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A parábola do joio e do trigo
A parábola do joio e do trigo (Mateus 13.24-30), exclusiva de Mateus, ensina a coexistência do bem e do mal no mundo até ao juízo final. Nela, Jesus ilustra a paciência de Deus, que adia a separação entre justos e ímpios até à colheita escatológica, confiada aos anjos. Esta parábola insere-se numa profunda reflexão bíblica sobre a prosperidade aparente dos ímpios, partilhada por Habacuque, Asafe, Jeremias e Job.
Mateus 13.47-50 (Bíblia Livre) :O Reino dos céus também é semelhante a uma rede lançada ao mar, que colhe toda espécie de peixes.E quando está cheia, os pescadores puxam-na à praia, sentam-se, e recolhem os bons em cestos, mas os ruins lançam fora.Assim será ao fim da era; os anjos sairão, e separarão dentre os justos os maus,e os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org