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A parábola do joio e do trigo
A parábola do joio e do trigo (Mateus 13.24-30), exclusiva de Mateus, ensina a coexistência do bem e do mal no mundo até ao juízo final. Nela, Jesus ilustra a paciência de Deus, que adia a separação entre justos e ímpios até à colheita escatológica, confiada aos anjos. Esta parábola insere-se numa profunda reflexão bíblica sobre a prosperidade aparente dos ímpios, partilhada por Habacuque, Asafe, Jeremias e Job.
Mateus 25.1-13 (Bíblia Livre) :Então o Reino dos céus será semelhante a dez virgens, que tomaram suas lâmpadas, e saíram ao encontro do noivo.E cinco delas eram prudentes, e cinco tolas.As tolas, quando tomaram as suas lâmpadas, não tomaram azeite consigo.Mas as prudentes tomaram azeite nos seus frascos, com as suas lâmpadas.O noivo demorou, por isso todas cochilaram e adormeceram.Mas à meia-noite houve um grito: “Eis que vem o noivo! Ide ao seu encontro!”.Então todas aquelas virgens se levantaram, e prepararam suas lâmpadas.E as tolas disseram às prudentes: “Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão se apagando”.Mas as prudentes responderam: “ Não ,para que não falte a nós e a vós; em vez disso, ide aos vendedores, e comprai para vós mesmas”.Enquanto elas foram comprar, veio o noivo. As que estavam preparadas entraram com ele à festa do casamento, e fechou-se a porta.Depois vieram também as outras virgens, dizendo: “Senhor, Senhor, abre-nos!”Mas ele respondeu: “Em verdade vos digo que não vos conheço”.Portanto, vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem virá.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org