Profecias bíblicas e «fim dos tempos» 1 estudo
A revelação de Daniel 1 estudo
Profecias bíblicas e «fim dos tempos»
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Introdução geral ao livro de Daniel
Introdução geral ao livro de Daniel, texto profético maior do Antigo Testamento. O artigo estabelece as bases históricas, literárias e teológicas necessárias para compreender este livro apocalíptico, abordando a estrutura, o autor, os principais temas e os debates exegéticos sobre a sua datação e a sua confiabilidade.
Daniel 1.1-6 (Bíblia Livre) :No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio a Jerusalém, e a cercou.Notevasos trad. alt. utensíliosE o Senhor entregou em suas mãos a Jeoaquim, rei de Judá, e uma parte dos vasos da casa de Deus, e os trouxe à terra de Sinar, para a casa de seu deus; e pôs os vasos na casa do tesouro de seu deus.E o rei disse a Aspenaz, chefe de seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, da família real, e dos príncipes,Rapazes em quem não houvesse defeito físico algum, de boa aparência, entendidos em toda sabedoria, sábios em conhecimento, de boa inteligência, e que tivessem habilidade em prestar assistência no palácio do rei; e que os ensinassem as letras e a língua dos caldeus.E o rei lhes determinou uma porção diária de alimento, da comida do rei, e do vinho que bebia; e que assim fossem tratados por três anos, para que ao fim eles estivessem diante do rei.E foram entre eles, dos filhos de Judá, Daniel, Ananias, Misael e Azarias,Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org
A revelação de Daniel
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Nabucodonosor humilhado: o orgulho do rei diante da soberania de Deus
O artigo relata como o orgulho do rei Nabucodonosor é confrontado com a soberania divina por meio do sonho de uma árvore imensa derrubada. Daniel interpreta esse sonho como um aviso divino contra a arrogância do rei e exorta-o a arrepender-se. Depois de um período simbolizado por "sete tempos", Nabucodonosor reconhece a supremacia de Deus, recupera a razão e restaura o seu reino.