em molhos, para o queimarem; mas ao trigo ajuntai no meu celeiro’.”
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  • A parábola do tesouro escondido

    A parábola do tesouro escondido (Mt 13,44), relatada somente por Mateus, ensina que o reino dos céus tem um valor incomparável. Um homem descobre um tesouro enterrado, torna a cobri-lo e depois vende tudo para comprar o campo. Esta parábola ilustra a alegria e a determinação de quem reconhece o valor supremo do Reino, disposto a sacrificar tudo para obtê-lo. Ela ressoa de modo particular com a trajetória pessoal de Mateus, que havia deixado tudo para seguir Jesus.

    Mateus 13.44 (Bíblia Livre) :
    O Reino dos céus também é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem, depois de achá-lo, escondeu. Então, em sua alegria, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.
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  • A parábola da rede lançada ao mar

    A parábola da rede (Mt 13,47-50), exclusiva de Mateus, compara o Reino dos céus a uma rede que apanha toda espécie de peixes. Na seleção final, os bons são guardados e os maus são lançados fora, o que ilustra o juízo escatológico. Ela ensina a universalidade do Evangelho, a realidade do juízo final executado pelos anjos e a urgência de os crentes viverem de acordo com os ensinamentos de Jesus.

    Mateus 13.47-50 (Bíblia Livre) :
    O Reino dos céus também é semelhante a uma rede lançada ao mar, que colhe toda espécie de peixes.E quando está cheia, os pescadores puxam-na à praia, sentam-se, e recolhem os bons em cestos, mas os ruins lançam fora.Assim será ao fim da era; os anjos sairão, e separarão dentre os justos os maus,e os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes.
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  • Conclusão do Messias Jesus

    A perícope 150 encerra o discurso em parábolas de Mateus 13. Jesus pergunta aos seus discípulos se compreenderam e depois descreve o discípulo ideal como um escriba instruído no reino, capaz de tirar do seu tesouro coisas novas e velhas. Esta passagem sublinha a complementaridade do Antigo e do Novo Testamento e a responsabilidade dos mestres de transmitir fielmente o ensinamento do Messias.

    Mateus 13.51-53 (Bíblia Livre) :
    E Jesus lhes perguntou: Entendestes todas estas coisas?Eles lhe responderam: Sim, Senhor.E ele lhes disse: Portanto todo escriba que se tornou discípulo no Reino dos céus é semelhante a um chefe de casa, que do seu tesouro tira coisas novas e velhas.E aconteceu que, quando Jesus acabou essas parábolas, retirou-se dali.
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  • Parábola da ovelha perdida

    A parábola da ovelha perdida (Mt 18.10-14; Lc 15.3-7) é ensinada por Jesus em Cafarnaum em setembro do ano 32 d.C., pouco antes de sua partida definitiva da Galileia. Mateus enfatiza a proteção dos ‘pequeninos’ e a vontade divina de não perder nenhum deles, enquanto Lucas ressalta a alegria celestial pelo pecador arrependido. A figura do pastor remete à missão messiânica de Jesus, o bom pastor que prepara seus discípulos para a sua ausência, prometendo-lhes um guia espiritual.

    Mateus 18.10-14 (Bíblia Livre) :
    Olhai para que não desprezeis a algum destes pequeninos; porque eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre veem a face do meu Pai, que está nos céus.Pois o Filho do homem veio para salvar o que havia se perdido.Que vos parece? Se alguém tivesse cem ovelhas, e uma delas se desviasse, por acaso não iria ele pelos montes, deixando as noventa e nove, em busca da desviada?E se acontecesse de achá-la, em verdade vos digo que ele se alegra mais daquela, do que das noventa e nove que se não desviaram.Da mesma maneira, não é da vontade do vosso Pai, que está nos céus, que um sequer destes pequeninos se perca.
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  • Parábola do rei e do servo

    A parábola do rei e do servo (Mt 18.23-35), narrada em Cafarnaum em setembro do ano 32, é exclusiva de Mateus. Ela ilustra a importância capital do perdão ao comparar uma dívida imensa de 10.000 talentos, cancelada por um rei misericordioso, com uma pequena dívida de 100 moedas, que o servo perdoado se recusa a perdoar. O ensinamento central: aqueles a quem Deus perdoa devem, por sua vez, perdoar, sob pena de perderem a graça recebida.

    Efésios 4.32 (Bíblia Livre) :
    Em vez disso, sede benignos uns com os outros, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.
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  • O bom samaritano

    A perícope PER222 apresenta a parábola do bom samaritano (Lucas 10.25-37), contada por Jesus em resposta a um mestre da Lei que queria armar-lhe uma cilada. Situada em Betânia, do outro lado do Jordão, em novembro do ano 32, esta parábola ensina que o verdadeiro «próximo» não é definido pela religião nem pela cultura, mas pelo ato de misericórdia. O samaritano desprezado torna-se o modelo de compaixão, figura simbólica do próprio Messias que vem em socorro da humanidade ferida.

    João 3.1-15 (Bíblia Livre) :
    E havia um homem dos fariseus, cujo nome era Nicodemos, chefe dos judeus.Este veio a Jesus de noite, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele.Respondeu Jesus e disse-lhe: Em verdade, em verdade te digo, que aquele que não voltar a nascer, não pode ver o Reino de Deus.Nicodemos lhe disse: Como pode o homem nascer, sendo já velho? Pode ele voltar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo, que aquele que não nascer de água e do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus.O que é nascido de carne, carne é; e o que é nascido do Espírito, espírito é.Não te maravilhes de que te disse: necessário vos é voltar a nascer.O vento sopra onde quer, e ouves o seu som; porém não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.Nicodemos respondeu, e disse-lhe: Como pode isto acontecer?Jesus respondeu, e disse-lhe: Tu és mestre de Israel, e isto não sabes?Em verdade, em verdade te digo, que o que sabemos, falamos; e o que temos visto, testemunhamos; e não aceitais nosso testemunho.Se eu vos disse coisas terrenas, e não credes, como crereis, se vos disser as celestiais?E ninguém subiu ao céu, a não ser o que desceu do céu: o Filho do homem, que está no céu.E como Moisés levantou a serpente no deserto, assim deve o Filho do homem ser levantado,Para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.
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  • O grão de mostarda e o fermento

    A perícope PER232 apresenta as duas parábolas gêmeas do grão de mostarda e do fermento (Lucas 13.18-21). Proferidas perto de uma sinagoga de Jerusalém num sábado, ilustram a natureza do reino de Deus: começa com humildade, cresce com poder e age de maneira oculta, mas transformadora. Essas duas imagens complementares convidam a perceber o crescimento discreto e irresistível do reinado de Deus no mundo.

    Lucas 13.18-19 (Bíblia Livre) :
    E dizia: A que o Reino de Deus é semelhante? E a que eu o compararei?Semelhante é ao grão da mostarda, que um homem, tomando-o, lançou-o em sua horta; e cresceu, e fez-se uma grande árvore, e as aves dos céus fizeram ninhos em seus ramos.
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  • Parábola do convidado presunçoso

    A parábola do convidado presunçoso (Lucas 14.7-14), transmitida somente por Lucas, passa-se na casa de um chefe dos fariseus em Jerusalém. Jesus ensina ali a humildade, convidando a escolher o último lugar em vez do primeiro, e a generosidade desinteressada, incentivando a convidar os pobres e os excluídos em vez daqueles que podem retribuir. Esses dois ensinamentos ilustram os valores fundamentais do Reino de Deus: a honra vem de Deus, não de si mesmo, e o verdadeiro dar será recompensado na ressurreição dos justos.

    Lucas 14.7-11 (Bíblia Livre) :
    E vendo como os convidados escolhiam os primeiros assentos, disse-lhes uma parábola:Quando fores convidados para o casamento de alguém, não te sentes no primeiro assento, para que não aconteça de se outro convidado mais digno que tu estiver,E venha o que convidou a ti e a ele, e te diga: Dá lugar a este; E então, com vergonha, tenhas que tomar o último lugar.Mas quando fores convidado, vai, e senta-te no último lugar; para que quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, sobe para este assento melhor. Então terás honra diante dos que estiverem sentados contigo à mesa.Porque qualquer que exaltar a si mesmo, e aquele que humilhar a si mesmo, será exaltado.
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  • A parábola do rei que se prepara para a guerra

    A parábola do rei que se prepara para a guerra (Lucas 14.31-33), relatada somente por Lucas, ilustra as exigências do discipulado. Diante de um adversário duas vezes mais poderoso, um rei opta pela negociação em vez do combate. Da mesma forma, seguir Jesus, o Messias, exige lucidez, humildade e renúncia total a si mesmo. Lucas insere esse ensino em uma série temática sobre o custo da vida cristã, antes da festa da Dedicação de dezembro do ano 32 d.C.

    Lucas 13-19 (Bíblia Livre) :
    E naquele mesmo tempo estavam ali presentes alguns, que lhe contavam dos galileus cujo sangue Pilatos tinha misturado com seus sacrifícios.E respondendo Jesus, disse-lhes: Vós pensais que estes galileus foram mais pecadores, por terem sofrido estas coisas?Não, eu vos digo; antes, se vós não vos arrependerdes, todos de modo semelhante perecereis.Ou aqueles dezoito, sobre os quais a torre em Siloé caiu, matando-os; pensais que eram mais culpados dos que todos as pessoas que moravam em Jerusalém?Não, eu vos digo; antes, se vós não vos arrependerdes, todos de modo semelhante perecereis.E dizia esta parábola: Um certo homem tinha uma figueira plantada em sua vinha, e veio até ela para buscar fruto, e não achou.E disse ao que cuidava da vinha: Eis que há três anos, que venho para buscar fruto nesta figueira, e não o acho; corta-a; por que ainda ocupa inutilmente a terra?E respondendo ele, disse-lhe: Senhor, deixa-a ainda este ano, até que eu a escave ao redor, e a adube;E se der fruto, deixa-a ficar ; se não, tu a cortarás depois.E ensinava em uma das sinagogas num sábado.E eis que estava ali uma mulher, que havia dezoito anos que tinha um espírito de enfermidade; e andava encurvada, e de maneira nenhuma ela podia se endireitar.E Jesus vendo-a, chamou-a para si, e disse-lhe: Mulher, livre estás de tua enfermidade.E pôs as mãos sobre ela, e logo ela se endireitou, e glorificava a Deus.E o chefe da sinagoga, irritado por Jesus ter curado no sábado, respondendo, disse à multidão: Há seis dias em que se deve trabalhar; nestes dias, pois, vinde para ser curados, e não no dia de sábado.Porém o Senhor lhe respondeu, e disse: Hipócrita, no sábado cada um de vós não desata seu boi ou jumento da manjedoura, e o leva para dar de beber?E não convinha soltar desta ligadura no dia de sábado a esta mulher ,que é filha de Abraão, a qual, eis que Satanás já a havia ligado há dezoito anos?E ele, dizendo estas coisas, todos seus adversários ficaram envergonhados; e todo o povo se alegrava de todas as coisas gloriosas que eram feitas por ele.E dizia: A que o Reino de Deus é semelhante? E a que eu o compararei?Semelhante é ao grão da mostarda, que um homem, tomando-o, lançou-o em sua horta; e cresceu, e fez-se uma grande árvore, e as aves dos céus fizeram ninhos em seus ramos.E disse outra vez: A que compararei o Reino de Deus?Semelhante é ao fermento, que a mulher, tomando-o, o escondeu em três medidas de farinha, até tudo ficar levedado.E andava de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia ensinando, e caminhando para Jerusalém.E disse-lhe um: Senhor, são também poucos os que se salvam? E ele lhes disse:Trabalhai para entrar pela porta estreita; porque eu vos digo, que muitos procuraram entrar, e não puderam.Porque quando o chefe da casa se levantar, e fechar a porta, e se estiverdes de fora, e começardes a bater à porta, dizendo: Senhor, senhor, abre-nos! E respondendo ele, vos disser: Não vos conheço, nem sei de onde vós sois.Então começareis a dizer: Em tua presença temos comido e bebido, e tens ensinado em nossas ruas.E ele dirá: Digo-vos que não vos conheço, nem sei de onde vós sois; afastai-vos de mim, vós todos praticantes de injustiça.Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes a Abraão, a Isaque, a Jacó, e a todos os profetas no Reino de Deus; mas vós sendo lançados fora.E virão pessoas do oriente, e do ocidente, e do norte, e do sul, e se sentarão à mesa no Reino de Deus.E eis que há alguns dos últimos que serão primeiros, e há alguns dos primeiros que serão últimos.Naquele mesmo dia, chegaram uns fariseus, dizendo-lhe: Sai, e vai-te daqui, porque Herodes quer te matar.E disse-lhes: Ide, e dizei a aquela raposa: eis que expulso demônios, e faço curas hoje e amanhã, e ao terceiro dia eu terei completado.Porém é necessário que hoje, e amanhã, e no dia seguinte eu caminhe; porque um profeta não pode morrer fora de Jerusalém.Jerusalém, Jerusalém, que matas aos profetas, e apedrejas aos que te são enviados: quantas vezes eu quis juntar teus filhos, como a galinha junta seus pintos debaixo de suas asas, e não quisestes?Eis que vossa casa é deixada deserta para vós. E em verdade vos digo, que não me vereis até que venha o tempo em que digais: Bendito aquele que vem no nome do Senhor.E aconteceu que, entrando ele num sábado para comer pão na casa de um dos chefes dos fariseus, eles estavam o observando.E eis que um certo homem com o corpo inchado estava ali diante dele.E respondendo Jesus, falou aos estudiosos da Lei, e aos fariseus, dizendo: É lícito curar no sábado?Porém eles ficaram calados; e ele, tomando -o ,o curou, e o despediu.E ele, respondendo-lhes, disse: De qual que vós cairá o jumento, ou o boi em algum poço que, mesmo no sábado, não o tire logo?E nada podiam lhe responder a estas coisas.E vendo como os convidados escolhiam os primeiros assentos, disse-lhes uma parábola:Quando fores convidados para o casamento de alguém, não te sentes no primeiro assento, para que não aconteça de se outro convidado mais digno que tu estiver,E venha o que convidou a ti e a ele, e te diga: Dá lugar a este; E então, com vergonha, tenhas que tomar o último lugar.Mas quando fores convidado, vai, e senta-te no último lugar; para que quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, sobe para este assento melhor. Então terás honra diante dos que estiverem sentados contigo à mesa.Porque qualquer que exaltar a si mesmo, e aquele que humilhar a si mesmo, será exaltado.E dizia também ao que tinha lhe convidado: Quando fizeres um jantar, ou uma ceia, não chames a teus amigos, nem a teus irmãos, nem a teus parentes, nem a teus vizinhos ricos, para que eles também em algum tempo não te convidem de volta, e tu sejas recompensado.Mas quando fizeres convite, chama aos pobres, aleijados, mancos e cegos.E serás bem-aventurado, porque não eles não têm como te recompensar; pois tu serás recompensado na ressurreição dos justos.E um dos que juntamente estavam sentados à mesa, ouvindo isto, disse-lhe: Bem-aventurado aquele que comer pão no Reino de Deus.Porém ele lhe disse: Um certo homem fez um grande jantar, e convidou a muitos.E na hora do jantar, mandou seu servo para dizer aos convidados: Vinde, que tudo já está preparado.E cada um deles todos começou a dar desculpas. O primeiro lhe disse: Comprei um campo, e tenho que ir vê-lo; peço-te desculpas.E outro disse: Comprei cinco pares de bois, e vou testá-los; peço-te desculpas.E outro disse: Casei-me com uma mulher, e portanto não posso vir.E aquele servo, ao voltar, anunciou estas coisas a seu senhor. Então o chefe da casa, irritado, disse a seu servo: Sai depressa pelas ruas e praças da cidade, e traze aqui aos pobres, e aleijados, e mancos e cegos.E o servo disse: Senhor, está feito como mandaste, e ainda há lugar.E o senhor disse ao servo: Sai pelos caminhos, e trilhas, e força-os a entrar, para que minha casa se encha.Porque eu vos digo, que nenhum daqueles homens que foram convidados experimentará da minha ceia.E muitas multidões iam com ele; e virando-se, disse-lhes:Se alguém vier a mim, e não odiar a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também sua própria vida, não pode ser meu discípulo.E qualquer que não levar sua cruz, e vier após mim, não pode ser meu discípulo.Porque qual de vós, querendo edificar uma torre, não se senta primeiro para fazer as contas dos gastos, para ver se tem o suficiente para a completar?Para que não aconteça que, depois de ter posto seu fundamento, e não podendo a completar, comecem a escarnecer dele todos os que o virem,Dizendo: Este homem começou a construir, e não pôde terminar.Ou qual rei, indo a guerra para lutar contra outro rei, não se senta primeiro para consultar, se pode ir ao encontro com dez mil soldados, vindo contra ele vinte mil?Se não puder, estando o outro ainda longe, manda -lhe representantes diplomáticos, e roga pela paz.Assim, portanto, qualquer de vós que não renuncia a tudo, não pode ser meu discípulo.Bom é o sal; porém se o sal perder o sabor, com o que ele será temperado?Nem para a terra, nem para adubo serve; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.E chegavam-se a ele todos os publicanos e pecadores para o ouvirem.E os fariseus e escribas murmuravam, dizendo: Este recebe aos pecadores, e come com eles.E ele lhes propôs esta parábola, dizendo:Quem de vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e vai em busca da perdida, até que a encontre?E encontrando-a, não a ponha sobre seus ombros, com alegria?E vindo para casa, não convoque aos amigos, e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei minha ovelha perdida?Digo-vos, que assim haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não precisam de arrependimento.Ou que mulher, tendo dez moedas de prata, se perder a uma moeda, não acende a lâmpada, e varre a casa, e busca cuidadosamente até a achar?E achando -a, não chame as amigas e as vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a moeda perdida!Assim vos digo, que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.E disse: Um certo homem tinha dois filhos.E disse o mais jovem deles ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertencem. E ele lhe repartiu os bens.E depois de não muitos dias, o filho mais jovem, juntando tudo, partiu-se para uma terra distante, e ali desperdiçou seus bens, vivendo de forma irresponsável.E ele, tendo já gastado tudo, houve uma grande fome naquela terra, e ele começou a sofrer necessidade.E foi, se chegou a um dos cidadãos daquela terra; e este o mandou a seus campos para alimentar porcos.E ele ficava com vontade de encher seu estômago com os grãos que os porcos comiam, mas ninguém as dava para ele.E ele, pensando consigo mesmo, disse: Quantos empregados de meu pai tem pão em abundância, e eu aqui morro de fome!Eu levantarei, e irei a meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti.E já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como a um de teus empregados.E levantando-se, foi a seu pai. E quando ainda estava longe, o seu pai o viu, e teve compaixão dele; e correndo, caiu ao seu pescoço, e o beijou.E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti; e já não sou digno de ser chamado teu filho.Mas o pai disse a seus servos: Trazei a melhor roupa, e o vesti; e ponde um anel em sua mão, e sandálias nos seus pés.E trazei o bezerro engordado, e o matai; e comamos, e nos alegremos.Porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado. E começaram a se alegrar.E seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, chegou perto da casa, ouviu a música, e as danças.E chamando para si um dos servos, perguntou-lhe: O que era aquilo?E ele lhe disse: Teu irmão chegou; e teu pai matou o bezerro engordado, porque ele voltou são.Porém ele se irritou, e não queria entrar. Então o seu pai, saindo, rogava-lhe que entrasse.Mas o filho respondendo, disse ao pai: Eis que eu te sirvo há tantos anos, e nunca desobedeci tua ordem, e nunca me deste um cabrito, para que eu me alegrasse com meus amigos.Porém, vindo este teu filho, que gastou teus bens com prostitutas, tu lhe mataste o bezerro engordado.E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas.Mas era necessário se alegrar e animar; porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha se perdido, e foi encontrado.E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.NoteXeol é o lugar dos mortosE ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser meu mordomo.E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.Eu sei o que farei, para que, quando eu for expulso do meu trabalho de mordomo, me recebam em suas casas.E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?E ele disse: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Pega a tua conta, senta, e escreve logo cinquenta.Depois disse a outro: E tu, quanto deves? E ele disse: Cem volumes de trigo. E disse-lhe: Toma tua conta, e escreve oitenta.E aquele senhor elogiou o injusto mordomo, por ter feito prudentemente; porque os filhos deste mundo são mais prudentes do que os filhos da luz com esta geração.E eu vos digo: fazei amigos para vós com as riquezas da injustiça, para que quando vos faltar, vos recebam nos tabernáculos eternos.Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; e quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.Pois se nas riquezas da injustiça não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras riquezas ?E se nas coisas dos outros não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?Nenhum servo pode servir a dois senhores; porque ou irá odiar a um, e a amar ao outro; ou irá se achegar a um, e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.E os fariseus também ouviram todas estas coisas, eles que eram avarentos. E zombaram dele.E disse-lhes: Vós sois os que justificais a vós mesmos diante dos seres humanos; mas Deus conhece vossos corações. Porque o que é excelente para os seres humanos é odiável diante de Deus.A Lei e os profetas foram até João; desde então, o Reino de Deus é anunciado, todo homem tenta entrar nele pela força.E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um traço de alguma letra da Lei.Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e qualquer que se casa com a deixada pelo marido, também adultera.Havia porém um certo homem rico, e vestia-se de púrpura, e de linho finíssimo, e festejava todo dia com luxo.Havia também um certo mendigo, de nome Lázaro, o qual ficava deitado à sua porta cheio de feridas.E desejava se satisfazer com as migalhas que caíam da mesa do rico; porém vinham também os cães, e lambiam suas feridas.E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o colo de Abraão. E o rico também morreu, e foi sepultado.E estando no Xeol em tormentos, ele levantou seus olhos, e viu a Abraão de longe, e a Lázaro junto dele.E ele, chamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe a ponta de seu dedo na água, e refresque a minha língua; porque estou sofrendo neste fogo.Porém Abraão disse: Filho, lembra-te que em tua vida recebeste teus bens, e Lázaro do mesmo jeito recebeu males. E agora este é consolado, e tu és atormentado.E, além de tudo isto, um grande abismo está posto entre nós e vós, para os que quisessem passar daqui para vós não possam; nem também os daí passarem para cá.E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai.Porque tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho; para que também não venham para este lugar de tormento.Disse-lhe Abraão: Eles têm a Moisés e aos profetas, ouçam-lhes.E ele disse: Não, pai Abraão; mas se alguém dos mortos fosse até eles, eles se arrependeriam.Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, também não se deixariam convencer, ainda que alguém ressuscite dos mortos.E disse aos discípulos: É impossível que não venham tentações para o pecado, mas ai daquele por quem essas tentações vierem!Notetentações para o pecado Lit. meios de tropeçoMelhor lhe seria que lhe atasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse lançado no mar, do que conduzir ao pecado um destes pequenos.Olhai por vós. E se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; e se ele se arrepender, perdoa-lhe.E se pecar contra ti sete vezes ao dia, e se sete vezes ao dia voltar a ti, dizendo: Estou arrependido. Perdoa-lhe.E os apóstolos disseram ao Senhor: Acrescenta-nos fé.E o Senhor disse: Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta árvore de amoras: Arranca-te daqui pelas tuas raízes, e planta-te no mar, ela vos obedeceria.E qual de vós terá um servo, lavrando ou apascentando gado que, voltando do campo, logo lhe diga: Chega, e senta à mesa.E não lhe diga antes: Prepara-me o jantar, e apronta-te, e serve-me, até que eu tenha comido e bebido; e depois, que tu comas e bebas.Por acaso o senhor agradece a tal servo, porque fez o que lhe foi mandado? Acho que não.Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer.E aconteceu que, indo ele para Jerusalém, passou por meio da Samaria e da Galileia.E entrando em uma certa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez homens leprosos, os quais pararam de longe.E levantaram a voz, dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós!E ele, vendo-os, disse-lhes: Ide, e mostrai-vos aos sacerdotes.E aconteceu que, enquanto eles iam, ficaram limpos.E vendo um deles que estava são, voltou, glorificando a Deus a alta voz.E caiu com o rosto a seus pés, agradecendo-lhe; e este era samaritano.E respondendo Jesus, disse: Não foram os dez limpos? E onde estão os nove?Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?E disse-lhe: Levanta-te, e vai; tua fé te salvou.E perguntado pelos fariseus sobre quando o Reino de Deus viria, respondeu-lhes, e disse: O Reino de Deus não vem com aparência visível.Nem dirão: Eis aqui, ou Eis ali, porque eis que o Reino de Deus está entre vós.E disse aos discípulos: Dias virão, quando desejareis ver um dos dias do Filho do homem, e não o vereis.E vos dirão: Eis que ele está aqui, ou Eis que ele está ali, não vades, nem sigais.Porque como o relâmpago, que relampeja desde o começo do céu, e brilha até ao fim do céu, assim será também o Filho do homem em seu dia.Mas é necessário primeiro sofrer muito, e ser rejeitado por esta geração.E como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do homem.Comiam, bebiam, se casavam, e se davam em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca; e veio o dilúvio, e destruiu a todos.Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló, comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam, e construíam.Mas o dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu fogo e enxofre do céu, e destruiu a todos.Assim será também no dia em que o Filho do homem se manifestar.Naquele dia, o que estiver no telhado, e suas ferramentas em casa, não desça para pegá-las; e o que estiver no campo, não volte para trás.Lembrai-vos da mulher de Ló.Qualquer que procurar salvar sua vida a perderá; e qualquer que a perder, irá salvá-la.Digo-vos que naquela noite, dois estarão em uma cama; um será tomado, e o outro será deixado.Duas estarão juntas moendo; uma será tomada, e a outra será deixada.Dois estarão no campo; um será tomado, e o outro será deixado.E respondendo, disseram-lhe: Onde, Senhor?E ele lhes disse: Onde estiver o corpo, ali os abutres se juntarão.E Jesus lhes disse também uma parábola sobre o dever de sempre orar, e nunca se cansar.Dizendo: Havia um certo juiz em uma cidade, que não temia a Deus, nem respeitava pessoa alguma.Havia também naquela mesma cidade uma certa viúva, e vinha até ele, dizendo: Faze-me justiça com meu adversário.E por um certo tempo ele não quis; mas depois disto, disse para si: Ainda que eu não tema a Deus, nem respeite pessoa alguma,Porém, porque esta viúva me incomoda, eu lhe farei justiça, para que ela pare de vir me chatear.E disse o Senhor: Ouvi o que diz o juiz injusto.E Deus não fará justiça para seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite? Demorará com eles?Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Porém, quando o Filho do homem vier, por acaso ele achará fé na terra?E disse também a uns, que tinham confiança de si mesmos que eram justos, e desprezavam aos outros, esta parábola:Dois homens subiram ao Templo para orar, um fariseu, e o outro publicano.O fariseu, estando de pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, eu te agradeço, porque não sou como os outros homens, ladrões, injustos e adúlteros; nem sou como este publicano.Jejuo duas vezes por semana, e dou dízimo de tudo quanto possuo.E o publicano, estando em pé de longe, nem mesmo queria levantar os olhos ao céu, mas batia em seu peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador.Digo-vos que este desceu mais justificado à sua casa do que aquele outro; porque qualquer que a si mesmo se exalta, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilha, será exaltado.E traziam-lhe também crianças pequenas, para que as tocasse; e os discípulos, vendo, os repreendiam.Mas Jesus, chamando-lhes para si, disse: Deixai as crianças virem a mim, e não as impeçais; porque das tais é o Reino de Deus.Em verdade vos digo, que qualquer que não receber o Reino de Deus como criança, não entrará nele.E um certo líder lhe perguntou, dizendo: Bom mestre, o que tenho que fazer para herdar a vida eterna?E Jesus lhe disse: Por que me chamas de bom? Ninguém é bom, a não ser um: Deus.Tu sabes os mandamentos: não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, honra a teu pai e a tua mãe.E ele disse: Todas estas coisas tenho guardado desde minha juventude.Porém Jesus, ouvindo isto, disse-lhe: Ainda uma coisa te falta: vende tudo quanto tens, e reparte-o entre os pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me.Mas ele, ouvindo isto, ficou muito triste, porque era muito rico.E vendo Jesus que ele tinha ficado muito triste, disse: Como é difícil os que têm muitos bens entrarem no Reino de Deus!Porque é mais fácil um camelo entrar pelo olho de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus.E os que ouviram isto ,disseram: Quem então pode se salvar?E ele disse: As coisas que são impossíveis para os seres humanos são possíveis para Deus.E Pedro disse: Eis que deixamos tudo, e temos te seguido.E ele lhes disse: Em verdade vos digo, que há ninguém que, tenha deixado casa, ou pais, ou irmãos, ou mulher, ou filhos,Que não venha a receber de volta muito mais nestes tempos, e nos tempos vindouros receba a vida eterna.E tomando consigo aos doze, disse-lhes: Eis que estamos subindo a Jerusalém, e se cumprirá no Filho do homem tudo o que está escrito pelos profetas.Porque ele será entregue aos gentios, e escarnecido, injuriado e cuspido.E depois de açoitá-lo, o matarão; e ao terceiro dia ressuscitará.E eles nada entendiam destas coisas; e esta palavra lhes era oculta; e não entendiam o que estava sendo lhes dito.E aconteceu que ele, chegando perto de Jericó, estava um cego sentado junto ao caminho, mendigando.E este, ouvindo a multidão passar, perguntou: O que era aquilo?E disseram-lhe que Jesus Nazareno estava passando.Então clamou, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!E os que estavam mais a frente o repreendiam, para que calasse; porém ele clamava ainda mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim!Então Jesus, parando, mandou que o trouxessem para si; e chegando ele, perguntou-lhe,Dizendo: Que queres que eu te faça?E ele disse: Senhor, que eu veja.E Jesus lhe disse: Vê, tua fé te salvou.E logo ele viu, e o seguia, glorificando a Deus. E o todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus.E Jesus entrou e foi passando por Jericó.E eis que havia ali um homem, chamado pelo nome de Zaqueu, e este era chefe dos publicanos, e era rico.E procurava ver quem era Jesus, e não podia, por causa da multidão, pois era pequeno de altura.E correndo com antecedência, subiu em uma árvore de frutos que parecem figos, para o ver; porque ele passaria por ali.E quando Jesus chegou a aquele lugar, olhando para cima, o viu, e disse-lhe: Zaqueu, apressa-te, e desce; porque hoje é necessário que eu fique em tua casa.E apressando-se, desceu, e o recebeu com alegria.E todos, vendo isto, murmuravam, dizendo: Ele entrou para se hospedar com um homem pecador.E Zaqueu, levantando-se, disse ao Senhor: Senhor, eis que dou a metade de meus bens aos pobres; e se eu consegui algo enganando a alguém, eu o devolvo quatro vezes mais.E Jesus lhe disse: Hoje houve salvação nesta casa, porque ele também é filho de Abraão.Porque o Filho do homem veio para buscar, e para salvar o que tinha se perdido.E ouvindo eles estas coisas, Jesus prosseguiu, e disse uma parábola, porque estava perto de Jerusalém, e pensavam que logo o Reino seria manifesto.Disse, pois: Um certo homem nobre partiu para uma terra distante.E chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas, e disse-lhes: Investi até que eu venha;E seus cidadãos o odiavam; e mandaram representantes depois dele, dizendo: Não queremos que este reine sobre nós.E aconteceu que, quando ele voltou, tendo tomado o reino, disse que lhe chamassem a aqueles servos, a quem tinha dado o dinheiro, para saber o que cada um tinha ganho fazendo investimentos.E veio o primeiro, dizendo: Senhor, tua mina rendeu outras dez minas.E ele lhe disse: Ótimo, bom servo! Por teres sido fiel no pouco, terás autoridade sobre dez cidades.E veio o segundo, dizendo: Senhor, tua mina rendeu cinco minas.E disse também a este: E tu governarás cinco cidades.E veio outro, dizendo: Eis aqui tua mina, que guardei em um lenço.Porque tive medo de ti, que és um homem rigoroso, que tomas o que não puseste, e colhes o que não semeaste.Porém ele lhe disse: Servo mau, por tua boca eu te julgarei; tu sabias que eu era um homem rigoroso, que tomo o que não pus, e que colho o que não semeei;Por que, então, não puseste meu dinheiro no banco; e quando eu viesse, o receberia de volta com juros?E disse aos que estavam com ele: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem as dez minas.E eles lhe disseram: Senhor, ele já tem dez minas.O senhor respondeu: Porque eu vos digo, que todo aquele que tiver, lhe será dado; mas ao que não tiver, até o que tem, lhe será tirado.Porém a aqueles meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei - os aqui, e matai -os diante de mim.E dito isto, ele foi caminhando adiante, subindo para Jerusalém.E aconteceu que, chegando perto de Betfagé, e de Betânia, ao monte chamado das Oliveiras, mandou a dois de seus discípulos,Dizendo: Ide à aldeia que está em frente; onde, ao entrardes, achareis um potro atado, em que ninguém jamais se sentou; soltai-o, e trazei -o.E se alguém vos perguntar: Por que o soltais? Direis assim a ele: Porque o Senhor precisa dele.E indo os que tinham sido mandados, acharam como lhes disse:E soltando o potro, seus donos lhe disseram: Por que soltais o potro?E eles disseram: O Senhor precisa dele.E o trouxeram a Jesus; e lançando suas roupas sobre o potro, puseram Jesus montado nele.E indo ele andando, estendiam suas roupas pelo caminho.E quando já chegava perto da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão de discípulos, com alegria começou a louvar a Deus em alta voz, por todas as maravilhas que tinham visto,Dizendo: Bendito o Rei que vem em nome do Senhor; paz no céu, e glória nas alturas.E alguns dos fariseus da multidão lhe disseram: Mestre, repreende a teus discípulos.E respondendo ele, disse-lhes: Digo-vos, que se estes se calarem, as pedras clamariam.E quando já estava chegando, viu a cidade, e chorou por causa dela,Dizendo: Ah, se tu também conhecesses, pelo menos neste teu dia, aquilo que lhe traria paz! Mas agora isto está escondido de teus olhos.Porque dias virão sobre ti, em que teus inimigos lhe cercarão com barricadas, e ao redor te sitiarão, e lhe pressionarão por todos os lados.E derrubarão a ti, e a teus filhos; e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste o tempo em que foste visitada.E entrando no Templo, começou a expulsar a todos os que vendiam e compravam ali,Dizendo-lhes: Está escrito: Minha casa é casa de oração; Mas vós a tendes feito um esconderijo de ladrões.E ensinava diariamente no Templo; e os chefes dos sacerdotes, e os escribas, e os chefes do povo, procuravam matá-lo.E não achavam como fazer, porque todo o povo o ouvia com muita atenção.
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  • A imagem do sal sem sabor

    O artigo 'PER241 - A imagem do sal sem sabor' analisa uma passagem de Lucas 14:34-35, em que Jesus ensina que os discípulos devem ser como o sal, essencial e transformador. Se um discípulo perde o seu 'sabor' espiritual, torna-se inútil, semelhante a um sal insípido. Esse ensinamento chama a um compromisso ativo e duradouro na vida espiritual.

    Mateus 5.13 (Bíblia Livre) :
    Vós sois o sal da terra; mas se o sal perder seu sabor, com que se salgará? Para nada mais presta, a não ser para se lançar fora, e ser pisado pelas pessoas.
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  • A parábola da ovelha perdida e achada

    Este artigo trata da parábola da ovelha perdida no Evangelho de Lucas, destacando a alegria divina pela salvação de um pecador. Insere-se em três relatos parabólicos, que ilustram diferentes nuances da busca e da salvação.

    Lucas 15.3-7 (Bíblia Livre) :
    E ele lhes propôs esta parábola, dizendo:Quem de vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e vai em busca da perdida, até que a encontre?E encontrando-a, não a ponha sobre seus ombros, com alegria?E vindo para casa, não convoque aos amigos, e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei minha ovelha perdida?Digo-vos, que assim haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não precisam de arrependimento.
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  • A parábola da dracma perdida

    Esta parábola, exclusiva de Lucas, mostra Deus, retratado sob os traços de uma mulher, procurando e reencontrando uma dracma perdida. Ela simboliza a alma desgarrada, mas preciosa aos olhos de Deus, ressaltando a Sua misericórdia e a Sua alegria pelo retorno do que se perdera.

    Lucas 15.8-10 (Bíblia Livre) :
    Ou que mulher, tendo dez moedas de prata, se perder a uma moeda, não acende a lâmpada, e varre a casa, e busca cuidadosamente até a achar?E achando -a, não chame as amigas e as vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a moeda perdida!Assim vos digo, que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.
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  • A parábola do filho pródigo

    O artigo explora a parábola do filho pródigo no Evangelho de Lucas, destacando o perdão e o amor divino. O pai acolhe o filho arrependido, em contraste com o filho mais velho, que critica essa clemência. Esta parábola, charneira do capítulo 15, ilustra a busca divina por aqueles que se perderam. Lucas reorganiza este relato para apoiar sua mensagem teológica sobre o reino dos céus.

    Lucas 15.3-7 (Bíblia Livre) :
    E ele lhes propôs esta parábola, dizendo:Quem de vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e vai em busca da perdida, até que a encontre?E encontrando-a, não a ponha sobre seus ombros, com alegria?E vindo para casa, não convoque aos amigos, e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei minha ovelha perdida?Digo-vos, que assim haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não precisam de arrependimento.
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  • A parábola do administrador infiel

    Este artigo explora a parábola do administrador infiel, de Lucas, observando que a astúcia do administrador é elogiada por sua sabedoria, e não por sua desonestidade. A parábola convida a refletir sobre o uso da sabedoria prática nos assuntos espirituais.

    Lucas 16.1-13 (Bíblia Livre) :
    E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.NoteXeol é o lugar dos mortosE ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser meu mordomo.E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.Eu sei o que farei, para que, quando eu for expulso do meu trabalho de mordomo, me recebam em suas casas.E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?E ele disse: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Pega a tua conta, senta, e escreve logo cinquenta.Depois disse a outro: E tu, quanto deves? E ele disse: Cem volumes de trigo. E disse-lhe: Toma tua conta, e escreve oitenta.E aquele senhor elogiou o injusto mordomo, por ter feito prudentemente; porque os filhos deste mundo são mais prudentes do que os filhos da luz com esta geração.E eu vos digo: fazei amigos para vós com as riquezas da injustiça, para que quando vos faltar, vos recebam nos tabernáculos eternos.Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; e quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.Pois se nas riquezas da injustiça não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras riquezas ?E se nas coisas dos outros não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?Nenhum servo pode servir a dois senhores; porque ou irá odiar a um, e a amar ao outro; ou irá se achegar a um, e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.
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  • A parábola do homem rico e de Lázaro

    O artigo analisa a parábola do homem rico e de Lázaro no Evangelho de Lucas. Singular por mencionar um nome, Lázaro, explora a questão da justiça divina e as repercussões das escolhas terrenas sobre o além. Lucas organiza o relato em torno de ensinamentos teológicos sobre o reino dos céus, convidando a uma reflexão aprofundada sobre a salvação e a compaixão.

    Lucas 16.19-31 (Bíblia Livre) :
    Havia porém um certo homem rico, e vestia-se de púrpura, e de linho finíssimo, e festejava todo dia com luxo.Havia também um certo mendigo, de nome Lázaro, o qual ficava deitado à sua porta cheio de feridas.E desejava se satisfazer com as migalhas que caíam da mesa do rico; porém vinham também os cães, e lambiam suas feridas.E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o colo de Abraão. E o rico também morreu, e foi sepultado.E estando no Xeol em tormentos, ele levantou seus olhos, e viu a Abraão de longe, e a Lázaro junto dele.E ele, chamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe a ponta de seu dedo na água, e refresque a minha língua; porque estou sofrendo neste fogo.Porém Abraão disse: Filho, lembra-te que em tua vida recebeste teus bens, e Lázaro do mesmo jeito recebeu males. E agora este é consolado, e tu és atormentado.E, além de tudo isto, um grande abismo está posto entre nós e vós, para os que quisessem passar daqui para vós não possam; nem também os daí passarem para cá.E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai.Porque tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho; para que também não venham para este lugar de tormento.Disse-lhe Abraão: Eles têm a Moisés e aos profetas, ouçam-lhes.E ele disse: Não, pai Abraão; mas se alguém dos mortos fosse até eles, eles se arrependeriam.Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, também não se deixariam convencer, ainda que alguém ressuscite dos mortos.
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  • Parábola dos servos inúteis

    O artigo explora a parábola dos servos inúteis de Lucas 17.7-10, destacando a importância da humildade e da gratidão na vida do discípulo. Jesus ensina que o serviço fiel não espera reconhecimento do senhor e que toda habilidade é um dom de Deus. A obediência não confere nenhum direito, promovendo assim uma atitude de gratidão, e não de reivindicação.

    Filipenses 2.13 (Bíblia Livre) :
    pois é Deus quem opera em vós tanto o querer como o agir, conforme a sua boa vontade.
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  • A parábola do juiz iníquo

    O artigo examina a parábola do juiz iníquo (Lucas 18,1-8), centrada na perseverança na oração e na espera do Reino. Destaca a estrutura narrativa única de Lucas, que reúne parábolas para aprofundar a sua teologia sobre a fé e a justiça divina.

    Lucas 18.1-8 (Bíblia Livre) :
    E Jesus lhes disse também uma parábola sobre o dever de sempre orar, e nunca se cansar.Dizendo: Havia um certo juiz em uma cidade, que não temia a Deus, nem respeitava pessoa alguma.Havia também naquela mesma cidade uma certa viúva, e vinha até ele, dizendo: Faze-me justiça com meu adversário.E por um certo tempo ele não quis; mas depois disto, disse para si: Ainda que eu não tema a Deus, nem respeite pessoa alguma,Porém, porque esta viúva me incomoda, eu lhe farei justiça, para que ela pare de vir me chatear.E disse o Senhor: Ouvi o que diz o juiz injusto.E Deus não fará justiça para seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite? Demorará com eles?Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Porém, quando o Filho do homem vier, por acaso ele achará fé na terra?
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  • A parábola do fariseu e do publicano

    O artigo analisa a parábola de Lucas 18.9-14, na qual Jesus ensina, por meio das figuras do fariseu e do publicano, que a verdadeira justiça diante de Deus se funda na humildade e não nas aparências nem no orgulho espiritual.

    Lucas 18.9-14 (Bíblia Livre) :
    E disse também a uns, que tinham confiança de si mesmos que eram justos, e desprezavam aos outros, esta parábola:Dois homens subiram ao Templo para orar, um fariseu, e o outro publicano.O fariseu, estando de pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, eu te agradeço, porque não sou como os outros homens, ladrões, injustos e adúlteros; nem sou como este publicano.Jejuo duas vezes por semana, e dou dízimo de tudo quanto possuo.E o publicano, estando em pé de longe, nem mesmo queria levantar os olhos ao céu, mas batia em seu peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador.Digo-vos que este desceu mais justificado à sua casa do que aquele outro; porque qualquer que a si mesmo se exalta, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilha, será exaltado.
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  • A parábola dos trabalhadores da décima primeira hora

    Este artigo explora a parábola de Mateus 20:1-16, que descreve a igualdade de salário concedida por um senhor aos trabalhadores contratados em horas diferentes, simbolizando a graça divina.

    Mateus 20.1-16 (Bíblia Livre) :
    Pois o reino dos céus é semelhante a um homem, dono de propriedade, que saiu de madrugada para empregar trabalhadores para a sua vinha.Notehora terceira aproximadamente 9 horas da manhãNotehora sexta e hora nona aproximadamente meio-dia e 3 horas da tardeNotedécima primeira hora aproximadamente 5 horas da tardeNoteDá ordem lit. DizeEle entrou em acordo com os trabalhadores por um denário ao dia, e os mandou à sua vinha.E quando saiu perto da hora terceira, viu outros que estavam desocupados na praça.Então disse-lhes: “Ide vós também à vinha, e vos darei o que for justo”. E eles foram.Saindo novamente perto da hora sexta e nona, fez o mesmo.E quando saiu perto da décima primeira hora, achou outros que estavam desocupados, e lhes perguntou: “Por que estais aqui o dia todo desocupados?”Eles lhe disseram: “Porque ninguém nos empregou”. Ele lhes respondeu: “Ide vós também à vinha, e recebereis o que for justo”.E chegando o anoitecer, o senhor da vinha disse ao seu mordomo: “Chama aos trabalhadores, e paga-lhes o salário, começando dos últimos, até os primeiros”.Então vieram os de cerca da hora décima primeira, e receberam um denário cada um.Quando os primeiros vieram, pensavam que receberiam mais; porém eles também receberam um denário cada um.Assim, ao receberem, murmuraram contra o chefe de casa,dizendo: “Estes últimos trabalharam uma única hora, e tu os igualaste conosco, que suportamos a carga e o calor do dia”.Ele, porém, respondeu a um deles: “Amigo, nada de errado estou fazendo contigo. Não concordaste tu comigo por um denário?Toma o que é teu, e vai embora; e quero dar a este último tanto quanto a ti.Acaso não me é lícito fazer do que é meu o que eu quiser? Ou o teu olho é mau, porque eu sou bom?”Assim os últimos serão primeiros; e os primeiros, últimos; pois muitos são chamados, mas poucos escolhidos.
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  • A parábola das minas

    Este estudo trata da parábola das minas de Lucas 19.11-27, uma história contada por Jesus em Jericó, que destaca o período entre Hanucá e a Páscoa. Examina a cronologia dos acontecimentos no ministério de Jesus, incluindo seus encontros com Lázaro, Bartimeu e Zaqueu.

    João 10.22-23 (Bíblia Livre) :
    E era a festa da renovação do Templo em Jerusalém, e era inverno.E andava Jesus passeando no Templo, na entrada de Salomão.
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  • A parábola dos dois filhos

    A parábola dos dois filhos (Mt 21,28-32), relatada somente por Mateus, passa-se no Templo de Jerusalém durante a última semana de Jesus. Ela contrapõe duas atitudes: prometer sem agir versus recusar e depois obedecer. Jesus desmascara aí a hipocrisia dos líderes religiosos e anuncia que os pecadores arrependidos entram antes deles no Reino. Um apelo universal à humildade e ao arrependimento sincero.

    Mateus 5.3 (Bíblia Livre) :
    Benditos são os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos céus.
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  • A parábola do banquete de casamento

    A parábola do banquete de casamento (Mt 22,1-14 ; Lc 14,15-24) ensina que Deus convida todos os homens para o seu Reino, mas que rejeitar esse convite acarreta um julgamento grave. Proferida no Templo de Jerusalém na terça-feira da semana da Paixão, ela anuncia profeticamente a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. O homem sem veste de casamento lembra que entrar no Reino exige uma transformação espiritual autêntica, recebida pela fé em Cristo.

    João 3.16-17 (Bíblia Livre) :
    Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito; para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.Porque Deus não mandou seu Filho ao mundo para que condenasse ao mundo; mas sim para que o mundo por ele fosse salvo;
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  • A parábola da figueira

    O artigo analisa a parábola da figueira, na qual Jesus ensina a vigilância espiritual diante dos sinais dos tempos. Os acontecimentos que anunciam a aproximação do Reino são vistos não como ameaças, mas como um chamado à preparação e à fé. Destaca-se a estabilidade das palavras de Jesus diante do caráter passageiro do mundo.

    Isaías 40.8 (Bíblia Livre) :
    A erva se seca, as flores caem; porém a palavra do nosso Deus continua firme para sempre.
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  • Parábola do servo fiel

    Este artigo analisa a parábola do servo fiel, destacando a importância da fidelidade e da vigilância na espera da volta certa, porém imprevisível, do Senhor.

    1 Coríntios 4.1-5 (Bíblia Livre) :
    Que as pessoas nos considerem como servidores de Cristo, e guardiões dos mistérios de Deus.Além disso, exige-se dos guardiões que cada um seja fiel.Quanto a mim, pouco me importa ser julgado por vós, ou por qualquer juízo humano; nem eu julgo a mim mesmo.Porque em nada me sinto culpável; mas nem por isso estou justificado; porém quem me julga é o Senhor.Então nada julgueis antes do tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas nas trevas, e manifestará as intenções dos corações; e então cada um receberá de Deus a aprovação.
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  • Parábola das dez virgens

    A parábola das dez virgens ensina a importância da preparação espiritual para a volta do Senhor, ilustrando dois desfechos possíveis: estar pronto e entrar com o Noivo, ou chegar tarde demais e encontrar a porta fechada.

    Apocalipse 3.1-3 (Bíblia Livre) :
    “E escreve ao anjo da igreja que está em Sardes: “Isto diz aquele que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: “Eu conheço tuas obras; que tu tens nome de que vives, e estás morto.Sê vigilante, e firma o resto que está a ponto de morrer; porque eu não achei tuas obras completas diante de Deus.Então lembra-te do que tu tens recebido e ouvido, e guarda, e arrepende-te. Portanto, se tu não vigiares, eu virei sobre ti como ladrão, e tu não saberás a que hora eu virei sobre ti.
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  • Parábola dos servos e das recompensas, dos talentos

    O artigo trata da parábola dos talentos de Jesus, que ilustra a importância de administrar fielmente os dons a serviço de Deus, enquanto se aguarda a sua volta.

    Mateus 25.14-30 (Bíblia Livre) :
    Pois é como um homem, que partindo para fora do país, chamou seus servos, e lhes entregou os seus bens.E a um deu cinco talentos, a outro dois, e ao terceiro um, a cada um conforme a sua habilidade, e logo depois partiu em viagem.Em seguida, o que havia recebido cinco talentos foi fazer negócios com eles, e obteve outros cinco talentos.E, semelhantemente, o que havia recebido dois ganhou também outros dois.Mas o que tinha recebido um foi cavar a terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor.Muito tempo depois, o senhor daqueles servos veio fazer contas com eles.O que havia recebido cinco talentos chegou trazendo-lhe outros cinco talentos, e disse: ”Senhor, cinco talentos me entregaste, eis que ganhei com eles outros cinco talentos”.E o seu senhor lhe disse: “ Muito bem, servo bom e fiel! Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te porei; entra na alegria do teu senhor”.E chegando-se também o que havia recebido dois talentos, disse: “Senhor, dois talentos me entregaste, eis que ganhei com eles outros dois talentos”.Seu senhor lhe disse: “ Muito bem, servo bom e fiel! Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te porei; entra na alegria do teu senhor”.Mas, chegando também o que havia recebido um talento, disse: “Senhor, eu te conhecia, que és homem duro, que colhes onde não semeaste, e ajuntas onde não espalhaste;E eu, atemorizado, fui e escondi o teu talento na terra; eis aqui tens o que é teu”.Porém seu senhor lhe respondeu: “Servo mau e preguiçoso! Sabias que colho onde não semeei, e ajunto onde não espalhei.Devias, portanto, ter depositado o meu dinheiro com os banqueiros e, quando eu voltasse, receberia o que é meu com juros.Por isso, tirai dele o talento, e dai-o ao que tem dez talentos”.Pois a todo aquele que tiver, lhe será dado, e terá em abundância; porém ao que não tiver, até o que tem lhe será tirado.“E lançai o servo inútil às trevas de fora (ali haverá pranto e ranger de dentes)”.
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Complementos
  • ANN078 As Parábolas

    O artigo analisa o uso das parábolas por Jesus, definidas como relatos simbólicos espirituais. Utilizadas para ensinar verdades profundas, as parábolas serviam também para…