De la 3ème Pâque au début de la dernière semaine 10 études
- 1A parábola da ovelha perdida e achada
- 2A parábola da dracma perdida
- 3A parábola do filho pródigo
- 4A parábola do administrador infiel
- 5A parábola do homem rico e de Lázaro
La dernière semaine avant l'arrestation 2 études
Da terceira Páscoa ao início da última semana
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PER243
A parábola da ovelha perdida e achada
Este artigo trata da parábola da ovelha perdida no Evangelho de Lucas, destacando a alegria divina pela salvação de um pecador. Insere-se em três relatos parabólicos, que ilustram diferentes nuances da busca e da salvação.
Mateus 18.12-14 (Bíblia Livre) :Que vos parece? Se alguém tivesse cem ovelhas, e uma delas se desviasse, por acaso não iria ele pelos montes, deixando as noventa e nove, em busca da desviada?E se acontecesse de achá-la, em verdade vos digo que ele se alegra mais daquela, do que das noventa e nove que se não desviaram.Da mesma maneira, não é da vontade do vosso Pai, que está nos céus, que um sequer destes pequeninos se perca.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER244
A parábola da dracma perdida
Esta parábola, exclusiva de Lucas, mostra Deus, retratado sob os traços de uma mulher, procurando e reencontrando uma dracma perdida. Ela simboliza a alma desgarrada, mas preciosa aos olhos de Deus, ressaltando a Sua misericórdia e a Sua alegria pelo retorno do que se perdera.
Lucas 15.8-10 (Bíblia Livre) :Ou que mulher, tendo dez moedas de prata, se perder a uma moeda, não acende a lâmpada, e varre a casa, e busca cuidadosamente até a achar?E achando -a, não chame as amigas e as vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a moeda perdida!Assim vos digo, que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER245
A parábola do filho pródigo
O artigo explora a parábola do filho pródigo no Evangelho de Lucas, destacando o perdão e o amor divino. O pai acolhe o filho arrependido, em contraste com o filho mais velho, que critica essa clemência. Esta parábola, charneira do capítulo 15, ilustra a busca divina por aqueles que se perderam. Lucas reorganiza este relato para apoiar sua mensagem teológica sobre o reino dos céus.
Lucas 15.11-32 (Bíblia Livre) :E disse: Um certo homem tinha dois filhos.E disse o mais jovem deles ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertencem. E ele lhe repartiu os bens.E depois de não muitos dias, o filho mais jovem, juntando tudo, partiu-se para uma terra distante, e ali desperdiçou seus bens, vivendo de forma irresponsável.E ele, tendo já gastado tudo, houve uma grande fome naquela terra, e ele começou a sofrer necessidade.E foi, se chegou a um dos cidadãos daquela terra; e este o mandou a seus campos para alimentar porcos.E ele ficava com vontade de encher seu estômago com os grãos que os porcos comiam, mas ninguém as dava para ele.E ele, pensando consigo mesmo, disse: Quantos empregados de meu pai tem pão em abundância, e eu aqui morro de fome!Eu levantarei, e irei a meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti.E já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como a um de teus empregados.E levantando-se, foi a seu pai. E quando ainda estava longe, o seu pai o viu, e teve compaixão dele; e correndo, caiu ao seu pescoço, e o beijou.E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti; e já não sou digno de ser chamado teu filho.Mas o pai disse a seus servos: Trazei a melhor roupa, e o vesti; e ponde um anel em sua mão, e sandálias nos seus pés.E trazei o bezerro engordado, e o matai; e comamos, e nos alegremos.Porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado. E começaram a se alegrar.E seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, chegou perto da casa, ouviu a música, e as danças.E chamando para si um dos servos, perguntou-lhe: O que era aquilo?E ele lhe disse: Teu irmão chegou; e teu pai matou o bezerro engordado, porque ele voltou são.Porém ele se irritou, e não queria entrar. Então o seu pai, saindo, rogava-lhe que entrasse.Mas o filho respondendo, disse ao pai: Eis que eu te sirvo há tantos anos, e nunca desobedeci tua ordem, e nunca me deste um cabrito, para que eu me alegrasse com meus amigos.Porém, vindo este teu filho, que gastou teus bens com prostitutas, tu lhe mataste o bezerro engordado.E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas.Mas era necessário se alegrar e animar; porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha se perdido, e foi encontrado.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
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A parábola do administrador infiel
Este artigo explora a parábola do administrador infiel, de Lucas, observando que a astúcia do administrador é elogiada por sua sabedoria, e não por sua desonestidade. A parábola convida a refletir sobre o uso da sabedoria prática nos assuntos espirituais.
Lucas 16.1-13 (Bíblia Livre) :E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.NoteXeol é o lugar dos mortosE ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser meu mordomo.E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.Eu sei o que farei, para que, quando eu for expulso do meu trabalho de mordomo, me recebam em suas casas.E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?E ele disse: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Pega a tua conta, senta, e escreve logo cinquenta.Depois disse a outro: E tu, quanto deves? E ele disse: Cem volumes de trigo. E disse-lhe: Toma tua conta, e escreve oitenta.E aquele senhor elogiou o injusto mordomo, por ter feito prudentemente; porque os filhos deste mundo são mais prudentes do que os filhos da luz com esta geração.E eu vos digo: fazei amigos para vós com as riquezas da injustiça, para que quando vos faltar, vos recebam nos tabernáculos eternos.Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; e quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.Pois se nas riquezas da injustiça não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras riquezas ?E se nas coisas dos outros não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?Nenhum servo pode servir a dois senhores; porque ou irá odiar a um, e a amar ao outro; ou irá se achegar a um, e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER247
A parábola do homem rico e de Lázaro
O artigo analisa a parábola do homem rico e de Lázaro no Evangelho de Lucas. Singular por mencionar um nome, Lázaro, explora a questão da justiça divina e as repercussões das escolhas terrenas sobre o além. Lucas organiza o relato em torno de ensinamentos teológicos sobre o reino dos céus, convidando a uma reflexão aprofundada sobre a salvação e a compaixão.
Lucas 16.19-31 (Bíblia Livre) :Havia porém um certo homem rico, e vestia-se de púrpura, e de linho finíssimo, e festejava todo dia com luxo.Havia também um certo mendigo, de nome Lázaro, o qual ficava deitado à sua porta cheio de feridas.E desejava se satisfazer com as migalhas que caíam da mesa do rico; porém vinham também os cães, e lambiam suas feridas.E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o colo de Abraão. E o rico também morreu, e foi sepultado.E estando no Xeol em tormentos, ele levantou seus olhos, e viu a Abraão de longe, e a Lázaro junto dele.E ele, chamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe a ponta de seu dedo na água, e refresque a minha língua; porque estou sofrendo neste fogo.Porém Abraão disse: Filho, lembra-te que em tua vida recebeste teus bens, e Lázaro do mesmo jeito recebeu males. E agora este é consolado, e tu és atormentado.E, além de tudo isto, um grande abismo está posto entre nós e vós, para os que quisessem passar daqui para vós não possam; nem também os daí passarem para cá.E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai.Porque tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho; para que também não venham para este lugar de tormento.Disse-lhe Abraão: Eles têm a Moisés e aos profetas, ouçam-lhes.E ele disse: Não, pai Abraão; mas se alguém dos mortos fosse até eles, eles se arrependeriam.Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, também não se deixariam convencer, ainda que alguém ressuscite dos mortos.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER249
Parábola dos servos inúteis
O artigo explora a parábola dos servos inúteis de Lucas 17.7-10, destacando a importância da humildade e da gratidão na vida do discípulo. Jesus ensina que o serviço fiel não espera reconhecimento do senhor e que toda habilidade é um dom de Deus. A obediência não confere nenhum direito, promovendo assim uma atitude de gratidão, e não de reivindicação.
Filipenses 2.13 (Bíblia Livre) :pois é Deus quem opera em vós tanto o querer como o agir, conforme a sua boa vontade.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER254
A parábola do fariseu e do publicano
O artigo analisa a parábola de Lucas 18.9-14, na qual Jesus ensina, por meio das figuras do fariseu e do publicano, que a verdadeira justiça diante de Deus se funda na humildade e não nas aparências nem no orgulho espiritual.
Lucas 18.9-14 (Bíblia Livre) :E disse também a uns, que tinham confiança de si mesmos que eram justos, e desprezavam aos outros, esta parábola:Dois homens subiram ao Templo para orar, um fariseu, e o outro publicano.O fariseu, estando de pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, eu te agradeço, porque não sou como os outros homens, ladrões, injustos e adúlteros; nem sou como este publicano.Jejuo duas vezes por semana, e dou dízimo de tudo quanto possuo.E o publicano, estando em pé de longe, nem mesmo queria levantar os olhos ao céu, mas batia em seu peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador.Digo-vos que este desceu mais justificado à sua casa do que aquele outro; porque qualquer que a si mesmo se exalta, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilha, será exaltado.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER272
A parábola das minas
Este estudo trata da parábola das minas de Lucas 19.11-27, uma história contada por Jesus em Jericó, que destaca o período entre Hanucá e a Páscoa. Examina a cronologia dos acontecimentos no ministério de Jesus, incluindo seus encontros com Lázaro, Bartimeu e Zaqueu.
João 11.1-3 (Bíblia Livre) :E estava doente um certo Lázaro, de Betânia, a aldeia de Maria e de sua irmã Marta.Notesupremo conselho lit. sinédrio – o mais importante conselho ou tribunal para os judeus(E era Maria a que ungiu ao Senhor com o óleo, e com seus cabelos lhe limpou os pés; a que cujo irmão Lázaro era o que estava doente).Enviaram pois suas irmãs uma mensagem a ele, dizendo: Senhor, eis que aquele a quem tu amas está doente.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER239
A parábola da torre
A parábola da torre (Lucas 14.28-30), transmitida somente por Lucas, insere-se em um discurso de Jesus sobre o custo do discipulado. Com a imagem de um construtor que calcula seus recursos antes de edificar, Jesus convida seus discípulos a um compromisso refletido, lúcido e perseverante, advertindo contra uma fé superficial ou emocional, sem maturidade espiritual.
Lucas 14.30 (Bíblia Livre) :Dizendo: Este homem começou a construir, e não pôde terminar.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER253
A parábola do juiz iníquo
O artigo examina a parábola do juiz iníquo (Lucas 18,1-8), centrada na perseverança na oração e na espera do Reino. Destaca a estrutura narrativa única de Lucas, que reúne parábolas para aprofundar a sua teologia sobre a fé e a justiça divina.
Lucas 18.1-8 (Bíblia Livre) :E Jesus lhes disse também uma parábola sobre o dever de sempre orar, e nunca se cansar.Dizendo: Havia um certo juiz em uma cidade, que não temia a Deus, nem respeitava pessoa alguma.Havia também naquela mesma cidade uma certa viúva, e vinha até ele, dizendo: Faze-me justiça com meu adversário.E por um certo tempo ele não quis; mas depois disto, disse para si: Ainda que eu não tema a Deus, nem respeite pessoa alguma,Porém, porque esta viúva me incomoda, eu lhe farei justiça, para que ela pare de vir me chatear.E disse o Senhor: Ouvi o que diz o juiz injusto.E Deus não fará justiça para seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite? Demorará com eles?Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Porém, quando o Filho do homem vier, por acaso ele achará fé na terra?Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org
A última semana antes da prisão
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PER304
Parábola do servo fiel
Este artigo analisa a parábola do servo fiel, destacando a importância da fidelidade e da vigilância na espera da volta certa, porém imprevisível, do Senhor.
1 Coríntios 4.1-5 (Bíblia Livre) :Que as pessoas nos considerem como servidores de Cristo, e guardiões dos mistérios de Deus.Além disso, exige-se dos guardiões que cada um seja fiel.Quanto a mim, pouco me importa ser julgado por vós, ou por qualquer juízo humano; nem eu julgo a mim mesmo.Porque em nada me sinto culpável; mas nem por isso estou justificado; porém quem me julga é o Senhor.Então nada julgueis antes do tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas nas trevas, e manifestará as intenções dos corações; e então cada um receberá de Deus a aprovação.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER306
Parábola dos servos e das recompensas, dos talentos
O artigo trata da parábola dos talentos de Jesus, que ilustra a importância de administrar fielmente os dons a serviço de Deus, enquanto se aguarda a sua volta.
Mateus 25.14-30 (Bíblia Livre) :Pois é como um homem, que partindo para fora do país, chamou seus servos, e lhes entregou os seus bens.E a um deu cinco talentos, a outro dois, e ao terceiro um, a cada um conforme a sua habilidade, e logo depois partiu em viagem.Em seguida, o que havia recebido cinco talentos foi fazer negócios com eles, e obteve outros cinco talentos.E, semelhantemente, o que havia recebido dois ganhou também outros dois.Mas o que tinha recebido um foi cavar a terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor.Muito tempo depois, o senhor daqueles servos veio fazer contas com eles.O que havia recebido cinco talentos chegou trazendo-lhe outros cinco talentos, e disse: ”Senhor, cinco talentos me entregaste, eis que ganhei com eles outros cinco talentos”.E o seu senhor lhe disse: “ Muito bem, servo bom e fiel! Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te porei; entra na alegria do teu senhor”.E chegando-se também o que havia recebido dois talentos, disse: “Senhor, dois talentos me entregaste, eis que ganhei com eles outros dois talentos”.Seu senhor lhe disse: “ Muito bem, servo bom e fiel! Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te porei; entra na alegria do teu senhor”.Mas, chegando também o que havia recebido um talento, disse: “Senhor, eu te conhecia, que és homem duro, que colhes onde não semeaste, e ajuntas onde não espalhaste;E eu, atemorizado, fui e escondi o teu talento na terra; eis aqui tens o que é teu”.Porém seu senhor lhe respondeu: “Servo mau e preguiçoso! Sabias que colho onde não semeei, e ajunto onde não espalhei.Devias, portanto, ter depositado o meu dinheiro com os banqueiros e, quando eu voltasse, receberia o que é meu com juros.Por isso, tirai dele o talento, e dai-o ao que tem dez talentos”.Pois a todo aquele que tiver, lhe será dado, e terá em abundância; porém ao que não tiver, até o que tem lhe será tirado.“E lançai o servo inútil às trevas de fora (ali haverá pranto e ranger de dentes)”.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org